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DERIVA #53 — CAMINHANDO PELO PORTO CERCADO (1832—1833) #2

Ponto de encontro: RESERVATÓRIO | Fim: FORTE DE S. JOÃO DA FOZ

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Em Janeiro de 1833, depois da chegada de Saldanha ao Porto, D. Pedro encarregou-o de realizar a extensão da linha defensiva até ao mar, para evitar o estrangulamento da cidade. Fez-se também a dilatação do exterior da linha desde o Monte Pedral ao Carvalhido, Prelada, Mirante, Ramalde, Lordelo, Monte do Pasteleiro, diretamente até à Senhora da Luz, sobre a praia. Ficou assim aliviada a estrada de S. João da Foz para o Porto, não deixando de ser arriscado lá transitar, devido ao intenso fogo dos Miguelistas. Nesta Deriva iremos caminhar por uma das frentes de combate mais importantes do Cerco do Porto, os setores da Pasteleira, Ervilha, Crasto, Luz e S. João da Foz, onde ingleses e escoceses, incluindo três gaiteiros, do Batalhão de Marinha do Coronel Hodges e do Major Shaw, se bateram com as guarnições Miguelistas dos grandes Fortes de Serralves, Ervilha e Crasto, para manterem aberta a Estrada do Ouro e a passagem dos abastecimentos para o Porto cercado.

 

Atividade não coberta por seguro de acidentes pessoais.

 

Sérgio Veludo (Porto, 1967) é professor adjunto da ESE – Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Doutorado em História, pertence às Comissões Científicas da Licenciatura em Gestão do Património Cultural e do Mestrado em Património, Artes e Turismo Cultural. É Investigador Integrado do INED/ESE, membro da Comissão Científica da Comissão Portuguesa de História Militar e Auditor de Defesa Nacional.

 

ENTRADAS

2 € 

 

1€ | Cartão Porto, titulares do cartão Bibliotecas Municipais, colaboradores CMP e Empresas Municipais

 

1,40€ | Estudantes

 

Bilheteira online ou espaços com bilheteira do Museu do Porto, apenas um mês antes da realização do percurso / 25 participantes

+info: educativo.museudoporto@cm-porto.pt. ou (+351) 226057000