{"id":20138,"date":"2025-09-03T15:37:52","date_gmt":"2025-09-03T14:37:52","guid":{"rendered":"https:\/\/museudoporto.pt\/?post_type=resource&#038;p=20138"},"modified":"2025-09-19T14:04:33","modified_gmt":"2025-09-19T13:04:33","slug":"jornadas-europeias-do-patrimonio-2025-patrimonio-edificado","status":"publish","type":"resource","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/recurso\/jornadas-europeias-do-patrimonio-2025-patrimonio-edificado\/","title":{"rendered":"JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIM\u00d3NIO 2025 \u2014 PATRIM\u00d3NIO ARQUITET\u00d3NICO"},"content":{"rendered":"","protected":false},"featured_media":20139,"template":"","resource_category":[20],"class_list":["post-20138","resource","type-resource","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","resource_category-atividades"],"acf":{"breadcrumb":false,"file":false,"content":[{"acf_fc_layout":"event","display_title":"JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIM\u00d3NIO 2025 \u2014 PATRIM\u00d3NIO ARQUITET\u00d3NICO","subtitle":"","date":{"show_time":true,"type":"range","date":"","start_date":"20\/09\/2025 10:30","end_date":"21\/09\/2025 16:30"},"sessions":null,"location":{"type":"other","station":false,"location":"ANTIGA CASA DA C\u00c2MARA \/ ARQUEOSS\u00cdTIO \/ BANCO DE MATERIAIS \/ CASA DO INFANTE \/ CENTRO HIST\u00d3RICO DO PORTO \u2013 PATRIM\u00d3NIUO MUNDIAL \/ RESERVAT\u00d3RIO"},"media":{"type":false,"image":{"ID":20140,"id":20140,"title":"cmp08052025ruioliveira00083","filename":"cmp08052025ruioliveira00083.jpg","filesize":365585,"url":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083.jpg","link":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/cmp08052025ruioliveira00083-2\/","alt":"","author":"11","description":"","caption":"","name":"cmp08052025ruioliveira00083-2","status":"inherit","uploaded_to":0,"date":"2025-09-03 14:40:34","modified":"2025-09-03 14:40:55","menu_order":0,"mime_type":"image\/jpeg","type":"image","subtype":"jpeg","icon":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-includes\/images\/media\/default.png","width":2500,"height":1667,"sizes":{"thumbnail":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-150x150.jpg","thumbnail-width":150,"thumbnail-height":150,"medium":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-300x200.jpg","medium-width":300,"medium-height":200,"medium_large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-768x512.jpg","medium_large-width":640,"medium_large-height":427,"large":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-1024x683.jpg","large-width":640,"large-height":427,"ufg_200_200":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-200x200.jpg","ufg_200_200-width":200,"ufg_200_200-height":200,"ufg_300_300":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-300x300.jpg","ufg_300_300-width":300,"ufg_300_300-height":300,"ufg_400_400":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-400x400.jpg","ufg_400_400-width":400,"ufg_400_400-height":400,"1536x1536":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-1536x1024.jpg","1536x1536-width":1536,"1536x1536-height":1024,"2048x2048":"https:\/\/museudoporto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cmp08052025ruioliveira00083-2048x1366.jpg","2048x2048-width":2048,"2048x2048-height":1366}},"gallery":false},"excerpt":"<p>A evolu\u00e7\u00e3o do ser humano est\u00e1 sempre acompanhada pelas manifesta\u00e7\u00f5es que revelam a sua adapta\u00e7\u00e3o a um territ\u00f3rio e \u00e0s suas circunst\u00e2ncias. Nesse processo hist\u00f3rico de humaniza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, a arquitetura dos lugares constitui-se como um fator essencial na caracteriza\u00e7\u00e3o das formas de construir, habitar, socializar, evidenciando tamb\u00e9m os aspetos pol\u00edticos, econ\u00f3micos e est\u00e9ticos que influenciaram a concretiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica de todo o espa\u00e7o urbano. O di\u00e1logo entre a topografia e as volumetrias variadas das constru\u00e7\u00f5es acentuam o car\u00e1cter e a singularidade dos s\u00edtios.<\/p>\n<p>Mem\u00f3ria e testemunho cultural de um povo, a leitura visual das constru\u00e7\u00f5es alimenta a sensa\u00e7\u00e3o \u00fanica da surpresa quando descobrimos a beleza do azulejo, do vitral, do estuque, da grade, da claraboia, da escadaria e de outros elementos, num esfor\u00e7o de dignifica\u00e7\u00e3o que contribui para uma consci\u00eancia coletiva sobre a preserva\u00e7\u00e3o dos valores do patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico.