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«Na Lâmina Implacável do Tempo» é uma exposição com curadoria de Rita Roque, realizada em estreita colaboração com a poeta Inês Lourenço, autora homenageada da Feira do Livro do Porto de 2026. Mais do que uma evocação biográfica, a exposição propõe uma aproximação ao universo poético de Inês Lourenço, através do percurso literário, da atividade editorial e das redes de criação e amizade que moldaram uma das vozes mais singulares da poesia portuguesa contemporânea. A partir do arquivo pessoal da poeta, reúne livros, manuscritos, correspondência, fotografias, objetos, documentação editorial e obras de arte que testemunham décadas de intensas afinidades estéticas e humanas.
Ver maisAs visitas guiadas à Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, a primeira da cidade do Porto exclusivamente dedicada à poesia, situada na casa onde o “poeta da luz” viveu ao longo de dez anos, oferecem um percurso intimista pelas salas luminosas com vista para o mar, revelando o espólio literário, as leituras fundamentais de Eugénio e a ligação do espaço à sua memória criativa.
Ver maisPatrícia Magalhães, formada em desenho e pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e pelo ArCo, com trabalho centrado sobretudo no desenho, produziu a convite da Embaixada da República Checa uma série de ilustrações em torno da peça «R.U.R.» de Karel Čapek, numa edição artística e autor onde convergem texto e imagem. Publicada em 1920, a peça «Robôs Universais Rossum (R.U.R.)» conheceu sucesso imediato, tendo sido traduzida em mais de 30 idiomas. O texto introduziu o termo robô nas línguas modernas e mantém-se absolutamente atual. Karel Čapek é considerado um dos maiores escritores da antiga Checoslováquia e um representante do seu espírito democrático.
Ver mais«A Poesia Adora Andar Descalça» é um projeto de continuidade, com periodicidade semanal, dedicado à promoção da palavra e da poesia nas suas vertentes escrita, lida e escutada. O Clube encontra o seu fôlego na coleção da Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, disponibilizando o seu acervo para consulta gratuita e fruição de todos os visitantes.
Ver maisInstalada na Antiga Casa da Câmara, a exposição «Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade. Entre 3 de setembro e 29 de outubro, o Museu e Bibliotecas do Porto propõe, em colaboração com Luísa Bessa e Luís Tavares Pereira, um programa paralelo à exposição, composto por visitas guiadas, conversas e encontros que aprofundam diferentes perspetivas sobre a Porto 2001, a transformação urbana e a construção da memória coletiva da cidade.
Ver maisLuísa Jorge dá continuidade ao ciclo A(r)riscar com uma nova série de oficinas de ilustração científica inteiramente dedicadas à Arqueologia. Tendo como ponto de partida a coleção especializada da Biblioteca de Arqueologia e a atmosfera inspiradora do espaço museológico envolvente, este ciclo convida os participantes a olhar para o passado através do traço. Nestas sessões, o desenho de observação rigoroso funciona como a principal ferramenta para explorar. Reinterpretam-se vestígios, formas e narrativas históricas. Cada fragmento, artefacto ou ruína é objeto de criação artística. Uma experiência prática que une a precisão da ciência à sensibilidade da arte.
Ver maisLuísa Jorge dá continuidade ao ciclo A(r)riscar com uma nova série de oficinas de ilustração científica inteiramente dedicadas à Arqueologia. Tendo como ponto de partida a coleção especializada da Biblioteca de Arqueologia e a atmosfera inspiradora do espaço museológico envolvente, este ciclo convida os participantes a olhar para o passado através do traço. Nestas sessões, o desenho de observação rigoroso funciona como a principal ferramenta para explorar. Reinterpretam-se vestígios, formas e narrativas históricas. Cada fragmento, artefacto ou ruína é objeto de criação artística. Uma experiência prática que une a precisão da ciência à sensibilidade da arte.
Ver mais«Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade.
Ver mais«Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.
Ver maisO Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.
A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”
Ver maisA origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.
