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  • MUSAS EM FÉRIAS
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT, PARQUE DA PASTELEIRA, MUSEU ROMÂNTICO, ENTRE QUINTAS, CASA DO INFANTE
    Até 26 JUL 2024 17:00

    Quatro semanas de férias inspiradoras para crianças dos 6 aos 12 anos, nos espaços do Museu e Bibliotecas do Porto, com oficinas criativas e muito curiosidades.      

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  • REVOLU(SOM) — 10 ANOS DE KISMIF
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / GABINETE GRÁFICO
    Até 28 JUL 2024 23:59

    A exposição REVOLU(SOM) — 10 ANOS KISMIF faz coincidir a celebração dos cinquenta anos de democracia e os dez anos do festival KISMIF — Keep it simple, make it fast.   Apresenta, por um lado a celebração da democracia, com realce para as palavras e os sons da liberdade, nomeadamente as canções de protesto. Do lado do KISMIF, os grandes protagonistas são o reflexo das últimas edições da conferência, a par daquele que é o fórum mundial de recorte singular, o próprio evento, - pelo seu carácter intersecional e transdisciplinar, dando palco a culturas alternativas e práticas DIY (Do-it-Yourself). Para o Gabinete Gráfico, propomos uma instalação sonora e visual herdeira de forças e de lutas que hoje merecem uma reflexão, ao mesmo tempo que instigamos sobre os aspetos das cenas alternativas e das culturas DIY, apresentando essa herança através da música e da intensa intertextualidade plasmada no cinema e no vídeo, no grafitti e na arte urbana, no teatro e nas artes performativas, na literatura, na rádio, na programação e na edição, no design gráfico, na ilustração, nos fanzines e na banda desenhada.

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  • CURSO BREVE #27 — Revolu(som). Um trajeto da música de protesto em Portugal (1980—2024)
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    Até 29 JUL 2024 20:00

    O curso captura a canção de protesto, mas nas suas modalidades contemporâneas – após a Revolução de Abril – fazendo estender o caudal e o espectro de influência da canção de protesto até aos nossos dias. A este curso está subjacente uma finalidade assente num princípio heurístico primordial: o de demonstrar de que forma as manifestações artísticas – neste caso, a música popular – constituem matéria e objeto de intervenção social, demarcando um espaço próprio, definido e específico na denúncia e revelação de problemáticas sociais e na contestação, protesto e revolta perante a realidade social. A primeira sessão incidirá sobre as potencialidades de reconstrução identitária da música de protesto na contemporaneidade. As subsequentes sessões incidirão cronologicamente nos anos 1980, 1990 e 2000.

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  • BIBLIOCARRO — LEITURAS NA PRAIA
    TERREIRO DO MOLHE
    Até 31 JUL 2024 16:00

    Nas férias de verão, o Bibliocarro continua a sua missão na Praia do Molhe, garantindo os serviços habituais de empréstimo de livros e de adesão ao Cartão das Bibliotecas do Porto. Com um programa pensado para todas as idades, promete surpreender com horas de conto, oficinas de escrita criativa, plásticas, caças ao tesouro, yoga, leituras em voz alta e muito mais. Aqui, onde o som das ondas se mistura com o murmúrio das páginas, o convite é para ler, criar, relaxar, aprender e divertir-se.

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  • PARTICIPAÇÃO, JÁ!
    CASA DO INFANTE / GABINETE DO TEMPO
    Até 1 SET 2024 19:00

    A exposição Participação, Já! apresenta, pela primeira vez, a coleção de documentos da Secção de Política da Biblioteca Pública Municipal do Porto, no Gabinete do Tempo da Casa do Infante, estando em depósito na Biblioteca de Assuntos Portuenses o remanescente da documentação para consulta local.  

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  • PARA AURÉLIA: DESENHOS DE FUGA
    CASA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    Até 31 DEZ 2024 00:00

    O Museu do Porto desafia duas artistas da cidade – Ana Allen e Jiôn Kiim – a abrir, de modo inédito, os dois cadernos de Aurélia de Sousa, ligando memória e futuro, criando a partir desse material outros possíveis, de inspiração telúrica e exótica.

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  • DIA ABERTO — MÃOS À OBRA
    CASA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    13 JUL 2024 10:00–15:00

    «Mãos à Obra» é um programa participativo que se pretende realizar uma vez por ano no Museu do Porto. Os participantes são desafiados a juntarem-se à equipa do Museu numa campanha de limpeza do património que o Município conserva, mas que é de todos. Nesta segunda edição, vamos dar continuidade à limpeza da pedra presente no jardim da Casa Marta Ortigão Sampaio.

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  • JARDIM DE CONTOS — «OCTOCUECAS», DE SUZY SENIOR COM CLAIRE POWELL
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    13 JUL 2024 11:00–12:00

    «Olá! Eu sou um polvo. Mas há algo que deves saber… Não tenho cuecas vestidas. E de rabiosque ao léu, ui, ui, não pode ser!» Será este um desafio fácil de resolver?

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  • SÁBADOS A CONTAR — «NADADORZINHO», DE LEO LIONNI
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    13 JUL 2024 11:00–12:00

    «Um dia, um atum, feroz e muito esfomeado, apareceu a nadar veloz, por entre as ondas. De um trago, engoliu os peixinhos vermelhos todos.» Apenas o peixinho preto, com os seus dotes de nadador, conseguiu escapar e ensinar uma grande lição.

