{"id":15620,"date":"2024-03-15T12:11:26","date_gmt":"2024-03-15T12:11:26","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=15620"},"modified":"2024-12-16T14:05:39","modified_gmt":"2024-12-16T14:05:39","slug":"cerrar-los-ojos-fechar-os-olhos-de-victor-erice","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/cerrar-los-ojos-fechar-os-olhos-de-victor-erice\/","title":{"rendered":"CINEMA \u00abCERRAR LOS OJOS\u00bb (FECHAR OS OLHOS), DE VICTOR ERICE"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":17729,"template":"","resource_category":[20,24],"class_list":["post-15620","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-atividades","resource_category-plataformas-publicas"],"acf":{"ambient_sound":false,"breadcrumb":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"event","display_title":"CINEMA \u00abCERRAR LOS OJOS\u00bb (FECHAR OS OLHOS), DE VICTOR ERICE","subtitle":"<p>Com Isabel Nogueira<\/p>\n","date":{"show_time":true,"type":"range","date":"19\/12\/2024 21:30","start_date":"19\/12\/2024 21:30","end_date":"19\/12\/2024 23:30"},"sessions":null,"location":{"type":"other","station":false,"location":"BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT"},"media":{"type":false,"image":{"ID":17730,"id":17730,"title":"erice","filename":"erice.jpg","filesize":661556,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/erice-2\/","alt":"","author":"11","description":"","caption":"","name":"erice-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2024-11-22 13:09:15","modified":"2024-11-22 13:09:20","menu_order":0,"mime_type":"image\/jpeg","type":"image","subtype":"jpeg","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":1080,"height":1080,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice-150x150.jpg","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice-300x300.jpg","medium-width":300,"medium-height":300,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice-768x768.jpg","medium_large-width":640,"medium_large-height":640,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice-1024x1024.jpg","large-width":640,"large-height":640,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","ufg_200_200-width":200,"ufg_200_200-height":200,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","ufg_300_300-width":300,"ufg_300_300-height":300,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","ufg_400_400-width":400,"ufg_400_400-height":400,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","1536x1536-width":1080,"1536x1536-height":1080,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/erice.jpg","2048x2048-width":1080,"2048x2048-height":1080}},"gallery":false},"excerpt":"<p>\u00abA hist\u00f3ria de um realizador de cinema, Miguel Garay (o s\u00f3brio e l\u00facido Manolo Solo), que h\u00e1 algum tempo deixou um filme inacabado por causa de um ator, Julio Arenas (o sombrio e destro\u00e7ado Jos\u00e9 Coronado), que desapareceu de repente. E para sempre. Tudo isto aconteceu num passado estranho, o da juventude, no espa\u00e7o quase sagrado em que tudo parecia poss\u00edvel. D\u00e9cadas depois, o mist\u00e9rio regressa em toda a sua crua vulgaridade quando um programa de televis\u00e3o decide investigar o que aconteceu, porqu\u00ea e como. O ator que desapareceu \u00e9 agora um homem vazio, incapaz de se lembrar e, portanto, de ser. Exploram-se quest\u00f5es como a mem\u00f3ria, a identidade e o pr\u00f3prio tempo.\u00bb (Luis Martinez, excerto de um texto de cr\u00edtica, El Mundo)<\/p>\n<p>\u00abPenso nas personagens do ator e do realizador como dois rostos de uma s\u00f3 entidade. O ator n\u00e3o tem mem\u00f3ria, n\u00e3o sabe quem \u00e9. O realizador, por seu lado, tem mem\u00f3ria a mais, n\u00e3o consegue fugir do peso dela. O ator foi tocado pela m\u00e3o piedosa do destino, que o libertou do fardo da mem\u00f3ria.