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Se o Lonely Planet, o Guide Blue, e o Baedeker são hoje recompilatórios de informações práticas que estão a cair em desuso, o guia como género tem uma história heterotópica, muitos destinos e uma prática inconstante. O exercício de generalizar sobre o outro requer muita imaginação e, inevitavelmente, a criação de uma série de mal-entendidos. Através dos livros presentes na exposição pitorescos e naifs: do guia turístico ao view-master explorar-se-ão algumas das vicissitudes apensas ao aconselhamento turístico.
Ver maisO Gabinete de Desenho apresenta a obra de artistas unidos pela prática errática ou sistemática do desenho entendido enquanto modo de projetar e de imaginar — a singularidade. O trabalho de Maria Capelo é secreto por vocação e por convicção. A sua parte de luz, aquela que se dá à visibilidade, é a pintura e o desenho. Ambos afluem e desaguam num denominador comum, uma unidade de medida-padrão, elementar, quintessencial e arquetípica — a árvore.
Ver maisOs suportes expositivos concebidos para a nova montagem do Museu da Cidade - Extensão do Romantismo, estabelecem uma continuidade entre o espaço doméstico da casa, e dispositivos museológicos de apresentação e valorização das peças da coleção, escusando a recriação de ambientes cenográficos de ‘época’, ou a abstração do cubo branco ou da caixa negra que marcaram o século anterior, num processo de diálogo entre conceito, objeto e contexto. Como se desenvolveu o processo criativo do desenho expositivo, do conceito à sua materialização? Como nos tocam as noções de tempo, de história? O que distingue desenho expositivo, interiores, arte ou Arquitectura? Que relação entre Vida e Arte, entre corpo e olhar?
Ver maisÉ habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
Ver maisNo local onde outrora foi montado o antigo oratório do rei Carlos Alberto de Sabóia, surgem agora duas obras-primas da autoria de dois dos maiores pintores portugueses de sempre: o Cristo Crucificado, de Vieira Portuense, expoente do período romântico; e a Igreja de São Francisco, de António Carneiro, nome maior do estertor final do movimento romântico português.
Ver maisNos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo - e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques.
Ver maisPanorâmica sobre algumas das tipologias arquitectónicas que mais se evidenciam no tecido urbano de qualquer cidade. Pretende-se apresentar, de uma forma clara, vários exemplos de todas as tipologias arquitectónicas enquadradas neste Curso Breve, recorrendo a informação iconográfica importante para o seu entendimento, destacando um exemplo de forma mais aprofundada e vários exemplos de construções que desapareceram pela acção do tempo ou do Homem. O Curso Breve desenvolve-se todas as segundas de junho entre as 18H e as 20H ao longo de 4 sessões.
Ver maisPrograma de ativação das estações do MdC com programas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo do dia, envolvendo toda a vizinhança de cada estação. O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito, para vos dar a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade.
Ver maisCom base nos mapas ilustrados ROTEP (Roteiro Turístico e Económico de Portugal) presentes na exposição Pitorescos e Naifs: do guia turístico ao view-master os mini-cartógrafos serão convidados a desenhar em parcelas A3 que quando unidas irão compor um novo mapa 10 vezes maior!
Ver maisVisita guiada à exposição Pitorescos e Naifs: do guia turístico ao view-master. Orientada por Rui Silva
Ver maisPranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
Ver maisComo limpar têxteis? Podemos aspirar? Como os proteger da traça? Como os acondicionar, em cruzetas ou em gavetas? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças da coleção de têxteis do Museu da Cidade, vamos aprender a cuidar das peças de têxteis que guardamos em casa, do tempo dos nossos avós e bisavós. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisRemontando à Antiguidade, os leques são objectos icónicos que têm acompanhado a evolução das sociedades. Se alguns historiadores situam o seu surgimento com o do homem, outros sustentam que foi no Japão o local aonde pela primeira vez foram criados. Objecto carismático por excelência na cultura japonesa, desde sempre é carregado de simbolismo e significado artístico, cultural, decorativo e religioso e acompanha a vida dos japoneses, desde o seu nascimento até à sua morte. De diferentes estilos, distinguem-se duas correntes distintas, o estilo Uchiwa, de superfície plana e rígida, e o Ogi, os leques dobráveis e, por isso, mais fáceis de transportar. Ambos reflectem a apurada estética japonesa impressa na delicadeza subtil de uma sociedade tão particular quanto insular.
Ver maisProposta de captação de um Livro de Campo de constelação pessoal, roteiro através de um mapa emocional, a encontrar na exposição Metamorfoses: Imanência Vegetal, Animal e Mineral no Espaço Doméstico Romântico. Quando é irresistível capturar todas as imagens pelas quais passamos e a fotografia mobile ocupa todos os espaços, pelo que optar? Olhar de outras formas e registar o que mais nos interessa.
Ver maisDesde a pré-história recente que o homem modelou o barro para criar peças, pensadas de forma diferente de acordo com os contextos de utilização. Após uma visita ao Reservatório, também o poderão fazer, utilizando técnicas decorativas de inspiração pré-histórica.
Ver maisSecreta e silenciosa, como poucas na paisagem da arte contemporânea portuguesa, a obra de Maria Capelo tem vindo a constituir-se como uma lenta e perseverante construção visual e semântica, bem próxima do trabalho poético, entendido como processo de escavação, redução e modulação. Combinando um escasso conjunto de elementos, entre os quais pontifica a árvore, denominador comum e omnipresente, o trabalho da artista em pintura e em desenho prossegue a milenar tradição paisagística, transversal a toda a produção artística, do Ocidente ao Extremo Oriente.
Ver maisApós Livros são árvores, bibliotecas são florestas, que inaugurou um novo ciclo de programação na sala de exposições temporárias da Biblioteca Pública, rebatizada Gabinete do Som e pensada como uma extensão da Biblioteca Sonora, o verdadeiro coração pulsante do Museu da Cidade, apresentamos agora Radiostesia [Captar, Conduzir, Compreender Forças Invisíveis].
Ver maisHerdeiros das tradições, práticas e métodos colecionistas dos gabinetes de curiosidades, os gabinetes/museus de história natural representam uma considerável rutura epistemológica com os seus antecessores. Embora alguns dos seus objetos, espécimes e coleções sejam partilhados entre si, as suas funções, usos e impacto na sociedade são consideravelmente diferentes. Partindo do exemplo das coleções biológicas do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto, traçaremos os paralelos entre estas duas singulares formas de colecionismo, daquilo que as diferencia e distancia, e qual os futuros usos e necessidades a que poderão responder.
Ver maisNa paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.
Ver maisVamos descobrir sítios mágicos que guardam coleções. Será que o gabinete de curiosidades faz muitas perguntas? E a sala de maravilhas, espanta-se com tudo? Como podemos guardar a natureza e a arte? Penduradas nas paredes? Arrumadinhas nas prateleiras? Ou deixámo-las à solta a fazer-nos cócegas no coração? Depois de visitar a exposição, cada família vai fazer a sua coleção de seres curiosos.
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