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  • OFICINA PARA OS MAIS NOVOS — EXPLORADORES DE TESOUROS SUBTERRÂNEOS NO PORTO #2
    RESERVATÓRIO
    13 JUL 2024 11:00–12:30

    Com a cidade em obras, aparecem materiais esquecidos debaixo da terra ou até escondidos num sítio secreto. Os arqueólogos são como detetives que escavam esses vestígios e investigam a presença das pessoas num sítio e numa época. No Reservatório exploramos algumas dessas peças; umas inteiras, outras partidas, mas todas contam histórias. Vamos imaginar, desenhar e completar tesouros e construir um caderno de registo.

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  • OFICINA COM ESTÓRIA — «O DIA EM QUE O MAR DESAPARECEU», DE JOSÉ FANHA COM MARIA JOÃO GROMICHO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    13 JUL 2024 15:30–16:30

    «Era preciso voltar a fazer nascer o mar! Mas como? (…) Pus-me a olhar à volta, a olhar para baixo, para cima e acabei por descobrir. (…) Pingo-pingo, pingo-pingo.» Sabes quem é a Miraldina?   Iniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.  

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  • JARDIM DE CONTOS — «O QUE FAZER COM UMA OPORTUNIDADE?», DE KOBI YAMADA COM MAE BESOM
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    13 JUL 2024 15:30–26 JUL 2024 16:30

    «Pensei muito sobre o assunto. Desejei ter agarrado a minha oportunidade. Apercebi-me de que a queria, mas ainda não sabia se teria coragem suficiente. (…) Depois, pensei: ‘Talvez não tenha de ser corajoso a toda a hora. Talvez só tenha de ser corajoso durante um bocadinho, no momento certo’».   Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.

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  • AO RITMO DA REVOLUÇÃO — A LIBERDADE GUIANDO O POVO: AS POLONAISES DE CHOPIN
    MUSEU ROMÂNTICO
    13 JUL 2024 16:00–17:00

    «Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Nesta segunda sessão, poderemos usufruir da forma musical Polonaise, a primeira obra que Chopin compôs ao piano, aos 7 anos de idade, evocando a sua Polónia natal, com a sua música heroica para piano solo: as Polonaises e Andante Spianato e Grande Polonaise Brillante op. 22. George Sand, companheira de Chopin, afirmou sobre a obra: A inspiração! A força! O vigor! Doravante esta Polonaise deve ser um símbolo, um símbolo de heroísmo!

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  • UM OBJETO E SEUS DISCURSOS — CAPICUA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    13 JUL 2024 18:00–19:30

    Capicua fala-nos da revolução inerente e latente, mas também sobre questões emergentes nas sociedades contemporâneas, tais como o género, o individual e o coletivo. Recentemente reeditado em vinil para integrar uma coleção de nove álbuns que celebram a Liberdade, o disco Capicua revela também alternativas vivenciais e existenciais. No contexto da exposição REVOLU(SOM) – 10 ANOS DE KISMIF, patente no Gabinete Gráfico da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, que faz coincidir os cinquenta anos de democracia com os dez anos do festival KISMIF, o objeto escolhido para a discussão marcou (e marca) uma geração de jovens mulheres que pouco ou nada sabiam sobre o rap no feminino. Veio mostrar que a voz da mulher também é para ser ouvida e isso, por si só, é revolucionário.

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  • AO RITMO DA REVOLUÇÃO — A LIBERDADE GUIANDO O POVO: LE JOUR DE GLOIRE EST ARRIVÉ
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    14 JUL 2024 18:00–19:00

    «Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Esta terceira sessão vai apresentar duetos e árias de ópera francesa, interpretadas por duo soprano e barítono baixo.

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  • RESGATE #31 — A FORÇA DA ÁGUA E O ENGENHO DO HOMEM: FUNDO MIRANDA GUEDES
    CASA DO INFANTE
    18 JUL 2024 15:30–16:15

    António Pinto de Miranda Guedes (1875—1937), engenheiro civil e de minas, ocupou altos cargos da Administração Pública em S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Macau. Funcionário da Câmara Municipal do Porto, a partir de 1923, foi o primeiro diretor do SMAS - Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento. O Fundo Miranda Guedes foi legado à Biblioteca Pública Municipal do Porto na década de trinta do século XX. Neste Resgate, será apresentado uma parte deste espólio constituído por fotografias, mapas, relatórios, ofícios, estatísticas, entre outros documentos. Serão revelados aspetos sobre a construção de estações (Zebreiros, Sobreiras, Santo Isidro e Barão de Nova Sintra) e realçadas perspetivas da obra nos rios Sousa e Douro e de infraestruturas da cidade do Porto (valas, condutas, tanques e reservatórios). O trabalho de António Pinto de Miranda Guedes permitiu melhorar o abastecimento de água potável à cidade e aos seus habitantes, refletindo-se na melhoria das condições de salubridade, higiene e saúde pública. Estas obras, realizadas nas décadas de vinte e trinta do século passado, foram documentadas por vários fotógrafos e casas fotográficas do Porto: André Moura, Domingos Alvão, Foto Beleza e Electro Bazar Fotográfica.

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  • VISITA ORIENTADA — TRÍPTICO «A VIDA»
    ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
    18 JUL 2024 18:00–19:00

    Como é que a observação de uma obra de arte pode influenciar o nosso estado de espírito? Através da visita à obra a “A Vida” de António Carneiro, obra que melhor representa o Simbolismo plástico português, vamos explorar as estratégias que nos auxiliam na interpretação de obras de arte.  

