{"id":15601,"date":"2024-02-15T10:37:34","date_gmt":"2024-02-15T10:37:34","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=15601"},"modified":"2024-03-13T11:18:54","modified_gmt":"2024-03-13T11:18:54","slug":"hoje-como-ha-50-anos-o-porto-democratico-faz-a-revolucao-ja","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/hoje-como-ha-50-anos-o-porto-democratico-faz-a-revolucao-ja\/","title":{"rendered":"HOJE, COMO H\u00c1 50 ANOS, O PORTO DEMOCR\u00c1TICO FAZ A &#8220;REVOLU\u00c7\u00c3O, J\u00c1!&#8221;"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":15507,"template":"","resource_category":[7],"class_list":["post-15601","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-noticias"],"acf":{"ambient_sound":false,"breadcrumb":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"news","number":"134","media":{"type":false,"image":{"ID":15508,"id":15508,"title":"Screenshot_2","filename":"Screenshot_2-e1707936339355.png","filesize":50044,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/screenshot_2-4-2-2\/","alt":"","author":"11","description":"","caption":"","name":"screenshot_2-4-2-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2024-02-14 18:45:11","modified":"2024-02-14 18:45:15","menu_order":0,"mime_type":"image\/png","type":"image","subtype":"png","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":653,"height":928,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-150x150.png","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-211x300.png","medium-width":211,"medium-height":300,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","medium_large-width":640,"medium_large-height":910,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","large-width":640,"large-height":910,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","ufg_200_200-width":141,"ufg_200_200-height":200,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","ufg_300_300-width":211,"ufg_300_300-height":300,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","ufg_400_400-width":281,"ufg_400_400-height":400,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","1536x1536-width":653,"1536x1536-height":928,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Screenshot_2-e1707936339355.png","2048x2048-width":653,"2048x2048-height":928}},"gallery":false},"content":"<p><b>50 anos depois do 25 de Abril, o Porto continua a reclamar &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o, J\u00e1!&#8221;. Cidade democr\u00e1tica e de liberdade prop\u00f5e um programa de pensamento e participa\u00e7\u00e3o, de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica e liter\u00e1ria, com car\u00e1cter p\u00fablico, procurando inscrever a ideia e a experi\u00eancia de revolu\u00e7\u00e3o num sentido de emerg\u00eancia e futuro. O comissariado e a liberdade das comemora\u00e7\u00f5es foram entregues a Jorge Sobrado e Jos\u00e9 Augusto Bragan\u00e7a de Miranda.<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Meio s\u00e9culo depois de Abril, n\u00e3o haver\u00e1, no Porto, &#8220;nenhuma sess\u00e3o solene, vamos celebrar todos, ser todos iguais, como \u00e9 pr\u00f3prio de uma revolu\u00e7\u00e3o. Vamos celebrar na rua, em todo o lado&#8221;, garantiu o presidente da C\u00e2mara, na apresenta\u00e7\u00e3o da programa\u00e7\u00e3o, na manh\u00e3 desta quinta-feira, no Palacete dos Viscondes de Balsem\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O local n\u00e3o foi escolhido ao acaso, ou n\u00e3o tivesse sido ali, na Pra\u00e7a Carlos Alberto, que o general Humberto Delgado, candidato presidencial antirregime, teve, em 1958, uma rece\u00e7\u00e3o apote\u00f3tica da parte dos portuenses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 celebrar Abril da forma que Abril merece ser celebrado&#8221;, acredita Rui Moreira, afirmando que as comemora\u00e7\u00f5es deste dia, na cidade, &#8220;s\u00e3o sempre celebra\u00e7\u00f5es que nos entusiasmam&#8221;. Ao contr\u00e1rio de outros locais onde, considera, &#8220;s\u00e3o extremamente ma\u00e7adoras&#8221; e &#8220;bastante previs\u00edveis&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara sublinhou a ideia de que &#8220;uma revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma revolta. A revolu\u00e7\u00e3o tem, por si, uma liga\u00e7\u00e3o muito forte \u00e0 cultura&#8221; e foi esse o norte da programa\u00e7\u00e3o no Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o esquecendo o patrim\u00f3nio que a cidade tem nas revolu\u00e7\u00f5es&#8221;, o programa