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Sedimentada a centralidade do Porto no contexto da arquitetura em Portugal desde finais de Oitocentos, a cidade torna-se um palco privilegiado dos discursos profissionais, das didáticas académicas e das práticas projetais. Assim, o percurso da arquitetura portuense ao longo do século XX é pautado por debates intensos, confrontos e ruturas. As diferentes modernidades tem reflexo na ação de diversos autores, seja pelo projeto, seja pelo ensino, seja pela crítica. Neste Curso Breve serão analisados alguns dos principais momentos que enquadram este percurso, tomando como base a obra e a ação de alguns dos arquitetos que dão forma não apenas à imagem urbana portuense como também ao modo de pensar a arquitetura na sua relação com a cidade.
Ver maisNesta segunda visita guiada à exposição «Call of the West», que integra a programação da KISMIF Conference 2026, Andy Bennett, Paula Guerra, Filipe Ribeiro e Victor Torpedo irão percorrer registos visuais e vivenciais da viagem dos Tédio Boys aos Estados Unidos da América na década de noventa. Nesta viagem, a experiência sensível contada na primeira pessoa por Victor Torpedo e a visão curatorial de Filipe Ribeiro, serão indiscutivelmente amplificadas com uma leitura crítica translocal de Paula Guerra e de Andy Bennett. Será uma deriva proximal sobre o campo artístico-cultural-criativo português - sob a lente do do-it-youself (DIY), do punk rock, das diásporas e das cenas underground que marcaram a transição para o novo milénio.
Ver maisNesta oficina, os participantes terão a oportunidade de realizar um pequeno filme de carácter experimental, com o objetivo de construir uma narrativa que permita ir ao encontro da autora Inês Lourenço e, ao mesmo tempo, explorar várias técnicas plásticas de animação de imagem.
Ver maisDepois de um primeiro programa dedicado às danças ibéricas, Conjunções Ibéricas II prossegue a exploração das múltiplas ligações entre a tradição musical peninsular e os grandes movimentos estéticos europeus dos séculos XVII e XVIII. Sob o título “Órgão galante”, este segundo concerto centra-se nas transformações da linguagem para tecla ao longo do século XVIII e no modo como o órgão ibérico participou plenamente nessa modernidade musical.
Ver maisAs tardes musicais e ciclos de concertos no Museu Romântico caracterizam-se pela forte ligação entre o património histórico, a paisagem envolvente e a música erudita ou contemporânea. Destacando-se pelo enquadramento paisagístico, uma vez realizados nos jardins do museu, oferecem vistas panorâmicas sobre o rio Douro e aproveitam a luz natural das estações. A programação é diversificada, com vista a um formato simultaneamente íntimo e acessível. Em Julho de 2026 teremos no dia 4 de julho a apresentação de um grupo Coral com repertório português e barroco, e no dia 5 de julho uma apresentação em formato de pequeno grupo de câmara, neste caso um sexteto, que inclui desde instrumentos como o piano e instrumentos de sopro, proporcionando uma experiência próxima e relaxante, com música de Mozart e do excelente compositor francês Poulenc, entre outros.
Ver maisAcordes da guitarra que forja o horizonte, que guia o sinuoso voo das gaivotas e acaricia a pele que rasga atalhose atalhos no interior dos sonhos. Estarei vivo enquanto assim me guardar teu coração. Egito Gonçalves O que nos liga a uma cidade? O que nos faz pertencer a um lugar? O que nos leva a identificarmo-nos com as ruas, com as pedras, com as gentes e as paisagens? Porque nos falta a chuva miudinha que continua a cair numa longínqua infância? O corpo vai para onde for preciso, mas o coração bate ao ritmo dos primeiros passos – das primeiras futeboladas, das primeiras saídas à noite – como se a cidade, mesmo longe, nos chamasse ainda pelo nome
Ver maisAs tardes musicais e ciclos de concertos no Museu Romântico caracterizam-se pela forte ligação entre o património histórico, a paisagem envolvente e a música erudita ou contemporânea. Destacando-se pelo enquadramento paisagístico, uma vez realizados nos jardins do museu, oferecem vistas panorâmicas sobre o rio Douro e aproveitam a luz natural das estações. A programação é diversificada, com vista a um formato simultaneamente íntimo e acessível. Em Julho de 2026 teremos no dia 4 de julho a apresentação de um grupo Coral com repertório português e barroco, e no dia 5 de julho uma apresentação em formato de pequeno grupo de câmara, neste caso um sexteto, que inclui desde instrumentos como o piano e instrumentos de sopro, proporcionando uma experiência próxima e relaxante, com música de Mozart e do excelente compositor francês Poulenc, entre outros.
Ver maisProvas de Vinho do Porto conversadas, no âmbito da exposição Prisma.
Ver maisA partir das miniaturas de embarcações existentes na exposição e das gravuras dos livros do Arquivo, as crianças serão convidadas a construir uma história com barcos, instrumentos de navegação, marinheiros e monstros marinhos lembrando o mundo que o Infante D. Henrique sonhou conhecer.