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  • «WALDEN», DE JONAS MEKAS
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    18 JUL 2024 21:30–23:30

    Há em «Walden» uma espécie de prolongamento do trabalho de Dziga Vertov: há, digamos, uma realidade, um grupo de pessoas que, por exemplo, caminha numa rua; essa realidade tem vários aspetos e esses aspetos, por sua vez, têm vários aspetos, infinitamente. Todos eles, fragmentados, interferem pela montagem constantemente uns com os outros, de várias maneiras, sem antes, durante e depois dos gestos, sem antes, durante e depois do que se esboça, numa espécie de moinho onde tudo se liga a tudo. A interação de tudo é mais visceral em Mekas. E ele, à parte a sua crença, tem a sua maneira - a imagem é o resultado disso. Não há ninguém que surja zangado em «Walden», por exemplo. Só ele escolhe assim. Mekas fala às imagens, e isso é tão comovente! E temos também a presença intensa, bruta, do vento contra o microfone, que é bom de sentir. E a luz "flashada", recortando a imagem, fazendo aparecer e desaparecer os rostos, os corpos que dançam, que são dançados por ela, envolvendo-os com um êxtase de marionetas. Só Jonas Mekas faz assim. Se alguém quiser saber, daqui a mil anos, o que é (foi) este mundo e o que são (foram) estas pessoas, será a partir de «Walden» que poderá ter alguma relação com isso.  

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  • SÁBADOS A CONTAR — «O MAGNÍFICO PLANO DO LOBO», DE MELANIE WILLIAMSON
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    20 JUL 2024 11:00–12:00

    O lobo idealizou um plano: «amigos, lã, loja, dinheiro, dentes, yum yum!» e o resultado foi: «AAUUHH!! (…) TIC TAC! TIC TAC! (…) CRASH!». O que terá acontecido?

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  • JARDIM DE CONTOS — «MILI, A SEREIA DO LAGO», DE LUCY FLEMING
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    20 JUL 2024 11:00–12:00

    «Era uma tempestade furiosa que nada podia aplacar. Parecia que o maior receio da Mili estava agora a tornar-se realidade. (…) Era tudo demasiado. E se ela não já fosse capaz de manter o lago seguro?» Uma história que convida a olhar para a coragem que mora dentro de nós.   Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.

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  • OFICINA PARA OS MAIS NOVOS — CÁPSULA 20.0 #5
    ARQUEOSSÍTIO
    20 JUL 2024 11:00–12:30

    Perto da Sé, na rua de D. Hugo, há uma casa que conta a história de uma cidade. Nela encontramos 2500 anos encapsulados em 20 camadas descobertas por arqueólogos. Nesta oficina vamos, em família, construir um livro-escavação, onde ficarão escondidos pequenos fragmentos, reais e imaginados, de um dos lugares onde nasceu o Porto.

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  • OFICINA COM ESTÓRIA — «UM LOBO CULTO», DE BECKY BLOOM COM PASCAL BIET
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    20 JUL 2024 15:30–16:30

    «Aaa-OOOO-ooo! (…) Animais educados… animais educados! (…) Nunca tal vi. Muito bem! Vou também aprender a ler!» O lobo foi desafiado pelo porco, pelo pato e pela vaca numa missão que o vai levar à escola e à biblioteca. O que irá acontecer?   Iniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.

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  • JARDIM DE CONTOS — «OLÁ, FAROL!», DE SOPHIE BLACKALL
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    20 JUL 2024 15:30–16:30

    «Olá, Farol! Chega o novo faroleiro para substituir o antigo e continuar a cuidar da luz. (…) Juntos, vigiam o horizonte.» Até que «passada a rebentação, todos olham para cima. Adeus, Farol! (…) Está aí alguém?»   Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.

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  • AO RITMO DA REVOLUÇÃO — A LIBERDADE GUIANDO O POVO: O CLARINETE NO TEMPO DA REVOLUÇÃO
    MUSEU ROMÂNTICO
    20 JUL 2024 16:00–17:00

    «Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Nesta quarta sessão, assistiremos à interpretação de temas musicais de autores da época da Revolução francesa e demais geniais músicos gauleses.

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  • CONCERTO SINFÓNICO — JARDINS E O ROMÂNTICO
    MUSEU ROMÂNTICO
    21 JUL 2024 16:00–18:00

    Incluído no ciclo «Jardins e o Romântico», este concerto de verão, com direção artística do maestro Osvaldo Ferreira, promete uma noite memorável de música sinfónica. O momento alto será a estreia mundial da obra «Busca da Tranquilidade», especialmente composta por Nuno Guedes Campos para celebrar a abertura do Terreiro do Museu Romântico. Ao elenco da efeméride junta-se o jovem pianista Bernardo Santos, interpretando como solista «Noites nos Jardins de Espanha», de Manuel de Falla, e a célebre suíte de Richard Strauss, «O Cavaleiro da Rosa».

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  • DIA INTERNACIONAL DA ARQUEOLOGIA — LABIRINTO NO RESERVATÓRIO
    RESERVATÓRIO
    24 JUL 2024 10:00–11:00

    Nesta oficina, cada equipa terá como missão descobrir os caminhos do labirinto no espaço do Reservatório, que se transforma numa máquina do tempo! Vamos explorar peças escondidas feitas de pedra, madeira, barro, metal e vidro, num roteiro para cada caminho das escavações arqueológicas no Porto.