dos 50 anos \u00e9 &#8220;muito diferenciador&#8221;, mostrando como, na Invicta, a cultura continua a estar no epicentro, a receber &#8220;a maior das import\u00e2ncias&#8221;, inclusive em mat\u00e9ria de &#8220;liberdade curatorial&#8221;, considera Rui Moreira. &#8220;O pilar das nossas pol\u00edticas tem que ser a cultura, porque \u00e9 isso que nos diferencia&#8221;, refor\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Revolu\u00e7\u00e3o em tr\u00eas pilares: Poesia, Imagem e imagin\u00e1rios, e Pensamento contempor\u00e2neo<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para Jorge Sobrado, &#8220;celebrar uma revolu\u00e7\u00e3o como Abril significa recobrar algum do seu entusiasmo inicial \u2013 o entusiasmo \u00e9 o primeiro sinal de uma revolu\u00e7\u00e3o \u2013 e viver-se, outra vez, mais na rua do que em casa&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O comiss\u00e1rio, e tamb\u00e9m diretor do Museu e Bibliotecas do Porto, referiu que o programa assenta em tr\u00eas pilares: poesia, imagem e imagin\u00e1rios, e pensamentos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O Porto, como consci\u00eancia pol\u00edtica coletiva, como cidade l\u00edquida e aberta, \u00e9 propulsor do interesse de pensar, de interrogar, imaginar e participar&#8221;, sublinhou, explicando que o &#8220;grito&#8221; das comemora\u00e7\u00f5es \u2013 &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o, J\u00e1!&#8221; \u2013 surgiu do &#8220;desejo de a\u00e7\u00e3o, de reinscrever o pensamento, o sonho no nosso campo de trabalho e no tecido social c\u00edvico da cidade&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Interessa-nos Abril na medida em que falemos do tempo presente&#8221;, afirma Jorge Sobrado, ressalvando a necessidade \u2013 a vontade \u2013 de participa\u00e7\u00e3o de todos para fugir a um &#8220;ajuste de contas com a revolu\u00e7\u00e3o&#8221; e viver a contemporaneidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 Jos\u00e9 Bragan\u00e7a de Miranda admite acreditar que &#8220;n\u00e3o seria poss\u00edvel fazer um programa destes, ambicioso, em muitas cidade do pa\u00eds&#8221;. &#8220;Pensar 50 anos n\u00e3o \u00e9 revisitar o 25 de Abril. \u00c9 pensar o que fizemos e pensar o futuro. \u00c9 pensar o que \u00e9 isso de revolu\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 futura, est\u00e1 em curso, e assume uma infinidade de formas&#8221;, sublinha Jos\u00e9 Bragan\u00e7a de Miranda, considerando-a &#8220;a possibilidade de tomarmos a Hist\u00f3ria nas m\u00e3os em vez de sermos as v\u00edtimas&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Regressa o F\u00f3rum do Futuro e sai a poesia \u00e0 rua<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Do programa &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o, J\u00e1!&#8221;, destaque para o regresso do F\u00f3rum do Futuro em dez confer\u00eancias sobre revolu\u00e7\u00f5es em curso, um lugar de pensamento contempor\u00e2neo, aberto e arrojado, com pilares na filosofia, na hist\u00f3ria, na ci\u00eancia e na teoria pol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a poesia ter\u00e1 lugar de destaque nas comemora\u00e7\u00f5es com o convite feito a 50 autores para que criassem um poema in\u00e9dito. A miss\u00e3o \u00e9, al\u00e9m do lan\u00e7amento de uma publica\u00e7\u00e3o, a de pulverizar frases po\u00e9ticas pela cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Outras Revolu\u00e7\u00f5es&#8221; \u00e9 um ciclo de cinema sobre revolu\u00e7\u00f5es &#8220;outras geografias e de outros tempos hist\u00f3ricos, a que acresce as revolu\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio cinema&#8221; e &#8220;Cinema de Revolu\u00e7\u00e3o&#8221; uma exposi\u00e7\u00e3o a visitar no Cineclube do Porto. Na Casa do Infante ser\u00e1 poss\u00edvel aceder ao acervo de peri\u00f3dicos da Revolu\u00e7\u00e3o e a filmes de \u00e9poca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E porque se fala de liberdade, a literatura e a escrita, a fotografia e o v\u00eddeo, assim como a cer\u00e2mica e a pintura v\u00e3o chegar \u00e0s alas prisionais da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria e do Hospital Magalh\u00e3es de Lemos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo do ano, os Cursos Breves da Biblioteca Municipal Almeida Garrett v\u00e3o abordar as revolu\u00e7\u00f5es que mudaram o mundo, a fic\u00e7\u00e3o portuguesa e a m\u00fasica de protesto, enquanto o programa Um Objeto e