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«Fragmentos da Cidade em Conta Corrente» é o título da exposição que recorre, de forma metafórica, a uma expressão do universo bancário para apresentar uma seleção de peças deste projeto pioneiro da Câmara Municipal do Porto, criado com o objetivo de salvaguardar o património arquitetónico e artístico integrado na arquitetura da cidade.
Ver maisEm junho, escolhemos contos em tom de fábulas, oriundos de diferentes geografias. Começamos com o moçambicano Mia Couto com «A Guerra dos Palhaços», uma narrativa sobre o absurdo da escalada dos conflitos armados, que foi recentemente selecionada para integrar a antologia de contos «The Penguin Book of the International Short Story», que reúne os melhores textos da ficção curta mundial.
Ver maisNesta formação, aborda-se a história das alcunhas, dos nomes próprios e dos apelidos portugueses. O tema é simultaneamente fascinante e complexo, pois foi a nossa longa e atribulada História que, em grande medida, determinou a seleção dos nomes próprios e apelidos que usamos. E quanto às alcunhas, estas também foram geralmente mais comuns em determinados locais e em certos estratos sociais: muitas perderam-se na geração seguinte, outras fixaram-se como apelidos e usámo-las hoje sem complexos.
Ver maisQuinzenalmente, a Biblioteca Poética Eugénio de Andrade recebe Gabriela Relvas e Renato Filipe Cardoso para sessões de podcast gravadas ao vivo, num ambiente próximo e descontraído. Entre conversas sobre temas atuais, sugestões literárias e culturais da cidade e momentos de leituras poéticas, cada encontro convida o público a ouvir, descobrir e participar. Uma experiência que cruza palavra dita e partilhada – ao vivo e sem filtros. Um convite para desfrutar a poesia com proximidade!
Ver maisA origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.
Ver mais«Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.
Ver maisO Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.
A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”
Ver maisA exposição «Gestures of Love» da artista franco-portuguesa Kelly Santos é um projeto em capítulos que se reinventa em diferentes cidades do mundo. Originalmente apresentada na Cidade do México durante a Zona Maco 2024, a mostra explorou narrativas do amor e da conexão humana através de expressões artísticas imersivas. A exposição foi levada a Nova Iorque durante a Frieze Week de 2025, onde continuou a desenvolver o seu diálogo emocional e sensorial sobre os pequenos gestos que constituem o amor em diversas formas, refletindo sobre intimidade, vulnerabilidade e experiência quotidiana através de uma abordagem visual e emotiva.
Ver maisO Piano Itinerante é um ciclo de quatro concertos que decorre em espaços intimistas localizados em pontos emblemáticos do Porto. Os participantes que alcançaram a 2.ª prova do concurso apresentam-se em recitais partilhados, mostrando o seu talento e celebrando o piano e a música na cidade.
Ver maisNos dias 26 e 27 de junho, realizam-se cinco visitas guiadas à exposição «Gestures of Love», de Kelly Santos, integrada no programa BABELL. Com curadoria de Patrícia Reis, a exposição da artista franco-portuguesa Kelly Santos é um projeto em capítulos que se reinventa em diferentes cidades do mundo. Originalmente apresentada na Cidade do México durante a Zona Maco 2024, a mostra explorou narrativas do amor e da conexão humana através de expressões artísticas imersivas. A exposição foi levada a Nova Iorque durante a Frieze Week de 2025, onde continuou a desenvolver o seu diálogo emocional e sensorial sobre os pequenos gestos que constituem o amor em diversas formas, refletindo sobre intimidade, vulnerabilidade e experiência quotidiana através de uma abordagem visual e emotiva. Este percurso internacional de «Gestures of Love» prepara agora o seu terceiro capítulo no Porto, reforçando a sua dimensão global e continuando uma reflexão artística que atravessa diferentes geografias e formas de expressão. A mostra no contexto do BABELL insere-se nesta sequência evolutiva, mantendo o foco na experiência sensorial e emocional do espectador, e sublinha a maneira como a obra de Kelly Santos articula arte contemporânea, narrativa afetiva e presença cultural em diferentes cidades.
Ver maisO Piano Itinerante é um ciclo de quatro concertos que decorre em espaços intimistas localizados em pontos emblemáticos do Porto. Os participantes que alcançaram a 2.ª prova do concurso apresentam-se em recitais partilhados, mostrando o seu talento e celebrando o piano e a música na cidade.
