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O Herbário de Júlio Dinis, na atual montagem da Extensão do Romantismo — Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti dialoga com obras de artistas românticos que nos falam da relação da humanidade com a Natureza, das mais diferentes formas. Nessa relação a cor e as emoções são uma presença que iremos explorar para criar um herbário especial.
Ver maisUma performance-concerto para todas as idades, que oferece ao público de todas as infâncias mais uma das facetas do universo poético e plástico de Tomás Cunha Ferreira, onde o som, a música, a palavra, as formas, as cores, os objetos, os recortes e os gestos se contaminam para criar uma particular paisagem-floresta imaginária, um nenhures concreto e flutuante, pleno de espaço para que caminhemos por ele adentro.
Ver maisO ímpeto para a criação artística é, também ele, um ímpeto revolucionário que se reflete em obras que marcaram a história da música e da cultura de vários países. Estas obras representam tochas acesas em defesa de determinados princípios e são demonstrações acérrimas de posições ou oposições. O Lusitanae Ensemble (Eliseu Silva, Emanuel Vieira, Filipe Roriz) e Andreia Pereira interpretam Bach, Gliére, Medina Ribas e Mozart.
Ver maisUma visita especial com o artista Tomás Cunha Ferreira à exposição Desdesenho e uma oficina que nos convida ao exercício lúdico e belo de desa-prender o que achávamos que sabíamos sobre o que é desenhar e sobre muitas outras coisas.
Ver maisPretende-se com este curso expor, em termos rigorosos mas acessíveis a não-iniciados, as diferentes concepções fundamentais do pensamento características das 4 idades históricas da filosofia, da antiguidade ao presente. Trata-se, portanto, de sobrevoar a história da filosofia, tendo por perspectiva analítica as principais imagens aí suscitadas do próprio filosofar ou, por outras palavras, as principais respostas à questão axial; O que é pensar? O Curso Breve desenvolve-se todas as segundas de novembro entre as 18H e as 20H ao longo de 4 sessões.
Ver maisO encontro de contrastes e um sentimento de insatisfação antecipam qualquer revolução. Nesta primeira sessão, o contraste manifesta-se através da escolha dos compositores e a sua estética musical tão distinta, unindo-os o desagrado, a vontade de mudança, a música como instrumento de mudança e intervenção social: Mozart e Schostakovich são interpretados Lusitanae Ensemble (Eliseu Silva, Ana Patrícia Lopes, Emanuel Vieira, Filipe Roriz) e Helder Barbosa.
Ver maisGermano Silva — o jornalista, divulgador, bibliófilo, colecionador e contador de memórias da cidade — é uma figura incontornável, alguém que não se deixa classificar. Na ocasião do seu nonagésimo aniversário dedicamos uma exposição que apresenta espólio que recentemente doou ao Arquivo Histórico Municipal. Construída com a sua estreita cumplicidade, Germano Arquivo traz para a oralidade esse conhecimento, revelando Germano como um respigador, o eterno curioso, aquele capaz de ligar diferentes campos com um discurso único.
Ver maisA segunda sessão do programa Música e Romantismo incide sobre José Viana da Mota (1868-1948), pianista e compositor de peças que marcaram o nacionalismo musical tardo-romântico em Portugal, interpretadas por Sofia Lourenço ao piano e debatidas com John Greenfield e moderação de Pedro Monteiro.
Ver maisPartindo do trabalho das mulheres designers portuguesas representadas na exposição Errata, o Coletivo ARiSCA propõe a criação de imagens em família (crianças a partir dos 3 anos), num processo colaborativo de reflexão em torno da [in]visibiliade do trabalho autoral, e com recurso a conceitos e metodologias representativas do vasto contributo destas designers, nomeadamente através de técnicas de monotipia, stencil e recortes.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
Ver maisPartindo do trabalho das mulheres designers portuguesas representadas na exposição Errata, o Coletivo ARiSCA propõe a criação de imagens em família (crianças a partir dos 3 anos), num processo colaborativo de reflexão em torno da [in]visibiliade do trabalho autoral, e com recurso a conceitos e metodologias representativas do vasto contributo destas designers, nomeadamente através de técnicas de monotipia, stencil e recortes.
Ver maisDeriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
Ver maisDeriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
Ver maisPartindo do trabalho das mulheres designers portuguesas representadas na exposição Errata, o Coletivo ARiSCA propõe a criação de imagens em família (crianças a partir dos 3 anos), num processo colaborativo de reflexão em torno da [in]visibilidade do trabalho autoral, e com recurso a conceitos e metodologias representativas do vasto contributo destas designers, nomeadamente através de técnicas de monotipia, stencil e recortes.
Ver maisTendo o desenho como denominador comum, o trabalho de Tomás Cunha Ferreira resulta numa figura híbrida condensada, cuja leitura está em constante transição entre elementos visuais e elementos rítmicos ou sonoros.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
Ver maisOnde estão as mulheres na história do design? Porque foram esquecidas mulheres com carreiras notáveis? Que mecanismos permitiram estas lacunas? Estas visitas acompanhadas serão realizadas pelas curadoras e irão descrever parte do processo de recolha e investigação que deu origem à exposição, assim como o projecto curatorial que propõem três possíveis mecanismos de opressão que permitem e perpetuam a invisibilidade das mulheres no design.
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