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Jogo de descoberta de animais nas peças em exposição no museu e construção de objetos inspirados nos animais observados.
Ver maisA paisagem envolvente do Museu Romântico preserva uma sugestiva narrativa de traçados, significados e memórias. Convidamos as crianças e famílias a participarem nesta oficina que contará com uma visita orientada aos olhares dos «detetives do território» para a descoberta destes vestígios e significados. Após a visita, propomos a criação coletiva de um mapa de perceção dos caminhos percorridos e dos elementos distintivos desta paisagem histórica urbana. O que vamos descobrir desta vez?
Ver maisRoteiro autónomo com propostas de atividades para descobrir quatro caminhos num labirinto desde a Pré-História. As famílias desvendam pistas que contam histórias das peças no antigo reservatório de água.
Ver maisNesta oficina de Arqueologia, desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos.
Ver maisNesta oficina, vamos "pôr as mãos" no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também "pôr os olhos" nas antigas cerâmicas em exposição no Arqueossítio para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração.
Ver maisDesde 1977, o ICOM (Concelho Internacional de Museus) organiza anualmente, a 18 de maio, ou próximo desta data, o Dia Internacional dos Museus, um momento especial para a comunidade museológica internacional. Com a missão de sensibilizar para a importância dos museus enquanto meio de intercâmbio cultural, enriquecimento das culturas e desenvolvimento da compreensão mútua, da cooperação e da paz entre os povos, esta data tem captado, ao longo dos anos, uma atenção crescente a nível mundial. Este ano, o tema é «O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Mudança», do qual se desdobram três subtemas – «Património Imaterial», «O Poder da Juventude» e «Novas Tecnologias».
Ver maisExplorando o museu com olhos de detetive, os participantes são convidados a aceitar o desafio de embarcar numa expedição pela sua coleção, a encontrar pistas e a resolver enigmas com o objetivo de descobrir os vestígios e as marcas do tempo que foram deixadas neste edifício.
Ver mais«A pintura popular, em todas as suas expressões, é alvo, hoje em dia, de uma estima nova, não somente pela sua qualidade artística, como também pelo seu conteúdo, às vezes precioso. (…) Neste sentido, não há nada mais útil do que as tábuas votivas, que o povo português antigamente oferecia a certos santos poderosos e da sua predileção, em agradecimento de acontecimentos felizes que julgava procederem de intervenções milagrosas.» – Robert C. Smith, 1964 O resgate de maio documenta uma antiga e importante tradição religiosa – embora cada vez menos presente nos rituais religiosos contemporâneos – numa época em que se acreditava na expressão «a fé é que nos salva».
Ver maisNesta sessão, serão abordadas e respondidas questões e mitos frequentes em matéria de saúde oral como por exemplo, «quantas vezes por dia devo escovar os dentes?», «comer uma maçã evita ter de escovar os dentes?», «qual é o melhor dentífrico?», «devo consultar o dentista todos os anos, ou só quando me dói um dente?».
Ver maisDurante o mês de maio, o Museu Romântico apresenta «Constelação Cláudio Carneyro», do compositor portuense que viveu entre 1895 e 1963. O ciclo divide-se em quatro concertos, onde a obra de Cláudio Carneyro terá um lugar de destaque, juntamente com obras de outros compositores como Claude Debussy, Gabriel Fauré, Luiz Costa, António Fragoso, Joly Braga Santos, Alexandre Rey Colaço, Charles Widor e Armando José Fernandes. Os concertos vão decorrer a cada sábado do mês de maio de 2024, pelas 16 horas. No dia 4, sobe ao palco o Rizoma Trio, composto pelos músicos Álvaro Pereira (violino), Sérgio de A (piano) e Tiago Azevedo e Silva (violoncelo), com um programa intitulado de «No Sonho de um Fauno». Dia 11, teremos oportunidade de ouvir Fernando Costa (violoncelo) e Luís Costa (piano). A pianista Maria José Souza Guedes e o flautista Luís Meireles apresentam-se em duo ao público, dia 18. O ciclo encerra-se no dia 25, com um concerto a cargo do pianista Constantin Sandu.
Ver maisA missão Democracia nasceu há 50 anos em Portugal. Vem de mãos dadas com a Liberdade e destina-se a pessoas especiais como tu. À tua espera, aguardam autores e ilustradores também especiais para bons momentos de conversa, seguidos de oficina artística, onde, certamente, darás voz a esta missão.