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  • DIA INTERNACIONAL DA ARQUEOLOGIA — DERIVA #34 — DO ARQUEOSSÍTIO À CASA DO INFANTE
    ARQUEOSSÍTIO
    24 JUL 2024 10:00–11:30

    A equipa de arqueólogos da Câmara Municipal do Porto vai desvendar caminhos e histórias que se entrecruzam na construção da cidade, entre o arqueossítio fundador na Rua D. Hugo e a zona ribeirinha da cidade na Casa do Infante.

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  • DIA INTERNACIONAL DA ARQUEOLOGIA — PEDIPAPER – PELAS RUAS DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO
    ARQUEOSSÍTIO
    24 JUL 2024 15:00–16:30

    Explorar o espaço, imaginar o tempo, sentir materiais, ouvir sons desconhecidos e descobrir cheiros inesperados nas ruas em caracol. Tarefas e desafios que nos levam em equipas do Arqueossítio, perto da Sé ao rio Douro, na Praça da Ribeira.

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  • DIA INTERNACIONAL DA ARQUEOLOGIA — DERIVA #35 — DO RESERVATÓRIO À CAPELA DE S. MIGUEL O ANJO
    RESERVATÓRIO
    24 JUL 2024 15:00–17:00

    Depois de uma exploração inicial da cartografia de sítios arqueológicos, de mapa na mão vamos descobrir as antigas paisagens que se escondem sob o manto da nova urbanização, marcando os caminhos da água.

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  • CLUBE DE LEITURA — CONTOS EM DIÁLOGO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / SALA UNICER
    25 JUL 2024 18:30–19:30

    Iniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.   Nesta sessão, o Clube de Leitura da BMAG vai ler «A Lebre Dourada» e «A Casa de Açúcar» em «A Fúria e Outros Contos», de Silvana Ocampo.

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  • Redes sociais: uma ameaça à democracia?
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    26 JUL 2024 18:00–19:00

    As redes sociais, ao competirem ferozmente pela atenção dos consumidores, podem representar uma ameaça à democracia, influenciando a forma como as informações circulam e são percebidas pelo público. Esta busca incessante pela atenção dos consumidores favorece a disseminação de notícias falsas e conteúdos polarizadores, comprometendo o debate público saudável e informado, essencial para o funcionamento democrático. A personalização extrema dos conteúdos pode criar câmaras de eco, onde os utilizadores são expostos apenas a informações que reforçam as suas pré-conceções, dificultando o diálogo entre diferentes perspetivas e, consequentemente, enfraquecendo os pilares da democracia, que se baseiam na pluralidade de ideias e no debate construtivo. Nesta apresentação, discutirei essa dinâmica e a forma como ela afeta a sociedade assim como possíveis soluções que podem ser adotadas para mitigar os seus efeitos negativos.

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  • JARDIM DE CONTOS — «A CAIXA MÁGICA», DE KARL NEWSON COM EMILY HAMILTON
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    27 JUL 2024 11:00–12:00

    «Era só uma caixa muito estragada e velha. Agora é a minha Caixa Mágica! Querem ver? Posso ser o que eu quiser! Só preciso de uma ideia.» Até que a caixa mágica foi para o lixo, e agora?   Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.    

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  • OFICINA PARA OS MAIS NOVOS — VIAGEM INTERGALÁTICA NO JARDIM #2
    ENTRE QUINTAS
    27 JUL 2024 11:00–12:30

    Entre a vegetação do jardim e as pedras da rua vamos procurar marcas e texturas estranhas. Serão vestígios de galáxias distantes? A que seres alienígenas podem pertencer? Nesta viagem ao espaço sem tirar os pés do chão, a nossa imaginação vai voar entre o pó de estrelas para inspirar criaturas extraordinárias.

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  • OFICINA DE COLAGEM — FRUTA DA ÉPOCA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    27 JUL 2024 11:00–16:30

    Julho é mês de calor e de frutas sumarentas e deliciosas. Nesta oficina, as crianças são convidadas a conceber um inventário das suas frutas da época preferidas, baseado no Inventário ilustrado das frutas e dos legumes de Virginie Aladjidi.

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  • REVOLU(SOM) — 10 ANOS DE KISMIF: CAPAS COM RISCOS, DISCOS SEM RISCOS
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / GABINETE GRÁFICO
    27 JUL 2024 14:00–17:00

    Nesta oficina de famílias, o convite é para observar diferentes técnicas plásticas de conceção de capas de discos e, a partir da exposição Revolu(som), realizar uma criação coletiva.

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  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — AS VOZES QUE OS CAMINHOS NOS SUSSURRAM, POR ENTRE PEDRAS — SEMIÓTICA URBANA
    Início: Cruzamento entre a Rua de Vilar e a Rua de D. Pedro V | Fim: CALÇADA DA BOA VIAGEM
    27 JUL 2024 14:30–16:30

    Os Caminhos do Romântico do século XXI guardam sussurros não menos românticos, não menos pungentes, não menos bucólicos, nem menos extremados do que os que se adivinham ter sido perpetrados em pleno Romantismo. Este percurso trará foco às vozes anónimas, fugazmente escritas e desenhadas nas paredes, nos caminhos, ou nos mais diversos elementos, através da análise da semiótica urbana. Parar para auscultar uma multiplicidade de signos em caminhos que tantas vezes nos fazem companhia em viagens, mas que velozmente percorremos sem neles reparar, e deixar, por fim, que despertem em nós a capacidade de olharmos para dentro daquilo que vemos, será o mote deste convite. Sem preconceitos, pretende-se alargar o horizonte à diversidade cultural de uma pluralidade de vontades sociais que se plasmam numa arte pública democrática. Desde a Rua de D. Pedro V à Calçada da Boa Viagem, onde recentemente os moradores pintaram um mural com evocações das suas memórias mais presentes, a proposta deste percurso é deixarmo-nos perder nos meandros dessas vozes que fazem do espaço urbano um permanente fervilhar de sentidos.

