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Percurso_Especial#7_014
Derivas urbanas, percursos literários, visitas guiadas, Caminhos do Romântico e uma visita botânica compõem, ao longo de outubro, um conjunto de propostas do Museu e Bibliotecas do Porto que levam a descoberta para fora de portas ou convidam a entrar nos seus espaços com outro olhar. Da antiga Estrada de Guimarães às camélias dos jardins do Palácio de Cristal, passando pela poesia e pela arqueologia, são diferentes formas de ler a cidade, a sua história e o seu património.
Nos dias 6 e 10 de outubro, às 14h30, Luís Aguiar Branco orienta “Deriva: A Estrada Velha de Guimarães”, com partida da Praça do Marquês de Pombal. A proposta convida a seguir um antigo eixo de circulação e, através dele, observar marcas, permanências e transformações da cidade.
A 13 de outubro, às 10h30, Adelaide Silva e Carla Teixeira orientam uma visita guiada à Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade, proporcionando uma aproximação ao espaço e às suas coleções.
A relação entre território e palavra ganha outra expressão a 16 de outubro, às 14h30, com o “percurso literário”, conduzido pelas mesmas mediadoras a partir da Biblioteca de Poesia Eugénio de Andrade. A literatura deixa as estantes para acompanhar a descoberta da cidade e dos lugares convocados pela leitura.
Olhar para o que está diante de nós e nem sempre vemos
No dia 24 de outubro, às 14h30, os Caminhos do Romântico regressam com “As Camélias que Nunca Vemos”. Com Armando Oliveira e Manuela de Castro, e ponto de encontro na entrada principal do Palácio de Cristal, o percurso dirige a atenção para um elemento profundamente associado à paisagem e à identidade da cidade.
No dia seguinte, 25 de outubro, às 11 horas, uma “Visita Botânica”, com Luís Alves, parte do Arqueossítio para acrescentar outro modo de interpretar o património: através das espécies e dos elementos vegetais que fazem parte dos lugares e da sua história.
Entre antigas vias, literatura, jardins e património, outubro propõe diferentes maneiras de percorrer e interpretar o Porto, mostrando que conhecer a cidade também passa por caminhar, observar com tempo e reparar naquilo que, tantas vezes, o quotidiano torna invisível.
As condições de participação, inscrições e bilhetes variam de acordo com cada atividade e devem ser consultadas nas páginas do Museu do Porto e Bibliotecas do Porto.