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O livro «O homem que amava caixas», de Stephen Michael King, serviu de inspiração para a criação deste espetáculo-atelier que recorre a materiais não estruturados reutilizados. A ação artística percorre poéticas do universo das possibilidades da caixa de papel e das diferentes criações lúdicas repletas de simbolismo e força. Num cenário imerso de caixas e objetos divertidos, a atenção ao espaço interior de uma caixa, o ocupar o objeto com o corpo, luz e sombras, e outros temas e elementos dialogam com a brincadeira, num convite à descoberta de sensações, formas e segredos que se escondem no interior de uma caixa.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisNesta oficina criativa, vamos recriar a divertida aventura do Príncipe Henrique e do seu enorme chapéu, inspirada na infância do lendário navegador Infante D. Henrique. Com recortes de papel, plasticina ou técnicas mistas, os participantes darão vida à história, animando através da técnica de stop motion, as emocionantes viagens à descoberta do mundo, iniciadas por Henrique e bem presentes nesta Casa. Passando por estas grandes portas, encontrarão lugares longínquos, as cores de África, os sons do Brasil, os sabores do Oriente e muito mais, enquanto tentam recuperar o seu chapéu levado pelo vento!
Ver maisNum tempo em que as mulheres não eram arquitetas e nem se previa sequer que o pudessem vir a ser, Augusta desenhou, ela própria, o projeto da Capela de Carlos Alberto. Dramas familiares obrigaram-na a retirar-se do Porto antes do início das obras, levando a que o projeto tenha sido interpretado mais ou menos livremente pelo construtor. Anos depois, o resultado foi um dos edifícios mais inesperados em Portugal: o maior cenotáfio romântico existente no país e um dos maiores da Europa. É precisamente no interior deste cenotáfio que será apresentada a biografia de Augusta de Montléart, a meia-irmã do Rei Carlos Alberto. Mais de vinte anos de pesquisa, em vários países, foram necessários para escrever a história daquela a quem uns chamaram «Princesa dos Camponeses» e a quem outros quiseram dar como louca – história essa que, de tão atribulada, mais parece um romance no meio da complexa trama da aristocracia europeia do século XIX.
Ver maisOs antigos espaços monásticos e conventuais são uma fonte quase inesgotável de estudo para a moderna historiografia, explorando novas abordagens sobre a realidade por detrás das cercas. Ao longo de seis sessões, vão-se cruzar olhares e investigações diferenciadas sobre estes microterritórios, lugares de grande complexidade - arquitetónica e sociológica - aparentemente fechados ao mundo, mas permeáveis às novidades que chegavam do exterior, afinal, ali tão próximo. São seis percursos que nos transportam para o quotidiano dos habitantes – nem todos professos – de alguns dos mais importantes mosteiros e conventos do Porto.
Ver maisA partir da Praça de Filipa de Lencastre, conhece-se o juiz José Maria Teixeira de Queiroz, que julgou os amores de Camilo, condenando-o ao cárcere. Seria o pai de um futuro «ódio de estimação»: Eça de Queiroz. Das salas do tribunal, rumou às salas da malta da Cadeia da Relação do Porto, onde foi visitado pelo «Esperançoso» D. Pedro V, entre passeios pela Cordoaria. Aqui evocou outros amores impossíveis, os de seu tio Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, ele vilarrealense, ela beirã, ambos filhos de famílias rivais. Ele embarcou rio abaixo, ela foi forçada entre freiras, onde a reencontraremos no Convento da Madre de Deus de Monchique.
Ver maisPrograma de encerramento da exposição «Para Aurélia: Desenhos de Fuga».
Ver maisO Museu e Bibliotecas do Porto acolhe o Concerto de Laureados do Prémio Musa, numa colaboração inédita entre o Festival Projeto:Canção e MPMP Património Musical Vivo. Nesta sexta edição, o Prémio celebra a poesia de José Mário Branco, desafiando compositores a criar novas obras para voz e ensemble instrumental, explorando as possibilidades expressivas da língua portuguesa.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver maisQue cores e formas se encontram no jardim? Que padrões há na Natureza dentro do universo vegetal? Partindo da observação dos padrões, cores e texturas que encontramos no jardim iremos recorrer a técnicas de impressão de folhas orgânicas sobre papel.
Ver maisNesta oficina de joalharia artesanal, vamos explorar o uso do arame como matéria-prima para criar alfinetes e colares com formas inspiradas nas árvores.
Ver maisQue cores e formas se encontram no jardim? Que padrões há na Natureza dentro do universo vegetal? Partindo da observação dos padrões, cores e texturas que encontramos no jardim iremos recorrer a técnicas de impressão de folhas orgânicas sobre papel.
Ver maisAtravés da visita às salas do Arquivo Histórico propõe-se a exploração das memórias coletivas num lugar de partilha.
Ver maisNeste concerto, apresenta-se uma mostra representativa da rica diversidade de conteúdos musicais composta e copiada pelos cónegos regrantes músicos de Santa Cruz, desde obras litúrgicas em latim à lírica musical secular seiscentista, passando pela música para o teatro devocional do alvor da modernidade peninsular.
Ver maisEnquanto Texto Sagrado e Texto dos Textos, a Bíblia impôs-se na Idade Média europeia como livro de referência – como sacra pagina ou lectio divina – para tudo: para a compreensão do mundo, da natureza humana, da história dos povos, da divindade e da salvação.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisNo Dia Mundial do Livro, um recital de poesia celebrou os 50 anos do 25 de abril como resultado de uma oficina, ministrada por Teresa Lima, professora de voz em escolas de teatro e formadora de professores e de profissionais que usam a voz em público. A leitura incidiu numa seleção do conjunto de 50 poemas, de outros tantos poetas, no âmbito do projeto «Poesia Pública», que integrou o programa de celebração do 50.º aniversário da Revolução dos Cravos. Foi assim, em voz alta, que os participantes celebraram as conquistas de abril com poesia e liberdade, resultado que aqui disponibilizamos.
Ver maisNo Dia Mundial do Livro, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett abre portas para uma Reading Party, convidando os clubes de leitura a ocuparem os espaços da Biblioteca e da Galeria Municipal, apropriando-se deles com as suas próprias dinâmicas, a partir das 18H e até depois das 22H.
Ver maisO Dia Mundial do Livro é comemorado pelos voluntários da Biblioteca Sonora em forma de manifesto, em que privilegiamos a liberdade individual de cada um dos leitores: escolher ler, escolher gravar livros para quem não pode ler. Este manifesto sonoro é feito da simplicidade de quem escolhe ler, como se tratasse de um sussurro, com todas as certezas, hesitações, confiança, cuidado ou provocações naturais de quem sussurra. Hoje são vocês os ouvidos de quem não vê. Hoje são vocês parte deste manifesto. De alguma forma, hoje são vocês o livro. Hoje são vocês o motivo da nossa celebração. Parabéns!
Ver maisNo dia em que se celebra o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Biblioteca de Assuntos Portuenses recebe as autoras do livro «Porto – Lojas de Outrora e de Agora», para uma conversa sobre as histórias das lojas da cidade e das marcas identitárias que estas deixaram ao longo do tempo na vida dos portuenses. Uma obra que demonstra o papel relevante que o Arquivo Histórico Municipal do Porto desempenha enquanto guardião de diversos documentos, que socorrem esta e muitas outras investigações sobre a cidade.
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