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  • NA LÂMINA IMPLACÁVEL DO TEMPO — COLEÇÃO EDITORIAL E ARTÍSTICA DA POETA INÊS LOURENÇO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    Until 10 OCT 2026 22:00

    «Na Lâmina Implacável do Tempo» é uma exposição com curadoria de Rita Roque, realizada em estreita colaboração com a poeta Inês Lourenço, autora homenageada da Feira do Livro do Porto de 2026. Mais do que uma evocação biográfica, a exposição propõe uma aproximação ao universo poético de Inês Lourenço, através do percurso literário, da atividade editorial e das redes de criação e amizade que moldaram uma das vozes mais singulares da poesia portuguesa contemporânea. A partir do arquivo pessoal da poeta, reúne livros, manuscritos, correspondência, fotografias, objetos, documentação editorial e obras de arte que testemunham décadas de intensas afinidades estéticas e humanas.  

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  • VISITAS GUIADAS — BIBLIOTECA DE POESIA EUGÉNIO DE ANDRADE
    BIBLIOTECA DE POESIA EUGÉNIO DE ANDRADE
    Until 13 OCT 2026 10:30

    As visitas guiadas à Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, a primeira da cidade do Porto exclusivamente dedicada à poesia, situada na casa onde o “poeta da luz” viveu ao longo de dez anos, oferecem um percurso intimista pelas salas luminosas com vista para o mar, revelando o espólio literário, as leituras fundamentais de Eugénio e a ligação do espaço à sua memória criativa.

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  • PERCURSOS LITERÁRIOS — O RASTO DA MARESIA
    BIBLIOTECA DE POESIA EUGÉNIO DE ANDRADE
    Until 16 OCT 2026 14:30

    O roteiro literário «O rasto da maresia» convida a caminhar pelos cenários que inspiraram alguns dos maiores vultos da literatura portuguesa, transformando as ruas, os jardins e os faróis da Foz numa biblioteca a céu aberto.

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  • R.U.R. — DESENHOS DE PATRÍCIA MAGALHÃES INSPIRADOS NO LIVRO DE KAREL ČAPEK
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    Until 19 OCT 2026 18:00

    Patrícia Magalhães, formada em desenho e pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e pelo ArCo, com trabalho centrado sobretudo no desenho, produziu a convite da Embaixada da República Checa uma série de ilustrações em torno da peça «R.U.R.» de Karel Čapek, numa edição artística  e autor onde convergem texto e imagem. Publicada em 1920, a peça «Robôs Universais Rossum (R.U.R.)» conheceu sucesso imediato, tendo sido traduzida em mais de 30 idiomas. O texto  introduziu o termo robô nas línguas modernas e mantém-se absolutamente atual. Karel Čapek é considerado um dos maiores escritores da antiga Checoslováquia e um representante do seu espírito democrático.  

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  • CLUBE DE POESIA — A POESIA ADORA ANDAR DESCALÇA
    BIBLIOTECA DE POESIA EUGÉNIO DE ANDRADE
    Until 28 OCT 2026 15:00

    «A Poesia Adora Andar Descalça» é um projeto de continuidade, com periodicidade semanal, dedicado à promoção da palavra e da poesia nas suas vertentes escrita, lida e escutada. O Clube encontra o seu fôlego na coleção da Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, disponibilizando o seu acervo para consulta gratuita e fruição de todos os visitantes.

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  • PROGRAMA PARALELO «PORTO REGRESSO AO FUTURO — PORTO 2001»
    VÁRIOS LOCAIS
    Until 29 OCT 2026 18:00

    Instalada na Antiga Casa da Câmara, a exposição «Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade. Entre 3 de setembro e 29 de outubro, o Museu e Bibliotecas do Porto propõe, em colaboração com Luísa Bessa e Luís Tavares Pereira, um programa paralelo à exposição, composto por visitas guiadas, conversas e encontros que aprofundam diferentes perspetivas sobre a Porto 2001, a transformação urbana e a construção da memória coletiva da cidade.  

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  • A(R)RISCAR — OFICINAS DE ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA
    RESERVATÓRIO / BIBLIOTECA DE ARQUEOLOGIA
    Until 31 OCT 2026 14:30

    Luísa Jorge dá continuidade ao ciclo A(r)riscar com uma nova série de oficinas de ilustração científica inteiramente dedicadas à Arqueologia. Tendo como ponto de partida a coleção especializada da Biblioteca de Arqueologia e a atmosfera inspiradora do espaço museológico envolvente, este ciclo convida os participantes a olhar para o passado através do traço. Nestas sessões, o desenho de observação rigoroso funciona como a principal ferramenta para explorar. Reinterpretam-se vestígios, formas e narrativas históricas. Cada fragmento, artefacto ou ruína é objeto de criação artística. Uma experiência prática que une a precisão da ciência à sensibilidade da arte.

