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Tendo como ponto de encontro a estátua O Porto, convidamos os participantes a uma viagem através de uma apresentação multimédia que nos conduzirá pela arte no espaço público da Cidade.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisA encerrar o 3.º Jazz no Reservatório, acolhemos um nome incontornável do jazz português. Os Lokomotiv têm-se destacado na história da música portuguesa pela enorme flexibilidade estética e pelo interesse em praticar um jazz totalmente ligado à sua contemporaneidade. Há muito que Carlos Barretto, Mário Delgado e José Salgueiro vêm revelando um vasto leque de interesses musicais, que cobrem o rock, o jazz, as músicas do mundo e a clássica, situando-os entre as maiores referências portuguesas de um ecletismo que marca este início de século.
À paleta de cores original adicionaram recentemente o saxofone de Ricardo Toscano, enriquecendo-a. A verdade é que a música do agora quarteto, sempre nos foi apresentada como uma construção permanente em que o importante é a evolução, o desenvolvimento das ideias e a forma como estas vão sendo construídas e explanadas. Mais jazz, mais rock, mais avant-garde, se observarmos minuciosamente, percebemos de que tais mutações são apenas superficiais, uma vez que o grande fluxo interno é o equilíbrio entre arquitetura e a livre inventividade incessante, essa sim a verdadeira marca de água dos Lokomotiv.
Ver maisO segundo dia desta edição do Jazz no Reservatório arranca com «Vereda». Ao leme de um inusitado quarteto, com Francisco Andrade, José Soares («Músico do Ano», nos Prémios RTP / Festa do Jazz) e Diogo Alexandre, o guitarrista André Santos apresenta uma música aberta e evolutiva. Neste quarteto, a música começa com os pés bem assentes na terra e, tranquilamente, vai-se elevando fazendo levitar com ela quem a escuta. Se a guitarra conduz, a dupla de saxofones acrescenta ideias, energia e fulgor ao imaginativo motor rítmico representado pela bateria.
Ver maisO pianista e compositor de jazz dinamarquês, Carsten Dahl, é conhecido pelo seu extraordinário virtuosismo, criatividade e capacidade de improvisação. Desenvolveu um estilo único que é influenciado tanto pela música clássica como pelo jazz moderno. Carsten Dahl é reconhecido como um dos mais importantes pianistas de jazz da Escandinávia, distinguindo-se quer pelas suas interpretações de grande profundidade poética e emocional assim como pela procura incansável de novos territórios artísticos. Neste concerto, pela primeira vez em Portugal, apresenta-se com o contrabaixista sueco Daniel Franck e o poderoso e expressivo baterista dinamarquês Martin Andersen.
Ver maisApós duas edições de Jazz no Reservatório, por onde passaram nomes como Maria João, TGB, Mané Fernandes, SUL, Carlos Bica Quarteto, ENEMY, Troll’s Toy ou João Paulo Esteves da Silva Trio, a cobertura do Museu da Arqueologia da cidade reabre-se às sonoridades jazzísticas, num fim de semana que promete, como sempre, muita descontração e vistas privilegiadas sobre a Foz do Douro. O projeto Liftoff nasce em 2002 na cidade de Aveiro, tendo como líderes o pianista Óscar Marcelino da Graça e o vibrafonista Jeffery Davis, acompanhados pela precisão rítmica do contrabaixista Nelson Cascais e do baterista Alexandre Frazão. O grupo assume uma vontade de marcar a diferença, desde logo pela originalidade das composições e pela relação instrumental de piano e vibrafone que, não sendo inédita, é pouco usual. Em 2018 editaram «Train of Thought», agora propõem-se apresentar e lançar o seu 2.º registo discográfico especialmente nesta 3.ª edição do Jazz no Reservatório. Em palco irão ter como convidado, a espaços, o jovem e virtuoso saxofonista Tomás Marques.
Ver maisApós duas edições de Jazz no Reservatório, por onde passaram nomes como Maria João, TGB, Mané Fernandes, SUL, Carlos Bica Quarteto, ENEMY, Troll’s Toy ou João Paulo Esteves da Silva Trio, a cobertura do Museu da Arqueologia da cidade reabre-se às sonoridades jazzísticas, num fim de semana que promete, como sempre, muita descontração e vistas privilegiadas sobre a Foz do Douro.
