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  • CURSO BREVE — LER E OUVIR JOSÉ AFONSO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / AUDITÓRIO
    Until 4 MAY 2026 18:00

    José Afonso é conhecido como o nosso maior cantor de intervenção. Esta perspetiva é muito redutora porque ofusca a sua real dimensão artística de compositor e de poeta. A canção de intervenção explicitamente política é uma parte minoritária da sua obra. Muitas das suas letras políticas foram escritas numa linguagem de feição surrealista para escaparem às malhas da censura, mas, por isso mesmo, escapavam também às malhas da compreensão e funcionavam acima de tudo como arte literária, entendida por muita gente como nonsense. Depois, há um grande número de canções «não políticas», em que José Afonso se revela como um poeta de um lirismo estonteante, que vai, sempre à sua maneira, do neorrealismo ao surrealismo, passando por algumas incursões camonianas, porque Camões e os trovadores eram manifestamente uma das suas grandes paixões. É este José Afonso completo, para além do cantor de intervenção, que se pretende mostrar neste Curso Breve, que evoca a obra do grande mestre na renovação da música popular portuguesa.

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  • O VOO DA ÁGUIA II: ANTÓNIO CARNEIRO E A LITERATURA
    ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
    Until 24 MAY 2026 18:00

    Após uma primeira exposição, em que se procurou mapear o inicio da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, de que se deram exemplos vários, desde a sua obra seminal, o tríptico «A vida – Esperança, Amor, Saudade», até às posteriores, em que essa estética se afirmou e consolidou, esta segunda parte procura perceber um outro eixo fundamental desta obra, encerrando o ciclo expositivo propiciado pela reabertura do Ateliê em 2024, numa iniciativa do Município do Porto e projeto de reabilitação do arquiteto Camilo Rebelo.

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  • «A(R)RISCAR» — OFICINAS DE ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA
    RESERVATÓRIO / BIBLIOTECA DE ARQUEOLOGIA
    Until 30 MAY 2026 17:00

    Nesta nova etapa do Ciclo de Ilustração Científica, propomos um diálogo inédito entre a arqueologia, a botânica e a literatura. Partindo da coleção da Biblioteca de Arqueologia e das obras da literatura camoniana expostas no âmbito da mostra expositiva «O Jardim de Camões», Luísa Jorge irá explorar a técnica do desenho de observação que é, também, uma ferramenta de interpretação histórica e arqueológica. Entre o traço e o verso, a ilustração científica sempre a (ar)riscar.

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  • PRISMA — DO DOURO AO PORTO
    MUSEU DO VINHO DO PORTO
    Until 1 AUG 2026 17:30

    A origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.

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  • VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO «HAVERÁ ELEIÇÕES. 1975: AS PRIMEIRAS ELEIÇÕES LIVRES EM PORTUGAL»
    PAÇOS DO CONCELHO
    2 MAY 2026 11:00–29 MAY 2026 13:00

    Uma oportunidade para conhecer, pela voz de um dos curadores, um percurso expositivo que revisita o entusiasmo, a participação cívica e a complexidade do período que antecedeu e se seguiu às primeiras eleições livres realizadas em Portugal, a 25 de abril de 1975.
    «Haverá Eleições. 1975: as primeiras eleições livres em Portugal» é uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e da Assembleia da República, em parceria com a Câmara Municipal do Porto

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  • OFICINA PARA FAMÍLIAS — MÃOS NA TERRA #2
    ENTRE QUINTAS
    2 MAY 2026 15:00–16:30

    Vamos pensar na terra e na natureza. Falar sobre elas, do tanto que nos dão, e da extrema importância do respeito que lhes devemos ter. O tanto que nos oferecem e o tanto que nos devolvem em imaginação para podemos construir, inventar e criar! Daremos um passeio pelo mundo das formas, dos cheiros, das cores e das texturas. As nossas mãos serão as protagonistas e ganharão toda a sua expressão. Vamos falar de experiências estéticas, de criatividade e de imaginação – da nossa e das artistas: Rosa Ramalho e Nei Leite Xakriabá! Arriscas sujar as mãos e dar forma à tua imaginação?