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  • INVENTÁRIO — BORDA D’ÁGUA
    RESERVATÓRIO
    27 JUL 2024 15:00–17:00

    Julho é altura de realizarmos novas sementeiras/plantações na nossa horta/jardim, ao mesmo tempo que propagamos por estacaria as nossas espécies favoritas! Urge controlar plantas espontâneas, planear regas decisivas e planificar a nossa ausência, em período de merecidas férias. Nesta oficina serão abordadas e experimentadas por todos algumas das principais tarefas de Verão na horta/jardim associadas ao semear, plantar, propagar, regar, podar, cuidar e manter.

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  • JARDIM DE CONTOS — «O FRASCO DAS PREOCUPAÇÕES», DE LOU JOHN COM JENNY BLOOMFIELD
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    27 JUL 2024 15:30–26 JUL 2024 16:30

    «A Frida preocupava-se o dia inteiro. Grandes preocupações, pequenas preocupações, preocupações sem fim. (…) sentia-as tão pesadas quanto os seixos que trazia nos bolsos.» Como deixar de se preocupar com as preocupações? Parece que a avó sabe o segredo e algo vai acontecer.   Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.

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  • AO RITMO DA REVOLUÇÃO — A LIBERDADE GUIANDO O POVO: «AH, ÇA IRA, ÇA IRA, ÇA IRA!»
    MUSEU ROMÂNTICO
    27 JUL 2024 16:00–17:00

    No quinto e último recital dedicado à Revolução Francesa de 1789, do ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal - «Ao Ritmo da Revolução - escutaremos as perenes obras de Jacques Brel, Edith Piaf, Tony Murena e Richard Galliano.

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  • REVOLU(SOM) — 10 ANOS DE KISMIF: DECLAMAÇÃO DE SEREIA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / GABINETE GRÁFICO
    27 JUL 2024 17:00–17:30

    Em formato spoken words, António Pedro Ribeiro, voz da banda Sereias, dá vida a um conjunto de poemas, apresentado uma das propostas mais cativantes do rock que por cá se pratica.

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  • REVOLU(SOM) — 10 ANOS DE KISMIF: CANÇÕES DE BEBER (COM PESSOA)
    AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    27 JUL 2024 18:00–20:00

    Desde a Pérsia do século XI, as célebres "Canções de Beber" [ou Rubayiat] do poeta Omar Khayyam atravessaram quase um milénio até chegarem às sedentas mãos de Fernando Pessoa, que as verteu para o português, a partir das traduções de Edward Fitzgerald para o inglês. Quase um século após Pessoa, estas Canções de Beber são agora transformadas em canções, pelas vozes de Ana Deus e Luca Argel. Neste concerto de encerramento da exposição REVOLU(SOM) — 10 ANOS DE KISMIF, a dupla volta a debruçar-se sobre as palavras do poeta, brindando com música esta inusitada camada da inesgotável obra pessoana.

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  • PORTO PIANOFEST 2024 — PROJETO MENSAGEM
    MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    2 AGO 2024 20:00–23:00

    O Museu e Bibliotecas do Porto voltam a associar-se à programação do Porto Pianofest, acolhendo um belíssimo programa de «Bach no Jardim», recitais de jovens talentos internacionais e um dos pontos altos desta 9.ª edição — «Projeto Mensagem» — em que a galardoada soprano Lara Martins e o pianista Nuno Marques protagonizam uma homenagem à literatura portuguesa. A edição deste ano volta a trazer ao Porto grandes nomes do panorama da música clássica internacional, muitos deles em estreia em Portugal, com destaque para o Quinteto Yosvany Terry, José Ramón Méndez, o Trio Pangea e as pianistas Beatrice Berrut e Lisa Yui. Para além de concertos e recitais, o cartaz conta ainda com masterclasses, conferências e workshops.

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  • OFICINA PARA OS MAIS NOVOS — CONTO AO CUBO #2
    BIBLIOTECA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    3 AGO 2024 11:00–12:00

    Como criar estórias sem fim? Na Biblioteca Errante da Casa Marta Ortigão Sampaio, palavras soltas, folhas erradias e personagens intrépidas saltam fora das prateleiras com muita coisa para contar: ganham voz, corpo e cor, prontas para preencher as nossas páginas com mil e uma aventuras cheias de luz.

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  • DOCUMENTAR(IO) — PROJEÇÃO AO AR LIVRE: DESENHAR A MURALHA GÓTICA
    RESERVATÓRIO
    3 AGO 2024 21:30–22:30

    Projeção do vídeo que acompanhou a realização do desenho sobre a evolução da cidade do Porto até ao ano de 1500. O desenho apresenta o lado soalheiro do rio Douro, mostrando a topografia do lugar onde se implantou a cidade do Porto, vista de Vila Nova de Gaia. São evidenciados os principais momentos do crescimento urbano e os lugares onde foram construídos os maiores edifícios que enobreceram o perfil citadino. A imagem urbana é um reflexo dos poderes característicos da sociedade medieval; salienta-se o Clero na Catedral, Paço do Bispo e nos Conventos mendicantes; afirma-se o poder Real na Alfândega, Cais da Estiva e Muralha Gótica «Fernandina»; mostra-se o poder da Burguesia nas suas habitações em forma de casa-torre; o Povo e os Mesteres representados na Torre da Câmara e demarca-se os Judeus na zona das Taipas.

