{"id":17032,"date":"2024-09-02T10:11:36","date_gmt":"2024-09-02T09:11:36","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=17032"},"modified":"2024-09-26T17:20:08","modified_gmt":"2024-09-26T16:20:08","slug":"caminhos-do-romantico-um-certo-porto-britanico-arte-e-urbanismo-do-porto-romantico","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/caminhos-do-romantico-um-certo-porto-britanico-arte-e-urbanismo-do-porto-romantico\/","title":{"rendered":"CAMINHOS DO ROM\u00c2NTICO \u2014 UM CERTO PORTO BRIT\u00c2NICO \u2014 ARTE E URBANISMO DO PORTO ROM\u00c2NTICO"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":17137,"template":"","resource_category":[20],"class_list":["post-17032","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-atividades"],"acf":{"breadcrumb":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"event","display_title":"CAMINHOS DO ROM\u00c2NTICO \u2014 UM CERTO PORTO BRIT\u00c2NICO \u2014 ARTE E URBANISMO DO PORTO ROM\u00c2NTICO","subtitle":"<p>Com Jorge Ricardo Pinto<\/p>\n","date":{"show_time":true,"type":"range","date":null,"start_date":"19\/10\/2024 14:30","end_date":"19\/10\/2024 16:30"},"sessions":null,"location":{"type":"other","station":false,"location":"Ponto de encontro: LARGO DA MATERNIDADE | Fim: RUA DA BANDEIRINHA"},"media":{"type":false,"image":{"ID":17138,"id":17138,"title":"10","filename":"10.jpg","filesize":765890,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10.jpg","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/10-5-2\/","alt":"","author":"11","description":"","caption":"Veduta a mezzogiorno della Villa Entre-Quintas, 1851 \nIlustra\u00e7\u00e3o de Enrico Gonin \nArquivo Hist\u00f3rico Municipal do Porto","name":"10-5-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2024-09-12 12:36:26","modified":"2024-09-12 12:36:51","menu_order":0,"mime_type":"image\/jpeg","type":"image","subtype":"jpeg","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":1588,"height":1195,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10-150x150.jpg","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10-300x226.jpg","medium-width":300,"medium-height":226,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10-768x578.jpg","medium_large-width":640,"medium_large-height":482,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10-1024x771.jpg","large-width":640,"large-height":482,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10.jpg","ufg_200_200-width":200,"ufg_200_200-height":151,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10.jpg","ufg_300_300-width":300,"ufg_300_300-height":226,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10.jpg","ufg_400_400-width":400,"ufg_400_400-height":301,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10-1536x1156.jpg","1536x1536-width":1536,"1536x1536-height":1156,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/10.jpg","2048x2048-width":1588,"2048x2048-height":1195}},"gallery":false},"excerpt":"<p>Desde a Baixa Idade M\u00e9dia, as intensas rela\u00e7\u00f5es comerciais entre Portugal e Inglaterra permitiram uma importante troca de bens, mercadorias e ideias. O Porto, cidade filha do com\u00e9rcio, ponto de passagem do fluxo de mercadorias entre o Mediterr\u00e2neo e o Norte da Europa, transformou-se, pelo menos, desde o s\u00e9culo XIII, em ponto de fixa\u00e7\u00e3o de mercadores ingleses, eixo fundamental da circula\u00e7\u00e3o internacional de produtos e mat\u00e9rias-primas. A partir do s\u00e9culo XVIII, a comunidade brit\u00e2nica prospera, multiplica-se e alarga a sua influ\u00eancia social e pol\u00edtica, ocupando dominantemente a parte ocidental da cidade. \u00c9 o tal \u00abbairro ocidental ingl\u00eas\u00bb, a que alude J\u00falio Dinis em \u00abUma Fam\u00edlia Inglesa\u00bb (1867). Um peda\u00e7o de Porto que se organiza em torno do cemit\u00e9rio e da capela de Saint James, e que se estende no \u00abcaminho velho\u00bb para a Foz, pela Rua de Vilar, de Entre Quintas e pelo Passeio Alegre. Este percurso tratar\u00e1 de analisar a forma como a cidade cresceu, a partir de ent\u00e3o para ocidente, entre a cidade consolidada e o Vale de Massarelos, cruzando as influ\u00eancias destas comunidades estrangeiras com a burguesia do Porto, na arte, no urbanismo e na sociedade.<\/p>\n","content":"<p>Desde a Baixa Idade M\u00e9dia, as intensas rela\u00e7\u00f5es comerciais entre Portugal e Inglaterra permitiram uma importante troca de bens, mercadorias e ideias. O Porto, cidade filha do com\u00e9rcio, ponto de passagem do fluxo de mercadorias entre o Mediterr\u00e2neo e o Norte da Europa, transformou-se, pelo menos, desde o s\u00e9culo XIII, em ponto de fixa\u00e7\u00e3o de mercadores ingleses, eixo fundamental da circula\u00e7\u00e3o internacional de produtos e mat\u00e9rias-primas. A partir do s\u00e9culo XVIII, a comunidade brit\u00e2nica prospera, multiplica-se e alarga a sua influ\u00eancia social e pol\u00edtica, ocupando dominantemente a parte ocidental da cidade. \u00c9 o tal \u00abbairro ocidental ingl\u00eas\u00bb, a que alude J\u00falio Dinis em \u00abUma Fam\u00edlia Inglesa\u00bb (1867). Um peda\u00e7o de Porto que se organiza em torno do cemit\u00e9rio e da capela de Saint James, e que se estende no \u00abcaminho velho\u00bb para a Foz, pela Rua de Vilar, de Entre Quintas e pelo Passeio Alegre. Este percurso tratar\u00e1 de analisar a forma como a cidade cresceu, a partir de ent\u00e3o para ocidente, entre a cidade consolidada e o Vale de Massarelos, cruzando as influ\u00eancias destas comunidades estrangeiras com a burguesia do Porto, na arte, no urbanismo e na sociedade.<\/p>\n<p><strong>J<\/strong><strong>orge Ricardo Pinto<\/strong> (Porto, 1975) \u00e9 licenciado, mestre e doutor em Geografia pela FLUP &#8211; Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador do CEGOT, professor coordenador do Instituto Superior de Ci\u00eancias Empresariais e do Turismo e autor de v\u00e1rios livros, cap\u00edtulos de livros e artigos cient\u00edficos, em torno da Geografia Hist\u00f3rica do Porto, da Geografia Urbana e da Hist\u00f3ria e Geografia do Turismo. Colabora tamb\u00e9m como docente convidado na FLUP e como formador na Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Ge\u00f3grafos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Material necess\u00e1rio:<\/strong><br \/>\n&#8211; Cal\u00e7ado apropriado \u00e0 caminhada;<br \/>\n&#8211; Chap\u00e9u, se estiver muito sol;<br \/>\n&#8211; Agasalho\/imperme\u00e1vel, se estiver frio ou chuviscar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nota:<\/strong> Atividade n\u00e3o coberta por seguro de acidentes pessoais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>BILHETES<\/h2>\n<p>Bilhetes dispon\u00edveis na <a href=\"https:\/\/museudoporto.bol.pt\/Comprar\/Bilhetes\/145497-caminhos_do_romantico_um_certo_porto_britanico_arte_e_urbanismo-museu_do_porto\/\">bilheteira online<\/a> ou espa\u00e7os com bilheteira do Museu do Porto<\/p>\n<p>Entrada 2 euros \/ Limitado a 25 participantes<\/p>\n"}],"previous_link":{"label":"","link":""},"next_link":{"label":"","link":""},"ambient_sound":false},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/17032","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17032"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=17032"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}