Ver maisO Curso História do Porto em 90 minutos propõe uma leitura provocatória de uma cidade que é, simultaneamente, construção histórica e construção simbólica. Mais do que uma sucessão de datas e factos, o Porto surge aqui como um território de imagens ou representações, que expressam as tensões entre lenda e realidade: entre o imaginário persistente — o da cidade invicta, do Porto das tripas — e a experiência concreta de um espaço trabalhado, sofrido e constantemente transformado. “Ser Porto”, não é apenas um traço identitário fixo, mas um processo histórico em contínua reinvenção, onde o célebre “fazer das tripas coração” deixa de ser metáfora cristalizada para se tornar chave interpretativa de práticas sociais, económicas e culturais. Este curso procura, assim, deslocar o olhar do mito para a matéria: da narrativa épica para o quotidiano, do heróico para o humano, convocando um Porto menos lendário e mais vivo.
Ver maisAs primeiras histórias nasceram da observação da natureza - do vento, das árvores, dos animais e dos ciclos do dia e da noite. Contavam-se histórias para explicar o mundo, ensinar, proteger, fazer rir e fazer adormecer. É a esse lugar primordial que regressa a BIBLLIOTERRA, a extensão infantojuvenil do BABELL.
Ver maisUm objeto pode ser muitas coisas: um tesouro perdido, uma máquina do tempo ou até mesmo a casa de uma criatura fantástica. Nesta visita, vamos explorar a exposição do Banco de Materiais com olhos curiosos, vendo os objetos não só como peças de museu, mas como pontos de partida para criar estórias. Observando as suas formas, funções, materiais e possíveis significados, vamos imaginar novas narrativas para esses objetos e depois, partindo dessas estórias, cada participante poderá criar um mapa de memórias do presente, reunindo aquilo que sentiu e percebeu. Porque cada objeto tem uma história para contar, mas muitas mais para imaginar.
Ver maisNuno Valentim é professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, onde se doutorou, e investigador associado do BIOPOLIS. Fundador do atelier "Nuno Valentim Arquitectura", foi o projetista responsável pela reabilitação do Mercado do Bolhão e da Casa Andresen (Galeria da Biodiversidade). É membro do conselho científico do CONSELHO NACIONAL DE ARQUITETOS de Itália. É especialista em práticas de reabilitação de património arquitetónico.
Ver maisNos Jardins do Palácio de Cristal, onde hoje se passeia entre árvores centenárias e vistas amplas sobre o Douro, existiu no século XIX, um jardim célebre pelos seus perfumes. Um viajante italiano que visitou a antiga Villa d’Entre-Quintas, em 1851, descreveu citrinos em flor que embalsamavam o ar, roseiras e jasmins perfumados, madressilvas que se enroscavam nos carvalhos e magnólias que cresciam ao lado de sobreiros gigantes. Inspirado por essas descrições históricas, este percurso convida a descobrir os aromas que ainda hoje habitam este jardim romântico. Ao longo do caminho, iremos identificar árvores, arbustos e plantas aromáticas que libertam fragrâncias na paisagem urbana, evocando a tradição dos jardins oitocentistas onde a botânica, a estética e o perfume se entrelaçavam. Entre tílias, magnólias, rosas e ervas aromáticas, exploraremos a forma como os jardins foram pensados para serem também experimentados através do olfato, revelando como certos aromas persistem no tempo e continuam a marcar a identidade deste lugar singular da cidade do Porto.
Ver maisPartindo da coleção da Biblioteca de Arqueologia e das obras reunidas na mostra «O Jardim de Camões», Luísa Jorge continua o ciclo A(r)riscar, orientando oficinas onde o desenho de observação serve como ponto de partida para explorar e reinterpretar vestígios, formas e narrativas. Entre o olhar atento e a palavra poética, o traço torna-se uma ferramenta de descoberta, num percurso onde a ilustração científica se constrói em equilíbrio entre rigor e imaginação.
Ver maisO território onde se situa o Ateliê António Carneiro define-se através de um crescimento de sobreposições próprias ao longo dos tempos. Encontramos, aos dias de hoje, vestígios de quintas que abriram novas ruas, marcos industriais que desenvolveram as dinâmicas comerciais e, ainda, casas e gentes que assinalaram as vicissitudes do lado mais oriental da cidade.
Através do olhar e do desenho nas suas diversas multitudes, vamos inventariar os elementos envolventes do Ateliê - desde os paralelos nas ruas às ervas daninhas que rompem pelas fendas dos muros: as esculturas que encontramos pelo caminho e as fachadas diversas que caracterizam a zona -, tomando o pensamento pelo registo gráfico como uma ferramenta pessoal de compreensão da história dos lugares.
Ver maisVisita orientada pela curadora Mafalda Nicolau de Almeida e por GØRVELL à exposição «Prisma - Do Douro ao Porto».
