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EROS DE PASSAGEM — OS EROTISMOS NA OBRA DE NATÁLIA CORREIA

BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT

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O Museu e Bibliotecas do Porto têm em curso programas e atividades de celebração de escritores que, em 2023, assinalam o centenário do seu nascimento, tendo em vista renovar pretextos para a sua leitura e conhecimento.

 

Nesse contexto, durante os meses de junho e julho, procuramos regressar a quatro desses escritores – Agustina Bessa-Luís, Eugénio de Andrade, Mário Cesariny e Natália Correia – com um ciclo de conversas em torno da presença e importância do erotismo na obra de cada um deles.

 

Filipa Martins nasceu em Lisboa, em 1983, e é uma premiada escritora, romancista e argumentista. Recebeu o Prémio Revelação, na categoria de Ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com Elogio do Passeio Público, o seu primeiro romance. Obteve ainda o Prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias com Esteira. Em 2009, publicou o seu segundo romance, Quanta Terra. Em 2014, saiu pela Quetzal o seu terceiro romance, Mustang Branco, a que se seguiu, com a mesma chancela, Na Memória dos Rouxinóis (2018), Prémio Manuel de Boaventura. Finalista dos Prémios Sophia, da Academia Portuguesa de Cinema, dedicou-se – nos últimos seis anos – a estudar a vida e a obra de Natália Correia, tendo sido coautora de um documentário e coargumentista de uma série de televisão sobre esta escritora açoriana. É autora da biografia de Natália Correia, O Dever de deslumbrar, recentemente editada pela Contraponto. Manuela Gonçalves dos Santos abriu consultório próprio em 1987, em  Lisboa, como psicoterapeuta, grupanalista, atividade que mantém até à data presente. Lecionou várias cadeiras de Psicologia na Escola de Educadoras de Infância Maria Ulrich, no Instituto Superior de Serviço Social e no Instituto Superior de Psicologia Aplicada. É sócia efetiva da Sociedade Portuguesa de Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo. É sócia fundadora e efetiva da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica. Marta Bernardes nasceu em 1983 no Porto. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 2006. Aprofundou o seu estudo em artes visuais e multimédia na Escola de Belas-Artes de Paris e fez o mestrado, em 2008, em Psicanálise e Filosofia da Cultura pela Universidade Complutense de Madrid. Desde 2005 apresenta-se regularmente a público com obra plástica e audiovisual, assim como com peças de carácter performativo e musical, tanto de forma individual como colaborativa. Apresentou obra em Portugal, Espanha, Itália, Tunísia, França, Brasil, Marrocos e Canadá. Tem obra em coleções públicas e privadas. Editou Arquivo de nuvens (Cadernos do Campo Alegre, 2007), Ulisses (na coleção Rato da Europa, Pé de Mosca, 2013), Claviculária (Douda Correria, 2014), A Inocência das Facas (Tcharan, 2015), Achamento com Catarina Nunes de Almeida (do lado esquerdo, 2015), Barafunda, com Afonso Cruz (Caminho, 2015), e Ícaro (Mariposa Azual, 2016). É a responsável pelos programas de mediação e educação do Museu do Porto.

 

BILHETES

Entrada gratuita limitada à lotação do auditório.

ENDEREÇO

Jardins do Palácio de Cristal
Rua de Dom Manuel II
4050-239 Porto

AUTOCARRO

1M, 200, 201, 207, 208, 302, 303, 501, 507, 601, ZM, 12M, 13M
Circular Massarelos – Carmo

ESTACIONAMENTO

Palácio de Cristal