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A propósito do Dia Mundial da Saúde Mental e do Dia Mundial da Alimentação, celebrados respetivamente a 10 e a 16 de outubro, esta sessão irá explorar o papel dos fatores de ordem cognitiva e emocional nos comportamentos e nos padrões de ingestão alimentar, à luz do equilíbrio entre o prazer e a saúde.
Ver maisOs 50 anos do 25 de Abril servem de argumento ao Cineclube do Porto para, neste Curso Breve, refletir sobre o contributo revolucionário do cinema na nossa sociedade. Pretende-se abordar a função interventiva do cinema (também ele amador) no processo revolucionário português enquanto ferramenta de manifestação social e política, bem como a sua importância na preservação/construção de uma memória histórica através da digitalização e restauro dos filmes de revolução. Aborda-se também o cinema português e as suas revoluções no contexto das movimentações artísticas que lhe são contemporâneas refletindo acerca dos novos desafios do cinema no contexto atual das transformações tecnológicas e sociais.
Ver maisO Ciclo de Música Antiga regressa à Casa do Infante para a sua 2.ª edição, com um programa que convida a uma autêntica viagem no tempo. Na atmosfera medieval que envolve este espaço do Museu do Porto, três recitais prometem a vivência de interpretações historicamente informadas, tendo como protagonistas os instrumentos antigos. Entre outubro e dezembro, vamos celebrar o tempo dos reis, mercadores, nobres, plebeus, artesãos, místicos e artífices, recuando até ao longínquo ano de 1325.
Ver maisAo longo de todos os sábados do mês de outubro, o Museu do Porto e o Curso de Música Silva Monteiro apresentam «Música para Todos», um ciclo de recitais com uma programação eclética que promete ir ao encontro das preferências e sensibilidades de todos. A proposta inclui um repertório que abarca vários períodos da história da música, intérpretes de grande qualidade e de projeção internacional e ainda formações diversas. Tudo num dos espaços mais encantadores da cidade.
Ver maisSeguimos um fio de som para descobrir o território. Este é um concerto em movimento, onde a música informa e desdobra o significado do que vemos. Em grupo, buscamos ecos, reflexos, artefactos submersos e ideias que planam à superfície, desbravamos caminho com a voz, a eletrónica, recolhas sonoras, poesias antigas e outras acabadas de inventar.
Ver maisPara melhor entender o momento histórico e o significado da implantação da República a 5 de Outubro de 1910, é necessário recuar a 1500 a.C.. Depois da distribuição de um borrego de fogueira, sobrou uma perna do bicho e a decisão de como partilhar a riqueza produzida pelo clã nesse dia. Daí a perceber como chegamos a um feriado português, vai um longo tiro no escuro.
Ver maisEm outubro regressam os encontros do Clube de Leitura, que divulgam contos de grandes autores. Os textos selecionados são de dois autores contemporâneos galardoados com o Prémios Nobel da Literatura, Alice Munro e J. M. Coetzee e refletem sobre a condição humana e a necessidade de perdão. Nesta sessão, o Clube de Leitura da BMAG vai ler «Amada Vida» em «Amada Vida», de Alice Munro.
Ver maisNesta oficina propõe-se uma aprendizagem do latim falado enquanto língua de comunicação e uso. Os alunos aprenderão diversas expressões e vocabulário típicos do idioma de Cícero. Para o efeito, usar-se-á a língua Latina para falar com os participantes, tal como se faz na aprendizagem de línguas modernas, para que, por intuição, dedução e pela contextualização, os alunos se habilitem a compreender os fundamentos do Latim. Os participantes aprenderão a utilizar o Latim tal como na aprendizagem de uma língua viva: falando, lendo, escrevendo.
Ver maisSeguimos um fio de som para descobrir o território. Este é um concerto em movimento, onde a música informa e desdobra o significado do que vemos. Em grupo, buscamos ecos, reflexos, artefactos submersos e ideias que planam à superfície, desbravamos caminho com a voz, a eletrónica, recolhas sonoras, poesias antigas e outras acabadas de inventar.
