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«Fragmentos da Cidade em Conta Corrente» é o título da exposição que recorre, de forma metafórica, a uma expressão do universo bancário para apresentar uma seleção de peças deste projeto pioneiro da Câmara Municipal do Porto, criado com o objetivo de salvaguardar o património arquitetónico e artístico integrado na arquitetura da cidade.
Ver maisE se as férias fossem cheias de tempo livre e muitas possibilidades? Nesta semana propomos tudo e nada, com tudo o que o nada representa de oportunidade, sobretudo para as mentes curiosas, criativas e exploradoras das crianças. Em vez de atividades, teremos materiais de artes, ferramentas, o maravilhoso parque, materiais de fim aberto, muitas surpresas, e vamos construindo o espaço à medida dos interesses das crianças que se inscrevam. Quem se atreve a desocupar o tempo?
Ver maisOrientado pela professora, socióloga e investigadora Paula Guerra e integrado na programação da KISMIF Conference 2026, este curso propõe uma viagem diaspórica à exposição, enquanto espaço de encontro entre fotografia, música e cidade.
Ver maisAssinalando o 25º aniversário da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, e tomando como mote o Dia Mundial das Bibliotecas – 1 de julho-, decorre de 1 a 22 de julho a exibição de quatro filmes que refletem sobre o universo da biblioteca. O ciclo começa Simbolicamente, a 1 de julho com a projeção do filme The Librarians, que mostra a luta atual e inquietante de um grupo de bibliotecários norte-americanos pela defesa da democracia e do direito à leitura. No final um debate sobre este tema reúne representantes da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Profissionais da informação (BAD), Acesso Cultura e Goethe-Institut Portugal.
Ver maisQuinzenalmente, a Biblioteca Poética Eugénio de Andrade recebe Gabriela Relvas e Renato Filipe Cardoso para sessões de podcast gravadas ao vivo, num ambiente próximo e descontraído. Entre conversas sobre temas atuais, sugestões literárias e culturais da cidade e momentos de leituras poéticas, cada encontro convida o público a ouvir, descobrir e participar. Uma experiência que cruza palavra dita e partilhada – ao vivo e sem filtros. Um convite para desfrutar a poesia com proximidade!
Ver maisSedimentada a centralidade do Porto no contexto da arquitetura em Portugal desde finais de Oitocentos, a cidade torna-se um palco privilegiado dos discursos profissionais, das didáticas académicas e das práticas projetais. Assim, o percurso da arquitetura portuense ao longo do século XX é pautado por debates intensos, confrontos e ruturas. As diferentes modernidades tem reflexo na ação de diversos autores, seja pelo projeto, seja pelo ensino, seja pela crítica. Neste Curso Breve serão analisados alguns dos principais momentos que enquadram este percurso, tomando como base a obra e a ação de alguns dos arquitetos que dão forma não apenas à imagem urbana portuense como também ao modo de pensar a arquitetura na sua relação com a cidade.
Ver maisA origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.
Ver mais«Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.
Ver maisO Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.
A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisAs ruínas do Arqueossítio contam-nos mais de 2500 anos de história. Os objetos ali encontrados, assim como outros nas redondezas, falam de um lugar de encontro entre culturas e povos ao longo dos tempos. É a história de um porto chamado Porto. Nesta oficina vamos viajar pelo que nos distingue e pelo que nos une, entre imagens e linhas, estórias e memórias. Braços abertos - comunidade em construção!
Ver maisHistórias para ouvir, mãos para criar. Os pequenos leitores são os nossos melhores ouvintes. Sabem como ninguém desarrumar as ideias, fazer perguntas sem resposta e soltar os bichos-carpinteiros pelas salas de leitura. No final, das suas mãos, saem histórias sem fim.
Ver maisWilliam e Alfred Tait escolheram Massarelos como palco dos seus experimentalismos botânicos e naturalistas, dedicando-se à compreensão do diálogo entre espécies. Há precisamente 100 anos, pela mão de William Tait, a espécie arbórea Corymbia ficifolia chegou aos jardins da família. Esta variedade de eucalipto serve agora de ponto de partida para desfiar a história e a memória dos Tait – um convite a escutar o tempo através das árvores e das plantas que habitam estes lugares.