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — DRAGÃO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    2 MAY 2026 17:00–18:30

    O Porto não é em rigor uma cidade: é uma família. João Chagas   Não apenas um ser mitológico, mas um símbolo em que os habitantes da cidade se reconhecem. No brasão, o azul sustém um castelo de ouro sobre um mar ondulado; ao centro, a Virgem de Vandoma com o Menino, por cima das pedras, o dragão – corpo de fogo, asas e garras – a memória do cerco e da coragem de quem resistiu. No estádio, nas ruas, nos Paços do Concelho, sempre a mesma promessa, a de não baixar a cabeça.

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  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #9
    MUSEU ROMÂNTICO
    3 MAY 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

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  • VISITA ÀS 12H30 — VER POR DENTRO O LABORATÓRIO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO DA RESERVA DO MUSEU DO PORTO: À DESCOBERTA DA PINTURA SOB AS CAMADAS ESCURECIDAS PELO TEMPO
    RESERVAS DO MUSEU DO PORTO (Antigo Abrigo dos Pequeninos)
    5 MAY 2026 12:30–13:00

    Nesta visita, os participantes terão oportunidade de observar os tratamentos de conservação e restauro em curso e conversar com a equipa residente.

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  • DERIVA #60 — DO JARDIM DA CORDOARIA AO JARDIM DAS VIRTUDES
    Ponto de encontro: JARDIM DA CORDOARIA (JUNTO AO PARQUE INFANTIL) | Fim: JARDIM DAS VIRTUDES
    5 MAY 2026 14:30–9 MAY 2026 14:30

    O Jardim da Cordoaria e o Jardim das Virtudes integram a estrutura verde do Porto e guardam, nas suas alamedas e socalcos, árvores que testemunham a construção paisagística e cultural da cidade. Alguns destes exemplares assumem particular relevância histórica e botânica, sendo oficialmente reconhecidos como árvores classificadas de interesse público.

    Ao longo do percurso serão observadas espécies marcantes da paisagem urbana como plátanos, tílias, carvalhos, cedros e araucárias, bem como o notável ginkgo das Virtudes, o maior exemplar de Ginkgo biloba em Portugal. Através destas árvores será explorada a relação entre botânica e transformação urbana, compreendendo o arvoredo como herança viva.

    Esta deriva propõe um olhar atento sobre a cidade a partir das suas árvores, entendidas como testemunhas de mudanças sociais e ambientais. Entre a densidade do jardim histórico e os socalcos abertos ao Douro, o percurso convida a ler a paisagem como documento e experiência sensível do Porto contemporâneo.

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  • OFICINA DE AZULEJO — TRADIÇÃO COM CRIATIVIDADE
    PALACETE DOS VISCONDES DE BALSEMÃO / BANCO DE MATERIAIS
    6 MAY 2026 10:30–12:00

    No Dia Nacional do Azulejo, 6 de maio, o Banco de Materiais do Museu do Porto propõe uma oficina de pintura de azulejos que celebra a riqueza desta marca identitária do Porto e importante elemento do património cultural português. Explorando diferentes técnicas inspiradas na tradição azulejar, cada participante terá a oportunidade de criar o seu próprio azulejo, numa experiência criativa aberta a todas as idades. Participe e celebre connosco este símbolo maior da cultura portuguesa.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR DE MADEIRA
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    7 MAY 2026 15:00–16:15

    A tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.

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  • CLUBE DE LEITURA — CONTOS EM DIÁLOGO: «O NAUFRÁGIO DO DEISTER» EM «O MUNDO À MINHA PROCURA», DE RUBEN A. + «AS FILHAS DO FALECIDO CORONEL», DE KATHERINE MANSFIELD
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / SALA DE FORMAÇÃO
    7 MAY 2026 18:30–21 MAY 2026 18:30

    Em maio, escolhemos um texto de Ruben A., extraído de «O Mundo à Minha Procura», que relata episódios da sua infância no Porto, na quinta do Campo Alegre, nos anos 20 e 30 do séc. XX, para dialogar com uma narrativa de uma autora de língua inglesa, celebrada como uma das figuras definitivas do modernismo literário, que por essa época publicava em Londres este conto.