seus Discursos vai dar a conhecer a est\u00e1tua do General sem medo e a antiga sede da PIDE no Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>50 anos de Abril n\u00e3o se vivem sem a interven\u00e7\u00e3o musical, seja na exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Destruir o Sil\u00eancio&#8221; ou nos concertos de m\u00fasica portuguesa, francesa e russa que ter\u00e3o lugar no Museu Rom\u00e2ntico e no Museu Guerra Junqueiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o passa, igualmente, pela Fonoteca, com um Escuta Ativa a convidar o historiador Manuel Loff, pela Concha Ac\u00fastica dos Jardins do Pal\u00e1cio de Cristal e o espet\u00e1culo &#8220;Abril Febril&#8221;, e, pela Associa\u00e7\u00e3o de Moradores da Bou\u00e7a que, no \u00e2mbito do Cultura em Expans\u00e3o, recebe Luca Argel e o Grupo de Cante Alentejano do Orfe\u00e3o Universit\u00e1rio do Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Videomapping nos Aliados e mem\u00f3rias a bordo do El\u00e9trico<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Avenida dos Aliados, um espet\u00e1culo de videomapping, em colabora\u00e7\u00e3o com a Comiss\u00e3o Comemorativa 50 anos 25 de Abril e a RTP, que junta o fot\u00f3grafo Alfredo Cunha, o m\u00fasico Rodrigo Le\u00e3o e o artista pl\u00e1stico Vhils, assim como um projeto musical e liter\u00e1rio com artistas da cidade e um momento de fogo-de-artif\u00edcio abrem caminho, na noite de 24 de abril, ao &#8220;dia inicial inteiro e limpo&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como sempre, a manh\u00e3 reserva espa\u00e7o para os mais novos com atividades para crian\u00e7as e fam\u00edlias, e a tarde de dia 25 oferece m\u00fasica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a STCP se associa \u00e0s comemora\u00e7\u00f5es dos 50 anos de Abril com programa\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Educativo no Museu do Carro El\u00e9trico. No dia 6, para &#8220;fam\u00edlias el\u00e9tricas&#8221;, tem lugar a iniciativa &#8220;Um museu a mentir&#8221;, a 13 acontece a visita encenada &#8220;Os sentidos de Abril&#8221;, a 19 uma visita ao espa\u00e7o com direito a performance e no dia 24 &#8220;Liberdade a duas vozes&#8221; proporciona uma visita noturna ao Museu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre os dias 23 e 28, h\u00e1 &#8220;Poemas em linha&#8221;, uma a\u00e7\u00e3o de poesia interventiva nas linhas do carro el\u00e9trico. Al\u00e9m disso, a operadora vai lan\u00e7ar um projeto \u2013 que inclui landing page e uma interven\u00e7\u00e3o no museu \u2013 de partilha de mem\u00f3rias de trabalhadores da STCP, ao servi\u00e7o no 25 de abril de 1974.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O cinema como arma de revolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E &#8220;Se o Cinema \u00e9 uma Arma&#8221;, o Batalha Centro de Cinema apresenta, entre 16 de mar\u00e7o e 28 de abril, um ciclo tem\u00e1tico com filmes que, ao denunciar opress\u00f5es, se transformam em importantes atos de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A 24 de abril, o Batalha mostra como &#8220;O Cinema Unido Jamais ser\u00e1 Vencido&#8221;, uma sele\u00e7\u00e3o de filmes criados pelas cooperativas mais ativas no per\u00edodo revolucion\u00e1rio, mas tamb\u00e9m uma anima\u00e7\u00e3o mais recente sobre &#8220;a longa noite do fascismo&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O programa completo das comemora\u00e7\u00f5es dos 50 anos do 25 de Abril no Porto pode ser consultado <a href=\"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/revolucao_Caderno-Programa-v10.pdf\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Texto: Porto.<\/p>\n"}],"previous_link":{"label":"O HOMEM QUE NOS ENSINOU M\u00daSICA, EM DESTAQUE NO GABINETE GR\u00c1FICO","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/o-homem-que-nos-ensinou-musica-em-destaque-no-gabinete-grafico\/"},"next_link":{"label":"FESTIVAL DE SANTA CEC\u00cdLIA COLOCA EM DI\u00c1LOGO JOVENS PIANISTAS COM O PIANO DE GUILHERMINA SUGGIA","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/festival-de-santa-cecilia-coloca-em-dialogo-jovens-pianistas-com-o-piano-de-guilhermina-suggia\/"}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/15601","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15507"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15601"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=15601"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}