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Uma abordagem aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra pela voz de André Antunes, investigador em línguas clássicas, que pretende colocar em evidência o valor literário e histórico destas peças, a qualidade da escrita e a forma como esta se relaciona com as imagens e representações.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisUma abordagem aos Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra pela voz de André Antunes, investigador em línguas clássicas, que pretende colocar em evidência o valor literário e histórico destas peças, a qualidade da escrita e a forma como esta se relaciona com as imagens e representações.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisDatada de 1827, «Descida da Cruz» faz parte de um grupo de quatro pinturas tardias de Domingos Sequeira, realizadas em Roma, onde o artista passou os últimos anos de vida. Nascido em 1768 no seio de uma família modesta, Sequeira foi educado na Casa Pia e estudou em Roma, com o pintor Antonio Cavallucci. Nomeado pintor da corte, codirigiu a empreitada de pintura do Palácio Nacional da Ajuda, cujas obras foram verdadeira escola de Belas-Artes.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver mais«LÁ VAMOS NÓS NUMA CAÇA AOS OVOS», DE MARTHA MUMFORD — Neste sábado de Páscoa juntamo-nos aos coelhinhos numa divertida caça aos ovos. Mas atenção ao lobo maroto!
Ver maisNuma introdução à arte da gravura, estas oficinas são inspiradas na dimensão artística do trabalho de várias décadas, nas áreas da gravura e serigrafia de Tomás Dias com exímios pintores e artistas que, ao longo das suas carreiras, assiduamente recorreram à sua «prensa» para criarem as obras de arte.
Ver mais«LÁ VAMOS NÓS NUMA CAÇA AOS OVOS», DE MARTHA MUMFORD — Neste sábado de Páscoa juntamo-nos aos coelhinhos numa divertida caça aos ovos. Mas atenção ao lobo maroto!
Ver maisNuma introdução à arte da gravura, estas oficinas são inspiradas na dimensão artística do trabalho de várias décadas, nas áreas da gravura e serigrafia de Tomás Dias com exímios pintores e artistas que, ao longo das suas carreiras, assiduamente recorreram à sua «prensa» para criarem as obras de arte.
Ver maisEm noite de Quinta-feira Santa, visitaremos património edificado do Porto diretamente relacionado com a Quaresma. Será abordada a questão das procissões quaresmais, assim como dos cruzeiros, dos passos da Via Sacra e dos calvários na cidade do Porto, culminando no sítio do Bonfim e nos aspetos históricos e artísticos da sua igreja. Será ainda a oportunidade para revelar alguns aspetos menos conhecidos do percurso histórico da respetiva irmandade e do seu cemitério privativo, situado mesmo ao lado da igreja.
Ver maisPartindo da natureza visualmente mediada deste momento escatológico e de fratura, Joana Antunes dará corpo a um diálogo que se demora na época medieval, servindo-se de cosmovisões da exposição Revelação, para viajar até a um presente que, em princípio, está sempre mais perto do fim.
Ver maisDas procissões regulares, a que sempre mais marcou a alma dos portuenses é a de Procissão de Corpus Christi, onde todas as instituições da cidade se faziam representar. Mas, além destas, era comum serem realizadas algumas procissões extraordinárias sempre que havia um motivo forte para as fazerem sair à rua!
Ver maisNesta oficina aberta a todos, convidamos os participantes a refletir sobre o contexto sócio histórico e artístico em que os manuscritos foram copiados e iluminados.
Ver maisNesta oficina aberta a todos, convidamos os participantes a refletir sobre o contexto sócio histórico e artístico em que os manuscritos foram copiados e iluminados.
Ver maisNa era dos e-mails e das mensagens instantâneas, os cartões postais impressos restam, sobretudo, como uma nostalgia do passado ou um objeto de colecionismo. São poucos os postais que escrevemos, enviamos e recebemos. Esta oficina propõe reanimar a escrita de postais, como meio de relembrar momentos vividos ou, simplesmente, criar novas narrativas. Ao mesmo tempo, em cada sessão, será desvendada e explorada a vida e história das ruas, casas, lojas, jardins e outros lugares do Porto, bem como de outras terras e gentes representadas nestes cartões-postais.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisA redação de «Amor de Perdição» de Camilo Castelo Branco não é dissociável da situação em que o autor se encontrava: encarcerado por adultério e a aguardar julgamento na Cadeia da Relação no Porto. Escrita em quinze dias, num «frenesim febril», como o escritor conta, trata-se da sua obra mais conhecida. Aí encontramos um Camilo personagem-narrador-autor, onde a sua «personagem» que surge no romance é, contudo, secundária, narrando uma história que pertenceu a um seu tio, Simão António Botelho. Tal justifica o subtítulo: «Memórias de uma Família», porém, ao fazê-lo, ao revelar os laços de consanguinidade entre si e a figura principal, o tio que nunca conheceu, mas que também vive o drama de um amor proibido: «Amou, perdeu-se, e morreu amando»; Camilo sugere, para além da herança sanguínea, uma outra, de fatídico pendor: a de um nefasto fado.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver maisAo longo do século XIX, «a vida musical urbana em Portugal foi em grande parte dominada pela ópera italiana – e em menor grau pela francesa – nos teatros S. Carlos e S. João, em Lisboa e no Porto (…) pelo amplo desenvolvimento de vários géneros de teatro musical ligeiro, desde a opereta ao vaudeville e à revista; e por uma intensa prática doméstica de música de salão por parte das classes média e alta, que consistia sobretudo em canções sentimentais, arranjos instrumentais de trechos operáticos e uma grande variedade de danças cosmopolitas como a valsa ou a polca», como afirma Rui Vieira Nery. É neste contexto que Camilo Castelo Branco (1825—1890) toma contacto com a vida musical e boémia da cidade do Porto, uma vez que a partir de 1848 se fixa nesta cidade, decidido a dedicar-se ao jornalismo. Logo retoma a vida aventurosa de escritor romântico, dividida entre os cafés, os teatros, os salões da burguesia portuense e as redações dos jornais. Partindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
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