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  • CONCERTO COMEMORATIVO 25 ANOS PORTO 2001
    CASA DA MÚSICA
    8 MAY 2026 21:00–22:30

    O maestro britânico Alpesh Chauhan, diretor musical da Companhia de Ópera de Birmingham, apresenta-se pela primeira vez na Casa da Música, trazendo a «Sinfonia n.º 8» de Chostakovitch, uma das obras sinfónicas mais controversas do compositor russo. Escrita no verão de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, o seu pendor sombrio e desesperado foi mal recebido na União Soviética, tendo em conta os então recentes sucessos do Exército Vermelho. Chostakovitch ter-se-á defendido dizendo que a Oitava era «uma obra otimista e um hino à vida», com base no conceito de que «tudo o que é escuro e tenebroso tende a desaparecer e o belo acaba por triunfar». Nos 120 anos do nascimento do compositor, esta é uma oportunidade para ouvir uma das suas obras mais sublimes e misteriosas, raramente apresentada em concerto.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR DE MADEIRA #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    9 MAY 2026 11:00–12:15

    A tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.

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  • INTRODUÇÃO À GENEALOGIA — PESQUISA GENEALÓGICA EM BASES DE DADOS ONLINE #1: PESQUISA NA INTERNET
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / SALA DE FORMAÇÃO
    9 MAY 2026 14:30–28 MAY 2026 14:30

    Atualmente, quase toda a pesquisa necessária para se completar uma árvore genealógica pode ser feita a partir de casa. Mesmo para se elaborar um texto histórico sobre determinada família, na maioria dos casos a informação que precisamos já está disponível na Internet. Contudo, estas aparentes facilidades trazem também dificuldades: hoje em dia, um dos grandes problemas da pesquisa genealógica, para quem não tem formação histórica e não domina tudo o que se relacione com a internet, é precisamente o desconhecimento sobre onde pode estar a informação que interessa e quais os passos para chegar até ela. É comum que nos fiquemos pela informação mais óbvia, ou por aquela que é sugerida por ferramentas de Inteligência Artificial, desconhecendo que muito mais pode ser encontrado a partir do nosso computador. Esta formação prende-se, pois, com a necessidade de saber como pesquisar, onde pesquisar, como ultrapassar os obstáculos que surgem, que meios usar para facilitar a pesquisa e torná-la mais ampla e eficaz, e como organizar a informação recolhida.

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  • CONVERSAS EM PROVA #2
    MUSEU DO VINHO DO PORTO
    9 MAY 2026 15:30–17:30

    Na exposição «PRISMA – Do Douro ao Porto», a luz branca simboliza o solo e o clima do Douro, que, ao serem transformados pelo prisma humano, deram origem a um tipo de vinho único: o Vinho do Porto. Tal como a luz se desdobra num amplo espectro de cores ao atravessar um prisma, o produtor de vinho faz escolhas que revelam diferentes tonalidades e expressões do território. Assim, os produtores de vinho são, à semelhança da curadoria e criação artística desta exposição, prismas que filtram, interpretam e transformam o território em expressão sensorial e expositiva. A partir desta conceção, propõe-se um conjunto de provas de Vinho do Porto e conversas entre «prismas», estruturadas com base nos conteúdos desta exposição, que sintetizam o processo de feitura do vinho: a Cultura da Terra, a Cultura do Vinho e a Cultura do Tempo.

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  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #10
    MUSEU ROMÂNTICO
    10 MAY 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

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  • CURSO BREVE — O INCRÍVEL RUBEN A.
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / AUDITÓRIO
    11 MAY 2026 18:00–23 MAY 2026 14:30

    Ruben A. (Ruben Alfredo Andresen Leitão, 1920—1975) é um dos mais singulares escritores portugueses da segunda metade do século XX. Tendo-se distinguido no domínio da ficção com diversas obras narrativas e dramáticas, com destaque para o seu romance de referência, «A Torre da Barbela» (1965). No sentido de manter vivo o interesse do público leitor pela obra de um autor cuja infância está intimamente ligada à cidade do Porto – o que está refletido na sua originalíssima escrita autobiográfica – pedimos emprestado o título do colóquio com que, no ano passado, a Fundação Calouste Gulbenkian homenageou o escritor, e convidamos dois estudiosos da sua obra, Dália Dias e Fernando Pinto do Amaral para, a duas vozes, orientarem este curso breve.