Ver maisA exposição de longa duração do Ateliê António Carneiro reúne uma seleção significativa da coleção municipal dedicada ao artista, permitindo revisitar diferentes momentos do seu percurso e compreender a singularidade da sua obra no contexto da arte portuguesa da transição do século XIX para o século XX.
Ver maisA renovação urbana da Baixa resultou de um concurso por convites promovido pela Porto 2001 soba a coordenação do Arq.º Manuel Correia Fernandes, organizando o espaço central da cidade, da Rua da Restauração à Rua do Almada, a Oeste, dos Guindais à Rua Sá da Bandeira, a Leste, em quatro zonas. Estas zonas foram também pensadas em torno dos principais equipamentos culturais da Baixa: Leste A em torno do teatro São João, e cinemas Batalha e Águia D’Ouro (entretanto transformado em hotel), Leste B em torno do Teatro Municipal Rivoli, e do Coliseu do Porto, Oeste A em torno da Cadeia da Relação (CPF), Mosteiro São Bento da Vitória e Reitoria, e Oeste B, em torno do Auditório Carlos Alberto e Cinema Trindade (também parcialmente convertido em Hotel). A pouco e pouco o novo espaço público deixado pela Porto 2001 começou a receber novos usos, novas lojas começaram a ocupar os espaços em declínio, e os passeios alargados começaram a ser ocupados por esplanadas e pessoas. Os edifícios começaram a ser recuperados. A nova atratividade da Baixa trouxe também grandes investimentos em que a preservação do património surge como um entrave. Que estratégia para a recuperação do património, no Porto Património Mundial e nas zonas de proteção? E para lá das zonas de intervenção originais? O modelo Porto 2001 pode ser replicado? E com que tipo de ajustes?
Ver maisPerante um mundo em rápida transformação, que património queremos preservar e que património queremos deixar às gerações futuras? Com o tema «Reviver, Resistir, Reinventar», as Jornadas Europeias do Património 2026 convidam-nos a olhar para o Porto como uma cidade em permanente transformação, feita de sucessivas camadas de tempo, de paisagens moldadas pela ação humana e de memórias que continuam a ganhar novos significados. Este ano, procuramos aproximar o público dos bastidores da transformação da cidade, dando a conhecer o trabalho técnico e interdisciplinar que sustenta a salvaguarda e valorização do Património Cultural. Entre visitas a reservas e a escavações arqueológicas, e outras atividades, propomos descobrir como diferentes formas de conhecimento contribuem para compreender, cuidar e reinventar a cidade. Será também uma oportunidade para olhar para o património não apenas como aquilo que recebemos do passado, mas como um legado que estamos continuamente a construir e que, através das escolhas que fazemos hoje, deixaremos às gerações futuras. É esta a reflexão que gostaríamos de partilhar: o que hoje decidimos preservar, transformar ou criar será, um dia, parte da herança cultural das gerações futuras.
Ver maisO roteiro literário «O rasto da maresia» convida a caminhar pelos cenários que inspiraram alguns dos maiores vultos da literatura portuguesa, transformando as ruas, os jardins e os faróis da Foz numa biblioteca a céu aberto.
Ver maisA renovação urbana da Baixa resultou de um concurso por convites promovido pela Porto 2001 sob a coordenação do Arq.º Manuel Correia Fernandes, organizando o espaço central da cidade, da Rua da Restauração à Rua do Almada, a Oeste, dos Guindais à Rua Sá da Bandeira, a Leste, em quatro zonas. Estas zonas foram também pensadas em torno dos principais equipamentos culturais da Baixa: Leste A em torno do teatro São João, e cinemas Batalha e Águia D’Ouro (entretanto transformado em hotel), Leste B em torno do Teatro Municipal Rivoli, e do Coliseu do Porto, Oeste A em torno da Cadeia da Relação (CPF), Mosteiro São Bento da Vitória e Reitoria, e Oeste B, em torno do Auditório Carlos Alberto e Cinema Trindade (também parcialmente convertido em Hotel);
A pouco e pouco o novo espaço público deixado pela Porto 2001 começou a receber novos usos, novas lojas começaram a ocupar os espaços em declínio, e os passeios alargados começaram a ser ocupados por esplanadas e pessoas. Os edifícios começaram a ser recuperados. A nova atratividade da Baixa trouxe também grandes investimentos em que a preservação do património surge como um entrave. Que estratégia para a recuperação do património, no Porto Património Mundial e nas zonas de proteção? E para lá das zonas de intervenção originais? O modelo Porto 2001 pode ser replicado? E com que tipo de ajustes?