<\/p>\n<p>\u00c9 este olhar atento sobre o patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico da Cidade a proposta das Jornadas Europeias do Patrim\u00f3nio deste ano, num programa que inclui derivas, visitas comentadas, conversas e oficinas.<\/p>\n","content":"<p>A evolu\u00e7\u00e3o do ser humano est\u00e1 sempre acompanhada pelas manifesta\u00e7\u00f5es que revelam a sua adapta\u00e7\u00e3o a um territ\u00f3rio e \u00e0s suas circunst\u00e2ncias. Nesse processo hist\u00f3rico de humaniza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, a arquitetura dos lugares constitui-se como um fator essencial na caracteriza\u00e7\u00e3o das formas de construir, habitar, socializar, evidenciando tamb\u00e9m os aspetos pol\u00edticos, econ\u00f3micos e est\u00e9ticos que influenciaram a concretiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica de todo o espa\u00e7o urbano. O di\u00e1logo entre a topografia e as volumetrias variadas das constru\u00e7\u00f5es acentuam o car\u00e1cter e a singularidade dos s\u00edtios.<\/p>\n<p>Mem\u00f3ria e testemunho cultural de um povo, a leitura visual das constru\u00e7\u00f5es alimenta a sensa\u00e7\u00e3o \u00fanica da surpresa quando descobrimos a beleza do azulejo, do vitral, do estuque, da grade, da claraboia, da escadaria e de outros elementos, num esfor\u00e7o de dignifica\u00e7\u00e3o que contribui para uma consci\u00eancia coletiva sobre a preserva\u00e7\u00e3o dos valores do patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico.<\/p>\n<p>\u00c9 este olhar atento sobre o patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico da Cidade a proposta das Jornadas Europeias do Patrim\u00f3nio deste ano, num programa que inclui derivas, visitas comentadas, conversas e oficinas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>PROGRAMA<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u><strong>S\u00c1B 20 SET<\/strong><br \/>\n<\/u><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>10H30 | DERIVA &#8211; CANCELADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ponto de encontro:<\/strong> Rua dos Cl\u00e9rigos (em frente \u00e0 escadaria da Igreja dos Cl\u00e9rigos) | <strong>Fim:<\/strong> Largo do Cubo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REDESCOBRIR A MURALHA FERNANDINA<\/strong><\/p>\n<p>Orientada por Lu\u00eds Aguiar Branco com Alda Bessa e Alexandra Ramos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Muralha G\u00f3tica, com constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1336, por D. Afonso IV, \u00e9 vulgarmente chamada Muralha Fernandina por ter ficado conclu\u00edda \u00e0 volta de 1375, quando reinava j\u00e1 D. Fernando I. Apesar de ter sobrevivido apenas parcialmente, dela restam partes consider\u00e1veis e o seu tra\u00e7ado \u00e9 ainda facilmente reconhec\u00edvel na malha urbana. O tro\u00e7o mais conservado, e que mais se imp\u00f5e na paisagem, localiza-se a nascente, na Escarpa dos Guindais. H\u00e1, no entanto, muitos outros trechos bem preservados de muralha, \u00e0 vista ou integrados nas constru\u00e7\u00f5es que se sobrepuseram, fruto do crescimento da cidade. Neste percurso de cerca de 2 km, ao longo do tra\u00e7ado da Muralha Fernandina, propomos tornar vis\u00edvel o invis\u00edvel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11H | OFICINA PARA FAM\u00cdLIAS <\/strong><\/p>\n<p><strong>Arqueoss\u00edtio<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AL\u00c9M-C\u00c1PSULA #3<\/strong><\/p>\n<p>Com Coletivo ARiSCA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A arqueologia \u00e9 um mundo de linhas sobrepostas: gr\u00e1ficas, temporais e de pensamento. \u00c9 o desenho que revela e constr\u00f3i essas linhas que nos permitem criar paisagens intemporais. Podem essas imagens ajudar-nos a imaginar o futuro arquitet\u00f3nico da cidade a partir das ru\u00ednas do Arqueoss\u00edtio?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destinat\u00e1rios: M\/5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>14H30 | DERIVA &#8211; ESGOTADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ponto de encontro: <\/strong>Avenida Vimara Peres, n.