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  • VISITA ÀS 12H30 — AS CORES DA CIDADE
    Ponto de encontro: ENTRADA PRINCIPAL DOS JARDINS DO PALÁCIO DE CRISTAL
    6 AGO 2024 12:30–13:00

    A azulejaria é uma das manifestações artísticas mais originais da cultura portuguesa, nobilitando os seus edifícios com relevo, brilho e cores. A Rua do Vilar é testemunha disso, permitindo ver exemplares de alguns dos períodos mais marcantes da história da azulejaria em Portugal.

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  • DERIVA #36 — A CALÇADA PORTUGUESA
    Ponto de encontro: RUA DE SANTA CATARINA (EM FRENTE AO CAFÉ MAJESTIC) | Fim: CASA DO INFANTE
    6 AGO 2024 14:30–10 AGO 2024 14:30

    A calçada portuguesa faz parte do quotidiano e da memória de todos os que deambulam diariamente pelas ruas da cidade. As origens, a história e os pavimentos onde existiu e ainda existe este tipo de mosaico é o que propomos conhecer neste percurso.

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  • PORTO PIANOFEST 2024 — CONCERTOS À HORA DE ALMOÇO
    MUSEU ROMÂNTICO
    8 AGO 2024 13:00–9 AGO 2024 14:00

    O Museu e Bibliotecas do Porto voltam a associar-se à programação do Porto Pianofest, acolhendo um belíssimo programa de «Bach no Jardim», recitais de jovens talentos internacionais e um dos pontos altos desta 9.ª edição — «Projeto Mensagem» — em que a galardoada soprano Lara Martins e o pianista Nuno Marques protagonizam uma homenagem à literatura portuguesa. A edição deste ano volta a trazer ao Porto grandes nomes do panorama da música clássica internacional, muitos deles em estreia em Portugal, com destaque para o Quinteto Yosvany Terry, José Ramón Méndez, o Trio Pangea e as pianistas Beatrice Berrut e Lisa Yui. Para além de concertos e recitais, o cartaz conta ainda com masterclasses, conferências e workshops.

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  • PORTO PIANOFEST 2024 — BACH NO JARDIM
    MUSEU ROMÂNTICO
    9 AGO 2024 20:00–21:30

    O Museu e Bibliotecas do Porto voltam a associar-se à programação do Porto Pianofest, acolhendo um belíssimo programa de «Bach no Jardim», recitais de jovens talentos internacionais e um dos pontos altos desta 9.ª edição — «Projeto Mensagem» — em que a galardoada soprano Lara Martins e o pianista Nuno Marques protagonizam uma homenagem à literatura portuguesa. A edição deste ano volta a trazer ao Porto grandes nomes do panorama da música clássica internacional, muitos deles em estreia em Portugal, com destaque para o Quinteto Yosvany Terry, José Ramón Méndez, o Trio Pangea e as pianistas Beatrice Berrut e Lisa Yui. Para além de concertos e recitais, o cartaz conta ainda com masterclasses, conferências e workshops.

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  • RESGATE #32 — OS BISPOS DO PORTO
    CASA DO INFANTE
    22 AGO 2024 15:30–16:30

    Com a doação do burgo do Porto ao Bispo D. Hugo, a cidade pertenceu à Igreja até 1406. Mas o Porto não deixou de ter esta figura sempre presente nos grandes acontecimentos da cidade, como por exemplo nas inaugurações das pontes e de edifícios emblemáticos ou na comemoração de efemérides. Deles surgiu, também, a proposta para a alteração dos patronos da cidade. Dos que ocuparam a cátedra portuense, foram muitos os que se evidenciaram pela sua obra, seus pensamentos e atitudes, como D. Diogo de Sousa, D. António Barroso e D. António Ferreira Gomes. Evocar estas vozes é o que se pretende com esta apresentação.

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  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — O VALE DE MASSARELOS A FERRO E FOGO — O CERCO DO PORTO 1832—1833
    Ponto de encontro: ENTRADA DA COOPERATIVA DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS — A ÁRVORE | Fim: LARGO DA IGREJA DA CONFRARIA DAS ALMAS DO CORPO DE MASSARELOS
    24 AGO 2024 14:30–15:30

    O extenso Vale de Massarelos é muito rico em espaços de memória do Cerco, tanto em locais de posições de artilharia e combates, como nas residências das famílias inglesas, proprietárias das caves – à época ocupadas pelas tropas Miguelistas, mas residentes na margem Norte do Douro. Destacam-se ainda ruas configuradas com o desenho urbano da época, como a Rua da Macieirinha ou a das Virtudes. O percurso a que nos propomos tem o seu o início no Jardim e Quinta das Virtudes, e segue pela Rua da Bandeirinha até à Rua de Sobre o Douro, subindo ao Palácio de Cristal. Segue depois pelo Museu Romântico, toma a Rua e Escadas de Entre Quintas até à Escadaria das Macieirinhas, continua a descer até à Rua e Travessa do Campo do Rou, passa pela Rua da Flora e Rua do Outeiro até chegar à Irmandade de Massarelos. A razão de sermos a Cidade Invicta, «Mui Nobre, Sempre Leal» não se pode dissociar do Cerco do Porto, e Massarelos guarda muitas histórias dessa História.    