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  • CLUBE DA SAÚDE — NÓS E OS ECRÃS
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    12 MAY 2026 14:30–16:00

    A sessão do mês de maio convida à reflexão sobre a utilização das tecnologias de forma segura, equilibrada e consciente. Através de atividades dinâmicas e de uma discussão participada, serão explorados os benefícios e os riscos das tecnologias, com o objetivo de promover a literacia digital, o pensamento crítico e a capacidade de realizar escolhas informadas no mundo digital. Pretende-se, ainda, reforçar estratégias para um uso mais saudável e responsável dos ecrãs no quotidiano.

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  • CLUBE DE LEITURA SÉNIOR — «AS FABULOSAS HISTÓRIAS DELA: CONTOS DO PORTO IMAGINADO», DE BEATRIZ PACHECO PEREIRA
    BIBLIOTECA DE AUTORES PORTUENSES
    14 MAY 2026 14:30–16:00

    Iniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social. Os textos são criteriosamente selecionados e enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para ler, discutir pontos de vista e partilhar experiências e memórias.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR ESCULTÓRICO
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    14 MAY 2026 15:00–16:15

    A tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR ESCULTÓRICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    16 MAY 2026 11:00–12:15

    A tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — VINHO
    CASA DOS LIVROS
    16 MAY 2026 17:00–18:30

    Nos entrepostos dos cais em armazéns, comerciantes trocam por esterlino o vinho que é o sangue dos seus corpos, moeda pobre que são os seus destinos. Joaquim Namorado   A palavra não designa apenas uma bebida: é antes um rio antigo que ainda corre e o esforço inteiro de muitas gerações. Não é apenas vinho, mas tempo e sabedoria. O Vinho do Porto é o Douro a descer devagar, são pipas que mastigam os anos no escuro das caves e a doçura lenta em que se transforma a dureza da terra.

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  • RESGATE #45 — O BAÚ DE RESGATES – DE 2005 A 2025 #2
    CASA DO INFANTE
    21 MAY 2026 15:30–16:30

    Tudo começa no primeiro ano do «Documento do Mês» da Casa do Infante, um ciclo inovador, criado pelo então diretor Manuel Real com o objetivo de divulgar os recursos documentais do Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP), aproximar os munícipes da instituição e destacar um tema da vida local.

    Este baú pertence a Manuel Araújo, Técnico Superior do AHMP há 33 anos, que inicialmente trabalhou e apresentou temas ligados à sua área de intervenção dentro do Arquivo Histórico, a fotografia. Com o tempo, as apresentações foram-se estendendo a assuntos mais diversos que intervieram na transformação e desenvolvimento da cidade. Nos últimos anos, já sob a designação de «Resgate», as abordagens adquiriram uma tonalidade diferente, marcada pela presença da Igreja e dos seus ritos, dimensão que tanto marcou o quotidiano dos habitantes do Porto.

    Dividido em duas partes, este é o seu último Resgate enquanto técnico da casa. Por isso, e como forma simples de agradecimento e de um «Até já!», propõe um olhar retrospetivo, um basculhar, sobre o seu próprio baú.

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  • OFICINA DE POESIA VISUAL — PENSANDO A IMAGEM OLHANDO O TEXTO #2
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    23 MAY 2026 11:00–12:00

    Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas; diagramas; constelações. Nesta oficina, Estela Rodrigues pretende promover um momento de fruição e experimentação poética inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR CERÂMICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    23 MAY 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

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  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — CAPITALISTAS E OPERARIADO NO VALE DE MASSARELOS: O CASO DO SETOR METALÚRGICO
    Ponto de encontro: ENTRADA PRINCIPAL DO PALÁCIO DE CRISTAL | Fim: RUA DO OURO (BICALHO)
    23 MAY 2026 14:30–16:30

