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O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações.
Ver maisNo âmbito da celebração do Dia Mundial da Poesia, desafiámos Inês Lourenço, a autora homenageada na Feira do Livro do Porto 2026, para fazer uma seleção de livros de poesia de sua eleição.
Esta 'escolha' ficará em destaque na Biblioteca Poética Eugénio de Andrade, como um cardápio de leitura. Inês e Eugénio, uma poeta na casa do poeta e amigo, num regresso ao local onde esteve tantas vezes em cavaqueiras e tertúlias. A puxar o fio à meada desta conversa estará Rui de Noronha Ozorio e a declamar Romi Soares. Ver maisConcebida pelo arquiteto italiano Nicolau Nasoni e um dos mais marcantes exemplares do barroco português, a Igreja dos Clérigos revela uma profunda ligação à tradição artística italiana, visível na sua arquitetura, na conceção do espaço e na forma como o som se projeta na nave. Este contexto torna o edifício particularmente adequado à música de matriz concertante. Este concerto assinala o primeiro de um ciclo de doze, dedicado aos órgãos ibéricos, numa iniciativa integrada no âmbito da candidatura dos órgãos ibéricos do Centro Histórico do Porto a Património Mundial da UNESCO, projeto da Direção Municipal de Cultura e Património da Câmara Municipal do Porto de valorização artística, histórica e patrimonial da cidade.
Ver maisUma «aula aberta» com Gonçalo M. Tavares sobre poesia e prosa e sobre o conceito de epopeia, com referências à poesia clássica grega e à poesia americana contemporânea, como exemplos. Nesta sessão serão feitas leituras do último livro do autor, «O Fim dos Estados Unidos da América», a epopeia, procurando ilustrar esse ritmo de escrita que mistura diferentes tipos de linguagem – uma linguagem mais densa e o calão, por exemplo – e que cruza o percurso narrativo de uma peste nos Estados Unidos da América, que divide pobres e ricos, com o próprio ritmo da língua.
Ver maisESGOTADO Nesta primeira sessão, proporcionamos uma introdução prática à tecelagem, convidando as famílias a explorar o tear e as suas possibilidades criativas. Durante a sessão e com recursos a verdadeiros teares de quadros, aprenderemos os princípios básicos da tecelagem e iremos criar as nossas próprias composições têxteis com fios de diversas cores e texturas. No final, os participantes poderão levar consigo os tecidos que criaram.
Ver maisO Museu do Vinho do Porto abre as suas portas e convida à exploração da sua nova exposição e da paisagem envolvente. Será o ambiente inspirador e desafiador para a prática do desenho à vista em família. O resto… deixemo-nos guiar pelas cores do vinho. Junta-te a nós nessa aventura!
Ver maisEste Dia Nacional dos Centros Históricos é um dos momentos altos do programa «MALHA. Porto, Património de Pessoas», uma celebração dos 30 anos do reconhecimento da UNESCO, da cidade e das pessoas que lhe dão vida, que reafirma o Centro Histórico do Porto como um legado partilhado e uma fonte de identidade para as gerações futuras, um património comum para cuidar e preservar.
Ver maisDesempacotando a Minha Biblioteca é um espetáculo site specific que propõe uma leitura demorada das paredes, agora vazias, da Biblioteca Pública Municipal do Porto, entre o que é visível e o que tem lugar no imaginário, em quase duzentos anos de histórias e personagens em permanente reconstrução. Como ler uma biblioteca vazia? Utilizando o mesmo instrumento com que, à volta de uma fogueira comunitária, acendemos as imagens — uma sala, uma estante, uma página, uma história de cada vez.
Ver maisNo âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Poesia, O Pinguim Café associou-se à Divisão Municipal de Bibliotecas para uma noite de poesia especial. Entre Os Poetas da Cidade e Os Músicos da Cave, esta será uma sessão temática para, entre poemas e músicas, escutarmos Francisca Bartilotti, Francisca Camelo, Kendall, Sérgio Morais, Bernardo Guerra Machado, Filipa Leal, Pedro Lamares, Ismael Calliano, João Habitualmente, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Renato Filipe Cardoso, Eduardo Leal, Rui David, Blandino, Cauê Nardi, Óscar Ribeiro, Paulo Kanuko, Carlos Correia, Hugo Araújo...
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisCiclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável. Na abertura deste ciclo dedicado à poesia experimental, que a Biblioteca Poética Eugénio de Andrade vai acolher, e no cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e o debate público, Rui Torres apresenta ao público uma obra inédita de sua autoria totalmente dedicada ao poeta da casa, Eugénio de Andrade e convida Inês Cardoso – colaboradora da PO.EX e editora-fundadora da SKHEMA: Revista Interartes – para uma sessão dedicada à Espacialização, Constelação, Poesia Concreta, Livros de Artista. Uma apresentação desafiante à poesia concreta, os livros de artista e as práticas editoriais experimentais. Um espaço de transmissão, experimentação e criação partilhada.