Ver maisO Tríptico «A Vida: Esperança, Amor, Saudade» foi pintado por António Carneiro, entre 1899 e 1901, e pertence à Fundação Cupertino de Miranda desde 1977. É uma das obras mais conhecidas deste autor e já viajou por vários lugares do mundo. Para ser exposta no Ateliê António Carneiro nas melhores condições, a equipa de Conservação e Restauro da Divisão Municipal de Museus desenvolveu uma série de ações de conservação preventiva e curativa. Nesta visita será revelado esse trabalho.
Ver maisNestas oficinas sensibilizaremos o público-alvo para a origem de muitas das palavras com que comunicamos no nosso dia a dia, sendo que, de forma lúdica, se contará uma estória em Latim simples, acessível a quem nunca entrou em contacto com esta língua.
Ver maisA iteração da palavra «órgão» é comum em várias culturas e tradições. Na Antiguidade, organon designava genericamente qualquer instrumento musical, mas também qualquer ferramenta ou artefacto. Não deixa, pois, de ser uma designação particularmente adequada a um instrumento musical que tem sido tantas coisas ao longo da História do Homem. Flutuando entre imagens – a um lado, um sinal de instituições milenares e, a outro, uma das criações tecnológicas mais complexas do Homem – o órgão foi e continua a ser um «instrumento» em muitos sentidos. Esteve no Coliseu de Roma, e na Corte dos seus imperadores, esteve e está nos mais majestosos e modestos templos cristãos, serviu de base ao ensino do canto gregoriano, do contraponto e polifonia que são a base da música de hoje, acompanhou coros e orquestras e até foi solista. Por outro lado, é um verdadeiro «sintetizador analógico» que, apesar de ter a sua voz, estuda e imita a de outros instrumentos, pertencentes a culturas e linguagens diferentes. Em Portugal, detentor de uma das mais ricas e particulares tradições organísticas, como no resto do mundo, assiste-se a um renascer da cultura organística, patente não apenas da redescoberta da música antiga, mas também na proliferação de novos repertórios. É neste contexto que o ciclo «Órgão Moderno» se apresenta, propondo um programa que reúne alguns dos nomes mais importantes na história da composição musical para órgão, como Olivier Messiaen e György Ligeti, que viram nele um manancial infinito de novos sons e novas cores, um instrumento de contacto com o transcendente, um mecanismo gerador de maravilhosas entropias tímbricas. Destaque ainda para as composições de Hans Zimmer, para a banda sonora do filme «Interstellar» de Cristopher Nolan, em que a pungente dualidade do conceito moderno de órgão de tubos se manifesta em toda a sua plenitude.
Ver maisAMMO – Associação Círculo de Amigos Marta Ortigão, promove desde setembro de 2018, em colaboração com a Câmara Municipal do Porto, o estudo, a preservação, o enriquecimento e a divulgação do património deixado por Marta Souza Ortigão de Sampaio Sequeira aos portuenses. Celebra os seus quatro anos com uma programação diversificada. O evento abre com uma exposição de obras da artista Nettie Burnett, prossegue depois do almoço com um café no jardim, acompanhado por uma conversa com o botânico Iúri Frias e termina com um recital de poesia e harpa, pelo ator Fernando Soares e a harpista Eleonor Picas.
Ver maisO Clube de Leitura convida Rafael Sousa Santos para apresentar o seu livro de contos «Spolia Pauper». O autor é arquiteto e investigador na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, publicando regularmente contos em diversas revistas. Neste livro, «diferentes histórias primam pelo trabalho sobre a repetição, encenando todas elas um confronto que, no fim, nunca chega a ter lugar, com a narrativa a encontrar um ponto de suspensão onde se desfaz. Assim, o humor que desta obra resulta é a prova maior do disparate que coordena o acaso dos assuntos humanos.»
