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A casa é o ponto de encontro. O doméstico, o público, o íntimo e o partilhado misturam-se no mesmo espaço e somos convidados a olhar, escutar, estar sem pressa. Dos objetos da casa brotam sons, dos sons nascem ambientes. As conversas cruzadas misturam-se com a história do espaço, quem agora o habita, o património que partilhamos. Seguimos numa viagem pela descoberta do que há - o jardim, os livros, os quadros - , para a construção do que pode vir a ser - casas cheias, comunidades em ebulição -, numa abordagem transversal, onde a voz acústica, se mistura com os objetos, as memórias, as palavras escritas e faladas, o espaço comum e o individual.
Ver mais«Lá fora, na floresta, encontrava-se um belo e pequeno Pinheirinho». «Quando tinham passado três invernos, a pequena árvore tinha crescido tanto…» Até que no outono algo aconteceu ao Pinheirinho. Vem descobrir tudo neste conto escandinavo, uma versão de Jenny Koralek do conto de Hans Christian Andersen.
Ver maisParaurélias são paisagens de mil folhas, habitadas por linhas e formas desencontradas. Ocupados por máscaras, recortes e outras imagens, estes lugares serão construídos a partir dos diálogos criados com o universo da artista. Para Aurélia.
Ver maisComo limpar e conservar pintura sobre tela? O que posso fazer? O que não devo fazer? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes pinturas a óleo sobre tela da coleção de Marta Ortigão Sampaio, vamos aprender a cuidar, limpar e acondicionar as pinturas que temos em casa, clarificando o que podemos fazer e também o que não podemos nem devemos fazer. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena obra para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisNesta noite convocamos a maior diva do canto lírico, que completaria 100 anos em dezembro de 2023, Maria Callas (Nova Iorque, 1923—Paris 1977), lendária soprano greco-americana, cuja belíssima voz e interpretações de profunda análise psicológica das personagens lhe conferiram o título de La Divina.
Ver maisA acessibilidade contribui de forma determinante para o bem-estar e a qualidade de vida e refere-se ao acesso, de todas as pessoas, ao meio edificado, à via pública, aos transportes, à comunicação e à informação. A propósito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, serão exploradas estratégias para colmatar dificuldades e barreiras à autonomia e a uma vida independente.
Ver maisO mais acarinhado ciclo de conversas portuenses despede-se de 2023 com uma sessão dedicada à mais alta e desprendida forma de amor: a amizade. Ou a amizade que a cidade abriga. A partir do fragmento de um discurso dactiloscrito do poeta e jornalista Manuel António Pina sobre o seu companheiro de armas e viagem Germano Silva, sondamos afetos e correspondências de que o Porto é solo e casa, através da encarnação particular nas vidas, roteiros e hábitos destes dois cronistas portuenses. O objeto, patente na exposição «PINA GERMANO», no Gabinete Gráfico da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, junta à mesa os biógrafos de Pina e Germano, Álvaro Magalhães e Helena Teixeira da Silva, e a curadora do Museu do Porto, Rita Roque.
Ver maisEm dezembro, através de uma seleção criteriosa de contos, na BPPI partimos à descoberta da origem dos símbolos e tradições de Natal na Ucrânia, em Nova Iorque, no México e nos países nórdicos. Um roteiro pelo mundo que inclui a recriação plástica onde, através das mãos, vamos fotografar e criar o que os olhos do coração sentirem.
Ver maisPerto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, está conservada a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C. Em apenas três metros de profundidade, detetaram-se vinte camadas arqueológicas, integrando ruínas arquitetónicas e espólios dos séculos V-IV a.C. até à atualidade. O Arqueossítio foi reaberto ao público em dezembro de 2023, retomando a visita às suas ruínas históricas no piso inferior do espaço.
Ver maisNo programa de recitais de novembro/dezembro do Museu Romântico damos continuidade à segunda temporada deste ciclo, migrando para o Solstício de Inverno através de novas viagens musicais. Estreamos com grandes obras de música com piano, cordas e clarinete dos inigualáveis Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Clara Schumann. Também inspirados solos de piano, tais como a obra «Das Jahr» (O ano) da autoria da irmã de Felix Mendelssohn, Fanny Hensel, e do próprio Mendelssohn, continuam a acompanhar-nos neste ciclo de recitais. Encetaremos a «Viagem de Inverno» entre «O Catavento», «A Manhã Tempestuosa», o «Sonho de Primavera», «A Tília» e as restantes maravilhosas canções deste ciclo schubertiano.