Ver maisAli o cais, a Ribeira, os rostos, as vozes, os gritos, os gestos. Uma beleza funda, grave, rude e rouca. Sophia De Mello Breyner Duas ribeiras que namoram à distância de um mesmo Douro - a partir do Porto e de Gaia, dois autores com fortes ligações ao território e aos seus habitantes vão conversar sobre o que os aproxima e os separa, sobre o rio que passa e o rio que já passou, sobre duas cidades rasgadas pelas águas e unidas por muitas pontes.
Ver maisCom programação e moderação de Isabel Lopes Gomes, o ciclo de conversas «Uma Casa de Artistas», com cinco sessões a realizar entre junho e novembro de 2026 no âmbito da exposição inaugural do Museu Aurélia e Sofia de Souza, propõe-se refletir sobre as principais temáticas na obra das duas pintoras. Cada sessão terá convidados de áreas distintas, de modo a cruzar sensibilidades e pensamentos diversos, sobre a prática artística de Aurélia e Sofia de Souza.
A segunda sessão - Je Est un Autre - será dedicada ao autorretrato que ocupa um lugar central no percurso artístico de Aurélia. A autorrepresentação da pintura à fotografia, apontam para “a estranha dramatização da sua alma” e para a modernidade da obra desta artista que recorreu à encenação, teatralização e performatividade, para se representar como mulher e, provocatoriamente, quer como santo quer como homem, questionando as relações entre masculino e feminino, sagrado e profano.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
Ver maisO terceiro concerto do ciclo Tons Ibéricos centra-se no quinto e no sexto tons, dois modos particularmente ligados à dimensão humana e discursiva da música ibérica dos séculos XVI e XVII. Ao contrário da gravidade arquitetónica do quarto tom ou da monumentalidade expansiva do oitavo, o quinto e o sexto tons aproximam-se frequentemente da voz, da memória e da transformação retórica do discurso musical.
Ver maisImpressões de um lugar, com tantas histórias para contar, com materiais variados e com muitas cabeças para pensar. Esta proposta de Musas em Férias recolhe as suas inspirações do Espaço de Entre Quintas, o Museu Romântico e os jardins que os envolvem, juntando as ideias e a imaginação de todos os participantes. Vamos experimentar técnicas de impressão artesanal diversas, com recurso a materiais incríveis (alguns temos lá em casa), e surpreender-nos com os resultados. No final da semana, faremos uma apresentação surpresa de todos os resultados, vamos a isso?
Ver maisA cada ciclo, pequenos e grandes acontecimentos da Natureza trazem espanto e emoções aos mais curiosos. Como os artistas românticos, vamos mergulhar nos elementos naturais da exposição em busca de linhas e formas inspiradoras, para criar um herb-animal-ário à nossa medida.
Ver maisPouco sabemos sobre o quotidiano vivido no interior do palacete durante a breve estadia do rei Carlos Alberto da Sardenha em abril de 1849. Partindo do desconhecido, convidamos cada participante a criar um pequeno painel de azulejos que represente uma cena imaginária passada no palacete.
Ver maisEste inventário propõe uma experiência criativa e sensorial de construção de joias com cristais, que instiga a pensar e imaginar o processo de construção de joias como o ato de desenhar e pintar. Pensar as linhas, as cores, o movimento, o contraste... Para além das técnicas básicas de montagem e execução das peças, os participantes são convidados não só a pensar no simbolismo de cada cristal, mas também a explorar a relação entre a estética e o significado da expressão individual. Um momento de aprendizagem, experimentação e valorização da expressão individual, traduzido numa composição que se transformará numa verdadeira experiência estética.
Ver maisO auditório da Casa do Infante acolhe uma sessão especial do «Escuta Ativa», programa da Fonoteca Municipal do Porto, integrada na programação paralela da exposição «Call of the West», de Victor Torpedo, ex-integrante dos míticos Tédio Boys. A sessão propõe a escuta de «Hu Uá Uá», disco de estreia dos Capitão Fantasma, banda que partilha muitas afinidades com o universo dos Tédio Boys, juntando à conversa Victor Torpedo, Nazaré e Eduardo Pinela (Capitão Fantasma), Paula Guerra e Andy Bennett. No final, será exibido o documentário «The Parkinsons: A Long Way to Nowhere» (2016), de Caroline Richards.
Ver maisO Museu do Porto guarda milhares de objetos nas suas Reservas, onde são estudados e preservados. De tempos a tempos, alguns desses objetos irão aparecer ou reaparecer. Vê-los ou revê-los irá acontecer no terceiro domingo de cada mês. Que peça é? Qual é a sua história? A que coleção pertence? Será uma surpresa!