Ver maisÀ semelhança das gentes que as habitam, também as casas se erguem sobre a genealogia que lhes é pertença. Cada edifício é uma realidade viva, pulsante, enraizada nas venturas e desventuras dos séculos que lhes moldaram as fragilidades mas, também, a perenidade. São edifícios orgulhosos de si, são Porto e são Património Mundial. Mas a narrativa de que hoje são testemunhas só é possível pela existência de pessoas que, sob a égide da reabilitação urbana, lhes deram reforçado sopro contra a extrema degradação e pobreza.
Foram estas pessoas o corpo do CRUARB – Comissariado para a Renovação Urbana da Área da Ribeira/ Barredo, criado em 28 de setembro de ‘74. A operação de reabilitação desta zona constituirá o primeiro esforço nacional nesta área de atuação; porém, tal não é indiferente ao estudo de ‘69 de Fernando Távora, que lhes serviu de orientação.
«Um Objeto e Seus Discursos» regressa no dia em que se assinalam precisamente 50 anos sobre a criação do CRUARB.
Ver maisNo mesmo espírito do ciclo «O som e a palavra aos jovens pianistas», apresentado em 2022, que se destinou a apresentar valores seguros da arte do piano em Portugal, já com carreira e reconhecimento internacional, o Museu do Porto volta a dar palco à nova geração de talentos precoces, que prometem dar continuidade aos atuais valores seguros do pianismo português. Ao longo de 4 recitais, será colocada em evidência a excelência performativa e valor artístico de jovens pianistas portugueses ainda em formação superior e pós-graduada. As duas últimas sessões, intituladas «O futuro virtuoso», serão totalmente preenchidas com executantes portugueses ainda em formação dos 8 aos 14 anos de idade, e sob a inspiração do jovem Wolfgang Amadeus Mozart, génio da música que atuou em grandes palcos enquanto criança e que afirmava que «A música é a minha vida e a minha vida é a música».
Ver maisDepois de uma primeira edição que inaugurou uma conversa entre quatro poetas portugueses e um compositor musical com 5 grupos de migrantes (de facto ou de espírito), a proposta de escuta e invenção desenvolve-se agora num segundo capítulo, através de novas criações musicais de José Valente, alicerçadas novamente nas perceções recebidas ao longo dos convívios de pesquisa que, entretanto, se organizaram e que estabeleceram uma plataforma de diálogo e conhecimento mútuo. Além da contínua colaboração com os músicos da Orquestra Filarmónica Portuguesa, participarão nos concertos de estreia das novas obras compostas vários músicos das comunidades contactadas: intérpretes de origens distintas que partilham a sua experiência e cultura a partir de uma simbiose inovadora, um testemunho de um Porto atual definido pelos seus habitantes, humano, diversificado e multifacetado.
Ver mais«Cada Palavra» é a possibilidade de todos os itinerários na obra plural de Eugénio de Andrade. As vozes de Francisca Bartilotti, Isaque Ferreira, Ismael Calliano, Rui David, Rui de Noronha Ozorio, Rui Spranger e Sandra Salomé sublinham poética e musicalmente «Cada Palavra». Todo o tempo é tempo de «Cada Palavra». Este é o dia de Eugénio de Andrade num boletim meteorológico mais afetivo.
Ver maisLevamos no bolso uma janela mágica que nos envolve numa viagem pelos cantos e recantos do Museu Romântico. Partimos à descoberta das estórias que se revelam por entre paisagens, seres fantásticos e outros que tais, reunindo tudo numa pintura de tonalidades crepusculares.
Ver maisAo longo de três sessões propomos a construção de um inventário de referências poéticas e políticas sobre o Porto, estabelecendo pontes entre passado e contemporaneidade em geografias diversas da cidade. O espólio do Arqueossítio viabilizou leituras fundamentais sobre a transversalidade cronológica dos contactos comerciais que esta geografia assegurou nos três últimos milénios da história. A partir daqui, poderemos observar o atual centro histórico do Porto enquanto reflexo de um intenso processo de globalização, onde a presença internacional se lê em diferentes camadas. A sua inventariação, enquanto gesto poético e político, será o propósito do nosso olhar coletivo.
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