Ver maisO mundo dos objetos arqueológicos traz consigo um universo de imagens misteriosas que contam estórias de outros tempos. Podemos nós dar-lhes uma nova vida, libertá-las das vitrinas dos museus e reimaginar o seu uso? Nesta oficina, vamos criar novos objetos e imagens, habitando um lugar entre a arte e a arqueologia, e trazendo para o quotidiano o imaginário de outrora.
Ver maisEste percurso propõe uma leitura da modernização da cidade entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX, a partir da introdução de novas fontes de energia que transformaram profundamente o quotidiano urbano. No Ouro, onde em 1853 laborava uma fábrica de gás – com a casa das retortas e os seus gasómetros – evocam-se os primeiros sistemas de produção energética à escala industrial. Nas proximidades surge uma Central Termoelétrica, instalada em resposta às exigências contratuais do município, marcando uma nova etapa na infraestruturação da cidade. Ao longo das margens, em direção a Massarelos, revelam-se núcleos industriais que, em tempos, tiraram partido do Douro, como via privilegiada de transporte e abastecimento, desenhando uma paisagem produtiva hoje transformada. O percurso culmina na antiga Central Geradora de Massarelos, projetada em 1909 pelo engenheiro Luiz Couto dos Santos – então diretor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto – e inaugurada em 1915. A sua atividade viria a ter um impacto decisivo na mobilidade urbana. Atualmente adaptado a Museu do Carro Eléctrico, este espaço preserva a memória da tração elétrica e das transformações que moldaram a cidade do Porto.
Ver maisA Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade acolhe a apresentação de «Obrigado pela Comida», o novo livro de poesia do autor norueguês Jon Ståle Ritland, num evento que contará com a presença do escritor para uma conversa com os leitores. Esta obra poética chega ao público com tradução de Leonardo Pinto Silva e revisão do poeta João Luís Barreto Guimarães.
Ver maisO quarto e último concerto do ciclo «Conjunções Ibéricas» encerra um percurso construído a partir do diálogo musical do órgão ibérico com outros instrumentos. Depois dos encontros com outro órgão, com o cravo e com a percussão, a última conjunção conduz-nos à mais antiga e primordial dessas relações: o órgão ibérico e a voz humana.
Ver maisA renovação urbana da Baixa resultou de um concurso por convites promovido pela Porto 2001 sob a coordenação do Arq.º Manuel Correia Fernandes, organizando o espaço central da cidade, da Rua da Restauração à Rua do Almada, a Oeste, dos Guindais à Rua Sá da Bandeira, a Leste, em quatro zonas. Estas zonas foram também pensadas em torno dos principais equipamentos culturais da Baixa: Leste A em torno do teatro São João, e cinemas Batalha e Águia D’Ouro (entretanto transformado em hotel), Leste B em torno do Teatro Municipal Rivoli, e do Coliseu do Porto, Oeste A em torno da Cadeia da Relação (CPF), Mosteiro São Bento da Vitória e Reitoria, e Oeste B, em torno do Auditório Carlos Alberto e Cinema Trindade (também parcialmente convertido em Hotel);
A pouco e pouco o novo espaço público deixado pela Porto 2001 começou a receber novos usos, novas lojas começaram a ocupar os espaços em declínio, e os passeios alargados começaram a ser ocupados por esplanadas e pessoas. Os edifícios começaram a ser recuperados. A nova atratividade da Baixa trouxe também grandes investimentos em que a preservação do património surge como um entrave. Que estratégia para a recuperação do património, no Porto Património Mundial e nas zonas de proteção? E para lá das zonas de intervenção originais? O modelo Porto 2001 pode ser replicado? E com que tipo de ajustes?
