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Nas épocas Moderna e Contemporânea, estabeleceu-se um importante centro produtor cerâmico nas duas localidades do curso terminal do Douro – Porto e Vila Nova de Gaia, especialmente reconhecido pela obra de “loiça fina” ou faiança. Louças, azulejos, ornamentos para arquitetura e jardim, telhas de beiral, entre outros produtos, foram amplamente produzidos e comercializados no mercado nacional e além-fronteiras, encontrando-se hoje representados em muitas coleções públicas e privadas, nacionais e estrangeiras. A proximidade entre as cerca de quarenta unidades que aqui laboraram nos séculos XVIII e XX criou uma identidade comum no fabrico de ambas as margens, sendo difícil distinguir as produções, sobretudo nos exemplares sem marca. Nas últimas décadas, fruto das intensas operações urbanísticas, alguns dos espaços ocupados por esta indústria têm vindo a ser objeto de trabalhos arqueológicos, proporcionando novos olhares e contributos para o estudo da “cerâmica portuense”.
Ver maisA Orquestra Filarmónica Portuguesa, dirigida pelo seu Maestro Titular e Diretor Artístico, Osvaldo Ferreira, apresenta-se na Igreja da Lapa para um concerto inteiramente dedicado a compositores do período romântico, com obras de Gulda e Brahms.
Ver maisNo último sábado de outubro, o ciclo Constelação Brahms do MUSEU DA CIDADE | Extensão do Romantismo apresentará obras de Johannes Brahms e Francis Poulenc. Esta tarde será ainda assinalada pela interpretação de peças do jovem compositor português, Pedro Emanuel Pereira. Estas obras serão interpretadas por dois talentosos jovens portugueses: Carlos Ferreira (clarinete) e Pedro Emanuel Pereira (piano).
Ver maisQuantas peças de Arte Pública existem no Porto? Que cuidados requerem? Como se faz a sua monitorização? Como estão registadas e como se vai atualizando esse inventário? Neste Inventário, Maria Augusta Martins leva-nos aos bastidores do Serviço que cuida da Arte Pública do Porto para depois vermos com um novo olhar as muitas obras com que nos cruzamos nas trajetórias quotidianas pela cidade.
Ver maisUma imagem aos quadradinhos para baralhar, que outras imagens vai dar? Será que nela conseguimos descobrir um módulo para repetir num padrão? As peças da exposição também vão ser inspiração, para em família criarmos um padrão saltitão.
Ver maisAs coleções expostas na Extensão do Romantismo, na sua extraordinária diversidade, revelam ou sugerem, na sua materialidade, funções e significados a diferentes escalas temporais, correspondentes a múltiplos contextos sociais, usos, reuso e descartes. Como é que um objeto chega a um museu? O arqueólogo António Manuel Silva aprofundará diversas leituras neste Diálogos Ímpares com moderação de Joana Alves-Ferreira.
Ver maisNeste quarto recital do ciclo Constelação Brahms do MUSEU DA CIDADE | Extensão do Romantismo teremos a oportunidade de testemunhar algumas das mais marcantes obras de dois geniais compositores do romantismo - Johannes Brahms e Sergei Rachmaninov. São intérpretes três notáveis músicos que, oriundos de países distintos, demonstram que a música é polo de união - Carolina Frederico, Jed Barahal e Vasco Dantas.
Ver maisPara esta jornada propomo-nos a explorar e contemplar a vegetação mais singular dos jardins do Palácio de Cristal, da Quinta da Macieirinha e Casa Tait mas, também, aprofundar o tema das pragas e doenças emergentes. Segundo os especialistas, o aumento do comércio mundial associado às alterações climáticas, estará na base da disseminação e aumento exponencial de pragas e doenças, particularmente as registadas nas últimas décadas na Europa. Perante o panorama atual, o Concelho do Porto (integrado na Zona Demarcada de erradicação da Xylella sp.), crê que a muito curto prazo comecemos a sentir o impacto dessas ações de controlo nos espaços verdes e arvoredo, levando a uma irremediável alteração da paisagem urbana e, consequentemente, ao desequilíbrio dos ecossistemas.
Ver maisSempre a correr, sem descanso, o Rio Douro percorre o mesmo caminho dia após dia, mês após mês, ano após ano. Mas são sempre diferentes os lugares que observa, as pessoas que encontra, as embarcações que o atravessam, até mesmo os obstáculos com que se depara, nesta travessia. Nesta oficina iremos conhecer as histórias que este rio conta, para depois criarmos histórias visuais num caminho longo, como o deste rio...