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  • A(R)RISCAR — OFICINAS DE ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA
    RESERVATÓRIO / BIBLIOTECA DE ARQUEOLOGIA
    Until 31 OCT 2026 14:30

    Luísa Jorge dá continuidade ao ciclo A(r)riscar com uma nova série de oficinas de ilustração científica inteiramente dedicadas à Arqueologia. Tendo como ponto de partida a coleção especializada da Biblioteca de Arqueologia e a atmosfera inspiradora do espaço museológico envolvente, este ciclo convida os participantes a olhar para o passado através do traço. Nestas sessões, o desenho de observação rigoroso funciona como a principal ferramenta para explorar. Reinterpretam-se vestígios, formas e narrativas históricas. Cada fragmento, artefacto ou ruína é objeto de criação artística. Uma experiência prática que une a precisão da ciência à sensibilidade da arte.

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  • PORTO REGRESSO AO FUTURO — PORTO 2001
    ANTIGA CASA DA CÂMARA
    Until 31 OCT 2026 17:30

    «Porto Regresso ao Futuro» recupera o imaginário da viagem no tempo para revisitar, 25 anos depois, a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, propondo um regresso, através da memória e do arquivo, a um dos momentos em que a ideia de futuro mais marcou a cidade.  

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  • CALL OF THE WEST
    CASA DO INFANTE / GABINETE DO TEMPO
    Until 22 NOV 2026 17:30

    «Call of the West» é uma história reencontrada. Esta exposição, a realizar-se na Casa do Infante, integra o programa da KISMIF Conference 2026. Trata uma narrativa longínqua de uma viagem, de uma amizade e de um momento irrepetível da cultura underground portuguesa. Estes registos fotográficos – feitos por Victor Torpedo em 1997 (com edição e tratamento de negativos de 35mm por Pedro Medeiros) – narram a primeira viagem dos Tédio Boys aos EUA. Era o augúrio de um mundo que se encontrava (e encontra) mergulhado numa série crescente de incertezas e riscos. Estes registos fotográficos são as provas de contacto de uma existência. Este trabalho é sobre um momento. Um eco coberto de poeira de Las Vegas, do isolamento das Badlands, do backstage do CBGB, Hollywood Boulevard e de Graceland. Além disso, é um trabalho artístico-criativo que retrata o tema da diáspora, o movimento e a necessidade de sair, indo em busca de algo diferente, tendo as culturas DIY e a imaginação crítica como um domínio crucial de resistência cultural e política.

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  • EXPOSIÇÕES «DIÁLOGO DUPLO» E «SEABRANANO E SEABRINA»
    MUSEU AURÉLIA E SOFIA DE SOUZA
    Until 28 NOV 2026 17:30

    O Museu do Porto apresenta oficialmente o Museu Aurélia e Sofia de Souza, nova designação da Casa Marta Ortigão Sampaio, numa proposta de renomeação concebida por Jorge Sobrado, atual Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto e antigo diretor do Museu do Porto.

    A inauguração integra duas exposições inéditas: “Diálogo Duplo” e “Seabranano e Seabrina”

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  • PRISMA — DO DOURO AO PORTO
    MUSEU DO VINHO DO PORTO
    Until 30 DEC 2026 17:30

    A origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.

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  • VISITA ORIENTADA — OS BASTIDORES DO ARQUIVO
    CASA DO INFANTE
    21 SEP 2026 14:30–15:30

    O Arquivo Histórico Municipal do Porto abre as suas portas para uma visita guiada aos bastidores de uma instituição dedicada à preservação da memória da cidade. Esta atividade oferece uma oportunidade única para conhecer áreas habitualmente reservadas aos profissionais, descobrir os processos de conservação, tratamento e digitalização de documentos, e explorar alguns dos tesouros documentais que testemunham a história do Porto ao longo dos séculos.

