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A partir das obras «A Filha do Arcediago» e «A Doida do Candal», percorrer-se-ão os espaços que lhes fizeram cenário, desde o Recolhimento das Meninas Órfãs de Nossa Senhora da Esperança, até à Rua das Flores, passando pela Rua de Trás da Sé, hoje de Dom Hugo, e pelo local onde outrora se ergueu o importantíssimo Mosteiro de São Bento de Avé Maria.
Ver maisComo se relacionam os espaços da obra «Amor de Perdição» com os ambientes do Museu Romântico?
Ver maisO autocarro ainda não chegou, mas estamos “Em ponto com Camilo”. Através da inserção de QR codes em paragens de autocarro, a iniciativa pretende levar a toda cidade trechos da obra de Camilo Castelo Branco, cuidadosamente selecionados por leitores voluntários da Biblioteca Sonora, num projeto inclusivo e acessível.
Ver maisNo bicentenário de Camilo Castelo Branco, a Jangada Teatro apresenta Ana Plácido, um espetáculo que explora as emoções, dilemas e paixões de uma figura central na vida e obra do escritor. Num equilíbrio entre narrativa histórica e criação artística, o espetáculo convida o público a refletir sobre os limites entre a literatura e a vida, numa celebração da intemporalidade dos grandes temas camilianos.
Ver maisO Festival Internacional de Santa Cecília surge da necessidade de dar visibilidade a jovens pianistas que, tendo participado no Concurso Internacional de Santa Cecília, evidenciaram raras qualidades artísticas. Em colaboração com o Museu do Porto e a Câmara Municipal do Porto, o Curso de Música Silva Monteiro organiza mais uma edição desta série de recitais, num espaço tão representativo da cidade do Porto. O Festival insere-se nas atividades que o concurso desenvolve ao longo do ano. Nesta 5.ª edição, e dado o impacto positivo que tem tido junto do público e dos próprios pianistas participantes, a Câmara Municipal do Porto e o Museu do Porto alargaram para 8 o número de recitais que se irão realizar. Teremos mais uma vez a oportunidade de ouvir grandes pianistas com repertórios diversificados, mas com enfoque no período Romântico, criando dessa forma um diálogo com o espaço em que este Festival acontece.
Ver maisAo longo de 2025, no primeiro sábado de cada mês, as crianças dos 6 aos 10 anos de idade são convidadas a assistir à Hora do Conto em língua inglesa, exercitando assim competências linguísticas de forma lúdica. Uma iniciativa realizada em cooperação com o British Council do Porto.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisUma carta cuidadosamente escrita, bem-intencionada pode ser o ponto de encontro entre pessoas, gerações, línguas e ideias. Atividade no âmbito dos 200 anos de Camilo Castelo Branco.
Ver maisNascida no chamado comércio tradicional portuense, a Arcádia representa uma das marcas mais emblemáticas da cidade. As suas origens estão intimamente ligadas à Rua do Almada e à «Pastelaria Portugal», cujas origens recuam até 1924. É na Rua do Almada onde se encontra a sua loja mais antiga e será aqui que desvendaremos aspetos históricos da Arcádia e alguns elementos patrimoniais existentes neste edifício, nomeadamente uma Arca de água datada de 1731.
Ver maisUma carta cuidadosamente escrita, bem-intencionada pode ser o ponto de encontro entre pessoas, gerações, línguas e ideias. Atividade no âmbito dos 200 anos de Camilo Castelo Branco.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisCriaturas estranhas escondem-se por entre as prateleiras da Biblioteca Errante. Consegues encontrá-las? Que lhes aconteceu? A que livros podem pertencer? Com a ajuda de canetas, tesouras e muita cor, vamos criar uma “Zine Errante” que junta as pistas todas e as leva de volta para as suas casas.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura de autores portuenses ou relacionados com o Porto que, através de uma conversa, procura dar a conhecer a sua vida e obra literária. Nesta sessão, debruçamo-nos sobre Raquel Patriarca, escritora, bibliotecária, documentalista, investigadora, contadora de histórias e professora de futuros bibliotecários e arquivistas. Doutorada pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com uma tese sobre a história do livro infantojuvenil em Portugal, Raquel Patriarca tem publicados livros sobre a História do Porto e contos infantis, alguns dos quais recomendados para o Plano Nacional de Leitura.
Ver maisE, se a sua face direita dá a conhecer o romântico que escreverá um ultrarromântico «Amor de Perdição», caberá à outra face dar o corpo e o concreto, como em «Coração, Cabeça e estômago», numa aparente contradição, que só no autor que é ele e o seu oposto, poderia ocorrer. Atividade no âmbito dos 200 anos de Camilo Castelo Branco.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e leituras e a interação social. Os textos são criteriosamente selecionados e enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para ler, discutir pontos de vista e partilhar experiências e memórias.
Ver maisSorrir com confiança é sorrir com saúde. A propósito do Dia Mundial da Saúde Oral, o foco desta sessão será a relação entre a saúde oral e o bem-estar geral, promovendo a reflexão em torno dos cuidados básicos de higiene oral, da alimentação saudável e do reforço da resistência dentária.
Ver maisNascida no chamado comércio tradicional portuense, a Arcádia representa uma das marcas mais emblemáticas da cidade. As suas origens estão intimamente ligadas à Rua do Almada e à «Pastelaria Portugal», cujas origens recuam até 1924. É na Rua do Almada onde se encontra a sua loja mais antiga e será aqui que desvendaremos aspetos históricos da Arcádia e alguns elementos patrimoniais existentes neste edifício, nomeadamente uma Arca de água datada de 1731.
Ver maisNo século XVI, Portugal foi um dos primeiros países europeus a descobrir esta bebida e é o responsável pela sua introdução no Ocidente, cultivando-a tendo em vista a sua exportação.
Ver maisDois dias após a assinatura do Armistício de Compiègne, que pôs fim à I Guerra Mundial, conheceria Portugal uma nova batalha – bem mais privada e, simultaneamente, bem mais escandalosa – entre um casal da alta sociedade lisboeta. A mulher, desaparecida desde dia 13 de Novembro, viria a ser encontrada, em Santa Comba Dão, na casa do seu amante; parecendo a todos, mas especialmente ao seu marido, Alfredo da Cunha, que sua mulher, herdeira do Diário de Notícias e moradora no Palácio de São Vicente, Maria Adelaide Coelho da Cunha tivesse «ensandecido» por desejar trocá-lo pelo seu antigo chauffeur, 22 anos mais novo que ela. Ora, «Doida Não!», como terá oportunidade de escrever a própria, após o internamento na ala das criminosas do Hospital Conde Ferreira e de ter visto serem-lhe interditados todos os seus bens. Ao marido juntar-se-ão vários nomes prestigiantes da psiquiatria portuguesa: Magalhães Lemos, Júlio de Matos, Sobral Cid e Egas Moniz. Mas, estaria mesmo louca, a mulher de 48 anos de idade que apenas desejava divorciar-se do marido?
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