    Diversas fábricas prosperaram no vale de Massarelos, no seguimento do Cerco do Porto. Uma das indústrias que serviu de base ao desenvolvimento da arquitetura do ferro no Porto foi a da fundição. Destaca-se aqui a história da fundição de Massarelos, a mais importante indústria deste ramo de atividade no Porto. Os movimentos sociais são aqui aflorados através da explicitação das incidências relacionadas com a greve de 1909, que evidenciou a cumplicidade dos metalúrgicos com o movimento socialista. A fundição de Massarelos dedicava-se ao fabrico de material para máquinas agrícolas e industriais, pontes, coberturas metálicas, elevadores hidráulicos, máquinas a vapor, colunas e gradeamentos, entre outras aplicações.  

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  • REMISTURAR O ARQUIVO — POESIA EXPERIMENTAL #4
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    23 MAY 2026 16:00–17:30

    REMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.

    Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código.

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  • CLUBE DE LEITURA SÉNIOR — «AS FABULOSAS HISTÓRIAS DELA: CONTOS DO PORTO IMAGINADO», DE BEATRIZ PACHECO PEREIRA
    UNIÃO DE FREGUESIAS DE ALDOAR, FOZ DO DOURO E NEVOGILDE
    27 MAY 2026 14:30–16:00

    Iniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social. Os textos são criteriosamente selecionados e enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para ler, discutir pontos de vista e partilhar experiências e memórias.

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  • OFICINA DE POESIA VISUAL — PENSANDO A IMAGEM OLHANDO O TEXTO #3
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    30 MAY 2026 11:00–12:00

    Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas; diagramas; constelações. Nesta oficina, Estela Rodrigues pretende promover um momento de fruição e experimentação poética inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.

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  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR METÁLICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    30 MAY 2026 11:00–12:15

    A tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.

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  • INVENTÁRIO — ARQUIVO DO OBJETO INVISÍVEL
    MUSEU ROMÂNTICO
    30 MAY 2026 14:30–16:00

    Nesta oficina, cada participante é convidado a trazer um objeto pessoal e a descobrir a história íntima que ele guarda. A partir de exercícios de escrita sensível e de composição visual, constrói-se uma pequena caixa ou vitrina para guardar a peça. Entre memórias e detalhes, o objeto transforma-se num «pequeno tesouro» – um museu portátil onde se cruzam afetos, narrativa e imaginação. No final, cada pessoa leva consigo uma peça única, um espaço poético de significado e presença.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — BURGUESIA
    BIBLIOTECA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    30 MAY 2026 17:00–18:30

    Na rua escura as lojas de oiro e pano São pedras frias, frígidas mas quietas. Ó frios mercadores de oiro e pano Porto! Mercado frio e desumano... E no entanto ali é que há Poetas! Pedro Homem de Mello   Palavra dita à pressa, com a rua na boca. No Porto, a palavra cola-se a uma cidade autónoma, de iniciativa e comércio, que aprendeu cedo a decidir por si e a negociar o seu lugar. Mas burguesia é também poder: quem entra, quem manda, quem fica de fora. Que cidade é esta que foi sendo feita? Que papel representa no país que queremos contruir?

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  • PONTES IBÉRICAS II: ENTRE ÓRGÃO E CRAVO — MÚSICA IBÉRICA SETECENTISTA
    IGREJA DOS CLÉRIGOS
    31 MAY 2026 17:00–18:30

    A série «Pontes Ibéricas», integrada na programação dedicada ao órgão ibérico no Centro Histórico do Porto, apresenta o seu segundo concerto, em mais um momento do programa de comemorações dos 30 anos da classificação da cidade como Património da Humanidade pela UNESCO. Neste concerto, dedicado à música ibérica setecentista para órgão e cravo, a sensibilidade estética do barroco tardio e do gosto rococó constitui o pano de fundo de uma nova música de tecla, progressivamente emancipada da escrita coral, que acompanha a assimilação das linguagens italianas da sonata e do estilo concertante. Este repertório traduz uma apropriação criativa desses modelos, reinterpretados à luz dos contextos ibéricos. A clareza formal do novo gosto clássico convive com práticas herdadas, dando origem a um classicismo de feição singular. Órgão e cravo surgem em diálogo histórico, partilhando repertórios e gestos idiomáticos, ainda que explorados em momentos distintos do concerto. Num período de transição, o piano afirma-se progressivamente, reconfigurando o panorama dos instrumentos de tecla e contribuindo para a perda gradual de centralidade dos instrumentos tradicionais. Esta dinâmica reflete a circulação entre espaços litúrgicos e cortesãos ao longo do século XVIII, onde, mesmo na escrita para tecla a solo, o contraste e o diálogo se afirmam como princípios estruturantes. O programa evidencia, assim, a Península Ibérica como espaço de convergência e reinvenção de estilos europeus.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — TRIPAS
    RESTAURANTE LÍDER
    6 JUN 2026 17:00–18:30