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  • DERIVA #65 — OS NOMES DOS LUGARES: S. JOÃO DA FOZ
    Ponto de encontro: RESERVATÓRIO
    22 SEP 2026 16:00–18:00

    O que nos dizem os nomes dos sítios onde passamos? A Foz velha é um verdadeiro centro histórico, que esconde um passado rural, marítimo e religioso, que a toponímia teima em não deixar apagar. Neste percurso, convidamos a olhar para a Foz com os olhos de quem lê a paisagem através do nome das suas ruas, praças e lugares. Vamos descubrir onde ficavam os antigos campos, quintas e cursos d'água, que ocupações marcaram a comunidade local e como a toponímia funciona como um arquivo vivo da nossa memória coletiva.

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  • OFICINA — ANIMAIS E PLANTAS ESCONDIDOS NO RESERVATÓRIO
    RESERVATÓRIO
    24 SEP 2026 10:00–15:30

    Será que um vaso de cerâmica pode ter um bicho escondido? E uma pedra antiga, pode ter letras ou plantas desenhadas? Nesta aventura, convidamos os mais novos a transformarem-se em verdadeiros "exploradores" numa caça ao tesouro no Reservatório! Com lupas e cadernos de campo para registar as descobertas, os exploradores vão procurar animais, flores, folhas e desenhos misteriosos gravados em objetos muito antigos.

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  • VISITA ORIENTADA — BASTIDORES ABERTOS: REVIVER, REVISITAR E REINVENTAR O PATRIMÓNIO MATERIAL
    RESERVA DO BANCO DE MATEIRIAIS (RUA DE BARÃO FORRESTER, N.º 960)
    25 SEP 2026 10:00–14:00

    O Banco de Materiais abre as portas do seu armazém no n.º 960 da Rua do Barão de Forrester. Numa iniciativa conjunta com a Nada Novo - Associação, partilhamos os bastidores da recolha e acondicionamento de materiais oriundos dos edifícios da cidade, cruzando a prática operacional com a investigação. Uma oportunidade única para debater a resiliência e o futuro dos materiais em duas visitas guiadas.

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  • VISITA ORIENTADA À CASA DO INFANTE #2
    CASA DO INFANTE
    25 SEP 2026 10:30–11:30

    Construída em 1325, a Casa do Infante é assim designada por aí ter presumidamente nascido Henrique, o Navegador. O monumento nacional foi a antiga Alfândega da cidade e Casa da Moeda. Durante a visita observam-se ainda vestígios de ocupação romana, dos séculos IV e V com pavimentos de mosaico.

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  • VISITA ORIENTADA — O FUTURO AOS NOSSOS PÉS: ARQUEOLOGIA, ARQUITETURA E ENGENHARIA NO QUARTEIRÃO DA BAINHARIA
    Ponto de encontro: ARQUEOSSÍTIO
    25 SEP 2026 15:00–17:00

    As escavações arqueológicas em curso no Quarteirão da Bainharia revelam uma verdadeira vertigem do tempo. Vestígios de uma muralha de tradição proto-histórica, da muralha medieval, do antigo aljube eclesiástico setecentista, de casas, espaços oficinais e de inúmeras outras estruturas que testemunham as sucessivas formas de habitar, transformar e reinventar esta encosta do Morro da Penaventosa ao longo de mais de dois milénios.  

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  • JOGO PARA FAMÍLIAS — VIAGEM PELA EUROPA ATRAVÉS DOS CACOS
    RESERVATÓRIO
    26 SEP 2026 10:00–11:30

    Taças, pratos, tijelas e adornos de outras paragens e de outros tempos chegaram ao Porto. Nesta viagem, cada participante será o «peão» de um jogo de tabuleiro desenhado no exterior do Reservatório. Cada família partirá em busca desses objetos para descobrirem os seus locais de origem e de que forma, ao longo do tempo, integraram o dia-a-dia das gentes da cidade. Hoje, tal como no passado, são marcas de um património comum, resistindo à passagem do tempo.

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  • VISITA GUIADA — PASSEIO MARÍTIMO
    Ponto de encontro: PARQUE DA CIDADE (ESCADAS JUNTO AO QUEIMÓDROMO)
    26 SEP 2026 10:30–28 SEP 2026 12:00