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
Ver maisA nova temporada de «Equinócios e Solstícios», no Museu Romântico, inicia-se, em setembro, com um recital protagonizado por um trio de intérpretes femininas, na formação de piano, violino e violoncelo. O programa percorre um itinerário musical diversificado, desde autores do período barroco até às obras de incontornáveis compositores românticos, particularmente adequadas à atmosfera intimista e acolhedora deste espaço do Museu do Porto.
Ver maisO Museu do Porto volta a ser palco do Sons no Património, uma iniciativa da Área Metropolitana do Porto que propõe viagens sonoras pelos seus diferentes territórios, com um programa de concertos de entrada livre, a que se juntam atividades paralelas que convidam à descoberta de lugares patrimoniais. Nesta edição, o pátio do Museu Guerra Junqueiro acolhe o concerto de Dois, Pois. Entre as curvas dos botões e as dos timbalões, as polirritmias de um acordeão e de uma bateria criam rimas. Ora é o fole que percute, ora é o bombo que dispara harmonias. É o diálogo ou o conflito rítmico entre os dois, com a música eletrónica a mediar. Sónia Sobral e Gonçalo Garcia – dois, pois - atrevem-se à interpretação de ideias de jovens compositores portugueses. A linguagem (ainda) ninguém identifica, pois.
Ver maisO que têm em comum os Caminhos do Romântico, a coleção de António Pedro Vicente no Centro Português de Fotografia, as esculturas de Juan Muñoz na Cordoaria ou o Serviço Educativo da Casa da Música, entre outros? É o que se vai saber nesta sessão, que abordará legados vivos e menos conhecidos da Porto 2001.
Ver maisNa Avenida da Ponte, onde as demolições realizadas para a ligação da nova ponte à cota alta ao centro, no séc. XIX mantém uma indefinição urbana há mais de um século, Álvaro Siza foi convidado a desenvolver um projeto de requalificação que não saiu do papel. No ano passado, Siza voltou a ser convidado, e o projeto desenvolve-se numa escala de intervenção substancialmente inferior, que reflete, porventura, uma maior atenção aos recursos existentes. Os «Caminhos do Romântico» requalificaram os percursos de um vale que preserva o ambiente rural da periferia oitocentista do Porto. Com núcleos habitacionais de baixa densidade e hortas e vistas sobre o rio, o local «faz-nos render a um espírito contemplativo e de fuga ao mundo citadino.» O crescimento urbano ameaça a sua integridade visual e física, sendo um desafio preservar a identidade histórica e atrair a comunidade para estes espaços. A Casa da Música foi um sucesso a todos os níveis, recebendo os mais destacados prémios e elogios no campo da arquitetura, oferecendo uma programação intensa, diversificada e de excelência, tornando-se num polo de atratividade, mas a envolvente da Rotunda da Boavista, continua a debater-se com a falta de coesão do espaço público circundante, que funciona essencialmente como uma zona de trânsito rodoviário em vez de um verdadeiro polo cívico contínuo e integrado. Com origem no programa Polis, iniciativa governamental de requalificação urbana e valorização ambiental das cidades, e sob projeto do arquiteto catalão Manuel de Solà-Morales, o Passeio Atlântico permitiu melhorar a fruição da beira mar na Av. Montevideu, e reconstruir a topografia natural do vale entre Porto e Matosinhos, repondo a ligação de continuidade entre o Parque da Cidade e a praia, desaparecida com a construção do aterro oitocentista da via para o “carro americano” entre as duas cidades. Mas se os materiais duros da construção criam um limite seguro contra a força do mar e organizam o espaço de circulação e equipamentos como um miradouro contínuo sobre o Oceano Atlântico, persiste um debate sobre o equilíbrio entre o betão e o verde.
Ver maisOlhares distanciados sobre a mudança (de imagem mas não só) de uma cidade. Sem a pretensão de colocar a Capital Europeia da Cultura no centro do processo, a mudança do Porto pelos olhos de quem tem conhecimento e experiência sobre o papel de grandes eventos culturais, design, imagem e comunicação na elevação do paradigma de uma cidade.
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