Ver maisVamos mergulhar no território em que se insere a Casa do Infante, entre o rio e as pedras, entre passado e presente, explorando propostas artísticas que partem da arqueologia e das artes plásticas para inspirar e divertir os exploradores das Musas de Férias. São cinco dias que convidam a observar, investigar, criar e imaginar. Entre textos, fragmentos, formas e padrões, vamos recriar histórias numa verdadeira viagem ao passado.
Ver maisIntegrado na série «Conjunções Ibéricas», este concerto explora um dos universos mais espetaculares e simbólicos da música para órgão da Península Ibérica: o género da batalha. Entre os séculos XVII e XVIII, compositores portugueses e espanhóis transformaram o órgão num verdadeiro teatro sonoro, capaz de evocar clarins, ecos, procissões e grandes celebrações litúrgicas. Ao lado das batalhas surgem, porém, momentos de suspensão e contemplação — as «tréguas» — onde o discurso musical abandona a exuberância cerimonial e se aproxima da meditação contrapontística, da consonância e da dança. A presença dos tímpanos reforça a dimensão festiva e arquitetónica deste repertório, profundamente ligado à acústica das grandes igrejas barrocas e às extraordinárias possibilidades tímbricas do órgão ibérico.
Ver maisEntre campainhas, alicates, freios, chapas de destino e outros pequenos detalhes, esta visita revela gestos, rotinas e curiosidades que marcaram durante décadas as viagens de elétrico na cidade do Porto. A partir destes objetos, será possível conhecer pequenas histórias do dia a dia e recordar memórias associadas aos carros elétricos que acompanharam a transformação da cidade.
Ver maisSegunda parte de um percurso que convida à descoberta de espaços que acolheram, noutros tempos, atividade teatral na cidade do Porto. A partir de lugares hoje transformados ou desaparecidos, revisitam-se episódios e práticas que marcaram a vida cultural portuense, sublinhando o papel do teatro na construção da identidade urbana. O itinerário recupera relações entre públicos, artistas e espaços de sociabilidade, terminando num edifício outrora ligado à vida teatral e associativa da cidade, hoje transformado e integrado numa nova realidade urbana.
Ver maisQuinzenalmente, a Biblioteca Poética Eugénio de Andrade recebe Gabriela Relvas e Renato Filipe Cardoso para sessões de podcast gravadas ao vivo, num ambiente próximo e descontraído. Entre conversas sobre temas atuais, sugestões literárias e culturais da cidade e momentos de leituras poéticas, cada encontro convida o público a ouvir, descobrir e participar. Uma experiência que cruza palavra dita e partilhada – ao vivo e sem filtros. Um convite para desfrutar a poesia com proximidade!
Ver maisReabrimos e exploramos arquivos, visando uma reencarnação viva, com direção, curadoria e design portuenses contemporâneos. A exposição, com curadoria de Rita Roque, procurará reconstituir e reencarnar, a partir de um extenso acervo documental, editorial, videográfico, noticioso e de comunicação, a memória da Porto 2001 na cidade e no país, convocando testemunhos e correspondências. A exposição gerará um ciclo de conversas sobre a experiência e resultados de capitais europeias da cultura; património, arquitetura e reabilitação; cultura e city branding; entre outros temas, coordenado por Luísa Bessa.
Ver maisSofia de Souza, irmã da pintora Aurélia de Souza, encantava todos com os seus chapéus ousados e cheios de personalidade, como o que vemos no seu célebre autorretrato. Mais do que uma peça de moda, os chapéus da Sofia eram uma expressão da sua criatividade e do seu espírito único. Inspirados pela sua história e pela sua ligação ao mundo da arte e da moda, nesta oficina vamos criar chapéus originais, explorando formas, cores e ideias que dão vida à imaginação, tal como a Sofia fazia com os seus icónicos acessórios!
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
Ver maisNão há Portugal sem o Porto e não há Porto sem um permanente amor à liberdade. António José Seguro “Liberdade, liberdade, quem a tem chama-lhe sua”, a cidade do Porto sempre a teve e sempre fez questão de lhe chamar sua. Contra os desmandos do poder, contra o absolutismo, contra o centralismo, contra qualquer ameaça que ponha em causa a sua independência e a sua identidade. O Porto é uma cidade de pensamento, de indústria, de resistência e de criatividade, mais do que um arranjo de pedras e gente, é um atravessar de vozes que gritam liberdade.
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