{"id":18178,"date":"2025-02-11T10:46:05","date_gmt":"2025-02-11T10:46:05","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=18178"},"modified":"2025-03-11T15:38:09","modified_gmt":"2025-03-11T15:38:09","slug":"comemoracoes-dos-700-anos-da-casa-do-infante-concerto-inaugural","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/comemoracoes-dos-700-anos-da-casa-do-infante-concerto-inaugural\/","title":{"rendered":"CONCERTO INAUGURAL DAS COMEMORA\u00c7\u00d5ES DOS 700 ANOS DA CASA DO INFANTE | SETE L\u00c1GRIMAS \u2014 PROJECTO DI\u00c1SPORA"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":18291,"template":"","resource_category":[20],"class_list":["post-18178","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-atividades"],"acf":{"ambient_sound":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"event","display_title":"CONCERTO INAUGURAL DAS COMEMORA\u00c7\u00d5ES DOS 700 ANOS DA CASA DO INFANTE | SETE L\u00c1GRIMAS \u2014 PROJECTO DI\u00c1SPORA","subtitle":"<p>Programa\u00e7\u00e3o de Sofia Louren\u00e7o<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o Art\u00edstica: Filipe Faria e S\u00e9rgio Peixoto<\/p>\n<p>Com Filipe Faria (voz, percuss\u00e3o, viola de m\u00e3o de 4 ordens), S\u00e9rgio Peixoto (voz), Tiago Matias (vihuela, guitarra barroca e tiorba) e Juan de la Fuente (percuss\u00e3o)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","date":{"show_time":true,"type":"range","date":null,"start_date":"16\/03\/2025 18:30","end_date":"16\/03\/2025 20:00"},"sessions":null,"location":{"type":"other","station":false,"location":"CASA DO INFANTE"},"media":{"type":false,"image":{"ID":18292,"id":18292,"title":"Sete La\u0301grimas - \u00a9 Rita Santos 2023 (341A9453)","filename":"Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-scaled.jpg","filesize":1437106,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-scaled.jpg","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/sete-lagrimas-rita-santos-2023-341a9453-2\/","alt":"","author":"15","description":"","caption":"","name":"sete-lagrimas-rita-santos-2023-341a9453-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2025-03-03 14:24:19","modified":"2025-03-03 14:25:07","menu_order":0,"mime_type":"image\/jpeg","type":"image","subtype":"jpeg","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":2560,"height":1707,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-150x150.jpg","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-300x200.jpg","medium-width":300,"medium-height":200,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-768x512.jpg","medium_large-width":640,"medium_large-height":427,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-1024x683.jpg","large-width":640,"large-height":427,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-scaled.jpg","ufg_200_200-width":200,"ufg_200_200-height":133,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-scaled.jpg","ufg_300_300-width":300,"ufg_300_300-height":200,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-scaled.jpg","ufg_400_400-width":400,"ufg_400_400-height":267,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-1536x1024.jpg","1536x1536-width":1536,"1536x1536-height":1024,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Sete-Lagrimas-\u00a9-Rita-Santos-2023-341A9453-2048x1365.jpg","2048x2048-width":2048,"2048x2048-height":1365}},"gallery":false},"excerpt":"<p>Sete s\u00e9culos depois da primeira pedra, a Casa do Infante celebra, este ano, o edif\u00edcio que ao longo do tempo albergou tantos servi\u00e7os, usos e feitos, inaugurando em mar\u00e7o, m\u00eas do nascimento do Infante, o programa das comemora\u00e7\u00f5es.