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Iniciativa de promoção da leitura de autores portuenses ou relacionados com o Porto, através de uma conversa que visa dar a conhecer a sua vida e obra literária.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisNo território deste local passava a norte a estrada velha do Pão ou da Prata (atual rua do Bonfim), enquadrada pelos montes do Fôjo e da Forca onde irá ser construída a igreja do Bonfim, e a sul passava a estrada velha de Campanhã.
Na planície fértil havia campos e quintas que vão sendo rapidamente urbanizados ao longo do século XIX. A avenida Camilo vai ser rasgada a partir de 1915 nos terrenos da quinta de Sacais, sendo logo construído o liceu oriental Alexandre Herculano e um conjunto de edifícios que dignificaram o meio urbano com a sua estética arquitetónica.
Ver maisA ampliação da Alfândega de 1677 permitiu a criação de um espaço para a fundição de selos de chumbo. É este espaço, com curiosidades quase despercebidas, que propomos conhecer melhor.
Ver maisAo longo de 2025, no primeiro sábado de cada mês, as crianças dos 6 aos 10 anos de idade são convidadas a assistir à Hora do Conto em língua inglesa, exercitando assim competências linguísticas de forma lúdica. Uma iniciativa realizada em cooperação com o British Council do Porto.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisQue formas de liberdade podemos encontrar no museu? E em casa? E na rua? Quantas podemos levar no bolso ou nas mãos? E se as perdermos? Vamos em família colecionar liberdades conquistadas e imaginadas.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisMomento educativo de estimulação sensorial, que visa proporcionar aos bebés e seus cuidadores uma panóplia de sensações através de jogos, poemas e canções. O toque, o sonho, a sonoridade, a curiosidade e o olfato vão estar num ninho para, juntos, levantarmos voo e encontrarmos o nosso lugar preferido: o abraço, o colo, o ombro...
Ver maisComo me vejo? Nesta oficina as crianças são convidadas a pensar nas características que melhor as definem e a representarem-se, retratando não só a si mesmas, mas também a outro participante.
Ver maisFoi a 23 de dezembro de 1924 que António Carneiro celebrou, com solenidade íntima, a inauguração do seu ateliê. Convidando apenas familiares e amigos mais chegados e festejando o 31º aniversário do seu casamento, começa neste dia uma longa história de um espaço tão singular. Passados quase 100 anos, comemoramos a sua inauguração, e embora um dia antes do perfeito centenário, convocamos os que compreendem a alma delicada do artista e se inspiram na presença das suas obras, para um encontro que conta com uma visita guiada pelo curador Bernardo Pinto de Almeida, que também nos desvelará algo sobre a sua próxima exposição no Ateliê e será marcado por um concerto de um Trio de Piano com elementos da Orquestra Filarmónica Portuguesa, que nos presenteará com uma obra de Cláudio Carneyro.
Ver maisA Biblioteca Almeida Garrett celebra o Natal ao som do piano, violino e violoncelo. O Trio Douro — Orquestra Filarmónica Portuguesa apresenta obras de Beethoven, Brahms e Piazzolla.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAlerta, detetives! O Ateliê António Carneiro está repleto de obras valiosas e temos uma missão pela frente: desvendar os mistérios por detrás das pinturas da exposição. Sem engenhocas do C.S.I., mas com recurso ao desenho de observação e jogos de lógica e memória, vamos criar um diário visual com pistas para novos imaginários.
Ver maisA Confederação abre os baús e mistura Marionetas, Jogos e Brinquedos que ao longo do ano vão aprofundando em diferentes «Officinas». Pequenos e graúdos, em família ou com amigos, todos estão convidados a participar neste momento de partilha e construir as prendas mais divertidas deste Natal.
Ver mais«A história de um realizador de cinema, Miguel Garay (o sóbrio e lúcido Manolo Solo), que há algum tempo deixou um filme inacabado por causa de um ator, Julio Arenas (o sombrio e destroçado José Coronado), que desapareceu de repente. E para sempre. Tudo isto aconteceu num passado estranho, o da juventude, no espaço quase sagrado em que tudo parecia possível. Décadas depois, o mistério regressa em toda a sua crua vulgaridade quando um programa de televisão decide investigar o que aconteceu, porquê e como. O ator que desapareceu é agora um homem vazio, incapaz de se lembrar e, portanto, de ser. Exploram-se questões como a memória, a identidade e o próprio tempo.» (Luis Martinez, excerto de um texto de crítica, El Mundo) «Penso nas personagens do ator e do realizador como dois rostos de uma só entidade. O ator não tem memória, não sabe quem é. O realizador, por seu lado, tem memória a mais, não consegue fugir do peso dela. O ator foi tocado pela mão piedosa do destino, que o libertou do fardo da memória.» (Palavras de Victor Erice, entrevista a Luís Miguel Oliveira, Público)
Ver maisVisa-se revitalizar o conceito de "economia generalizada" proposto por Georges Bataille, desenvolvido por Klossowski e outros autores, que tem como caraterística essencial o reconhecimento de que as leis do Oikos são plurais e tensionais. É sabido que Marx procurou demonstrar, em Das Kapital, que a forma-capital da economia se generalizou de tal modo que é a "essência" da modernidade. De facto, a forma-capital está em crise permanente, se não é ela própria a crise por excelência, mas não deixa de ser uma economia "limitada". Algo de essencial está em causa nesta limitação. Restringi-la ou limitá-la significa valorizar formas como a economia da dádiva, a economia política, a economia do reconhecimento ou a economia ecológica e, ao mesmo tempo, criar um amplo espaço analítico e político de negociação e conflito entre as várias formas que consubstanciam a "economia generalizada" de maneira concreta e institucional, procurando tornar possíveis outras relações entre economia e vida.
Ver maisPintada entre Paris (1899) e o Porto (1901), a obra não só marca a viragem do século como o Simbolismo nacional, movimento do qual Carneiro havia de se consagrar precursor e único representante. Uma obra atemporal, que nos transporta para este espaço irreal e simbólico onde o ciclo da vida se cumpre e que nos mostra como reverbera ainda, na contemporaneidade, um eco simbolista que importa atender no seu significado ético e estético.
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