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Instalada na Antiga Casa da Câmara, a exposição «Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade. Entre 3 de setembro e 29 de outubro, o Museu e Bibliotecas do Porto propõe, em colaboração com Luísa Bessa e Luís Tavares Pereira, um programa paralelo à exposição, composto por visitas guiadas, conversas e encontros que aprofundam diferentes perspetivas sobre a Porto 2001, a transformação urbana e a construção da memória coletiva da cidade.
Ver maisLuísa Jorge dá continuidade ao ciclo A(r)riscar com uma nova série de oficinas de ilustração científica inteiramente dedicadas à Arqueologia. Tendo como ponto de partida a coleção especializada da Biblioteca de Arqueologia e a atmosfera inspiradora do espaço museológico envolvente, este ciclo convida os participantes a olhar para o passado através do traço. Nestas sessões, o desenho de observação rigoroso funciona como a principal ferramenta para explorar. Reinterpretam-se vestígios, formas e narrativas históricas. Cada fragmento, artefacto ou ruína é objeto de criação artística. Uma experiência prática que une a precisão da ciência à sensibilidade da arte.
Ver mais«Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade.
Ver maisA Gótica Rotunda é uma das mais marcantes escritas da tradição caligráfica portuguesa. De formas arredondadas e elegantes, teve particular importância em Portugal, sendo utilizada em documentos régios e de chancelaria, manuscritos religiosos e outros documentos solenes. É também no contexto da reforma manuelina que encontramos esta escrita em documentos como o Foral da Cidade do Porto. Ao longo de cinco sessões, vamos descobrir e praticar a Gótica Rotunda, explorando a construção das letras minúsculas e maiúsculas, as suas proporções, o ritmo e o ductus. Na última sessão, vamos passar da prática à composição, construindo uma frase inspirada no Foral da Cidade do Porto, acompanhada por uma inicial lombarda iluminada e ornamentada. Uma oportunidade para mergulhar na caligrafia histórica portuguesa, conhecer as formas de uma escrita com séculos de história e criar, no final, uma pequena peça que combina caligrafia e iluminura.
Ver maisO Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.
A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”
Ver mais«Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.
Ver maisHomem Raiz celebra quarenta anos de trabalho de Agostinho Santos e regressa simbolicamente a Bicho Homem, título da sua primeira exposição individual, em 1987. Não para repetir esse ponto de origem, mas para o aprofundar. Entre um título e outro desenha-se um percurso feito de metamorfoses, onde memória, experiência e pensamento se cruzam com a matéria, o gesto e o instinto. Com curadoria de Rita Roque, a exposição reúne diferentes momentos, temas e séries de uma obra profundamente ligada à experiência do artista e às questões do seu tempo. A violência, a guerra, as desigualdades, os refugiados, a exclusão social, a condição das pessoas sem-abrigo, as relações de poder e a fragilidade humana atravessam um trabalho em que pedra, bronze, barro, plástico, papel, tinta e objetos diversos convivem sem hierarquias. O fazer, a mão e a transformação da matéria assumem um lugar central no processo artístico.
Ver maisA origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.
Ver maisA exposição de longa duração do Ateliê António Carneiro reúne uma seleção significativa da coleção municipal dedicada ao artista, permitindo revisitar diferentes momentos do seu percurso e compreender a singularidade da sua obra no contexto da arte portuguesa da transição do século XIX para o século XX.
Ver maisNuno Artur Silva à conversa com Guta Moura Guedes (Experimenta), Carlos Martins (indústrias criativas), João Paulo Velez (Diretor de comunicação da Expo 98) e Jorge Sobrado (Vereador da Cultura do Porto) sobre como se muda a imagem de uma cidade, elevando o seu posicionamento. As ideias de quem pensa e trabalha cultura, comunicação e indústrias criativas e seus olhares cruzados sobre o Porto, 25 anos depois da Capital Europeia da Cultura.
Ver maisInspirada pelas obras da natureza e jardim do Museu Aurélia e Sofia de Souza, esta oficina convida a mergulhar no universo dos jardins secretos, espaços cheios de caminhos sinuosos, lagos tranquilos, árvores exuberantes e recantos mágicos.
Ver maisO estudo e a documentação das coleções são fundamentais para o seu conhecimento, preservação e valorização. Nesta sessão serão apresentadas algumas das principais técnicas e metodologias de inventário, através de procedimentos que permitem identificar, descrever e registar de forma sistemática a informação associada a cada peça.
Ver maisA quarta sessão As flores do mal debruça-se sobre dois temas recorrentes na pintura quer de Aurélia quer de Sofia: a Casa e a Paisagem.