\u00ba 25\/27 |<strong>\u00a0Fim: <\/strong>Largo do Cubo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A REABILITA\u00c7\u00c3O E REVITALIZA\u00c7\u00c3O DO MORRO DA S\u00c9<\/strong><\/p>\n<p>Com Ana Leite Pereira, Helena Monteiro e Sara Abreu<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Numa imers\u00e3o ao cora\u00e7\u00e3o do Centro Hist\u00f3rico do Porto, com foco nos projetos de reabilita\u00e7\u00e3o urbana promovidos pela Porto Vivo, SRU, no Morro da S\u00e9, partimos da Avenida Vimara Peres, junto \u00e0 nova Unidade de Interven\u00e7\u00e3o de Santa Clara, subindo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Avenida da Ponte e ao Largo da S\u00e9, para nos embrenharmos nas ruas medievais e no casario t\u00edpico desta zona hist\u00f3rica. Ao longo do trajeto, daremos destaque \u00e0s interven\u00e7\u00f5es arquitet\u00f3nicas e urban\u00edsticas que t\u00eam vindo a transformar este n\u00facleo antigo da cidade, preservando a sua identidade e promovendo a sua revitaliza\u00e7\u00e3o, e teremos a oportunidade de entrar em algumas das habita\u00e7\u00f5es recuperadas, conhecer os seus interiores e ouvir as hist\u00f3rias das pessoas que nelas vivem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>16H | CONVERSA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Reservat\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DI\u00c1LOGOS DE ARQUITETURA E ARQUEOLOGIA: O HOSPITAL DE D. LOPO DE ALMEIDA<\/strong><\/p>\n<p>Com Gabriel Rocha Pereira, Nuno Tasso de Sousa e Paulo Dordio Gomes | Modera\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Ferr\u00e3o Afonso<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Hospital de D. Lopo de Almeida foi edificado pela Santa Casa da Miseric\u00f3rdia do Porto a partir de 1605, por vontade testament\u00e1ria de D. Lopo de Almeida (confessor de Filipe I). Constru\u00eddo faseadamente, o Hospital dispunha de diversas \u00e1reas especializadas, como botica, enfermaria, palheiro, casa do padre e cemit\u00e9rio. Esteve em funcionamento desde 1610 at\u00e9 cerca de 1801, sendo depois embebido e parcelado nas constru\u00e7\u00f5es que lhe sucederam. Do complexo subsiste hoje um relevante esp\u00f3lio documental e vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos, desvelados em v\u00e1rias interven\u00e7\u00f5es, que estimulam o di\u00e1logo entre arquitetura e arqueologia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>21H30 | DERIVA &#8211; ESGOTADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ponto de encontro: <\/strong>Arqueoss\u00edtio |<strong>\u00a0Fim: <\/strong>Antiga Casa da C\u00e2mara<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NO MORRO DA S\u00c9 \u2014 CIRCUITO NOTURNO<\/strong><br \/>\nCom Ant\u00f3nio Almeida, Carla Stockler, Isabel Os\u00f3rio, Laura Sousa, Manuela Ribeiro e S\u00e9rgio Gomes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste circuito noturno, a equipa de arqueologia do Museu e Bibliotecas do Porto partilha algumas das hist\u00f3rias guardadas no Morro da S\u00e9. Uma oportunidade para visitar, num \u00fanico percurso, o Arqueoss\u00edtio, o Beco de Redemoinhos, o Jardim do Museu Guerra Junqueiro, a Capela de Nossa Senhora das Verdades e a Antiga Casa da C\u00e2mara.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u><strong>DOM 21 SET<\/strong><\/u><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11H | VISITA COMENTADA &#8211; ESGOTADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Antiga Casa da C\u00e2mara<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong> O PA\u00c7O DO CONCELHO MEDIEVAL HOJE \u2014 MEM\u00d3RIA, FUN\u00c7\u00c3O E LEGADO NA CIDADE CONTEMPOR\u00c2NEA<\/strong><\/p>\n<p>Com Ant\u00f3nio Almeida<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas fundadoras para a cidade, o Centro Hist\u00f3rico do Porto re\u00fane alguma da melhor arquitetura de diferentes \u00e9pocas. Para uma paisagem t\u00e3o singular, muito contribuiu o talento de prestigiados arquitetos, com Fernando T\u00e1vora, respons\u00e1vel pelo projeto de reedifica\u00e7\u00e3o da Antiga Casa da C\u00e2mara, a ocupar um lugar de destaque.