{"id":19779,"date":"2025-06-06T15:57:39","date_gmt":"2025-06-06T14:57:39","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=19779"},"modified":"2025-06-11T14:06:44","modified_gmt":"2025-06-11T13:06:44","slug":"jornadas-europeias-de-arqueologia-2025-novos-e-velhos-sitios-arqueologicos-com-contextos-funerarios-na-cidade-do-porto","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/jornadas-europeias-de-arqueologia-2025-novos-e-velhos-sitios-arqueologicos-com-contextos-funerarios-na-cidade-do-porto\/","title":{"rendered":"JORNADAS EUROPEIAS DE ARQUEOLOGIA 2025 \u2014 NOVOS E VELHOS S\u00cdTIOS ARQUEOL\u00d3GICOS COM CONTEXTOS FUNER\u00c1RIOS NA CIDADE DO PORTO"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":19588,"template":"","resource_category":[20],"class_list":["post-19779","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-atividades"],"acf":{"breadcrumb":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"event","display_title":"JORNADAS EUROPEIAS DE ARQUEOLOGIA 2025 \u2014 NOVOS E VELHOS S\u00cdTIOS ARQUEOL\u00d3GICOS COM CONTEXTOS FUNER\u00c1RIOS NA CIDADE DO PORTO","subtitle":"","date":{"show_time":true,"type":"range","date":null,"start_date":"14\/06\/2025 10:00","end_date":"14\/06\/2025 18:00"},"sessions":null,"location":{"type":"other","station":false,"location":"RESERVAT\u00d3RIO"},"media":{"type":false,"image":{"ID":19589,"id":19589,"title":"jornadas (1)","filename":"jornadas-1-scaled.jpg","filesize":1466172,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-scaled.jpg","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/jornadas-1-2\/","alt":"","author":"15","description":"","caption":"","name":"jornadas-1-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2025-05-28 13:29:51","modified":"2025-06-06 14:49:47","menu_order":0,"mime_type":"image\/jpeg","type":"image","subtype":"jpeg","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":2560,"height":1707,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-150x150.jpg","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-300x200.jpg","medium-width":300,"medium-height":200,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-768x512.jpg","medium_large-width":640,"medium_large-height":427,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-1024x683.jpg","large-width":640,"large-height":427,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-200x200.jpg","ufg_200_200-width":200,"ufg_200_200-height":200,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-300x300.jpg","ufg_300_300-width":300,"ufg_300_300-height":300,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-400x400.jpg","ufg_400_400-width":400,"ufg_400_400-height":400,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-1536x1024.jpg","1536x1536-width":1536,"1536x1536-height":1024,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/jornadas-1-2048x1365.jpg","2048x2048-width":2048,"2048x2048-height":1365}},"gallery":false},"excerpt":"<p>Importantes contextos funer\u00e1rios t\u00eam vindo a ser alvo de interven\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas na cidade do Porto. S\u00e3o os casos da inesperada descoberta da necr\u00f3pole romana de Paranhos e dos cemit\u00e9rios oitocentistas situados na Biblioteca P\u00fablica Municipal do Porto e no antigo Hospital da Ordem do Carmo, intervencionados pela primeira vez h\u00e1 cerca de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o de materiais arqueol\u00f3gicos associados a estes s\u00edtios, assim como aos do Cemit\u00e9rio do Bispo (S\u00e9), dar\u00e1 o mote a um programa de conversas com os respons\u00e1veis pelo seu estudo, em conjunto com os investigadores do BeFRAIL, projeto interdisciplinar de an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o de restos osteol\u00f3gicos humanos em contextos mortu\u00e1rios de crise, como a c\u00f3lera e a guerra civil que marcaram a cidade do Porto nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n","content":"<p>Importantes contextos funer\u00e1rios t\u00eam vindo a ser alvo de interven\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas na cidade do Porto. S\u00e3o os casos da inesperada descoberta da necr\u00f3pole romana de Paranhos e dos cemit\u00e9rios oitocentistas situados na Biblioteca P\u00fablica Municipal do Porto e no antigo Hospital da Ordem do Carmo, intervencionados pela primeira