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Porto em Cena: curso breve revisita a história do teatro na cidade

Durante o mês de julho, o Museu e Bibliotecas do Porto propõe um percurso reflexivo e documentado sobre a “História do Teatro no Porto: metamorfoses e resistência”, orientado por Joana Miguel Moreira.

 

Ao longo de quatro sessões, às segundas-feiras, das 18 às 20 horas, o auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett será espaço de análise, memória e diálogo em torno dos espaços cénicos, artistas, companhias e transformações vividas ao longo de diferentes contextos políticos e sociais.

O curso pretende contribuir para uma leitura crítica do papel do teatro enquanto forma artística e meio de intervenção — sensível às tensões da história e revelador das mudanças culturais no Porto.

Joana Miguel Moreira iniciou o seu percurso no teatro como atriz, tendo posteriormente realizado investigação em História do Teatro no Porto, com publicações na editora Caleidoscópio. É doutorada em História, investigadora integrada no CITCEM e colabora regularmente com instituições ligadas às artes performativas, museologia e arquivos.

Os bilhetes estão disponíveis online ou nos espaços com bilheteira do Museu e Bibliotecas do Porto.

 

Programação

7 de julho | A evolução dos espaços teatrais no Porto
Da fundação dos primeiros teatros aos múltiplos espaços que marcaram a programação cultural até ao século XX, a primeira sessão percorre a transformação arquitetónica e simbólica da cidade enquanto lugar de representação.

 

14 de julho | Companhias e artistas da cena portuense
Atores, encenadores, coletivos e companhias serão o foco da segunda sessão, dedicada a quem construiu a identidade teatral da cidade — entre permanências e ruturas, margens e centro.

 

21 de julho | Autores e obras que marcaram os palcos da cidade
Nesta sessão, serão revisitadas peças e dramaturgias que conquistaram os palcos do Porto, revelando tendências estéticas, temas recorrentes e o diálogo com os públicos ao longo do tempo.

 

28 de julho | Temas em palco e períodos de censura
O ciclo encerra com uma abordagem à censura e à resistência criativa. Através de episódios concretos, reflete-se sobre os limites impostos à liberdade artística e as formas encontradas para os ultrapassar.