Ver maisO centenário do nascimento do singular e incomparável artista da guitarra portuguesa Carlos Paredes serve de ponto de partida para um ciclo dedicado à música portuguesa, nas suas diversas roupagens, heranças e influências. O ciclo arranca com a palestra ilustrada «Carlos Paredes: O mundo numa guitarra», numa evocação à arte do compositor e guitarrista português, conduzida pelo musicólogo Rui Vieira Nery. Ainda na senda do legado de Carlos Paredes, o projeto «Clarinete em fado – e outras músicas» proporciona, na segunda sessão, uma oportunidade de se vivenciar a sonoridade tão característica da guitarra portuguesa. O ciclo prossegue com uma matinée de ópera romântica , numa evocação a Camilo Castelo Branco. Segue-se um recital de piano, viola d’arco e violino, com obras do compositor Luiz Costa, adotado músico do Porto, no qual serão interpretadas obras significativas da sua produção, nomeadamente a inspiradora e melodiosa «Sonatina para viola d’arco e piano». O ciclo encerra com a atuação de «Restolho», duo de canto e piano que procura a inevitável convergência linguística de Portugal com a Galiza, e toda a música que surge dessa união, e acodem ao valor das obras dos poetas de cá e lá.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisCom ponto de encontro na Praça dos Poveiros onde, na antiga Rua de Santo André, viveu a família Costa Lobo, a visita seguirá para o Jardim Marques de Oliveira onde, se contará como terá ocorrido o encontro epistolar entre Gertrudes e Camilo. Seguir-se-ão as leituras de algumas das cartas e das páginas do diário de Gertrudes para Camilo. Por fim, a visita prosseguirá até o Cemitério do Prado do Repouso, onde se deu o encontro em pessoa, e onde, ainda hoje, jaz Gertrudes Costa Lobo ou, como quis Camilo eternizá-la: a Virgínia de «Memórias de Guilherme Amaral».
Ver maisFomos recebidos na velha Torre da Câmara do Porto, resolvemos os assuntos que tínhamos de tratar na sala da Audiência e mostraram-nos o teto dourado da sala do Senado, despedimo-nos com a tranquilidade da tarefa concluída. Descemos pela rua da Penaventosa até chegarmos à Porta de Santana no Muro Velho da Cidade, continuamos pela Bainharia e Mercadores até à Porta da Ribeira, onde no cais estava o barco no Douro, que nos levaria rio acima até ao nosso destino.
Ver maisGuiados pela pintora Paula Soares, vamos conhecer a coleção da Casa Marta Ortigão Sampaio com um olhar mais atento ao aspeto físico e táctil das diversas superfícies das pinturas, esculturas, joias, porcelanas, molduras, peças de mobiliário e outras peças expostas na Casa, na biblioteca e até no jardim, por entre plantas e pedras para trilhar… Depois, vamos concentrar-nos na perceção e na identificação da natureza das linhas que desenham todo este deslumbrante ambiente para as interpretar com as nossas próprias linhas e, assim, criar uma composição montada através de recorte, pintura e colagem, usando o método surrealista do frottage. Um desafio que parte da recolha por fricção de texturas e relevos de superfícies selecionadas, conduzindo à construção plástica de paisagens imaginárias de rostos, de seres, de metáforas, de sensações… de histórias com arte.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisA paisagem envolvente do Museu Romântico preserva uma sugestiva narrativa de traçados, significados e memórias. Convidamos as crianças e famílias a participarem nesta oficina que contará com uma visita orientada aos olhares dos «detetives do território» para a descoberta destes vestígios e significados. Após a visita, propomos a criação coletiva de um mapa de perceção dos caminhos percorridos e dos elementos distintivos desta paisagem histórica urbana. O que vamos descobrir desta vez?
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisDeambulações pelas ruas da Sé, tendo como ponto de partida a antiga Casa da Câmara, reerguida simbolicamente pela mão do Arqº Fernando Távora sobre as ruínas do Paço da Relação.
Ver maisGuiados pela pintora Paula Soares, vamos conhecer a coleção da Casa Marta Ortigão Sampaio com um olhar mais atento ao aspeto físico e táctil das diversas superfícies das pinturas, esculturas, joias, porcelanas, molduras, peças de mobiliário e outras peças expostas na Casa, na biblioteca e até no jardim, por entre plantas e pedras para trilhar… Depois, vamos concentrar-nos na perceção e na identificação da natureza das linhas que desenham todo este deslumbrante ambiente para as interpretar com as nossas próprias linhas e, assim, criar uma composição montada através de recorte, pintura e colagem, usando o método surrealista do frottage. Um desafio que parte da recolha por fricção de texturas e relevos de superfícies selecionadas, conduzindo à construção plástica de paisagens imaginárias de rostos, de seres, de metáforas, de sensações… de histórias com arte.
Ver maisNa era dos e-mails e das mensagens instantâneas, os cartões postais impressos restam, sobretudo, como uma nostalgia do passado ou um objeto de colecionismo. São poucos os postais que escrevemos, enviamos e recebemos. Esta oficina propõe reanimar a escrita de postais, como meio de relembrar momentos vividos ou, simplesmente, criar novas narrativas. Ao mesmo tempo, em cada sessão, será desvendada e explorada a vida e história das ruas, casas, lojas, jardins e outros lugares do Porto, bem como de outras terras e gentes representadas nestes cartões-postais.
Ver maisTransvariações propõe um ciclo de música que mescla, justapõe, reconsidera e redefine as classificações musicais entre o passado e o presente, o clássico e o folclórico, o erudito e o popular, o profissional e o amador: fado, improvisação livre, jazz, tango.
Ver maisO Vale de Massarelos alberga várias quintas e jardins muito propícios para a observação de insetos em contexto urbano, permitindo não só contemplar algumas espécies muito fáceis de encontrar como até, com um pouco mais de dedicação, monitorizar a fauna deste grupo de animais com recurso à câmara fotográfica dos telemóveis. Durante um período de duas horas, observaremos os insetos que se encontram ativos nos Jardins da Casa Tait e na Quinta da Macieirinha...
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