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Numa caminhada, os participantes serão estimulados a experimentar o Terreiro da Sé e a Antiga Casa da Câmara de uma forma exploratória. Quais as sensações que esses espaços estimulam? Quais as emoções que eles lhe proporcionam? No final do percurso as crianças serão convidadas a desenhar um mapa afetivo do local.
Ver maisPrograma educativo mensal constituído por sessões de contos sensoriais, com elementos visuais e sonoros, com o acompanhamento de instrumentos musicais, canções, cantos de embalar. Um momento especial de estimulação sensorial para promover o desenvolvimento emocional e cognitivo dos bebés.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista sobre a leitura de cada um.
Ver maisA zona habitacional entre a Avenida Marechal Gomes da Costa e o antigo caminho de Passos (atual R. de Fez) começou a ser planificada a partir de meados dos anos 40 e concretizada já nos inícios dos anos 50, do séc. XX, época em que Fernando Távora era arquiteto na Câmara Municipal do Porto apoiando os serviços de planeamento e urbanismo. Neste local evidenciam-se as diferenças de personalidade dos autores da ambicionada procura sobre os caminhos da modernidade arquitetónica.
Ver maisNum vai e vem pelas estradas e caminhos se alimentava a cidade do Porto e uma vasta região. Adaptando-se à pendente do terreno e escapando, quando possível, aos numerosos cursos de água, as estradas velhas de raiz romana revelavam uma impressionante resiliência ao nível do seu traçado, quase inalterado até aos dias de hoje. Venha conhecer esses traçados, o que por eles circulava e os destinos a que levavam.
Ver maisNatural do Sabugal, Manuel António Pina nasceu-se a si mesmo no Porto, como escreveu numa crónica de 2001, e deixou marcas profundas em várias gerações de portuenses. A sua obra e a sua figura continuam a exercer fascínio e a cativar leitores. Nome cimeiro da poesia portuguesa contemporânea, o Prémio Camões 2011 legou-nos o mais importante conjunto de textos de ficção e teatro para o público infantojuvenil da literatura portuguesa. Mas, na sua obra, os géneros literários – poesia, ficção infantojuvenil, teatro, crónica - são apenas “nomes da mesma escrita”. É tal a unidade – a totalidade – dessa escrita, que podemos abordá-la, indiferenciadamente, a partir de qualquer um dos seus livros: estaremos a ler o mesmo texto. Em todos os seus títulos nos deparamos com os mesmos temas, fixações, interrogações, inquietudes, especulações. O curso breve sobre Manuel António Pina tem a irrazoável ambição de fazer incidir um pouco de luz nas muitas faces do poliédrico autor desaparecido há 11 anos.
Ver maisNa segunda sessão do Ciclo de Música Antiga – Casa do Infante, Ana Mafalda Castro apresenta-nos obras de importantes compositores franceses dos sécs. XVII e XVIII, um Tento de autoria de Manuel Rodrigues Coelho (c.1555 – 1635), o mais importante dos compositores da primeira metade do séc. XVII em Portugal, para além de José António Carlos de Seixas (1704—1742), discípulo do genial Domenico Scarlatti (1685—1757), que foi professor da primogénita do rei D. João V, D. Maria Bárbara de Bragança e, cujo nascimento está na génese do Convento de Mafra.
Ver maisNo programa de recitais de novembro/dezembro do Museu Romântico damos continuidade à segunda temporada deste ciclo, migrando para o Solstício de Inverno através de novas viagens musicais. Estreamos com grandes obras de música com piano, cordas e clarinete dos inigualáveis Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Clara Schumann. Também inspirados solos de piano, tais como a obra «Das Jahr» (O ano) da autoria da irmã de Felix Mendelssohn, Fanny Hensel, e do próprio Mendelssohn, continuam a acompanhar-nos neste ciclo de recitais. Encetaremos a «Viagem de Inverno» entre «O Catavento», «A Manhã Tempestuosa», o «Sonho de Primavera», «A Tília» e as restantes maravilhosas canções deste ciclo schubertiano.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 3 aos 6 anos. Acompanhados da família, os pequenos leitores são convidados a participar na Hora do Conto, seguida de um Ateliê Criativo.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
Ver maisSão tantos os elementos da natureza que habitam as peças dos colecionadores que se mostram no Museu Romântico! E agora tu também podes criar peças com impressões da natureza e começar a tua própria coleção! Vem, cria e torna-te um colecionador!
Ver maisComo manusear fotografias? Como as guardar e acondicionar? Como as identificar e descrever? Numa oficina em que começamos por conhecer alguns dos mais interessantes espólios de fotografia do Arquivo Histórico, vamos aprender a cuidar, organizar, acomodar e tratar das fotografias de família que temos em casa. Cada participante poderá trazer para a sessão uma ou outra fotografia para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisUm humano constrói uma grande cápsula do tempo e decide fechar-se dentro dela para fazer parte do espólio. Fica anos isolado dentro, sem nenhum contacto com o exterior. Quando finalmente a cápsula é aberta, apercebe-se de como a solidão e o isolamento fizeram as suas memórias diluir-se e são mais as perguntas que precisa de ver respondidas do que aquelas a que se sente capaz de responder.
Ver maisAtendendo ao estado de ruína da primitiva Torre do Senado Municipal, no morro da Sé, em 1816, a Câmara do Porto adquire o Palacete dos Monteiro Moreira para aí instalar os Paços do Concelho. O edifício recebeu então inúmeras obras, sendo encimado pela estátua de um guerreiro intitulada «O Porto», da autoria do escultor João de Sousa Alão e do mestre pedreiro João da Silva. Depois da demolição dos Paços do Concelho, em 1916, para dar lugar à abertura da Avenida dos Aliados, «O Porto» foi condenado a um permanente vaivém na cidade, ora afastando-se, ora reaproximando-se da Domus Municipalis. Na reedificação da «Antiga Casa da Câmara», Fernando Távora procura dar-lhe morada definitiva, valorizando-a como um dos símbolos memoriais da cidade. Numa altura em que se prepara o seu regresso a casa e se celebra o centenário de nascimento de Fernando Távora, vamos conhecer mais da história da estátua e discutir o simbolismo de «O Porto».
Ver maisO III Festival Internacional de Santa Cecília resulta da 25.ª edição do Concurso Internacional Santa Cecília, um prestigiado concurso que anualmente acolhe e apresenta o repertório de mais de 200 pianistas de todo o mundo. Parceira do festival, a Câmara Municipal do Porto atribui o Prémio Cidade do Porto ao primeiro classificado, e no Museu Romântico podem-se escutar jovens pianistas que, com mais um passo, se afirmam no panorama internacional.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
Ver maisNeste inventário vamos observar as coleções expostas no Museu Romântico e recolher imagens a partir dos seus abundantes e muito diversos elementos decorativos de inspiração e imaginação natural. Desde as louças aos tapetes, passando pelas cerâmicas, pratas e papéis recortados, encontraremos os mais belos motivos para também nós experimentarmos em tintas e papéis, cartões e colagens, a decoração de um prato, de um copo, de uma toalha. Que assim como a poesia, a beleza também se come e está na mesa, com certeza.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
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