Ver maisO Dia do Vizinho é um convite à proximidade, ao encontro e à partilha. Três domingos por ano, o Museu e Bibliotecas do Porto abre as suas portas em ambiente de festa para celebrar com quem lhes está mais próximo: os vizinhos. Cada edição acontece num espaço diferente da cidade e é cocriada com a população local, artistas, coletivos, associações e instituições do mesmo território. Desde manhã cedo até ao fim da tarde, há propostas para todas as idades e interesses: oficinas, visitas guiadas, jogos, música, conversas, lanche, percursos, tempo para não fazer nada... e espaço para os vizinhos mostrarem os seus talentos e criações.
Mais do que um dia de festa, o Dia do Vizinho é uma prática de escuta e construção coletiva, refletindo relações, memórias e saberes entre quem ali vive e os espaços e equipas do Museu e Bibliotecas do Porto. Um gesto que fortalece laços, valoriza o território e faz dos museus e bibliotecas lugares verdadeiramente habitados. A decorrer na Biblioteca Poética Eugénio de Andrade e Museu do Carro Eléctrico, este será mais um dia de celebração e de descoberta do lugar como espaço de encontro e pertença. Juntos, entre palavras, gestos e afetos, vamos fiando os caminhos de uma cidade partilhada. Ver maisO Porto com suas palavras que sobem do coração, o Porto com sua pronúncia de quatro pedras na mão. João Pedro Mésseder O que dizemos e como o dizemos, o canto que levamos na voz de todos os dias, as palavras que trocamos, os silêncios que partilhamos. Não existe uma pronúncia do Norte, há muitas pronúncias e muitos Nortes, há milhares de cidades escondidas nas almas e nas vozes portuenses.
Ver maisNo Dia Mundial da Poesia, Guilherme Cobretti desafia os leitores a porem à prova os seus conhecimentos sobre poetas e textos poéticos. Num ambiente descontraído, os participantes organizam-se em equipas espontâneas para responderem aos desafios deste jogo dinâmico e divertido, focado no universo da poesia. Um convite a todos os que gostam de ler poesia, com prémios para os vencedores.
Ver maisDe março a junho, durante os meses da estação primaveril, vamos celebrar o Sol com quatro palestras sobre o poeta Eugénio de Andrade moderadas pela investigadora Maria Bochicchio. Entre vários temas e convidados, esta sessão inaugural das Conversas ao Sol abre com a presença do distinto escritor portuense Mário Cláudio, autor de uma vasta e muito multifacetada obra que abarca, entre vários géneros, também a Poesia, celebrada de modo especial neste que é o seu dia.
Ver maisPartindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas, diagramas, constelações. Um momento de fruição e experimentação poética, inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.
Ver maisO Dia Mundial da Poesia tem vocação de desarmar o quotidiano. Convocamos os intérpretes, aos pares e em turnos para brindar os passageiros do Carro Elétrico e do Metro do Porto com poemas lidos em recato ou em exuberância.
Ver maisO Porto Oitocentista assistiu à partida de inúmeros rapazes para o Brasil. Muitos destes jovens deslocaram-se em busca da «árvore das patacas» e alguns regressaram à sua terra natal, onde construíram palacetes, edificaram hospitais e escolas ou abriram estradas. Brás Cubas, Silva Monteiro, o Conde de Ferreira, o Barão Nova Sintra, o Visconde Pereira Machado ou Gaspar Ferreira Baltar constituem exemplos de «brasileiros de torna-viagem», que utilizaram a sua fortuna no enriquecimento desta cidade, dotando-a de importantes infraestruturas como o Palácio de Cristal, o Hospital dos Alienados ou um jornal diário. Assim, o Porto modernizou-se e ampliou-se com a chegada destes «brasileiros de torna-viagem», imortalizados na obra de Camilo Castelo Branco.
Ver maisO Som do Algodão apresenta uma revolução feita de palavras. Uma performance poética e sonora em que a liberdade dos homens encontra o voo dos pássaros. O pássaro que voa em liberdade, o pássaro que insistimos em inventar sempre que temos as asas cortadas. A liberdade para experimentar no palco, nos corpos. Entre famílias, crianças e na comunidade. Entre todos. Focada no encontro intergeracional, esta sessão reúne poetas portugueses, como Manuel António Pina, Natália Correia, José Carlos Ary dos Santos ou Sophia de Mello Breyner Andresen, e músicas de intervenção que contam a história da revolução.
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