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«Fragmentos da Cidade em Conta Corrente» é o título da exposição que recorre, de forma metafórica, a uma expressão do universo bancário para apresentar uma seleção de peças deste projeto pioneiro da Câmara Municipal do Porto, criado com o objetivo de salvaguardar o património arquitetónico e artístico integrado na arquitetura da cidade.
Ver mais«Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.
Ver maisO Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.
A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”
Ver maisA origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.
Ver mais«Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade.
Ver mais«Na Lâmina Implacável do Tempo» é uma exposição com curadoria de Rita Roque, realizada em estreita colaboração com a poeta Inês Lourenço, autora homenageada da Feira do Livro do Porto de 2026. Mais do que uma evocação biográfica, a exposição propõe uma aproximação ao universo poético de Inês Lourenço, através do percurso literário, da atividade editorial e das redes de criação e amizade que moldaram uma das vozes mais singulares da poesia portuguesa contemporânea. A partir do arquivo pessoal da poeta, reúne livros, manuscritos, correspondência, fotografias, objetos, documentação editorial e obras de arte que testemunham décadas de intensas afinidades estéticas e humanas.
Ver maisA Quinta dos Pacheco Pereira afirma-se como um lugar-chave na leitura da transformação do Vale de Massarelos ao longo do século XIX, num tempo em que o Porto se expandia e se redesenhava sob o impulso de profundas mudanças sociais, económicas e urbanas. Mais do que uma propriedade, esta quinta testemunha um processo mais vasto de ocupação e consolidação do território, onde antigas estruturas rurais coexistem e, progressivamente, dão lugar a novas formas de habitar, produzir e circular.
Ver maisSofia de Souza, irmã da pintora Aurélia de Souza, encantava todos com os seus chapéus ousados e cheios de personalidade, como o que vemos no seu célebre autorretrato. Mais do que uma peça de moda, os chapéus da Sofia eram uma expressão da sua criatividade e do seu espírito único. Inspirados pela sua história e pela sua ligação ao mundo da arte e da moda, nesta oficina vamos criar chapéus originais, explorando formas, cores e ideias que dão vida à imaginação, tal como a Sofia fazia com os seus icónicos acessórios!
Ver maisInspirada pelas obras da natureza e jardim do Museu Aurélia e Sofia de Souza, esta oficina convida a mergulhar no universo dos jardins secretos, espaços cheios de caminhos sinuosos, lagos tranquilos, árvores exuberantes e recantos mágicos.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
Ver maisOuvindo estórias do Cemitério do Prado do Repouso e seguindo pela Rua de S. Vitor chegamos às Fontainhas.
A partir deste que foi o primeiro jardim público do Porto e com a companhia das carquejeiras alcançamos o Douro com as suas elegantes pontes, que marcam presença na paisagem desde o séc. XIX. Agora, as escadas esperam por nós, numa subida até ao miradouro dos Guindais.
O percurso termina junto ao Grupo Desportivo Guindalense.
Ver maisNão há Portugal sem o Porto e não há Porto sem um permanente amor à liberdade. António José Seguro “Liberdade, liberdade, quem a tem chama-lhe sua”, a cidade do Porto sempre a teve e sempre fez questão de lhe chamar sua. Contra os desmandos do poder, contra o absolutismo, contra o centralismo, contra qualquer ameaça que ponha em causa a sua independência e a sua identidade. O Porto é uma cidade de pensamento, de indústria, de resistência e de criatividade, mais do que um arranjo de pedras e gente, é um atravessar de vozes que gritam liberdade.
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