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  • INVENTÁRIO — OS CAMINHOS DO ROMÂNTICO ENTRE LINHAS
    ENTRE QUINTAS
    31 AGO 2024 15:00–16:00

    Linhas. Contínuas ou interrompidas, bem definidas ou ténues, de traçados retos, circulares ou ondulados, descrevem caminhos, orientam trilhos, definem formas, sugerem movimento, geometrizam o espaço, geram dimensões, fixam limites, marcam horizontes — céu-terra-água —, desenham objetos, figuras e pessoas, separam o verde do cinza, o branco do azul... Nem todas são tão visíveis na paisagem. Essas vamos poder desenhá-las, bordando no papel!

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  • «ZABRISKIE POINT» (DESERTO DE ALMAS), DE MICHELANGELO ANTONIONI
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    19 SET 2024 21:30–23:30

    «Seja enquanto fantasia alegórica ou como ficção científica sobre o presente, o filme resulta numa meditação poética sobre uma América de sonho em estado de crise. [...] Fazendo prodígios com os outdoors de L.A., a arquitetura high-tech, Death Valley e outros cenários áridos, Antonioni cria um retrato de uma América volátil que ele (como estrangeiro) e os hippies (como outsiders) vêem mais claramente do que os outros. Partindo de um avião roubado (o de Mark) e de um Buick emprestado (o de Daria), o realizador orienta a sua misteriosa trama romântica em direção a sonhos de amor universal (com o lírico envolvimento amoroso em grupo) e de destruição em massa (uma apocalíptica explosão-ballet), imaginados pela heroína, em visões espetaculares.» (Jonathan Rosenbaum, excertos de um texto sobre «Zabriskie Point»)

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  • TU QUE TRABALHAS, COMO TE CHAMAS?
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    26 SET 2024 18:00–19:00

    Nesta apresentação, Catherine Malabou analisará o desaparecimento gradual das diferentes denominações dos trabalhadores (proletários, massas laboriosas, incluindo os próprios trabalhadores) devido à ênfase neoliberal no trabalho como um valor em si e a uma dissolução dos sujeitos do trabalho. Em vez de defender novos nomes, Malabou insistirá na forma como a ausência de nome pode ser considerada uma força de resistência, o que a levará a explorar o novo potencial revolucionário do anarquismo atualmente.

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  • CINEMA DE REVOLUÇÃO
    CASA DO INFANTE / GABINETE DO TEMPO
    1 OUT 2024 00:00–1 JAN 2025 00:00
  • CONFERÊNCIAS FESTIVAS — IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    3 OUT 2024 21:30–6 OUT 2024 21:30

    Para melhor entender o momento histórico e o significado da implantação da República a 5 de Outubro de 1910, é necessário recuar a 1500 a.C.. Depois da distribuição de um borrego de fogueira, sobrou uma perna do bicho e a decisão de como partilhar a riqueza produzida pelo clã nesse dia. Daí a perceber como chegamos a um feriado português, vai um longo tiro no escuro.

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  • «A IDADE DA TERRA», DE GLAUBER ROCHA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    24 OUT 2024 21:30–23:30

    «...[C]om o filme «A Idade da Terra», eu já estava mais ligado aos rituais primitivos, quer dizer, ao teatro do irracional que é o teatro popular, mas já não no sentido de documento histórico, político ou etnográfico, mas no sentido órfico, quer dizer, no sentido de pegar naquela matéria e transformá-la numa matéria audiovisual. (...) «A Idade da Terra» reflete essa luta entre a história e a fantasia solta, deixando ver o que é que a fornalha do inconsciente produz em contacto com aquela matéria cultural, como é que aquilo se pode transformar e como é que o cinema pode captar aquilo. Está mais próximo de um poema solto, um poema em verso livre. (...) Acho que em «A Idade da Terra» coloco um problema de crença porque, de certa forma, o filme investe numa espécie de cristandade, mas uma cristandade descristificada. O meu Cristo não morre, não vai crucificado. (...) Tive prazer a fazer o filme, foi o único filme que não me torturou e que, depois, tive prazer em ver. (...) Porque eu acredito que a obra de arte é um produto da loucura, no sentido em que fala o Fernando Pessoa, que fala o Erasmo, quer dizer, a loucura como a lucidez, a libertação do inconsciente.» (Palavras de Glauber Rocha – excertos de uma entrevista a João Lopes)

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  • EMANCIPAÇÃO E SUBJUGAÇÃO (AFTER ALL THESE YEARS)
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    31 OUT 2024 18:00–19:00

    Nada garante que uma revolução transforme formas de pensar. A forma como pensamos sobre o que é para um humano ser humano dá forma ao que pensamos ser, ou poder ser, emancipação. Nesta apresentação, Sofia Miguens discute a forma como a filósofa americana Cora Diamond relaciona formas específicas de tomar o conceito de humano com ideias acerca de ‘subjugação natural’ que podem persistir muito para além de transformações legais e políticas.