Ver maisCom programação e moderação de Isabel Lopes Gomes, o ciclo de conversas «Uma Casa de Artistas», com cinco sessões a realizar entre junho e novembro de 2026 no âmbito da exposição inaugural do Museu Aurélia e Sofia de Souza, propõe-se refletir sobre as principais temáticas na obra das duas pintoras. Cada sessão terá convidados de áreas distintas, de modo a cruzar sensibilidades e pensamentos diversos, sobre a prática artística de Aurélia e Sofia de Souza.
A primeira sessão - Um Quarto só para si - será dedicada à reflexão sobre o lugar da mulher na prática artística e sobre as condições da prática artística no final do século XIX, início do século XX, quando a inscrição das mulheres no campo artístico era um ato de coragem por enfrentar hábitos enraizados num meio cultural dominado por uma cultura patriarcal, que, no entanto as duas irmãs souberam superar com obras que resistiram à passagem do tempo e que requerem com justiça a sua revisão.
Ver maisPianista, Sofia Lourenço obteve o grau de Doutor em Música e Musicologia, na Universidade de Évora. Discípula de Helena Sá e Costa desde os 10 anos de idade, realiza os seus estudos superiores no Conservatório de Música do Porto e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem-se especializado em música portuguesa e dedicado a uma carreira de concertista. É curadora de ciclos de música no Museu e Bibliotecas do Porto. Gravou diversos discos como intérprete a solo. Integra diversos centros de investigação universitários
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
No Museu Aurélia e Sofia de Souza – Casa Marta Ortigão Sampaio, a natureza revela-se na pintura, nos objetos e no jardim, ora observada com olhar quase científico, ora transformada em ornamento e símbolo. Entre arte e quotidiano, o mundo vegetal surge como imagem, matéria e memória cultural, revelando como a burguesia portuense dos séculos XIX e XX olhou, representou e trouxe a natureza para dentro de casa.
Ver maisNum registo bastante informal e recorrendo a textos literários procurar-se-á destacar a presença do burgo portuense na literatura do século XIX, nas mais diversas facetas, desde o efervescente Porto burguês em forte momento de vitalidade económica e cultural de que os romances de Garrett, Camilo ou Júlio Dinis nos dão notícia, ao Porto operário retratado de modo realista pelos esquecidos escritores naturalistas, passando pelos espaços de lazer que a cidade privilegiava. Será curioso evocar episódios e textos literários que darão testemunho de um Porto quase esquecido mas ainda muito presente na geografia humana e na arquitetura da cidade.
Ver maisA Câmara Municipal do Porto promove dois colóquios – «Formar leitores para formar cidadãos: leitura e educação no século XXI» e «Leitura, Cidadania & Biblioteca» – que afirmam de forma clara que a leitura não é apenas um gesto individual, é uma responsabilidade coletiva. Estes encontros reforçam o compromisso da cidade com a formação de leitores e com a construção de políticas culturais sustentadas.
Ver maisA Câmara Municipal do Porto promove dois colóquios – «Formar leitores para formar cidadãos: leitura e educação no século XXI» e «Leitura, Cidadania & Biblioteca» que afirmam de forma clara que a leitura não é apenas um gesto individual, é uma responsabilidade coletiva. Estes encontros reforçam o compromisso da cidade com a formação de leitores e com a construção de políticas culturais sustentadas.
Ver maisNo âmbito da celebração do Dia Mundial da Gastronomia Sustentável, convidamos a uma viagem pelas memórias e tradições que vivem à mesa, refletindo sobre a alimentação enquanto expressão cultural, identitária e intergeracional. Pretende-se valorizar a gastronomia como património vivo, reconhecendo o seu papel na promoção da saúde, na preservação de saberes locais e na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis. Entre receitas, histórias e sabores, nesta sessão vamos celebrar a tradição, protegendo-a e reinventando-a para responder aos desafios contemporâneos.
Ver maisAssinalando o 25º aniversário da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, e tomando como mote o Dia Mundial das Bibliotecas – 1 de julho-, decorre de 30 de junho a 22 de julho a exibição de cinco filmes que refletem sobre o universo da biblioteca. O ciclo começa Simbolicamente, a 1 de julho com a projeção do filme The Librarians, que mostra a luta atual e inquietante de um grupo de bibliotecários norte-americanos pela defesa da democracia e do direito à leitura. No final um debate sobre este tema reúne representantes da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Profissionais da informação (BAD), Acesso Cultura e Goethe-Institut Portugal.