    A renovação urbana da Baixa resultou de um concurso por convites promovido pela Porto 2001 sob a coordenação do Arq.º Manuel Correia Fernandes, organizando o espaço central da cidade, da Rua da Restauração à Rua do Almada, a Oeste, dos Guindais à Rua Sá da Bandeira, a Leste, em quatro zonas. Estas zonas foram também pensadas em torno dos principais equipamentos culturais da Baixa: Leste A em torno do teatro São João, e cinemas Batalha e Águia D’Ouro (entretanto transformado em hotel), Leste B em torno do Teatro Municipal Rivoli, e do Coliseu do Porto, Oeste A em torno da Cadeia da Relação (CPF), Mosteiro São Bento da Vitória e Reitoria, e Oeste B, em torno do Auditório Carlos Alberto e Cinema Trindade (também parcialmente convertido em Hotel);

    A pouco e pouco o novo espaço público deixado pela Porto 2001 começou a receber novos usos, novas lojas começaram a ocupar os espaços em declínio, e os passeios alargados começaram a ser ocupados por esplanadas e pessoas. Os edifícios começaram a ser recuperados. A nova atratividade da Baixa trouxe também grandes investimentos em que a preservação do património surge como um entrave. Que estratégia para a recuperação do património, no Porto Património Mundial e nas zonas de proteção? E para lá das zonas de intervenção originais? O modelo Porto 2001 pode ser replicado? E com que tipo de ajustes?

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  • VISITA EXPLORATÓRIA — ONDE ESTÁ A INSCRIÇÃO? NO TRILHO DOS CHÃOS FOREIROS À CÂMARA
    Ponto de encontro: CAMPO DOS MÁRTIRES DA PÁTRIA (JUNTO AO «CAFÉ PORTA DO OLIVAL»)
    26 SEP 2026 11:00–13:00

    Esta visita exploratória desafia os participantes a um olhar atento sobre o tecido edificado do Morro do Olival. Ao longo do percurso, os «detetives do património» vão em busca de antigas inscrições gravadas nas padieiras das portas — com a sigla «F.A’CAMARA», que significa «F(oreira) à Câmara». Mais do que meras letras na pedra, estas marcas dizem-nos quem era o dono dos terrenos e como a cidade geria o seu património imobiliário. Uma experiência participativa para famílias e curiosos da história urbana.

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  • OFICINA — FRAGMENTOS PARA REIMAGINAR O PATRIMÓNIO
    BANCO DE MATERIAIS
    26 SEP 2026 14:30–16:30

    Muitos azulejos chegam até nós incompletos, desgastados ou fragmentados. Partindo desta realidade, a oficina propõe um exercício criativo de reconstrução e imaginação. Através da criação de novos azulejos inspirados em padrões históricos, paisagens urbanas ou património local, os participantes são convidados a completar, transformar ou reinventar imagens que poderiam ter-se perdido no tempo. Uma reflexão prática sobre a preservação do património e o papel da criatividade na sua continuidade.

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  • VISITA ORIENTADA — NOS BASTIDORES DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL: VISITA ÀS RESERVAS DA INDÚSTRIA DO PORTO
    RESERVAS DO MUSEU DO PORTO (Ramalde)
    26 SEP 2026 15:00–16:30

    Nas Reservas de Ramalde do Museu do Porto guarda-se uma parte significativa da memória industrial do Porto: máquinas, equipamentos e outros testemunhos materiais de atividades que marcaram a história económica, social e tecnológica da cidade. Nesta visita, algumas das máquinas provenientes da antiga Companhia Aurifícia servirão de ponto de partida para dar a conhecer o trabalho de salvaguarda do património industrial. Estes equipamentos permitem compreender as diferentes etapas associadas à preservação de um bem industrial, desde a sua identificação e seleção até à documentação, conservação, estudo e futura incorporação nas coleções municipais.

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  • INVENTÁRIO — DESDENHANDO O DESENHO
    MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    26 SEP 2026 15:00–17:00

    «Desenhar não é para todos» é algo que ouvimos e repetimos, mas não conseguimos acreditar. O ato de desenhar é em si mesmo revolucionário, a partir do momento em que cria/risca/marca algo que ainda não existe. Se sempre quiseste dar um salto no desenho, tens que vir experimentar: vem descobrir que desenho é uma linguagem que todos somos capazes de dominar, porque nascemos com ele na ponta dos dedos.

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  • OFICINA PARA FAMÍLIAS — PATRIMÓNIO EM RISCO: CRIAR PARA PRESERVAR
    BANCO DE MATERIAIS
    27 SEP 2026 10:30–12:30

    Inspirada no tema das Jornadas Europeias do Património 2026, esta oficina propõe uma reflexão sobre a conservação do património cultural. Através do desenho e da criação de um azulejo, os participantes serão convidados a imaginar formas de valorizar e proteger o património, reforçando a sua importância para as gerações futuras.