    Um dia, num restaurante, fora do espaço e do tempo, Serviram-me o amor como dobrada fria. Disse delicadamente ao missionário da cozinha Que a preferia quente, Que a dobrada (e era à moda do Porto) nunca se come fria. Álvaro de Campos   Uma palavra que é prato e metáfora, história e temperamento. As tripas à moda do Porto contam-se como gesto antigo de generosidade e escassez – dar o melhor e ficar com o resto – e, desde então, a cidade aprendeu a reconhecer-se nesse binómio e a fazer das tripas coração.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — MURALHA
    MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    20 JUN 2026 17:00–18:30

    Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto dependurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma forma, uma alma de muralha. Agustina Bessa-Luís   A cidade escreve-se com uma linha de pedra: para guardar, para separar, para afirmar. A Fernandina apertou o Porto com portas e postigos, medindo o medo e a ambição, o dentro e o fora. Hoje sobra em fragmentos – uma escada, um pano de muro, um vão discreto para o Douro – e ainda assim cumpre o essencial: lembrar que o Porto cresceu a defender-se, e a marcar o seu lugar.

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  • REMISTURAR O ARQUIVO — POESIA EXPERIMENTAL #5
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    20 JUN 2026 21:00–22:30

    REMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.

    Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — CORAÇÃO
    IGREJA DA LAPA
    4 JUL 2026 17:00–18:30

    Acordes da guitarra que forja o horizonte, que guia o sinuoso voo das gaivotas e acaricia a pele que rasga atalhose atalhos no interior dos sonhos. Estarei vivo enquanto assim me guardar teu coração. Egito Gonçalves   O que nos liga a uma cidade? O que nos faz pertencer a um lugar? O que nos leva a identificarmo-nos com as ruas, com as pedras, com as gentes e as paisagens? Porque nos falta a chuva miudinha que continua a cair numa longínqua infância? O corpo vai para onde for preciso, mas o coração bate ao ritmo dos primeiros passos – das primeiras futeboladas, das primeiras saídas à noite – como se a cidade, mesmo longe, nos chamasse ainda pelo nome

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — RIBEIRA
    CASA DO INFANTE / BIBLIOTECA DE ASSUNTOS PORTUENSES
    18 JUL 2026 17:00–18:30

    Ali o cais, a Ribeira, os rostos, as vozes, os gritos, os gestos. Uma beleza funda, grave, rude e rouca.   Sophia De Mello Breyner     Duas ribeiras que namoram à distância de um mesmo Douro - a partir do Porto e de Gaia, dois autores com fortes ligações ao território e aos seus habitantes vão conversar sobre o que os aproxima e os separa, sobre o rio que passa e o rio que já passou, sobre duas cidades rasgadas pelas águas e unidas por muitas pontes.

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  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — LIBERDADE
    PAÇOS DO CONCELHO
    3 OCT 2026 17:00–18:30

    Não há Portugal sem o Porto e não há Porto sem um permanente amor à liberdade.   António José Seguro     “Liberdade, liberdade, quem a tem chama-lhe sua”, a cidade do Porto sempre a teve e sempre fez questão de lhe chamar sua. Contra os desmandos do poder, contra o absolutismo, contra o centralismo, contra qualquer ameaça que ponha em causa a sua independência e a sua identidade. O Porto é uma cidade de pensamento, de indústria, de resistência e de criatividade, mais do que um arranjo de pedras e gente, é um atravessar de vozes que gritam liberdade.

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