Ver maisEm dezembro, através de uma seleção criteriosa de contos, na BPPI partimos à descoberta da origem dos símbolos e tradições de Natal na Ucrânia, em Nova Iorque, no México e nos países nórdicos. Um roteiro pelo mundo que inclui a recriação plástica onde, através das mãos, vamos fotografar e criar o que os olhos do coração sentirem.
Ver maisVamos criar uma constelação de estrelas de papel e deixar a imaginação passar por entre os recortes? A partir da exposição METAMORFOSES, presente no Museu Romântico, especialmente nos elementos decorativos naturais e geométricos do “papéis recortados” ficaremos não só a conhecer uma prática antiquíssima nas suas preparações festivas, mas aprenderemos nós também a construir estrelas e lamparinas nesta técnica ao mesmo tempo tão simples e tão sofisticada.
Ver maisEm 1223, S. Francisco de Assis montou o primeiro presépio numa gruta em Itália. Montar o presépio tornou-se numa tradição de Natal. Começamos a deriva no Museu Guerra Junqueiro, perto da Sé, e vamos deambular pelo Centro Histórico a conhecer peças deste costume natalício com oito séculos: obras artísticas ou artesanais, de diferentes materiais, como madeira, argila ou papel.
Ver maisPreparados para a explorar o Planeta Imaginação? Que paisagens e seres o habitarão? No nosso diário de bordo vamos desenhar e mapear esta aventura em família. 3, 2, 1, partida!
Ver maisPrograma educativo mensal constituído por sessões de contos sensoriais, com elementos visuais e sonoros, com o acompanhamento de instrumentos musicais, canções, cantos de embalar. Um momento especial de estimulação sensorial para promover o desenvolvimento emocional e cognitivo dos bebés.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisCom a Orquestra Filarmónica Portuguesa, desfrutaremos de peças clássicas de compositores renomados, interpretadas pela talentosa soprano Regina Freire. O programa inclui obras como: Laudamus te da «Missa» em Dó menor. de Mozart, Rejoice de «Messias», de G. F. Haendel e Avé Maria, de Gounod. Na segunda metade será interpretada uma das mais belas, e tecnicamente desafiantes, sinfonias de J. Brahms, a Sinfonia N.º 4, interpretada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa e dirigida pelo seu maestro, Osvaldo Ferreira.
Ver maisEm 1223, S. Francisco de Assis montou o primeiro presépio numa gruta em Itália. Montar o presépio tornou-se numa tradição de Natal. Começamos a deriva no Museu Guerra Junqueiro, perto da Sé, e vamos deambular pelo Centro Histórico a conhecer peças deste costume natalício com oito séculos: obras artísticas ou artesanais, de diferentes materiais, como madeira, argila ou papel.
Ver maisA exposição Para Aurélia: Desenhos de Fuga constitui a nova montagem apresentada na Casa Marta Ortigão Sampaio até final de junho de 2024. No contexto desta exposição encontramos um «atlas» com mais de duas centenas de fotografias que compõem um puzzle familiar, pertencente à coleção de fotografias desta Casa. Múltiplas ramificações de uma constelação que percorre várias gerações e que abre ligações entre as pinturas, desenhos e esculturas. Uma instalação de Jiôn Kiim colocada no centro deste «atlas» - Tableaux Vivant – procura convocar a essência da fotografia analógica.
Ver maisAo longo dos tempos, a música tem inspirado compositores e instrumentistas a estabelecerem uma relação com o divino. Na terceira sessão do Ciclo de Música Antiga pretende-se reavivar a ligação artística e musical entre Portugal e Itália: partindo de uma interpretação historicamente informada e utilizando instrumentos de época ou réplicas desses instrumentos, MVSICA ANTIQVA apresenta-nos obras dos compositores mais destacados do período barroco italiano e barroco tardio português. Estas composições ilustram de forma eloquente o virtuosismo da música vocal destes dois países, através de obras muito pouco divulgadas devido à dificuldade técnica que lhes está associada.
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