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Desfazer – monólogo para um museu é uma experiência sonora que se situa entre a performance-lecture e a instalação participativa. Partindo das palavras do poeta André Tecedeiro e através de uma prática de ordem e caos, ritmo e transformação cria-se uma paisagem ficcional que põe em evidência conceitos como a autobiografia, a memória, o coletivo. Com acento no som e no espaço, o monólogo transforma-se em diálogo, a voz em corpo, a palavra em gesto.
Ver maisNa Quinta da Macieirinha, lugar da ilustre casa de Entre-Quintas onde residiu o Rei Carlos Alberto da Sardenha, inaugurou-se a 28 de julho de 1972 o Museu Romântico do Porto. Nestes seus 50 anos de existência, diversas foram as mudanças operadas no espaço, pelo que convidamos a uma análise dos diferentes roteiros que foram implementados ao longo do tempo, representativos simultaneamente da mudança, da evolução, e da persistência.
Ver maisO Museu da Cidade do Porto homenageia Eugénio de Andrade, assinalando o centenário do seu nascimento com uma exposição na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, tendo por ponto de partida o espólio manuscrito, fotográfico e editorial cedido em 2020 ao Município do Porto. Nascido a 19 de janeiro de 1923 no Fundão, a sua obra poética atravessa mais de cinquenta anos de atividade criadora, com tradução para inúmeras línguas e vários prémios que o consagram. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu em mais de metade da sua vida. Com esta exposição iniciamos um amplo programa que se dedica à celebração da vida e obra do autor.
Ver maisO Museu da Cidade do Porto homenageia Eugénio de Andrade, assinalando o centenário do seu nascimento com uma exposição na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, tendo por ponto de partida o espólio manuscrito, fotográfico e editorial cedido em 2020 ao Município do Porto. Nascido a 19 de janeiro de 1923 no Fundão, a sua obra poética atravessa mais de cinquenta anos de atividade criadora, com tradução para inúmeras línguas e vários prémios que o consagram. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu em mais de metade da sua vida. Com esta exposição iniciamos um amplo programa que se dedica à celebração da vida e obra do autor.
Ver mais“Aurélia — distinta matéria” parte da observação da obra da artista, em particular dos seus retratos e autorretratos, para pensar o lugar do rosto e cabeça na relação com o resto do corpo. Entre todas as partes do corpo, o rosto parece ser feito de distinta matéria. Como parte da cabeça, usufrui de semelhante privilégio nas hierarquias do corpo. Uma espécie de escudo para a relação com a realidade, permanentemente exposto e aberto a estímulos exteriores, tornou-se alvo recorrente de representações. Se se trata do nosso rosto, é uma das partes do corpo que podemos ver apenas quando refletida numa superfície espelhada ou quando reproduzida numa imagem, seja qual for a sua natureza. Vemo-lo sempre indiretamente. E nessas condições sempre de modo diferente do que é dado a ver ao outro, que o pode olhar diretamente.
Ver maisA décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
Ver maisUm rio que tropeça em si mesmo, tantos são os obstáculos e perigos da descida. Mas é grande também a adrenalina e deslumbrante a paisagem que acompanha todo o caminho. Após a visita à Extensão do Douro, criam-se equipas para a Descida do Rio, um jogo que envolverá todos nos desafios que acompanhavam os marinheiros do Douro.
Ver maisComo limpar e polir a prata? E a casquinha ou outros materiais? Que produtos usar? Que produtos não usar? O que fazer para não oxidar? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças de prata da coleção do Guerra Junqueiro, vamos aprender como cuidar dos objetos de prata e metal que temos em casa. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça (cruz, pulseira, botões de punho…) para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisA mais talentosa e bem preparada artista feminina do seu tempo continua a maravilhar-nos com a expressividade e modernidade que imprime às suas composições. A revelação de uma obra, não só pela imagem que representa, mas também pela forma como a artista se apropria e incorpora os materiais de que dispõe, é outro lado fascinante e nem sempre ao alcance do olho humano. Para isso, partimos à (re)descoberta de algumas das obras da coleção Casa Marta Ortigão Sampaio.
