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E se a arqueologia puder acontecer ao contrário? Todos sabemos que os arqueólogos encontram vestígios de outros tempos e a partir deles dão-nos a conhecer as vivências das pessoas dessas épocas distantes. Estes objetos contam uma história que realmente aconteceu. Mas e se deixarmos aos arqueólogos do futuro vestígios de sonhos e projetos impossíveis do presente? Como será encontrar estas ideias daqui a muitos anos? Já serão uma realidade? Já serão possíveis de concretizar? Ou serão apenas um vestígio de um sonho que aconteceu mesmo?
Ver maisDepois da visita à exposição Mouzinho - da Ribeira ao Aeroporto, os participantes são convidados a recriar uma rua à sua maneira. As crianças podem usar a sua imaginação e vários materiais para desenhar os diferentes edifícios que compõem esta artéria. No final, cada criança leva um pedaço dessa rua.
Ver maisDe regresso aos Jardins do Palácio de Cristal e às ondas hertzianas em FM, a Rádio Estação será um posto de emissão constante e um ponto de encontro obrigatório para criadores, pensadores, editores e autores durante os 17 dias de duração do evento. Câmara de ressonância e estúdio de gravação, a Rádio Estação emitirá paisagens sonoras e palavras sopradas, um amplo conjunto de entrevistas com intervenientes no programa cultural do evento, leituras, pequenos concertos, conversas em torno de projetos editoriais mais ou menos recentes.
Ver maisManuel Gusmão: Escrevo para um amigo que virá é a nova exposição que o Núcleo de Programação do Museu da Cidade preparou para o Gabinete Gráfico, instalado no foyer do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, onde se desenvolve o programa literário da Feira do Livro. Poeta, ensaísta, professor universitário e leitor de poesia, Manuel Gusmão (Évora, 1945) é autor de uma obra inclassificável onde a poesia, a política e a poética se unem e concorrem para dar a ler o mundo e repensar os laços entre humanos e mais do que humanos.
Ver maisPartindo da Extensão do Romantismo propõe-se a visita a várias hortas no coração da cidade do Porto. Hortas perscrutadas pelo olhar de todos quantos cruzam este território, mas inacessíveis à possibilidade de as experienciar, pelos altos muros que as abrigam e mantêm como redutos de uma ancestral ligação à terra. Abrindo-se especialmente para este percurso, algumas das hortas do vale de Massarelos deixar-se-ão percorrer. Nelas será abordado o seu potencial no fornecimento de serviços gratuitos do ecossistema, fundamental para o equilíbrio do ambiente urbano e melhoria da qualidade de vida das comunidades, assim como a sua importância na economia circular de alimentos e a maior eficiência na gestão dos resíduos urbanos. Paralelamente, o seu importante papel na segurança alimentar de populações vulneráveis, funcionando ao mesmo tempo como ferramenta de saúde física e mental.
Ver maisPranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
Ver maisJorge Colaço notabilizou-se na área da azulejaria e é reconhecido pelas suas capacidades inovadoras nos processos e técnicas de produção. Dois dos seus trabalhos mais célebres encontram-se na invicta – os revestimentos azulejares da Estação de São Bento e da Igreja de Santo Ildefonso. Mas o artista tem ainda mais dois trabalhos na cidade do Porto – na Igreja de Santo António dos Congregados e na Capela de Nossa Senhora da Boa Hora de Fradelos. Neste Resgate serão abordados aspetos históricos, simbólicos e iconográficos destes conjuntos, nunca esquecendo a importância da arte do azulejo na difusão de doutrinas e ensinamentos.
Ver maisVisita intergeracional, para crianças, jovens e adultos, na qual se vão observando marcas e grafismos em pedras, pedaços de argila e metal, e descobrindo o que essas marcas nos têm para contar de tempos passados. Cada um poderá no final fazer o registo das marcas observadas.
Ver maisUma visita em torno da arqueologia enquanto disciplina emergida nos século XVIII/XIX e como experiência íntima de relação com a alteridade, isto é, como prática inventiva de novas formas de vida e de sentidos para o mundo.
Ver maisVisita guiada à exposição Pitorescos e Naifs: do guia turístico ao view-master. Orientada por Rui Silva
Ver maisExtra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
Ver maisPara decoração ou para conforto? Ambas. As tapeçarias e outros panos de armar tinham essa dupla qualidade. Esta Verdure, pertencente à coleção do poeta Guerra Junqueiro, foi tecida na Flandres, em pleno Renascimento, num dos centros mais importantes de produção de têxteis do tempo.
Ver maisUma campanha de mapeamento fotográfico do território pode dar origem a vários milhares de imagens. A tecnologia digital, pela redução do custo e facilidades de arquivo, facilitou a produção de fotografias de um modo que nunca tinha sido possível no passado. Decorrente deste processo, há questões que não podem deixar de se colocar quando nos confrontamos com a edição ou com a exposição do trabalho. A seleção de um número reduzido de fotografias pode ser um problema moroso. Teremos que criar linhas orientadoras que nos ajudem a fixar critérios para a escolha das fotografias. Há métodos que nos permitem navegar num enorme caudal de imagens sem que percamos o horizonte. De uma tarefa aparentemente fastidiosa podemos vislumbrar novas formas de olhar o mundo. A construção de objetos de comunicação, como livros ou exposições, cria uma nova camada na realidade, cada vez mais complexa. Mais tarde, quando voltarmos ao campo, estaremos já moldados pela experiência anterior. Observamos a terra, os lugares, com um olhar renovado e a vida com uma liberdade maior.
Ver maisPranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
Ver maisPartindo do imaginário de colagens de gravuras do Guide de la France Mystérieuse e sob o efeito alquímico dos ambientes sonoros da Rádio Sonoplasmática, surge o convite para desenhar/compor um guia imaginado para nenhures, onde tudo se perde e tudo se encontra, que será impresso em cianotipia.
Ver maisNeste curto percurso, desde a capela dedicada a Carlos Alberto até ao oratório da casa onde morreu, serão apresentados dados biográficos inéditos sobre o único monarca estrangeiro que viveu no Porto, onde foi entronizado como o herói romântico por excelência. Embora conste nos anais da História como um rei derrotado, Carlos Alberto foi determinante nas mudanças ocorridas na Europa em meados do século XIX. Vários autores biografaram-no e são relativamente conhecidos os detalhes sobre o seu exílio no Porto. Porém, muito está por dizer sobre a sua juventude e relações familiares, fortemente condicionadoras da sua personalidade e percurso de vida.
Ver maisExtra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
Ver maisNo Porto festeja-se o São João, no entanto, o padroeiro, ou padroeira da cidade é a Nossa Senhora da Vandoma. Mas só desde o século XX. Nesta sessão dão-se a conhecer histórias sobre os padroeiros e outros santos da cidade
Ver maisVisita em torno de uma mesa que resultou de um composto de peças diversas. Entre estas peças, destacam-se as pernas, entalhadas em forma de pelicano, muito possivelmente provenientes de um antigo altar, desmontado na voragem do século XIX.
Ver maisDurante a visita são explorados os símbolos heráldicos presentes na Casa do Infante e/ou exterior. As crianças são depois convidadas a construir o seu próprio brasão.
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