Ver mais«Ao regressar a casa, vendo um carro carregado de palha, correu ao seu encontro e apressou-se a enfiar as agulhas no meio da palha. (…) A pobre mãe farta de tanta tolice começou a ter medo de o mandar fazer recados.» Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisNesta Deriva, os jardins e as cerca de 860 árvores da Quinta de Bonjóia são as protagonistas. Esta deambulação propõe um olhar atento, acompanhado de partilhas sobre as principais características de várias espécies, não esquecendo a referência aos mais antigos exemplares, à vasta comunidade de Choupos-Negros e às três dezenas de Ulmeiros.
Ver mais«Porque as pequenas coisas não existem para que reparemos nelas. Existem para ser descobertas. Quando nos damos ao trabalho de as procurar.»
Ver mais«O meu irmão bebé está a chegar! (…) está a demorar tanto, tanto tempo. Estou farto de esperar. E, sabes, parece que afinal o Papá se enganou completamente… O meu irmão… Não é…» Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisTatakizome é uma técnica tradicional japonesa de impressão botânica sobre papel ou tecido, que utiliza plantas como meio de impressão. Nesta oficina vamos trabalhar ambos os suportes, utilizando plantas provenientes de agricultura biológica onde, em família, cada um é convidado a explorar a fusão de elementos botânicos locais para criar peças únicas e eco conscientes.
Ver maisO primeiro de Maio é um dia importante que é assinalado condignamente em Portugal - O Dia Nacional do Correio Internacional Transatlântico. Foi nesse dia que, em 1500, Pero Vaz de Caminha enviou uma carta a D. Manuel I dando conta do achamento do Brasil. A carta foi trazida para Portugal por Gaspar de Lemos, comandante do navio de mantimentos da frota, não havendo registo da data da sua chegada. Na primeira «Conferência Festiva» será abordada a efeméride do 1º de Maio, Dia Mundial do Trabalhador que, por decisão da Segunda Internacional Socialista, reunida em Paris no dia 20 de junho de 1889, convocou uma manifestação anual de luta pela jornada de 8 horas de trabalho, numa homenagem às lutas sindicais de Chicago.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista. Nesta sessão, o Clube de Leitura da BMAG vai ler «O Amante do Crato» em «O Amante do Crato», de Maria Velho da Costa.
Ver maisO Quarteto 84 apresenta-se no Museu Romântico, num concerto de música de câmara mediado pelo Ensemble Contemporarte. Fundado por alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, em outubro de 2023, sob orientação do professor e violoncelista Filipe Quaresma, Quarteto 84 conta com um programa de grandes obras: o Quarteto n.º 14 em Dó# Menor de Beethoven, escrito em 1826, que se acha ser o quarteto preferido do compositor; e Quarteto n.º 6 em Fá Menor de Felix Mendelssohn, composto em 1847 em homenagem à sua irmã Fanny que tinha falecido. São duas obras icónicas da história dos quartetos de cordas e da própria história da música, dadas ao luto e à tristeza. Sobre o Quarteto n.º 14 em Dó# Menor de Beethoven, Wagner referia ser «(...) certamente a coisa mais triste que já alguma vez tinha sido dita em notas».
Ver maisAo longo de mais de 2000 anos, a cidade do Porto foi sendo protegida por diferentes sistemas de muralhas e fortificações. O estudo destas estruturas oferece-nos uma perspetiva singular sobre a cidade, permitindo redescobrir a sua geografia, a evolução das dinâmicas urbanas e as transformações dos contextos políticos, económicos e sociais. Este curso é uma oportunidade para conhecer os dados mais recentes da investigação nesta área, desde os vestígios mais antigos, como é exemplo a muralha castreja identificada no logradouro do aljube eclesiástico, até às linhas defensivas do Cerco do Porto no século XIX. O curso está organizado em seis sessões, com uma periodicidade quinzenal, decorrendo às terças-feiras entre as 17h30 e as 19h00 para um auditório de 30 lugares, sendo obrigatória a inscrição prévia. A 9 de abril terá lugar a 1.ª sessão dedicada aos mais antigos vestígios de amuralhamento identificados na zona da Sé. As duas seguintes versarão sobre as muralhas medievais: a chamada cerca românica e a cerca gótica ou fernandina, respetivamente a 23 de abril e 7 de maio. A 21 de maio será a vez das novas fortificações da Época Moderna, e a 4 de junho será abordado o tema das linhas defensivas e baterias do período liberal. A última sessão, a 18 de junho, focará a linha da Circunvalação, uma extensa barreira construída já no limiar do século XIX para controle das entradas e saídas da cidade.
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