Ver maisNesta sessão será evocada a visita oficial da Rainha Isabel II e do Duque de Edimburgo ao Porto, em 29 de março de 1985, sendo revelados detalhes do programa e participantes, destacando a cerimónia nos Paços do Concelho, o almoço na Casa do Infante e a exposição Os ingleses e o Porto no Palácio da Bolsa.
Ver maisContemplação, prazer e deslumbramento. Refúgio do ser humano no regresso à raiz natural do tempo que perpassa as estações climáticas. Esculpir o território com a terra e a pedra, com as plantas, os sons das águas e dos pássaros, e revelar panorâmicas dos horizontes paisagísticos. Os jardins privados do Porto são memórias históricas notáveis, quase esquecidos na absorvente tentação do crescimento urbano, intrinsecamente ligados ao espaço arquitetónico da casa como manifestação dos modos de habitar e socializar das famílias mais abastadas, e são um espelho esférico das viagens e dos olhares sobre o mundo botânico.
Ver maisO terceiro recital integrado no ciclo Constelação Brahms do MUSEU DA CIDADE | Extensão do Romantismo é preenchido com obras de dois geniais compositores do romantismo (Johannes Brahms e Franz Liszt) e com três peças de José Vianna da Motta, com Marta Menezes no piano.
Ver maisPara o fecho da exposição RADIOSTESIA — CAPTAR, CONDUZIR, COMPREENDER FORÇAS INVISÍVEIS, presente no Gabinete do Som dentro da Biblioteca Pública Municipal do Porto, o Núcleo de Programação do Museu da Cidade, apresenta a última visita guiada à exposição contando com a presença de Pedro Augusto, co-curador, acompanhado pela artista Soraia Gomes Teixeira e o professor e membro associado do Instituto Português de Radiestesia, Radiónica e Geobiologia (IPRAD), Carlos Martins.
Ver maisDepois da visita e exploração da maqueta interativa do Porto Medieval, as crianças podem usar a sua imaginação e vários materiais para desenhar diferentes edifícios da sua cidade. No final, cada criança leva um pedaço dessa cidade.
Ver maisO ICOM (International Council of Museums) aprovou uma nova definição de Museu na sua última Assembleia Geral realizada em Praga, a 24 de agosto de 2022. Quais os novos caminhos traçados por esta definição? Como corresponder aos objetivos assumidos pela comunidade museológica internacional? Como podem os profissionais de museus e os museus portugueses participar?
Ver maisNo segundo recital integrado no ciclo Constelação Brahms do MUSEU DA CIDADE | Extensão do Romantismo teremos a oportunidade de escutar obras de três dos mais famosos e geniais compositores do período romântico - Chopin, Brahms e Liszt - pelos intérpretes Augusto Trindade (violino) e João Bettencourt da Câmara (piano), dois dos mais relevantes músicos e pedagogos portugueses.
Ver maisNuma deambulação pela casa, outrora de campo, agora pensada como museu e espaço heurístico - à semelhança do que já acontecia nas de alguns pensadores românticos – podemos aceder a um espaço matricial da vida romântica. Esta casa que se nos apresenta como dispositivo de pensamento, ecoa a casa romântica, esse sítio impregnado de conceitos filosóficos e que encerra valores estruturantes da cultura contemporânea. E se imaginarmos a casa habitada? Podemos entrever figuras inspiradoras que indisciplinaram o conhecimento: Goethe, homem de criação e instituidor de uma nova mundividência ainda hoje surpreendente, e Alexander von Humboldt, o inventor da forma como ainda hoje vemos a natureza. Simbolicamente, o conceito de casa romântica adquire uma dimensão de verdadeira casa-mundo, território fértil para a obra de arte total.
Ver maisPequeno trajeto desde as fronteiras entre Bonfim e Campanhã, até ao Jardim de São Lázaro onde se encontra a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Durante o percurso olhamos aos símbolos mudos que constituíram as forças ruidosas do séc. XIX e XX, na cidade.
Ver maisAnimais do céu e da terra habitam tapetes, objetos de cerâmica e móveis da Casa Guerra Junqueiro. Convidam a um olhar atento, desafiam a “entrar” num mundo escondido por detrás de cada objeto. E se pudéssemos um dia partilhar uma refeição com todos estes animais?
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