Ver maisOficina dedicada às técnicas de acondicionamento e conservação preventiva de obras de arte, abordando métodos adequados para embalagem, transporte, armazenamento e manuseamento de diferentes tipologias de peças. A formação inclui noções sobre materiais de proteção, controlo ambiental, identificação de riscos e boas práticas museológicas, com demonstrações práticas e análise de casos representativos com base em objetos do acervo da coleção Casa Vitorino Ribeiro. Destina-se a públicos interessados em apreender regras essenciais para garantir a segurança, integridade e longevidade das obras de arte.
Ver maisAssinalando o 25º aniversário da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, e tomando como mote o Dia Mundial das Bibliotecas – 1 de julho-, decorre de 1 a 22 de julho a exibição de quatro filmes que refletem sobre o universo da biblioteca. O ciclo começa Simbolicamente, a 1 de julho com a projeção do filme The Librarians, que mostra a luta atual e inquietante de um grupo de bibliotecários norte-americanos pela defesa da democracia e do direito à leitura. No final um debate sobre este tema reúne representantes da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Profissionais da informação (BAD), Acesso Cultura e Goethe-Institut Portugal.
Ver maisNo âmbito da celebração do Dia Mundial da Gastronomia Sustentável, convidamos a uma viagem pelas memórias e tradições que vivem à mesa, refletindo sobre a alimentação enquanto expressão cultural, identitária e intergeracional. Pretende-se valorizar a gastronomia como património vivo, reconhecendo o seu papel na promoção da saúde, na preservação de saberes locais e na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis. Entre receitas, histórias e sabores, nesta sessão vamos celebrar a tradição, protegendo-a e reinventando-a para responder aos desafios contemporâneos.
Ver maisA Câmara Municipal do Porto promove dois colóquios – «Formar leitores para formar cidadãos: leitura e educação no século XXI» e «Leitura, Cidadania & Biblioteca» que afirmam de forma clara que a leitura não é apenas um gesto individual, é uma responsabilidade coletiva. Estes encontros reforçam o compromisso da cidade com a formação de leitores e com a construção de políticas culturais sustentadas.
Ver maisA Câmara Municipal do Porto promove dois colóquios – «Formar leitores para formar cidadãos: leitura e educação no século XXI» e «Leitura, Cidadania & Biblioteca» – que afirmam de forma clara que a leitura não é apenas um gesto individual, é uma responsabilidade coletiva. Estes encontros reforçam o compromisso da cidade com a formação de leitores e com a construção de políticas culturais sustentadas.
Ver maisNum registo bastante informal e recorrendo a textos literários procurar-se-á destacar a presença do burgo portuense na literatura do século XIX, nas mais diversas facetas, desde o efervescente Porto burguês em forte momento de vitalidade económica e cultural de que os romances de Garrett, Camilo ou Júlio Dinis nos dão notícia, ao Porto operário retratado de modo realista pelos esquecidos escritores naturalistas, passando pelos espaços de lazer que a cidade privilegiava. Será curioso evocar episódios e textos literários que darão testemunho de um Porto quase esquecido mas ainda muito presente na geografia humana e na arquitetura da cidade.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
No Museu Aurélia e Sofia de Souza – Casa Marta Ortigão Sampaio, a natureza revela-se na pintura, nos objetos e no jardim, ora observada com olhar quase científico, ora transformada em ornamento e símbolo. Entre arte e quotidiano, o mundo vegetal surge como imagem, matéria e memória cultural, revelando como a burguesia portuense dos séculos XIX e XX olhou, representou e trouxe a natureza para dentro de casa.
Ver maisPianista, Sofia Lourenço obteve o grau de Doutor em Música e Musicologia, na Universidade de Évora. Discípula de Helena Sá e Costa desde os 10 anos de idade, realiza os seus estudos superiores no Conservatório de Música do Porto e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem-se especializado em música portuguesa e dedicado a uma carreira de concertista. É curadora de ciclos de música no Museu e Bibliotecas do Porto. Gravou diversos discos como intérprete a solo. Integra diversos centros de investigação universitários
Ver maisCom programação e moderação de Isabel Lopes Gomes, o ciclo de conversas «Uma Casa de Artistas», com cinco sessões a realizar entre junho e novembro de 2026 no âmbito da exposição inaugural do Museu Aurélia e Sofia de Souza, propõe-se refletir sobre as principais temáticas na obra das duas pintoras. Cada sessão terá convidados de áreas distintas, de modo a cruzar sensibilidades e pensamentos diversos, sobre a prática artística de Aurélia e Sofia de Souza.
A primeira sessão - Um Quarto só para si - será dedicada à reflexão sobre o lugar da mulher na prática artística e sobre as condições da prática artística no final do século XIX, início do século XX, quando a inscrição das mulheres no campo artístico era um ato de coragem por enfrentar hábitos enraizados num meio cultural dominado por uma cultura patriarcal, que, no entanto as duas irmãs souberam superar com obras que resistiram à passagem do tempo e que requerem com justiça a sua revisão.
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