Ver maisAcordes da guitarra que forja o horizonte, que guia o sinuoso voo das gaivotas e acaricia a pele que rasga atalhose atalhos no interior dos sonhos. Estarei vivo enquanto assim me guardar teu coração. Egito Gonçalves O que nos liga a uma cidade? O que nos faz pertencer a um lugar? O que nos leva a identificarmo-nos com as ruas, com as pedras, com as gentes e as paisagens? Porque nos falta a chuva miudinha que continua a cair numa longínqua infância? O corpo vai para onde for preciso, mas o coração bate ao ritmo dos primeiros passos – das primeiras futeboladas, das primeiras saídas à noite – como se a cidade, mesmo longe, nos chamasse ainda pelo nome
Ver maisSedimentada a centralidade do Porto no contexto da arquitetura em Portugal desde finais de Oitocentos, a cidade torna-se um palco privilegiado dos discursos profissionais, das didáticas académicas e das práticas projetais. Assim, o percurso da arquitetura portuense ao longo do século XX é pautado por debates intensos, confrontos e ruturas. As diferentes modernidades tem reflexo na ação de diversos autores, seja pelo projeto, seja pelo ensino, seja pela crítica. Neste Curso Breve serão analisados alguns dos principais momentos que enquadram este percurso, tomando como base a obra e a ação de alguns dos arquitetos que dão forma não apenas à imagem urbana portuense como também ao modo de pensar a arquitetura na sua relação com a cidade.
Ver maisA água, como bem essencial, tornou-se uma prioridade de quem governa as cidades. O Porto sempre se preocupou com a instalação e manutenção de fontes para o abastecimento da população até que, no final do séc. XIX, foi contratada uma empresa responsável pelo fornecimento domiciliário. A partir daqui, com o desenvolvimento urbanístico, fontes e chafarizes começaram a ser desmontados e, uns mudaram de sítio e colocados noutros lugares e, outros, foram guardados nos jardins da sede dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento – SMAS. Esta Deriva vai mostrar estes exemplares escondidos e contar as suas histórias.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura que visa estimular o gosto pela partilha de livros, ideias e gargalhadas, promovendo o convívio, a reflexão e o prazer de ler. «Nas Asas do Sonho» de Miguel Miranda, in Contos à Moda do Porto
Ver maisEste Espetáculo tem como ponto de partida é o texto de Valter Hugo Mãe "As mais belas coisas do mundo", um diálogo entre avô e neto sobre a beleza e a necessidade de acreditar. Um elogio à curiosidade, à aprendizagem, ao conhecimento e ao cuidado. A importância de uma relação preciosa, onde “inventar perguntas é aprender” e que aqui tomará a forma de um diálogo entre marioneta e ator. Joana Providência regressa ao universo do teatro de marionetas com o Teatro do Bolhão neste espetáculo para toda a família e amigos.
Ver maisUm convite a todos os que gostam de Livros, para um quiz literário na Biblioteca, onde Guilherme Cobretti desafia os leitores a porem à prova os seus conhecimentos literários. Num ambiente descontraído, os participantes organizam-se em equipas espontâneas para responderem aos desafios deste jogo dinâmico e divertido, focado no universo dos livros. Nenhum estilo, corrente, autor e época será deixado de parte. Basta aparecer para participar. Haverá prémios para os vencedores.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisHistórias para ouvir, mãos para criar. Os pequenos leitores são os nossos melhores ouvintes. Sabem como ninguém desarrumar as ideias, fazer perguntas sem resposta e soltar os bichos-carpinteiros pelas salas de leitura. No final, das suas mãos, saem histórias sem fim.
Ver maisAli o cais, a Ribeira, os rostos, as vozes, os gritos, os gestos. Uma beleza funda, grave, rude e rouca. Sophia De Mello Breyner Duas ribeiras que namoram à distância de um mesmo Douro - a partir do Porto e de Gaia, dois autores com fortes ligações ao território e aos seus habitantes vão conversar sobre o que os aproxima e os separa, sobre o rio que passa e o rio que já passou, sobre duas cidades rasgadas pelas águas e unidas por muitas pontes.
Ver maisNão há Portugal sem o Porto e não há Porto sem um permanente amor à liberdade. António José Seguro “Liberdade, liberdade, quem a tem chama-lhe sua”, a cidade do Porto sempre a teve e sempre fez questão de lhe chamar sua. Contra os desmandos do poder, contra o absolutismo, contra o centralismo, contra qualquer ameaça que ponha em causa a sua independência e a sua identidade. O Porto é uma cidade de pensamento, de indústria, de resistência e de criatividade, mais do que um arranjo de pedras e gente, é um atravessar de vozes que gritam liberdade.
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