Ver maisO que acontece quando, numa escavação arqueológica, encontramos remanescentes humanos? A descoberta destes vestígios é apenas o início de um trabalho feito de perguntas, observação e descoberta. Como se identifica um enterramento? O que é importante observar e registar antes de recuperar os ossos? E como se distinguem diferentes pessoas quando os restos estão fragmentados, deslocados ou misturados?
Ver maisNo dia em que se assinalam os 122 anos do nascimento do Mestre Artur Guimarães, a Casa do Infante acolhe, na Biblioteca de Assuntos Portuenses, a apresentação do livro que o celebra de forma especial. Uma sessão que evoca a memória de um pintor portuense que se dedicou à historiografia da arqueologia da navegação portuguesa e à arqueologia monumental de edifícios históricos nacionais.
Ver mais«A Poesia Adora Andar Descalça» é um projeto de continuidade, com periodicidade semanal, dedicado à promoção da palavra e da poesia nas suas vertentes escrita, lida e escutada. O Clube encontra o seu fôlego na coleção da Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, disponibilizando o seu acervo para consulta gratuita e fruição de todos os visitantes.
Ver maisComo conservar uma pintura sobre tela? Nesta oficina, vamos aprender a cuidar e acondicionar as pinturas que temos em casa, recorrendo a técnicas de conservação acessíveis a todos. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena obra para cuidar.
Ver maisAs ruínas do Arqueossítio contam-nos mais de 2500 anos de história. Os objetos ali encontrados, assim como outros nas redondezas, falam de um lugar de encontro entre culturas e povos ao longo dos tempos. É a história de um porto chamado Porto. Nesta oficina, integrada no programa «Malha. Porto, Património de Pessoas», vamos viajar pelo que nos distingue e pelo que nos une, entre imagens e linhas, estórias e memórias. Braços abertos - comunidade em construção! Famílias de todas as nacionalidades e diversidades são bem-vindas e esperadas com entusiasmo!
Ver maisA Poesia Experimental (ou PO-EX) é um movimento literário e artístico português nascido na década de 1960, que renovou a escrita através de formas visuais, sonoras e espaciais. Nesta oficina, vamos abrir campo à experimentação desse conceito sobre azulejos, explorando novos caminhos de possibilidades de formas, padrões e linguística.
Ver maisPartindo do universo do Museu Aurélia e Sofia de Souza — Casa Marta Ortigão Sampaio, este curso de iniciação ao desenho contempla uma breve passagem pelas temáticas relacionadas com o retrato, paisagem e espaço arquitetónico. Ao longo de três sessões, as linhas e as manchas vão adensar-se no papel à medida que exploramos noções de representação à vista, proporção e anatomia, de relação com o espaço e o nosso lugar e olhar perante o mundo. No final, revela-se um diário gráfico de registos, expressões e atmosferas só nossas. Todos os materiais necessários são fornecidos na formação.
Ver maisO ciclo «Equinócios e Solstícios» regressa ao Museu Romântico com uma homenagem a Manuel de Falla. No ano em que se comemoram o 150.º aniversário do seu nascimento e o 80.º aniversário da sua morte, o pianista António Oliveira e a soprano Luísa Barriga interpretam algumas das obras mais marcantes do célebre compositor espanhol.
Ver maisA regularização da Rua de Cedofeita, desencadeada a partir do projeto de 1782, assinala, de certa forma, o momento em que o Porto ultrapassa a sua matriz medieval para construir a cidade moderna. O antigo caminho de peregrinação e via de trânsito para o norte da Península transformou-se, ao longo de Oitocentos, numa das mais expressivas artérias do Porto liberal e burguês.
Ver maisPartindo da coleção da Biblioteca de Arqueologia e das obras reunidas em “O Jardim de Camões”, Luísa Jorge continua o Ciclo A(r)riscar orientando oficinas onde o desenho de observação serve como ponto de partida para explorar e reinterpretar vestígios, formas e narrativas. Entre o olhar atento e a palavra poética, o traço torna-se uma ferramenta de descoberta, num percurso onde a Ilustração Científica se constrói em equilíbrio entre rigor e imaginação.