\u00a0 Ser\u00e1 um concerto de m\u00fasica antiga a lembrar o que abrilhantou a festa de 1394, registado no pergaminho coevo \u2013 registo das despesas que a cidade efetuou com os festejos do seu batizado \u2013 guardado no Arquivo Hist\u00f3rico Municipal do Porto, por coincid\u00eancia ou por destino, tamb\u00e9m sediado neste espa\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","content":"<p>Quando, em 1325, Jo\u00e3o Anes Melacho inscreveu o seu nome no silhar, marcando para sempre a autoria do almaz\u00e9m r\u00e9gio destinado a Alf\u00e2ndega do Porto, que D. Afonso IV o havia mandado construir, n\u00e3o imaginava que 69 anos depois ficaria t\u00e3o ligada ao nascimento do Infante D. Henrique e aos festejos do seu batismo. Sete s\u00e9culos depois da primeira pedra, a Casa do Infante celebra, este ano, o edif\u00edcio que ao longo do tempo albergou tantos servi\u00e7os, usos e feitos, inaugurando em mar\u00e7o, m\u00eas do nascimento do Infante, o programa das comemora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ser\u00e1 um concerto de m\u00fasica antiga a lembrar o que abrilhantou a festa de 1394, registado no pergaminho coevo \u2013 <em>Recibos das despesas com os festejos do batismo do Infante D. Henrique <\/em>\u2013 guardado no Arquivo Hist\u00f3rico Municipal do Porto, por coincid\u00eancia ou por destino, tamb\u00e9m sediado nesta espa\u00e7o. Um momento de festa e celebra\u00e7\u00e3o, a lembrar a casa do Infante que lhe deu o nome, que tem sido abrigo e palco de muitos projetos e acontecimentos e que segue a perpetuar a mem\u00f3ria da cidade e do seu patrono.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>O que o Sete L\u00e1grimas nos prop\u00f5e no seu projecto Di\u00e1spora \u00e9 uma viagem por repert\u00f3rios escritos e orais, mais pr\u00f3ximos ou mais remotos, de teor ora mais erudito ora mais popular, que reflectem esta viv\u00eancia de seis s\u00e9culos de partilhas art\u00edsticas intensas num mundo interligado pela primeira vez pelas caravelas portuguesas e marcado no decurso desse tempo longo por luzes e sombras, dores e alegrias, viol\u00eancia e paix\u00e3o de que a M\u00fasica d\u00e1 testemunho.<\/em><\/p>\n<p>\u2014 Rui Vieira Nery<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Sons, imagina\u00e7\u00e3o, viagem. Tr\u00eas operadores do universo criativo da di\u00e1spora portuguesa que deram origem a um vasto report\u00f3rio \u2013 em grande parte ainda desconhecido. Deles nasceram novas gal\u00e1xias sonoras, espalhadas pelas sete partidas, conhecidas por m\u00fasica e por tantos e diferentes nomes. Sons de vozes, de instrumentos, do sino \u201cque desperta o sonho dos monges\u201d (Sim\u00e3o Xavier da Cunha, ou Wu Yushan, 1632-1718). Sons de rein\u00f3is, de merdejkas, de cafres, de malaios, de uma paleta humana sem precedentes na hist\u00f3ria da humanidade.<\/em><\/p>\n<p>\u2014 Jo\u00e3o Soeiro de Carvalho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PROGRAMA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Int\u00e9rpretes<\/em><\/p>\n<p>FILIPE FARIA (voz, percuss\u00e3o, viola de m\u00e3o de 4 ordens)<\/p>\n<p>S\u00c9RGIO PEIXOTO (voz)<\/p>\n<p>TIAGO MATIAS (vihuela, guitarra barroca e tiorba)<\/p>\n<p>JUAN DE LA FUENTE (percuss\u00e3o)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Autores e obras musicais<\/em><\/p>\n<ol>\n<li>D. DINIS (1261-1325) \u2014 Que\u2019eu maneira de Proen\u00e7al<\/li>\n<li>TRADITIONAL (It\u00e1lia\/Lombardia) \u2014 San Giuseppe e la Madonna<\/li>\n<li>FILIPE DA MADRE DE DEUS (1626-?) \u2014 <em>Oiga el que ignora<\/em><\/li>\n<li>VILANCICO ANON. (s. XVI) \u2014\u00a0Senhora del mundo<\/li>\n<li>ANON. (Brasil) \u2014 \u00c9 tarde, ela dorme<\/li>\n<li>Trad. Andaluzia\/JUAN DE LA FUENTE \u2014 Varia\u00e7\u00e3o sobre Seguiriya<\/li>\n<li>LUNDUN (s. XVIII\/XIX) \u2014 Menina voc\u00ea que