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Programa de encerramento da exposição «Para Aurélia: Desenhos de Fuga».
Ver maisO Museu e Bibliotecas do Porto acolhe o Concerto de Laureados do Prémio Musa, numa colaboração inédita entre o Festival Projeto:Canção e MPMP Património Musical Vivo. Nesta sexta edição, o Prémio celebra a poesia de José Mário Branco, desafiando compositores a criar novas obras para voz e ensemble instrumental, explorando as possibilidades expressivas da língua portuguesa.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver maisQue cores e formas se encontram no jardim? Que padrões há na Natureza dentro do universo vegetal? Partindo da observação dos padrões, cores e texturas que encontramos no jardim iremos recorrer a técnicas de impressão de folhas orgânicas sobre papel.
Ver maisNesta oficina de joalharia artesanal, vamos explorar o uso do arame como matéria-prima para criar alfinetes e colares com formas inspiradas nas árvores.
Ver maisQue cores e formas se encontram no jardim? Que padrões há na Natureza dentro do universo vegetal? Partindo da observação dos padrões, cores e texturas que encontramos no jardim iremos recorrer a técnicas de impressão de folhas orgânicas sobre papel.
Ver maisAtravés da visita às salas do Arquivo Histórico propõe-se a exploração das memórias coletivas num lugar de partilha.
Ver maisNeste concerto, apresenta-se uma mostra representativa da rica diversidade de conteúdos musicais composta e copiada pelos cónegos regrantes músicos de Santa Cruz, desde obras litúrgicas em latim à lírica musical secular seiscentista, passando pela música para o teatro devocional do alvor da modernidade peninsular.
Ver maisEnquanto Texto Sagrado e Texto dos Textos, a Bíblia impôs-se na Idade Média europeia como livro de referência – como sacra pagina ou lectio divina – para tudo: para a compreensão do mundo, da natureza humana, da história dos povos, da divindade e da salvação.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisNo Dia Mundial do Livro, um recital de poesia celebrou os 50 anos do 25 de abril como resultado de uma oficina, ministrada por Teresa Lima, professora de voz em escolas de teatro e formadora de professores e de profissionais que usam a voz em público. A leitura incidiu numa seleção do conjunto de 50 poemas, de outros tantos poetas, no âmbito do projeto «Poesia Pública», que integrou o programa de celebração do 50.º aniversário da Revolução dos Cravos. Foi assim, em voz alta, que os participantes celebraram as conquistas de abril com poesia e liberdade, resultado que aqui disponibilizamos.
Ver maisNo Dia Mundial do Livro, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett abre portas para uma Reading Party, convidando os clubes de leitura a ocuparem os espaços da Biblioteca e da Galeria Municipal, apropriando-se deles com as suas próprias dinâmicas, a partir das 18H e até depois das 22H.
Ver maisO Dia Mundial do Livro é comemorado pelos voluntários da Biblioteca Sonora em forma de manifesto, em que privilegiamos a liberdade individual de cada um dos leitores: escolher ler, escolher gravar livros para quem não pode ler. Este manifesto sonoro é feito da simplicidade de quem escolhe ler, como se tratasse de um sussurro, com todas as certezas, hesitações, confiança, cuidado ou provocações naturais de quem sussurra. Hoje são vocês os ouvidos de quem não vê. Hoje são vocês parte deste manifesto. De alguma forma, hoje são vocês o livro. Hoje são vocês o motivo da nossa celebração. Parabéns!
Ver maisNo dia em que se celebra o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Biblioteca de Assuntos Portuenses recebe as autoras do livro «Porto – Lojas de Outrora e de Agora», para uma conversa sobre as histórias das lojas da cidade e das marcas identitárias que estas deixaram ao longo do tempo na vida dos portuenses. Uma obra que demonstra o papel relevante que o Arquivo Histórico Municipal do Porto desempenha enquanto guardião de diversos documentos, que socorrem esta e muitas outras investigações sobre a cidade.
Ver maisUma abordagem aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra pela voz de André Antunes, investigador em línguas clássicas, que pretende colocar em evidência o valor literário e histórico destas peças, a qualidade da escrita e a forma como esta se relaciona com as imagens e representações.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisUma abordagem aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra pela voz de André Antunes, investigador em línguas clássicas, que pretende colocar em evidência o valor literário e histórico destas peças, a qualidade da escrita e a forma como esta se relaciona com as imagens e representações.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisDatada de 1827, «Descida da Cruz» faz parte de um grupo de quatro pinturas tardias de Domingos Sequeira, realizadas em Roma, onde o artista passou os últimos anos de vida. Nascido em 1768 no seio de uma família modesta, Sequeira foi educado na Casa Pia e estudou em Roma, com o pintor Antonio Cavallucci. Nomeado pintor da corte, codirigiu a empreitada de pintura do Palácio Nacional da Ajuda, cujas obras foram verdadeira escola de Belas-Artes.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
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