Ver maisO Ciclo Suggia é um ciclo de concertos de violoncelo dedicado a celebrar a memória da ilustre violoncelista portuense Guilhermina Suggia e a manter viva a relação da cidade do Porto com o seu legado. Pretende-se valorizar a memória de uma das mais importantes figuras femininas da história musical portuguesa, e do mundo, cuja carreira pioneira contribuiu decisivamente para abrir caminho a futuras gerações de violoncelistas. Os concertos do ciclo realizam-se com o violoncelo Montagnana que pertenceu à violoncelista e que se encontra atualmente à guarda do Museu do Porto. A presença deste instrumento permite aproximar o património musical da cidade dos intérpretes e do público contemporâneo.
Ver maisA ligação à música é particularmente significativa no caso de Cláudio Carneyro (1895-1963), filho do pintor António Carneiro, cuja sensibilidade artística se manifestou tanto na pintura e no desenho do pai, como na linguagem musical do filho. A própria história familiar testemunha a proximidade entre estas duas formas de expressão artística.
Ver maisO Resgate de novembro debruça-se sobre um editor que inaugurou a sua atividade em 1958 e para quem o livro era a «única paixão a que fui fiel toda a vida». As suas edições congregam e afirmam, simbiótica e harmoniosamente, várias artes e ciências: romance, ensaio, poesia, crítica e estudos e literários, desenho, aguarela, pintura, grafismo, tipografia, design gráfico, arquitetura do livro, encadernação… Cada livro, um objeto de «arte total» para lá do artigo comercial.
Ver maisInserida na semana do The Mindfulsound Pianist Retreat, a Sound & Medicine Talk é um momento de conversa sobre medicina e música que reunirá a pianista Maria João Pires, os médicos Carlos Vasconcelos e Filipe Palavra, e a pianista e musicoterapeuta Ana Moreira da Silva, numa conversa dedicada à relação entre a música, a saúde e o desenvolvimento humano. A partir das suas diferentes áreas de experiência, os convidados explorarão o impacto do som e da música na saúde, promovendo um diálogo enriquecedor entre a arte e ciência.
Ver maisEste percurso conduz nos pelo vale de Massarelos, revelando perspetivas de horizonte ora mais apertadas, condicionadas pelo carácter singular das antigas vielas estreitas e dos muros altos, ora mais amplas e largas, graças ao natural anfiteatro em que o vale se abre. A paisagem das pontes sobre o Douro acompanha-nos como pano de fundo, evocando as antigas travessias fluviais e as sucessivas obras de engenharia que, ao longo do tempo, transformaram a fisionomia do vale ao longo do tempo. Exploraremos o impacto da construção da Ponte da Arrábida, que acelerou a desagregação do antigo ambiente rural das zonas do Campo Alegre e da Arrábida. Analisaremos igualmente a edificação da Ponte D. Antónia Ferreira e a forma como a sua presença influenciou — e continua a influenciar — o tecido social e urbano de Massarelos. O percurso destaca ainda a vocação marítima do bairro e a profunda ligação entre as duas margens do Douro: as rotas antigas, a produção de sal, os armazéns de vinho e a intensa atividade alfandegária que animava a zona ribeirinha.
Ver maisNesta oficina, voltamos a abrir campo à experimentação através da pintura de diferentes formas que compõe os padrões da cidade do Porto. Também falaremos dos azulejos, de onde vêm e o que dizem do nosso passado comum, das técnicas e funções que ocupam na nossa arquitetura.
Ver maisEste concerto assinalará o culminar da semana de trabalho artístico dos pianistas que tiveram aulas com Maria João Pires. Os pianistas apresentarão o resultado do percurso realizado ao longo do retiro, num programa que refletirá esta experiência imersiva de oito dias. Momento de partilha de sons e silêncios no Reservatório do Museu do Porto, um espaço que amplifica a presença e convida à ressonância coletiva.
Ver maisDepois da visita à exposição temporária Bilhetes Há Muitos, os participantes são convidados a prolongar as histórias, os percursos e as questões descobertas através dos bilhetes. Se um bilhete permite entrar, viajar e chegar a um destino, também pode abrir caminhos para imaginar aquilo que ainda falta na cidade. Cada participante será desafiado a criar um bilhete para uma cidade mais acessível, justa e aberta a todos, contribuindo para uma criação coletiva feita de ideias e novas possibilidades.
Ver maisCom programação e moderação de Isabel Lopes Gomes, o ciclo de conversas «Uma Casa de Artistas», com cinco sessões a realizar entre junho e novembro de 2026 no âmbito da exposição inaugural do Museu Aurélia e Sofia de Souza, propõe-se refletir sobre as principais temáticas na obra das duas pintoras. Cada sessão terá convidados de áreas distintas, de modo a cruzar sensibilidades e pensamentos diversos, sobre a prática artística de Aurélia e Sofia de Souza.
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