tem<\/li>\n<li>FILIPE FARIA (n.1976) e S\u00c9RGIO PEIXOTO(n.1974) sobre poema an\u00f3nimo (s. XVI) \u2014 <em>Pues que veros<\/em><\/li>\n<li>Trad. (Macau\/China) \u2014 Bastiana<\/li>\n<li>Trad. (Timor) \u2014 Mai fali \u00e9<\/li>\n<li>FILIPE FARIA (n.1976) e S\u00c9RGIO PEIXOTO(n.1974) sobre An\u00f3nimo (s. XVI) \u2014 L\u00e1grimas de saudade<\/li>\n<li>Sarambeque de Abreu (s. XVII)<\/li>\n<li>EUG\u00c9NIO TAVARES (1867-1930) \u2014 A for\u00e7a de Cretcheu<\/li>\n<li>Trad. (Jap\u00e3o) \u2014 Takeda no komoriuta<\/li>\n<li>ANON. (Codex Coimbra, MM97\/Tiago Matias) \u2014 Tarantela<\/li>\n<li>Trad. (Idanha-a-Nova\/Portugal) \u2014 Meu bem <em>b\u00ea \u00e0 b\u00e1<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Projecto Di\u00e1spora<\/strong> \u2014 Para l\u00e1 de caravelas e de Boa-Esperan\u00e7a a rela\u00e7\u00e3o de Portugal com o mundo nasce de uma vontade de mudan\u00e7a&#8230; Com a expans\u00e3o portuguesa do s\u00e9culo XV inicia-se um per\u00edodo de acultura\u00e7\u00e3o e miscigena\u00e7\u00e3o que influencia mutuamente as pr\u00e1ticas musicais dos pa\u00edses dos Descobrimentos e de Portugal e muda a configura\u00e7\u00e3o do nosso ADN colectivo para sempre&#8230;<\/p>\n<p>O projecto Di\u00e1spora conta com tr\u00eas t\u00edtulos: \u201cDiaspora.pt\u201d (2008), \u201cTerra\u201d (2011) e \u201cPen\u00ednsula\u201d (2012) e mergulha nos g\u00e9neros e formas musicais dos cinco continentes de ontem e de hoje, arriscando novas f\u00f3rmulas interpretativas de repert\u00f3rios populares e eruditos do s\u00e9culo XVI ao s\u00e9culo XX, do vilancico ib\u00e9rico \u00e0s modinhas e lunduns, dos vilancicos \u201cnegros\u201d do s\u00e9culo XVI\/XVII ao \u201cchorinho\u201d brasileiro, das \u201cmornas\u201d africanas \u00e0s can\u00e7\u00f5es tradicionais de Timor, Macau, \u00cdndia, Brasil, etc&#8230; Uma vertigem experimental pela viagem, caminho, peregrina\u00e7\u00e3o, terra, \u00e1gua, saudade e pelo que ficou hoje depois de todos os ontem&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>BILHETES<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bol.pt\/Comprar\/Bilhetes\/153506-concerto_inaugural_das_comemoracoes_dos_700_anos_da_casa_do_infante-casa_do_infante\/\">Bilheteira online<\/a> ou espa\u00e7os com bilheteira do Museu do Porto \/ 60 participantes<\/p>\n<p>Pre\u00e7o: 4\u20ac Geral<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Descontos:<\/p>\n<p>Cart\u00e3o Bibliotecas 50%<\/p>\n<p>Cart\u00e3o Porto. 50%<\/p>\n<p>Colaboradores MP 50%<\/p>\n<p>Estudantes 30%<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"row block-text text-no-indent\">\n<div class=\"col-xs-8 col-sm-7 col-md-5 col-md-offset-3 col-xl-4 col-xl-offset-4\">\n<h2>ENDERE\u00c7O<\/h2>\n<p>Rua da Alf\u00e2ndega, 10<br \/>\n4050-029 Porto<br \/>\n<span data-ccp-props=\"{\"><a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/dir\/\/casa+do+infante\/data=!4m6!4m5!1m1!4e2!1m2!1m1!1s0xd2464e048a7dd5f:0xa4c812eb37711092?sa=X&amp;ved=2ahUKEwjXsruLjbDuAhXEZxUIHSP1APAQ9RcwFHoECCYQBA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-cursor-hover=\"ready\">Dire\u00e7\u00f5es<\/a><\/span><\/p>\n<h2>AUTOCARRO<\/h2>\n<p>500, 900, 901, 906, ZM, ZR, 1<\/p>\n<h2>METRO<\/h2>\n<p>S. Bento<\/p>\n<h2>ESTACIONAMENTO<\/h2>\n<p>Pra\u00e7a do Infante D. Henrique<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n"}],"previous_link":{"label":"","link":""},"next_link":{"label":"","link":""},"breadcrumb":false},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/18178","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18291"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18178"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=18178"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}