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  • VISITA BOTÂNICA: PLANTAS EM TRÂNSITO — SÍMBOLOS, REMÉDIOS E MERCADORIAS NA CASA DO INFANTE
    CASA DO INFANTE
    27 SEP 2026 11:00–12:00

    Visitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.

     

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  • PELO FASCINANTE MUNDO DA INDÚSTRIA DO PORTO — VISITA GUIADA À ANTIGA COMPANHIA AURIFÍCIA
    Ponto de encontro: ANTIGA COMPANHIA AURIFÍCIA (Rua dos Bragas, 230)
    27 SEP 2026 15:30–17:00

    Entre a Rua dos Bragas e a Rua de Álvares Cabral encontra-se aquela que é considerada a «joia da coroa» da arqueologia e do património industrial da cidade do Porto: a antiga Companhia Aurifícia. Fundada na década de 1860, a Companhia Aurifícia foi uma das fábricas pioneiras de ourivesaria, fundição, laminagem e estampagem de metais em Portugal, constituindo um exemplo de uma unidade construída de raiz, concentrando no mesmo local a fábrica, a oficina e a habitação do empresário. Durante o longo período de laboração (até cerca de 2004), o complexo industrial foi sendo melhorado e manteve as suas estruturas e equipamentos, resultando no legado que chegou até aos nossos dias. Desde abril de 2026 estão a ser desenvolvidos trabalhos arqueológicos integrados num longo e maturado projeto de reabilitação urbana e valorização patrimonial, coordenado por equipas multidisciplinares. Nestas Jornadas Europeias do Património, abrem-se as portas para sermos guiados pelo fascinante mundo da indústria do Porto, compreendendo o passado e projetando o futuro.

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  • EQUINÓCIOS E SOLSTÍCIOS
    MUSEU ROMÂNTICO
    27 SEP 2026 16:00–17:30

    A nova temporada de «Equinócios e Solstícios», no Museu Romântico, inicia-se, em setembro, com um recital protagonizado por um trio de intérpretes femininas, na formação de piano, violino e violoncelo. O programa percorre um itinerário musical diversificado, desde autores do período barroco até às obras de incontornáveis compositores românticos, particularmente adequadas à atmosfera intimista e acolhedora deste espaço do Museu do Porto.

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  • VISITA AO CENTRO HISTÓRICO — PRELÚDIO PELO MORRO DA PENA VENTOSA
    Ponto de encontro: ARQUEOSSÍTIO
    27 SEP 2026 17:00–18:30

    Antes de se deixar envolver pelos “Sons no Património”, preparamos os sentidos num prelúdio cultural pelas origens da cidade. Em plenas Jornadas Europeias do Património e em Dia Mundial do Turismo, propomos uma caminhada pelas ruas do Morro da Pena Ventosa, coração da Invicta, que aqui nasceu e se desenvolveu ao longo de vários séculos. Entre o Arqueossítio da Rua de D. Hugo e o labirinto de ruelas medievais que o perímetro da muralha primitiva ainda guarda, fazemos uma imersão rápida pela história, património e paisagem deste local de inestimável valor cultural.

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  • SONS NO PATRIMÓNIO
    PÁTIO DO MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    27 SEP 2026 18:30–19:30

    O Museu do Porto volta a ser palco do Sons no Património, uma iniciativa da Área Metropolitana do Porto que propõe viagens sonoras pelos seus diferentes territórios, com um programa de concertos de entrada livre, a que se juntam atividades paralelas que convidam à descoberta de lugares patrimoniais. Nesta edição, o pátio do Museu Guerra Junqueiro acolhe o concerto de Dois, Pois. Entre as curvas dos botões e as dos timbalões, as polirritmias de um acordeão e de uma bateria criam rimas. Ora é o fole que percute, ora é o bombo que dispara harmonias. É o diálogo ou o conflito rítmico entre os dois, com a música eletrónica a mediar. Sónia Sobral e Gonçalo Garcia – dois, pois - atrevem-se à interpretação de ideias de jovens compositores portugueses. A linguagem (ainda) ninguém identifica, pois.

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  • CONVERSA — PONTES DE 2001
    Local a anunciar
    1 OCT 2026 18:00–19:00

    O que têm em comum os Caminhos do Romântico, a coleção de António Pedro Vicente no Centro Português de Fotografia, as esculturas de Juan Muñoz na Cordoaria ou o Serviço Educativo da Casa da Música, entre outros? É o que se vai saber nesta sessão, que abordará legados vivos e menos conhecidos da Porto 2001.