\u00bb\u00a0(Palavras de Victor Erice, entrevista a Lu\u00eds Miguel Oliveira, P\u00fablico)<\/p>\n","content":"<p>\u00abA hist\u00f3ria de um realizador de cinema, Miguel Garay (o s\u00f3brio e l\u00facido Manolo Solo), que h\u00e1 algum tempo deixou um filme inacabado por causa de um ator, Julio Arenas (o sombrio e destro\u00e7ado Jos\u00e9 Coronado), que desapareceu de repente. E para sempre. Tudo isto aconteceu num passado estranho, o da juventude, no espa\u00e7o quase sagrado em que tudo parecia poss\u00edvel. D\u00e9cadas depois, o mist\u00e9rio regressa em toda a sua crua vulgaridade quando um programa de televis\u00e3o decide investigar o que aconteceu, porqu\u00ea e como. O ator que desapareceu \u00e9 agora um homem vazio, incapaz de se lembrar e, portanto, de ser. Exploram-se quest\u00f5es como a mem\u00f3ria, a identidade e o pr\u00f3prio tempo.\u00bb (Luis Martinez, excerto de um texto de cr\u00edtica, El Mundo)<\/p>\n<p>\u00abPenso nas personagens do ator e do realizador como dois rostos de uma s\u00f3 entidade. O ator n\u00e3o tem mem\u00f3ria, n\u00e3o sabe quem \u00e9. O realizador, por seu lado, tem mem\u00f3ria a mais, n\u00e3o consegue fugir do peso dela. O ator foi tocado pela m\u00e3o piedosa do destino, que o libertou do fardo da mem\u00f3ria.\u00bb (Palavras de Victor Erice, entrevista a Lu\u00eds Miguel Oliveira, P\u00fablico)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ano: 2023<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 169&#8242;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Victor Erice<\/strong> nasceu em Carranza (Vizcaya) em 1940. Antes de entrar para o Instituto de Investigaciones Cinematogr\u00e1ficas (IIEC), a escola oficial de cinema de Espanha, em 1960, estudou economia e ci\u00eancias pol\u00edticas. Erice escreveu cr\u00edtica cinematogr\u00e1fica para revistas como <em>Nuestro cine<\/em> e <em>Cuadernos de arte y pensamiento<\/em>. O seu primeiro filme a solo \u00e9 <em>O Esp\u00edrito da Colmeia<\/em> (1973), premiado, em particular, em San Sebastian. Seguiu-se <em>O Sul<\/em> (1983), com presen\u00e7a na Selec\u00e7\u00e3o Oficial de Cannes, e <em>O solo do marmeleiro<\/em> (1992) &#8211; Pr\u00e9mio do J\u00fari e o Pr\u00e9mio FIPRESCI em Cannes. <em>Cerrar los ojos<\/em> \u00e9 a sua primeira longa-metragem de fic\u00e7\u00e3o em trinta anos \u2013 tendo, entretanto, trabalhado em v\u00e1rios projetos e realizado v\u00e1rias curtas metragens, de entre as quais <em>Vidros Partidos<\/em> (2012), no Norte de Portugal. <em>O mais importante \u00e9 que nunca deixei de viver como realizador, em nenhum momento, e suponho que se pode sentir isso nos filmes que terminei, que s\u00e3o tamb\u00e9m as consequ\u00eancias naturais dos que n\u00e3o consegui realizar.<\/em>\u00a0(Victor Erice, entrevista a Tom\u00e1s P\u00e9rez Turrent, Positif, Maio de 1993)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Isabel Nogueira<\/strong> (1974-) \u00e9 doutorada em Belas-Artes\/Ci\u00eancias da Arte (Univ. de Lisboa) e p\u00f3s-doutorada em Hist\u00f3ria e Teoria da Arte Contempor\u00e2nea e Teoria da Imagem (Univ. Paris 1 Panth\u00e9on-Sorbonne). \u00c9 historiadora e cr\u00edtica de arte contempor\u00e2nea, professora e ensa\u00edsta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, investigadora principal no CIEBA\/FBAUL. \u00c9 editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA). <em>A encantat\u00f3ria visualidade: textos sobre cinema<\/em> (Ed. H\u00famus, 2023) \u00e9 o seu ensaio mais recente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>BILHETES<\/h2>\n<p>Entrada livre, sujeita \u00e0 lota\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, com abertura de portas 30 minutos antes da sess\u00e3o.<\/p>\n<h2>ENDERE\u00c7O<\/h2>\n<p>Jardins do Pal\u00e1cio de Cristal<br \/>\nRua de Dom Manuel II<br \/>\n4050-239 Porto<\/p>\n<h2>AUTOCARRO<\/h2>\n<p>1M, 200, 201, 207, 208, 302, 303, 501, 507, 601, ZM, 12M, 13M<br \/>\nCircular Massarelos \u2013 Carmo<\/p>\n<h2>ESTACIONAMENTO<\/h2>\n<p>Pal\u00e1cio de Cristal<\/p>\n"}],"previous_link":{"label":"\u00abCAVALO DINHEIRO\u00bb, DE PEDRO COSTA","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/casa-de-lava-de-pedro-costa\/"},"next_link":{"label":"","link":""}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/15620","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17729"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15620"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=15620"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}