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11H | OFICINA PARA FAM\u00cdLIAS<\/strong><\/p>\n<p><b>Banco de Materiais<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>IMPRESS\u00d5ES NO MUSEU<\/strong><\/p>\n<p>Com Walter Almeida<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esta oficina convida as fam\u00edlias a embarcar numa viagem pelo Banco de Materiais, para registarem imagens e criar uma grande matriz, com material alternativo e a colabora\u00e7\u00e3o de todos. No final, cada fam\u00edlia vai levar para casa um belo p\u00f3ster com um pouquinho de cada um.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destinat\u00e1rios: M\/6<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>15H | DERIVA &#8211; ESGOTADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ponto de encontro: <\/strong>Igreja do Convento de Santa Clara | <strong>Fim:<\/strong> Jardim do Pal\u00e1cio dos Condes de Azevedo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SANTA CLARA E OS GUINDAIS DE ARNALDO GAMA<\/strong><br \/>\nCom Francisco Queiroz<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje quase esquecido, Arnaldo Gama foi um dos maiores escritores do Porto e um dos poucos contempor\u00e2neos de Camilo Castelo Branco que dele mereceu elogios liter\u00e1rios. Eram ambos representados pelo mesmo editor e conheciam-se, ainda que tivessem estilos bem diferentes. Arnaldo Gama enveredou sobretudo pelo romance hist\u00f3rico, ficando profundamente ligado aos Guindais de Cima, onde pontua hoje um monumento com a sua est\u00e1tua, junto \u00e0 muralha medieval que o autor abordou em algumas obras. Contudo, a hist\u00f3ria do s\u00edtio dos Guindais de Cima liga-se tamb\u00e9m \u00e0 de v\u00e1rios edif\u00edcios nas imedia\u00e7\u00f5es, alguns j\u00e1 desaparecidos \u2013 como a Porta do Sol, uns matadouros e uma inusitada f\u00e1brica \u2013 e outros ainda existentes \u2013 como o Convento de Santa Clara e o Pal\u00e1cio do Condes de Azevedo. A estes juntar-se-\u00e3o nesta deriva outros edif\u00edcios, \u00e0 mistura com hist\u00f3rias sobre artistas de \u00f3pera, um capit\u00e3o de navios, um negociante de vinhos, um famoso escultor, um forno de p\u00e3o, uma valiosa mina de \u00e1gua e outras curiosidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>15H | VISITA COMENTADA &#8211; ESGOTADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ponto de encontro: <\/strong>Arqueoss\u00edtio<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>QUANDO A ARQUITETURA ENCONTRA A ARQUEOLOGIA: INTEGRA\u00c7\u00c3O DE VEST\u00cdGIOS EM PROJETOS CONTEMPOR\u00c2NEOS<br \/>\n<\/strong>Com Helena Rente, Isabel Os\u00f3rio e Manuel Real (Arqueoss\u00edtio), Jorge Fonseca, Manuel Ventura, Rui Almeida, Rui Gon\u00e7alves Oliveira\u00a0e V\u00edtor Fonseca (Hotel Alaia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que fazer quando s\u00e3o identificados vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos no \u00e2mbito de um projeto de reabilita\u00e7\u00e3o? Como pensar e projetar a integra\u00e7\u00e3o destes bens no novo edificado? Como conciliar ru\u00ednas, sedimentos, artefactos e outros materiais com espa\u00e7os de uso diverso? Como garantir a sua comunica\u00e7\u00e3o e frui\u00e7\u00e3o p\u00fablica? Quais os desafios que se colocam a quem tem tais tarefas em m\u00e3os? Para responder a estas perguntas, as equipas de arquitetura e arqueologia, respons\u00e1veis pelo Arqueoss\u00edtio e o futuro Hotel Alaia, guiam uma visita pelos espa\u00e7os projetados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nota: Atividades n\u00e3o cobertas por seguro de acidentes pessoais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>INSCRI\u00c7\u00d5ES<\/h2>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o gratuita, mediante inscri\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do <a href=\"https:\/\/questionarios.cm-porto.pt\/index.php\/895218?lang=pt\">formul\u00e1rio<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n"}],"previous_link":{"label":"","link":""},"next_link":{"label":"","link":""},"ambient_sound":false},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource\/20138","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource"}],"about":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resource"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20139"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"resource_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museudoporto.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/resource_category?post=20138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}