vez h\u00e1 cerca de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o de materiais arqueol\u00f3gicos associados a estes s\u00edtios, assim como aos do Cemit\u00e9rio do Bispo (S\u00e9), dar\u00e1 o mote a um programa de conversas com os respons\u00e1veis pelo seu estudo, em conjunto com os investigadores do BeFRAIL, projeto interdisciplinar de an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o de restos osteol\u00f3gicos humanos em contextos mortu\u00e1rios de crise, como a c\u00f3lera e a guerra civil que marcaram a cidade do Porto nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>PROGRAMA<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10H | Boas-vindas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10H10 | <strong>A necr\u00f3pole romana de Paranhos<br \/>\n<\/strong>Com Rita Pinto (Empatia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A necr\u00f3pole romana de Paranhos revela um espa\u00e7o funer\u00e1rio composto por um conjunto de sepulturas, cuja escava\u00e7\u00e3o permitiu a exuma\u00e7\u00e3o de uma expressiva quantidade de mobili\u00e1rio f\u00fanebre, refletindo as pr\u00e1ticas funer\u00e1rias em contexto romano tardo-imperial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10h30 | <strong>Conversa: <\/strong>Em torno dos objetos funer\u00e1rios de Paranhos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11h00 | Pausa para caf\u00e9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11h30 | <strong>O cemit\u00e9rio do Bispo<br \/>\n<\/strong>Com Paulo Dordio (CITCEM) e Mafalda Capela (ERA \u2013 Arqueologia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ser\u00e3o abordadas as diversas reconfigura\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o cemiterial do Bispo desde a Idade M\u00e9dia at\u00e9 \u00e0 Idade Moderna e a sua correla\u00e7\u00e3o com a expans\u00e3o do complexo monumental de Catedral, bem como as tend\u00eancias da evolu\u00e7\u00e3o urbana da cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11h50 | <strong>O claustro velho da S\u00e9<br \/>\n<\/strong>Com Sofia Soares e Marta Borges (Empatia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Claustro Velho da S\u00e9 do Porto desempenhou ao longo do tempo um importante papel de cariz religioso e funer\u00e1rio, funcionando como local de enterramento caracterizado por duas tipologias &#8211; enterramentos de inuma\u00e7\u00e3o tipo &#8220;covacho&#8221; e enterramentos de inuma\u00e7\u00e3o em sepulturas de pedra tipo &#8220;cista<em>&#8220;.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12h10 | <strong>Conversa:<\/strong> Em torno dos objetos funer\u00e1rios da S\u00e9 Catedral<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12h40 | Pausa para almo\u00e7o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14h00 | <strong>Morrer no Porto do s\u00e9culo XIX: primeiros resultados da escava\u00e7\u00e3o do cemit\u00e9rio de Santo Ildefonso (2024\/2025)<br \/>\n<\/strong>Com Sofia Nogueira, S\u00e9rgio Amorim e Jos\u00e9 Carvalho (ERA \u2013 Arqueologia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Primeiro cemit\u00e9rio p\u00fablico do Porto, mandado instalar por D. Pedro IV na \u00e1rea exterior \u00e0 atual Biblioteca P\u00fablica Municipal do Porto, aquando do surto de c\u00f3lera que assolou a cidade do Porto entre 1833 e 1835. Foram intervencionadas 48 sepulturas e recuperados 115 indiv\u00edduos, que constitui uma amostra natural da popula\u00e7\u00e3o que habitava a cidade \u00e0 \u00e9poca e fornece dados bioarqueol\u00f3gicos fundamentais sobre as condi\u00e7\u00f5es de vida, a sa\u00fade e os padr\u00f5es de mortalidade da popula\u00e7\u00e3o do Porto do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14h20 | <strong>O cemit\u00e9rio da Vener\u00e1vel Ordem Terceira do Carmo<br \/>\n<\/strong>Com V\u00edtor Fonseca, Gra\u00e7a Pereira, Jorge Fonseca e Z\u00e9lia Rodrigues (Arqueologia &amp; Patrim\u00f3nio)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ser\u00e3o divulgados os primeiros resultados da interven\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica e antropol\u00f3gica ainda em curso. Destacaremos as diferentes tipologias de enterramentos, o esp\u00f3lio presente nos mesmos, bem como a prov\u00e1vel evolu\u00e7\u00e3o arquitet\u00f3nica do cemit\u00e9rio desde a sua cria\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao seu abandono.