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O Museu do Porto reforça a sua programação regular de música ao abrir o Salão do Museu Romântico a jovens criadores e intérpretes. A partir de fevereiro de 2024, o «Salão Aberto» acolhe jovens compositores e músicos, recém-formados ou frequentando o ensino artístico em música, que poderão apresentar publicamente as suas primeiras obras e o seu talento. Este será um espaço aberto às escolas e aos alunos de música da cidade, na promoção da criação e da interpretação, da partilha de ideias e de estéticas musicais, perscrutando as tendências da nova música portuguesa da cidade do Porto. O Ensemble Contemporarte da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo foi criado em 2022 por alunos desta instituição. Visa a interpretação de repertório musical contemporâneo, com um especial foco no repertório criado por alunos e alumni da Licenciatura e Mestrado em Composição da própria escola. É com eles que abrimos o Salão do Museu Romântico, revelando quatro obras originais com a interpretação de dois quintetos. As atividades do «Salão Aberto» decorrerão às quintas-feiras, pelas 18h, no Museu Romântico, com entrada gratuita.
Ver maisNuma atmosfera intimista propícia à leitura especializada e à investigação arqueológica, abre-se no Reservatório de Arqueologia Urbana do Museu do Porto, no Parque da Pasteleira, uma nova biblioteca temática, paredes meias com a exposição permanente e com o depósito e área de estudo de materiais. Com um acervo de, pelo menos, 500 títulos, esta pequena biblioteca integra obras de referência e de carácter geral sobre Arqueologia, de autores portugueses e estrangeiros, a par de monografias e ensaios diversos, designadamente sobre trabalhos realizados no Porto e no Norte de Portugal. Nesse mesmo espaço, será possível a requisição de outras obras de Arqueologia ou áreas de interesse afins, do catálogo das Bibliotecas Municipais. Aberto de terça a domingo, este espaço de consulta e estudo beneficia do magnífico Parque da Pasteleira e reforça a atratividade do Reservatório do Museu do Porto.
Ver maisÉ um dos mais surpreendentes, enigmáticos e curiosos objetos deste ciclo de conversas portuenses – e um dos mais inesperados achados das reservas arqueológicas do Porto, que moram no Reservatório do Museu do Porto. Este fragmento de «meteorito» está associado às Areias Altas, sítio arqueológico da cidade que apresenta um conjunto de evidências que o particularizam no contexto da primeira metade do II milénio a.C. no Norte de Portugal, como por exemplo na prática de deposição intencional de artefactos e da produção de sal por evaporação artificial. Analisado recentemente pelo Laboratório de Análises Químicas da TecMinho – e a carecer ainda de investigação desenvolvida –, o objeto apresenta na sua composição a presença de crómio e níquel, elementos raros e inesperados no contexto geográfico do achado, que justificam que seja descrito como um possível «fragmento de meteorito», considerando também a sua coesão. A curiosidade serve de pretexto para falar da investigação arqueológica nas Areias Altas e a natureza e processo do trabalho e conhecimento científicos.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisA oficina tem início com a apresentação da «Planta do Porto Medieval em 1500». Posteriormente, convidam-se os participantes a formar grupos de 4 elementos, para a elaboração criativa de uma cidade medieval inventada. Sobre uma folha grande, serão inicialmente definidas as condições topográficas do território com rios, zonas planas e montes. Depois, serão feitas colagens de uma igreja paroquial, um convento mendicante, fontes, aqueduto, capelas, cruzeiros, muralhas, estaleiros, uma ponte, fornos, azenhas, moinhos, Torre da Câmara, Pelourinho e forca, definindo os espaços ao longo de praças, ruas e vielas. No final deste processo, os participantes irão dar um nome aos arruamentos e o orientador irá fazer um desenho geral de cada uma das cidades inventadas.
Ver maisCorre o rio Douro por paisagens tão belas e atenta-se nas casas e em toda a diversidade de elementos naturais. Dos olhos do rio para a nossa mesa, criaremos uma casa iluminada de paisagens múltiplas. Mistura de casa da ribeira com as substâncias da natureza duriense, assim inventaremos os lugares da casa.
Ver maisA partir do livro «Na floresta das máscaras», de Laurent Moreau, vamos construir máscaras, inventar novos «eus» e surpreender-nos com o que conseguimos fazer com um pouco de cartão e muita imaginação.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, integrada no projeto «Trajetórias», que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisO que pensariam as tias disto tudo? Uma talvez se risse. A outra talvez abanasse a cabeça com cara séria e me desse um beijo na testa. Talvez me dessem um colinho cheio de tinta, ou me deixassem vestir as suas roupas. Apresento-vos a casa que fiz para elas. Para nós. Podem estar à vontade e andar por aí. Elas devem chegar a qualquer momento.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAs plantas cartográficas são uma das fontes iconográficas mais importantes para o estudo e conhecimento do território humanizado. A «Planta do Porto Medieval em 1500» foi desenhada por Luís Aguiar Branco ao longo de alguns meses em 1999. O processo foi acompanhado por várias reuniões presenciais e assessoria científica dos historiadores Manuel Luís Real e José Ferrão Afonso. Nesta sessão serão explanadas algumas das problemáticas relacionadas com a definição dos esquemas gráficos para a elaboração deste documento cartográfico, assim como sobre o processo de crescimento da cidade medieval do Porto.
Ver maisLer, explorar e desconstruir estórias são o mote desta oficina de continuidade, para crianças dos 7 aos 10 anos, que acontece aos sábados. Os participantes são chamados a explorar as diferentes facetas da leitura e a participar num processo de reinterpretação.
Ver maisO que pensariam as tias disto tudo? Uma talvez se risse. A outra talvez abanasse a cabeça com cara séria e me desse um beijo na testa. Talvez me dessem um colinho cheio de tinta, ou me deixassem vestir as suas roupas. Apresento-vos a casa que fiz para elas. Para nós. Podem estar à vontade e andar por aí. Elas devem chegar a qualquer momento.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisEm 1934, o Palácio de Cristal e os seus jardins acolheram a Exposição Colonial Portuguesa, através da qual o Estado Novo realizou uma operação de propaganda sobre a sua política colonial, promovida a grande desiderato nacional. Noventa anos volvidos e meio século depois da independência das antigas colónias ultramarinas, vale a pena voltar aos mesmos locais para refletir criticamente sobre a sua romantização neste lugar e a sua memória. No percurso pelos jardins do Palácio de Cristal, passar-se-á também em revista a história do local, abordando designadamente a construção do edifício de ferro e vidro que acolheu a «Exposição Internacional do Porto» de 1865 e, posteriormente, muitas feiras industriais e eventos sociais, políticos e culturais.
Ver maisAo sábado, os pequenos leitores dos 3 aos 6 anos, acompanhados da família, são convocados a participar de animadas leituras, seguidas de ateliês onde estimulamos a imaginação e a criatividade.
Ver maisJogo de descoberta de animais nas peças em exposição no museu e construção de objetos inspirados nos animais observados.
Ver maisA primeira versão da Biblioteca Digital Eugénio de Andrade ficará disponível esta sexta-feira, 19 de janeiro. Para já, serão mais de 400 os poemas, datiloescritos, manuscritos, fotografias, postais, livros e objetos da coleção pessoal do poeta, agora disponíveis em site próprio. A apresentação acontece na casa onde o autor viveu no Porto, futuro polo da Biblioteca Errante enquanto Casa da Poesia Eugénio de Andrade. Com o lançamento da Biblioteca Digital Eugénio de Andrade, são agora seis os núcleos do projeto Biblioteca Errante.
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