Ver mais“Aurélia — distinta matéria” parte da observação da obra da artista, em particular dos seus retratos e autorretratos, para pensar o lugar do rosto e cabeça na relação com o resto do corpo. Entre todas as partes do corpo, o rosto parece ser feito de distinta matéria. Como parte da cabeça, usufrui de semelhante privilégio nas hierarquias do corpo. Uma espécie de escudo para a relação com a realidade, permanentemente exposto e aberto a estímulos exteriores, tornou-se alvo recorrente de representações. Se se trata do nosso rosto, é uma das partes do corpo que podemos ver apenas quando refletida numa superfície espelhada ou quando reproduzida numa imagem, seja qual for a sua natureza. Vemo-lo sempre indiretamente. E nessas condições sempre de modo diferente do que é dado a ver ao outro, que o pode olhar diretamente.
Ver maisLeitura partilhada d'Os Lusíadas, nos 450 anos da publicação da epopeia (1572-2022), explorando temas centrais da inventiva poética de Luís de Camões: a mitologia grega e romana em auxílio dos portugueses, a crítica política da expansão, a exaltação lírica do amor contra a cobiça, a ciência do mundo e a ilusão das profecias. O Curso Breve desenvolve-se todas as segundas de janeiro entre as 18H e as 20H ao longo de 4 sessões.
Ver maisPreparados para explorar o Planeta Imaginação? Que paisagens e seres o habitarão? No nosso diário de bordo vamos desenhar e mapear esta aventura em família. 3, 2, 1, partida!
Ver maisA décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
Ver maisNesta breve visita vamos conhecer melhor as peças da coleção com relação direta com esta prática, bem como as peculiaridades da mesma. Desde serviços a caixas, de produção oriental ou europeia, o repto está lançado.
Ver maisQuem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à atual montagem da Extensão do Romantismo, Metamorfoses, vamos construir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.
Ver maisNos finais do glorioso século XIX, uma luso-francesa abastada fará tudo ao seu alcance para reconquistar o seu marido: trairá, enganará, dominará, conquistará, até perceber que tudo o que precisa é de si própria e não de quem não a merece. Pelo meio há narigudas, minorcas, bebedolas, engatatões, princesas, burlões, condes e condessas. Tudo do melhor para rechear uma aventura de época na magnífica cidade do Porto. Com texto dramatúrgico de Gonçalo Waddington e performance de Luís Araújo, Madame Quay, um drama sonoro integra o programa performativo pla.tô, com direção artística de Ao Cabo Teatro.
Ver maisA pretexto do aparecimento de um Justo (600 Reais) de D. João II (1481-95) nas escavações arqueológicas efetuadas na Casa do Infante, conta-se um pouco da história desta nova moeda de ouro, cunhada a partir de junho de 1485, nas casas da moeda de Lisboa e Porto. Apesar de, recentemente, a autenticidade de o único Justo produzido no Porto ter sido colocada em dúvida, são apresentados dados de fontes escritas e de afinidades técnicas e estilística entre o exemplar em apreço e moedas de prata do Porto, contemporâneas, que contrariam tal proposta. Tratando-se o Justo de uma das moedas mais raras de numária portuguesa, revela-se uma estimativa do total de moedas cunhadas e uma proposta de ordenação cronológica das diferentes emissões realizadas até ao final do reinado do “Príncipe Perfeito”. O fabrico destas valiosas moedas, segundo Maria José Pimento Ferro, marca o início do período de “esplendor monetário português”. A esta pequena conversa seguir-se-á uma observação do Justo apresentado na exposição Do Medalheiro Allen ao Gabinete de Numismática, bem como de outros núcleos presentes nesta mostra que se relacionam com alguns acontecimentos importantes da História da cidade do Porto.
Ver maisSem perder de vista as palavras de José Tolentino de Mendonça, seria triste constatar que a nossa mesa de Natal foi afinal uma oportunidade perdida, porque a abundância dos alimentos acabou por agravar a fome de afeto e de sentido que trazemos, todo o ano, connosco, o desafio deste resgate é olhar o Natal através da(s) Ceia(s) de Consoada retratadas pela literatura portuguesa. Numa doce viagem, recuaremos ao tempo em que o bolo-rei ganhou lugar à mesa em Portugal e, em particular, no Porto.
Ver maisPretendemos com esta apresentação estabelecer um ponto de partida para uma conversa em torno da tipologia de museu de cidade e dos seus principais desafios na atualidade. Ao longo das últimas décadas, e mais intensamente a partir do início deste século, temos assistido a mudanças sistémicas surpreendentes em museus dedicados à história e à contemporaneidade de cidades em diversos pontos do globo, movimento que acompanha o próprio processo de transformação rápida dos centros urbanos. Daremos destaque a questões relacionadas com conceitos, missões e objetivos, posicionamentos e tentativas de definição desta nova geração de museus de cidade, incluindo algumas interrogações e convicções.
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