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  • CONVERSA — REGRESSO AO FUTURO DA BAIXA (AV. DA PONTE, CAMINHOS DO ROMÂNTICO, CASA DA MÚSICA, PASSEIO MARÍTIMO)
    Local a anunciar
    15 OCT 2026 18:00–19:00

    Na Avenida da Ponte, onde as demolições realizadas para a ligação da nova ponte à cota alta ao centro, no séc. XIX mantém uma indefinição urbana há mais de um século, Álvaro Siza foi convidado a desenvolver um projeto de requalificação que não saiu do papel. No ano passado, Siza voltou a ser convidado, e o projeto desenvolve-se numa escala de intervenção substancialmente inferior, que reflete, porventura, uma maior atenção aos recursos existentes. Os «Caminhos do Romântico» requalificaram os percursos de um vale que preserva o ambiente rural da periferia oitocentista do Porto. Com núcleos habitacionais de baixa densidade e hortas e vistas sobre o rio, o local «faz-nos render a um espírito contemplativo e de fuga ao mundo citadino.» O crescimento urbano ameaça a sua integridade visual e física, sendo um desafio preservar a identidade histórica e atrair a comunidade para estes espaços. A Casa da Música foi um sucesso a todos os níveis, recebendo os mais destacados prémios e elogios no campo da arquitetura, oferecendo uma programação intensa, diversificada e de excelência, tornando-se num polo de atratividade, mas a envolvente da Rotunda da Boavista, continua a debater-se com a falta de coesão do espaço público circundante, que funciona essencialmente como uma zona de trânsito rodoviário em vez de um verdadeiro polo cívico contínuo e integrado. Com origem no programa Polis, iniciativa governamental de requalificação urbana e valorização ambiental das cidades, e sob projeto do arquiteto catalão Manuel de Solà-Morales, o Passeio Atlântico permitiu melhorar a fruição da beira mar na Av. Montevideu, e reconstruir a topografia natural do vale entre Porto e Matosinhos, repondo a ligação de continuidade entre o Parque da Cidade e a praia, desaparecida com a construção do aterro oitocentista da via para o “carro americano” entre as duas cidades. Mas se os materiais duros da construção criam um limite seguro contra a força do mar e organizam o espaço de circulação e equipamentos como um miradouro contínuo sobre o Oceano Atlântico, persiste um debate sobre o equilíbrio entre o betão e o verde.

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  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — AS CAMÉLIAS QUE NUNCA VEMOS
    Ponto de encontro: PALÁCIO DE CRISTAL (ENTRADA PRINCIPAL) | Fim: JARDINS DA CASA TAIT
    24 OCT 2026 14:30–16:00

    Este percurso propõe um desvio ao olhar habitual sobre as camélias, convidando a descobrir aquelas que, florescendo fora do tempo mais celebrado, tantas vezes passam despercebidas. Centrado sobretudo nas Camellia sasanqua, este é um convite à desaceleração: caminhar devagar, observar com atenção e deixar que a floração mais discreta revele a sua delicadeza. Evocam-se brevemente as primeiras camélias introduzidas no Porto e a sua presença nos jardins burgueses do século XIX, onde natureza, estética e estatuto social se cruzavam. Hoje, alguns desses exemplares testemunham essa relação entre paisagem, memória e cultivo. Na Casa Tait, destacam-se exemplares menos conhecidos, como a camélia Barão e Baronesa de Soutelinho, trazida por Alfred Tait, bem como outras sasanqua que raramente coincidem com os períodos mais visitados. O percurso integra momentos de pausa e contemplação, desafiando os participantes a construir um diário visual através do desenho, do registo de formas, ritmos e dos detalhes observados. Mais do que um itinerário botânico, esta é uma experiência de presença, um encontro com as camélias que, quase sempre, ficam por ver.

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  • CONVERSA — A MUDAR (A IMAGEM DE) UMA CIDADE
    CASA DA MÚSICA
    29 OCT 2026 18:00–19:00

    Olhares distanciados sobre a mudança (de imagem mas não só) de uma cidade. Sem a pretensão de colocar a Capital Europeia da Cultura no centro do processo, a mudança do Porto pelos olhos de quem tem conhecimento e experiência sobre o papel de grandes eventos culturais, design, imagem e comunicação na elevação do paradigma de uma cidade.

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