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No Dia Nacional do Azulejo, 6 de maio, o Banco de Materiais do Museu do Porto propõe uma oficina de pintura de azulejos que celebra a riqueza desta marca identitária do Porto e importante elemento do património cultural português. Explorando diferentes técnicas inspiradas na tradição azulejar, cada participante terá a oportunidade de criar o seu próprio azulejo, numa experiência criativa aberta a todas as idades. Participe e celebre connosco este símbolo maior da cultura portuguesa.
Ver maisNesta visita, os participantes terão oportunidade de observar os tratamentos de conservação e restauro em curso e conversar com a equipa residente.
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisO Porto não é em rigor uma cidade: é uma família. João Chagas Não apenas um ser mitológico, mas um símbolo em que os habitantes da cidade se reconhecem. No brasão, o azul sustém um castelo de ouro sobre um mar ondulado; ao centro, a Virgem de Vandoma com o Menino, por cima das pedras, o dragão – corpo de fogo, asas e garras – a memória do cerco e da coragem de quem resistiu. No estádio, nas ruas, nos Paços do Concelho, sempre a mesma promessa, a de não baixar a cabeça.
Ver maisVamos pensar na terra e na natureza. Falar sobre elas, do tanto que nos dão, e da extrema importância do respeito que lhes devemos ter. O tanto que nos oferecem e o tanto que nos devolvem em imaginação para podemos construir, inventar e criar! Daremos um passeio pelo mundo das formas, dos cheiros, das cores e das texturas. As nossas mãos serão as protagonistas e ganharão toda a sua expressão. Vamos falar de experiências estéticas, de criatividade e de imaginação – da nossa e das artistas: Rosa Ramalho e Nei Leite Xakriabá! Arriscas sujar as mãos e dar forma à tua imaginação?
Ver maisA tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisAs Visitas Botânicas exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções do Museu do Porto, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações. No Museu Aurélia e Sofia de Souza, a natureza revela-se na pintura, nos objetos e no jardim, ora observada com olhar quase científico, ora transformada em ornamento e símbolo. Entre arte e quotidiano, o mundo vegetal surge como imagem, matéria e memória cultural, revelando como a burguesia portuense dos séculos XIX e XX olhou, representou e trouxe a natureza para dentro de casa.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações. Nesta visita botânica, começamos pelos elementos naturais e paisagens representados nas pinturas do Ateliê António Carneiro, onde a natureza surge como metáfora espiritual e literária. A partir desse olhar interior, seguimos para o jardim do Ateliê, onde as plantas ajudam a compreender uma ideia fascinante: ao longo da história humana, muitas revoluções adotaram plantas como símbolos de liberdade, esperança ou transformação. No exterior, espécies como a oliveira, o plátano, o cipreste, a camélia ou a laranjeira permitem aprofundar como diferentes sociedades transformaram plantas reais em símbolos de liberdade, memória e mudança.
Ver maisInspiradas pela paisagem natural do Museu Romântico, em articulação com fontes tipográficas de revistas e jornais, as famílias serão desafiadas a desenhar e recortar letras para compor palavras relacionadas com o tema da liberdade. Depois é só misturar tudo e criar uma matriz serigráfica coletiva. O resultado? Edição de posters geniais e originais!
Ver maisCada gesto desenha liberdade — imagem, palavra ou símbolo. Azulejo a azulejo, erguemos um lugar comum, onde criar é encontrar e partilhar é permanecer.
Ver maisREMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.
Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código. Ver maisA tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.
Ver maisNeste primeiro concerto da série «Os Oito Tons como Cosmos Sonoro», mergulhamos na base da arquitetura musical e espiritual da tradição ibérica. Centrado no 1.º e 2.º tons, este programa estabelece o «Fundamento» – o exórdio retórico que fixa o centro tonal e nos liga à terra. Inspirado na cosmologia de Aristóteles e na teoria dos temperamentos de Hipócrates, este concerto explora a estabilidade, a gravidade e o carácter melancólico inerentes a estes modos. Através do diálogo entre o número (proporção) e a palavra (discurso), a música revela-se como uma força que ordena o espírito, conduzindo o ouvinte através de um espaço sonoro de profunda solidez e introspeção, onde a polifonia renascentista e o cantochão definem o primeiro pilar deste universo simbólico.
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisO Porto é só esta atenção empenhada em escutar os passos dos velhos, que a certas horas atravessam a rua para passarem os dias no café em frente, os olhos vazios, as lágrimas todas das crianças de S. Victor correndo nos sulcos da sua melancolia. Eugénio de Andrade Uma chávena de café, um jornal aberto e a cidade inteira a acordar. No Piolho, no Ceuta, no Guarany, na Brasileira, no Aviz ou no Majestic, pedia-se um cimbalino, sacudiam-se as páginas impressas e o mundo inteiro ia passando pelos dedos. As grandes manchetes e as notícias locais, o desporto, os negócios, o tempo para amanhã e até a necrologia. Um tempo que passou mas que resiste ainda nas mãos de quem o pratica.
Ver maisNa exposição PRISMA – Do Douro ao Porto, a luz branca simboliza o solo e o clima do Douro, que, ao serem transformados pelo prisma humano, deram origem a um tipo de vinho único: o Vinho do Porto. Tal como a luz se desdobra num amplo espectro de cores ao atravessar um prisma, o produtor de vinho faz escolhas que revelam diferentes tonalidades e expressões do território. Assim, os produtores de vinho são, à semelhança da curadoria e criação artística desta exposição, prismas que filtram, interpretam e transformam o território em expressão sensorial e expositiva. A partir desta conceção, propõe-se um conjunto de provas de Vinho do Porto e conversas entre “prismas”, estruturadas com base nos conteúdos desta exposição, que sintetizam o processo de feitura do vinho: a Cultura da Terra, a Cultura do Vinho e a Cultura do Tempo.
Ver maisIntegrada no programa paralelo da exposição «Banco de Materiais — Fragmentos da cidade em conta corrente» e nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, esta oficina convida os participantes a criarem o seu próprio padrão de azulejo, inspirando-se na tradição ou explorando novas ideias. A atividade propõe uma reflexão simples e criativa sobre o azulejo como algo vivo, que se transforma e resiste mesmo em tempos de crise. Cada participante dará cor a um azulejo único, celebrando a criatividade e a continuidade cultural.
Ver maisCarlos Alberto, rei exilado da Sardenha, chega amanhã à cidade do Porto. Todos o sabem, mas ninguém o vê. A sua presença anuncia-se em murmúrios, atravessa ruas e jardins, instala-se na imaginação coletiva. Será a 19 de abril. E, no entanto, foi há 177 anos. Que ânimo o move? Quem o acompanha nesta travessia final? Onde deseja repousar e quem procura primeiro? Pelos caminhos que escolhe para chegar à sua morada derradeira, os vizinhos aguardam, suspensos entre a memória e o pressentimento. Esperam como se a chegada fosse iminente, mas com os olhos pousados num tempo que já passou e que, ainda assim, continua a interpelar o presente. Entre história e ficção, este percurso convoca ecos, silêncios e presenças. Não se trata apenas de revisitar um episódio do século XIX, mas de habitar o intervalo entre o que foi e o que permanece. Porque há chegadas que nunca cessam de acontecer.
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