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  • AO RITMO DA REVOLUÇÃO — UMA TERRA SEM AMOS
    MUSEU ROMÂNTICO
    9 NOV 2024 16:00–14 DEZ 2024 16:00
  • «CASA DE LAVA», DE PEDRO COSTA
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    21 NOV 2024 21:30–23:30

    Casa de Lava resulta de um trabalho de pré-concepção mais amadurecido e mais solidificado que o de O Sangue, o primeiro filme de Pedro Costa – e é talvez por isso que é, precisamente, mais boicotado quanto às “boas” intenções estéticas, mesmo que a sombra vincada do cinema permaneça - Stromboli (Roberto Rossellini, 1949) e I Walked With a Zombie (Jacques Tourneur, 1943) sempre perto. Tenha o enredo que tenha por trás - aqui, uma enfermeira acompanha um trabalhador cabo-verdiano que é enviado em coma para a sua terra natal -, a verdade é que Pedro Costa filma em Cabo Verde. Isso é apresentado imediatamente como um dado do filme, o seu aviso de entrada, numa poderosa composição geo-temporal, estratigráfica: as primeiras imagens são das montanhas vulcânicas da Ilha do Fogo e da erupção de um vulcão, com o vermelho da lava que se retorce desde o interior da terra, a que se sucedem, primeiro, os cabelos alourados, revoltos, de uma criança mulata, e depois os rostos imóveis de raparigas e mulheres, com os traços da miscigenação, registo das esculturas vivas do tempo à superfície da terra. Coloca-se a questão do conhecimento: o que é este lugar, o que são estas pessoas? Na série monumental que a obra de Pedro Costa erige, tudo começa aqui.

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  • O DESEJO DE UMA REVOLUÇÃO: UMA ALTERNATIVA À ECONOMIA NEOLIBERAL DAS PAIXÕES TRISTES
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    28 NOV 2024 18:00–19:00

    A revolução portuguesa de 1974 é a última revolução "moderna" na Europa Ocidental (a queda do Muro de Berlim, na minha opinião, já pertence a uma modalidade diferente). Na verdade, uma revolução política moderna é aquela que conduz a uma mudança radical de regime. A partir daí, a revolução no Ocidente passa a ser apresentada principalmente como "transição" - como desenvolvimento, modernização, inovação no sentido do progresso tecnológico mais do que social ou político - e não como convulsão, um derrube da ordem existente. António Gramsci descreveu este movimento "de cima para baixo" como "revolução passiva". Não é de todo coincidência que a revolução portuguesa tenha ocorrido na época dos movimentos sociais das décadas de 1960 e 1970 e no final da fase de desenvolvimento económico e, ao mesmo tempo, social, conhecida como os "Gloriosos Anos 30". Foi precisamente em meados dos anos 70 que se lançaram as bases para a hegemonia do neoliberalismo e do modo de produção pós-fordista, como uma combinação de conservação e progresso. Em suma, a era em que a revolução política era portadora de progresso e a conservação era a reação a esta força motriz da história, chegou ao fim. O desejo de um mundo e de uma sociedade radicalmente diferentes cede lugar ao medo de perder posições adquiridas individualmente. É então a economia, como administração da ordem, que converte permanentemente este desejo em necessidades que só podem ser satisfeitas dentro desta ordem, desde que não sejam dadas alternativas. Se a economia neoliberal das necessidades está a espalhar cada vez mais paixões tristes nos países ocidentais, o desejo de um mundo e de uma vida alternativos assume as características ameaçadoras da catástrofe, do fim iminente - de crise em crise - do mundo em que vivemos. Como é que este medo se pode transformar em entusiasmo, a ansiedade da catástrofe em desejo de revolução?

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  • Para uma crítica da economia generalizada
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    19 DEZ 2024 18:00–19:00

    Visa-se revitalizar o conceito de "economia generalizada" proposto por Georges Bataille, desenvolvido por Klossowski e outros autores, que tem como caraterística essencial o reconhecimento de que as leis do Oikos são plurais e tensionais. É sabido que Marx procurou demonstrar, em Das Kapital, que a forma-capital da economia se generalizou de tal modo que é a "essência" da modernidade. De facto, a forma-capital está em crise permanente, se não é ela própria a crise por excelência, mas não deixa de ser uma economia "limitada". Algo de essencial está em causa nesta limitação.    Restringi-la ou limitá-la significa valorizar formas como a economia da dádiva, a economia política, a economia do reconhecimento ou a economia ecológica e, ao mesmo tempo, criar um amplo espaço analítico e político de negociação e conflito entre as várias formas que consubstanciam a "economia generalizada" de maneira concreta e institucional, procurando tornar possíveis outras relações entre economia e vida. 

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  • «CERRAR LOS OJOS» (FECHAR OS OLHOS), DE VICTOR ERICE
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    19 DEZ 2024 21:30–23:30

    «A história de um realizador de cinema, Miguel Garay (o sóbrio e lúcido Manolo Solo), que há algum tempo deixou um filme inacabado por causa de um ator, Julio Arenas (o sombrio e destroçado José Coronado), que desapareceu de repente. E para sempre. Tudo isto aconteceu num passado estranho, o da juventude, no espaço quase sagrado em que tudo parecia possível. Décadas depois, o mistério regressa em toda a sua crua vulgaridade quando um programa de televisão decide investigar o que aconteceu, porquê e como. O ator que desapareceu é agora um homem vazio, incapaz de se lembrar e, portanto, de ser. Exploram-se questões como a memória, a identidade e o próprio tempo.» (Luis Martinez, excerto de um texto de crítica, El Mundo) «Penso nas personagens do ator e do realizador como dois rostos de uma só entidade. O ator não tem memória, não sabe quem é. O realizador, por seu lado, tem memória a mais, não consegue fugir do peso dela. O ator foi tocado pela mão piedosa do destino, que o libertou do fardo da memória.» (Palavras de Victor Erice, entrevista a Luís Miguel Oliveira, Público)

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