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14h40 |\u00a0 <strong>Conversa: <\/strong>Em torno dos objetos funer\u00e1rios oitocentistas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15h10 | Pausa para caf\u00e9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15h40 | <strong>Mem\u00f3rias da fragilidade: arqueologia da vida e morte no Porto do s\u00e9culo XIX<br \/>\n<\/strong>Com Francisca Alves Cardoso, Alexandra Esteves, An\u00edbal Barreira, Anne Malcherek, C\u00e9lia Oliveira, Paula Mota Santos, Rui Maia, Steffi Vassallo, Soraia Silva, Z\u00e9lia Rodrigues (projeto BeFRAIL)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esta apresenta\u00e7\u00e3o enfatiza a import\u00e2ncia do conhecimento colaborativo da arqueologia, da hist\u00f3ria e da antropologia, na compreens\u00e3o da morte, da doen\u00e7a e da fragilidade humana em contextos mortu\u00e1rios afetos \u00e0 guerra e \u00e0 c\u00f3lera na cidade do Porto, no s\u00e9culo XIX, usando como estudo de caso o contexto mortu\u00e1rio associado \u00e0 Vener\u00e1vel Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo do Porto<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16h00 | <strong>Desenterrar o passado na Ordem do Carmo: A perspetiva da gen\u00e9tica populacional<br \/>\n<\/strong>Com Cl\u00e1udia Gomes, Anne Malcherek, C\u00e9sar L\u00f3pez Matayoshi, Sara Palomo Diez, Steffi Vassallo, Z\u00e9lia Rodrigues, Francisca Alves Cardoso (projeto BeFRAIL)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esta apresenta\u00e7\u00e3o explora o contributo dos estudos gen\u00e9ticos na compreens\u00e3o do passado humano. Permite explorar rela\u00e7\u00f5es de parentesco entre as pessoas inumadas, de doen\u00e7as infecciosas, assim como de poss\u00edveis migra\u00e7\u00f5es no contexto mortu\u00e1rio associado \u00e0 Vener\u00e1vel Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo do Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16h20 | <strong>A morte como express\u00e3o cultural<br \/>\n<\/strong>Com Paula Mota Santos (UFP\/ projeto BeFRAIL)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Breve elucida\u00e7\u00e3o de como a morte, sendo uma realidade biol\u00f3gica, na verdade comporta uma dimens\u00e3o sociocultural, que se expressa, por exemplo, nos rituais f\u00fanebres, nos tipos de sepultamento e nos processos de luto. O caso da transi\u00e7\u00e3o dos enterros nas igrejas para os cemit\u00e9rios p\u00fablicos no Portugal oitocentista ser\u00e1 dado como exemplo de como a seculariza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o da morte representou uma mudan\u00e7a significativa em que o sagrado \u00e9 suplantado pelo racional<em>.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>17h40 | <strong>Conversa<\/strong>: Em torno das fragilidades da vida e da morte de Oitocentos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>INSCRI\u00c7\u00d5ES<\/h2>\n<p>Entrada livre, mediante inscri\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do endere\u00e7o de e-mail arqueologia@cm-porto.pt\/ 50 participantes<\/p>\n<h2>Endere\u00e7o<\/h2>\n<p>Parque da Pasteleira (Entrada Poente)<br \/>\nRua de Gomes Eanes de Azurara, s\/n<br \/>\n4150-362 Porto<br \/>\nGPS: 41.151579, -8.662588<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/place\/MUSEU+DA+CIDADE%E2%80%94Reservat%C3%B3rio\/@41.1516095,-8.6647695,17z\/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0xd246f0639d3f147:0xd6c8046be9a04e58!8m2!3d41.1516095!4d-8.6625808\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-cursor-hover=\"ready\">Localiza\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<h2>Autocarro<\/h2>\n<p>200, 204, 207, 504<\/p>\n<h2>Estacionamento<\/h2>\n<p>Free parking spaces.<\/p>\n<h2>Jardins<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/garden\/parque-da-pasteleira\/\" data-cursor-hover=\"ready\">PARQUE URBANO DA PASTELEIRA<\/a><\/p>\n"}],"previous_link":{"label":"","link":""},"next_link":{"label":"","link":""},"ambient_sound":false},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/19779","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19588"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19779"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=19779"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}