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Convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisO relacionamento sensível frente às pinturas e obras de arte em exposição na Casa Marta Ortigão é a base desta oficina de registos, que conjuga arte, criatividade, sensibilidade e capacidade de improviso. Pela técnica de monotopia, que usa tintas gráficas, pigmentos e elementos colhidos na natureza, vamos poder explorar também o magnífico jardim desta Casa e, neste cenário inspirador, criar uma prova única de pintura e desenho.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisNo mês em que se celebra o Dia Internacional do Autocuidado, pretende-se promover o bem-estar e a qualidade de vida, através da prática regular de atividade física: Saúde em movimento será, assim, o mote para esta sessão.
Ver maisAo longo das sessões pretende-se acompanhar a vibrante história do teatro no Porto, a partir dos seus espaços, artistas e espetáculos. Enquanto forma de arte e comunicação, o teatro assume frequentemente um papel crítico, refletindo as transformações ideológicas, sociais, políticas e culturais de cada época. Assim, este curso propõe uma reflexão sobre as mudanças e continuidades que o teatro portuense espelhou e incorporou, num contexto marcado por diferentes regimes políticos – desde a monarquia, passando pela república, fase de grande vitalidade e diversidade teatral, interrompida pela ditadura militar, que preparou o Estado Novo, regime autoritário e repressivo que obscureceu a criação artística em Portugal ao longo de várias décadas. Este curso oferece uma visão das dinâmicas teatrais do Porto, demonstrando o papel do teatro como valioso documento da História, revelador das tensões e metamorfoses do seu tempo.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAo longo de 2025, no primeiro sábado de cada mês, as crianças dos 6 aos 10 anos de idade são convidadas a assistir à Hora do Conto em língua inglesa, exercitando assim competências linguísticas de forma lúdica. Uma iniciativa realizada em cooperação com o «British Council» do Porto.
Ver maisEm tempos medievais, a comunidade judaica do Porto foi sendo alojada em diversos locais, desde a Sé a São Nicolau e a Monchique, até ser, pelos fins do século XIV, fixada na zona do Olival. Foi aqui que, com autorização de Dom João II, ficaram as 30 famílias de judeus castelhanos, expulsas pelos Reis Católicos. Os judeus do Porto tiveram uma enorme importância pela sua dinâmica económica, espiritualidade filosófica e teológica e como pedras basilares de outras paragens, de Amesterdão a Veneza, da Baía a Londres. Mesmo depois de 1496, data da sua conversão forçada ou expulsão de Portugal, a maioria dos judeus portuenses manteve-se na cidade, agora como cristãos-novos, imprimindo, indelevelmente, a sua marca no burgo
Ver maisTratados os assuntos que careciam de resolução na Torre da Câmara do Porto na sala da Audiência, percorremos com o olhar o teto dourado da Sala do Senado e saímos pela rua de S. Sebastião. Continuamos pelas ruas Escura, Bainharia, Mercadores e viramos na grande Rua Formosa (atual Infante D. Henrique), na zona dos Banhos e Ourivesaria vimos o majestoso mosteiro de São Francisco até sairmos pela Porta Nobre, onde nos esperava o barco, frente à praia de Miragaia, para nos levar pelo largo oceano até ao nosso destino.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisEspetáculo-ateliê inspirado nas obras do eco-artista Frans Krajcberg. Susana Brandão e Thiago Franco percorrem nesta ação artística o universo das florestas e o atual momento difícil do meio ambiente. Com muita cena gestual, num cenário imerso em elementos da natureza (sementes, galhos, folhas, árvores), este teatro-ateliê convida a ouvir o chamamento das florestas, as suas sensações e temperaturas. Vamos juntos cultivar a semente para que cresça e se torne várias possibilidades.
Ver maisA casa onde nasceu o Infante D. Henrique tinha duas torres e começou a ser construída há 700 anos! Nesta oficina vamos conhecer melhor essa casa e construir objetos em forma de torre, tal como o local onde nasceu o Infante.
Ver maisO escultor Zulmiro de Carvalho, membro do Conselho de Administração do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, recorda a longa relação pessoal e artística com Júlio Resende, realçando o seu esforço contínuo em nome da democratização efetiva da arte. A procura do conhecimento e o papel agregador da sua figura serão também recordados ao longo desta conversa.
Ver maisEscrever e enviar postais, como um gesto pessoal, um carinho, um modo de comunicação… são os propósitos desta atividade de escrita informal e em grupo, entre o charme do revivalismo deste tipo de registo do passado e a consistência da mensagem do presente, que anima, aconchega e perdura.
Ver maisEm tempos medievais, a comunidade judaica do Porto foi sendo alojada em diversos locais, desde a Sé a São Nicolau e a Monchique, até ser, pelos fins do século XIV, fixada na zona do Olival. Foi aqui que, com autorização de Dom João II, ficaram as 30 famílias de judeus castelhanos, expulsas pelos Reis Católicos. Os judeus do Porto tiveram uma enorme importância pela sua dinâmica económica, espiritualidade filosófica e teológica e como pedras basilares de outras paragens, de Amesterdão a Veneza, da Baía a Londres. Mesmo depois de 1496, data da sua conversão forçada ou expulsão de Portugal, a maioria dos judeus portuenses manteve-se na cidade, agora como cristãos-novos, imprimindo, indelevelmente, a sua marca no burgo
Ver maisGrande parte das celebrações acontece em torno da mesa. Cerâmica, louça ou pratos, três formas de nos referirmos a esta arte. Estas peças estão associadas a memórias que nos remetem ao conforto e carinho de casa, daí a nossa relação com a comida ser, de certa forma, afetiva. O cheirinho da cozinha dos avós, a sala onde temos os jantares comemorativos, os almoços de verão na varanda… Nesta visita falaremos da tradição a que os pratos decorativos nos remetem, fazendo uma pequena homenagem aos nossos avós, cujo dia se celebrará a 26 de julho.
Ver maisDurante o mês de julho, o Museu e Bibliotecas do Porto desenharam um programa de férias inspiradoras para crianças dos 6 aos 12 anos.
Ver mais«Os amores e vida de uma mulher» iniciam o Ciclo de Recitais de junho, com a voz acompanhada ao piano, num dueto sempre ímpar, a interpretar a música de Schumann e Mahler, em diálogo com a lírica de grandes autores como Goethe, Chamisso e Rückert. O dueto de amor da ópera «O Cavaleiro da Rosa» na música de R. Strauss vai ser glosado pelo piano solo, num programa original de música improvisada e romântica. Partindo do programa «Do Amor e da Paixão», o Ibertrio apresenta um percurso musical por obras que exploram os afetos mais íntimos da alma humana — o desejo, a saudade, o lirismo e o drama que envolvem as experiências do amor. «Les Sentiers d’Amour» terminam este itinerário de verão dedicado ao tema do amor, com várias obras de cariz romântico, alegre e gracioso, mas também melancólico, com a vontade de poder transportar o público para um ambiente de chanson sublime e intimista.
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