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O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisNa exposição «PRISMA – Do Douro ao Porto», a luz branca simboliza o solo e o clima do Douro, que, ao serem transformados pelo prisma humano, deram origem a um tipo de vinho único: o Vinho do Porto. Tal como a luz se desdobra num amplo espectro de cores ao atravessar um prisma, o produtor de vinho faz escolhas que revelam diferentes tonalidades e expressões do território. Assim, os produtores de vinho são, à semelhança da curadoria e criação artística desta exposição, prismas que filtram, interpretam e transformam o território em expressão sensorial e expositiva. A partir desta conceção, propõe-se um conjunto de provas de Vinho do Porto e conversas entre «prismas», estruturadas com base nos conteúdos desta exposição, que sintetizam o processo de feitura do vinho: a Cultura da Terra, a Cultura do Vinho e a Cultura do Tempo.
Ver maisAo longo do mês de maio, o Museu do Porto assinala o encerramento da exposição “O Voo da Águia II — António Carneiro e a Literatura”, com curadoria de Bernardo Pinto de Almeida, através de um programa público que reúne apresentações editoriais, uma visita orientada e um momento musical.
Entre 9 e 24 de maio, o Ateliê António Carneiro acolhe um conjunto de sessões que prolongam o universo crítico da exposição, convocando a paisagem, a literatura, a pintura e a criação contemporânea. Este programa acompanha a segunda parte de “O Voo da Águia”, que encerra um ciclo expositivo e aprofunda a relação entre a obra de António Carneiro e o campo literário.
Ver maisAtualmente, quase toda a pesquisa necessária para se completar uma árvore genealógica pode ser feita a partir de casa. Mesmo para se elaborar um texto histórico sobre determinada família, na maioria dos casos a informação que precisamos já está disponível na Internet. Contudo, estas aparentes facilidades trazem também dificuldades: hoje em dia, um dos grandes problemas da pesquisa genealógica, para quem não tem formação histórica e não domina tudo o que se relacione com a internet, é precisamente o desconhecimento sobre onde pode estar a informação que interessa e quais os passos para chegar até ela. É comum que nos fiquemos pela informação mais óbvia, ou por aquela que é sugerida por ferramentas de Inteligência Artificial, desconhecendo que muito mais pode ser encontrado a partir do nosso computador. Esta formação prende-se, pois, com a necessidade de saber como pesquisar, onde pesquisar, como ultrapassar os obstáculos que surgem, que meios usar para facilitar a pesquisa e torná-la mais ampla e eficaz, e como organizar a informação recolhida.
Ver maisA tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.
Ver maisO maestro britânico Alpesh Chauhan, diretor musical da Companhia de Ópera de Birmingham, apresenta-se pela primeira vez na Casa da Música, trazendo a «Sinfonia n.º 8» de Chostakovitch, uma das obras sinfónicas mais controversas do compositor russo. Escrita no verão de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, o seu pendor sombrio e desesperado foi mal recebido na União Soviética, tendo em conta os então recentes sucessos do Exército Vermelho. Chostakovitch ter-se-á defendido dizendo que a Oitava era «uma obra otimista e um hino à vida», com base no conceito de que «tudo o que é escuro e tenebroso tende a desaparecer e o belo acaba por triunfar». Nos 120 anos do nascimento do compositor, esta é uma oportunidade para ouvir uma das suas obras mais sublimes e misteriosas, raramente apresentada em concerto.
Ver maisEm maio, escolhemos um texto de Ruben A., extraído de «O Mundo à Minha Procura», que relata episódios da sua infância no Porto, na quinta do Campo Alegre, nos anos 20 e 30 do séc. XX, para dialogar com uma narrativa de uma autora de língua inglesa, celebrada como uma das figuras definitivas do modernismo literário, que por essa época publicava em Londres este conto.
Ver maisA tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.
Ver maisNo Dia Nacional do Azulejo, 6 de maio, o Banco de Materiais do Museu do Porto propõe uma oficina de pintura de azulejos que celebra a riqueza desta marca identitária do Porto e importante elemento do património cultural português. Explorando diferentes técnicas inspiradas na tradição azulejar, cada participante terá a oportunidade de criar o seu próprio azulejo, numa experiência criativa aberta a todas as idades. Participe e celebre connosco este símbolo maior da cultura portuguesa.
Ver maisNesta visita, os participantes terão oportunidade de observar os tratamentos de conservação e restauro em curso e conversar com a equipa residente.
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisO Porto não é em rigor uma cidade: é uma família. João Chagas Não apenas um ser mitológico, mas um símbolo em que os habitantes da cidade se reconhecem. No brasão, o azul sustém um castelo de ouro sobre um mar ondulado; ao centro, a Virgem de Vandoma com o Menino, por cima das pedras, o dragão – corpo de fogo, asas e garras – a memória do cerco e da coragem de quem resistiu. No estádio, nas ruas, nos Paços do Concelho, sempre a mesma promessa, a de não baixar a cabeça.
Ver maisVamos pensar na terra e na natureza. Falar sobre elas, do tanto que nos dão, e da extrema importância do respeito que lhes devemos ter. O tanto que nos oferecem e o tanto que nos devolvem em imaginação para podemos construir, inventar e criar! Daremos um passeio pelo mundo das formas, dos cheiros, das cores e das texturas. As nossas mãos serão as protagonistas e ganharão toda a sua expressão. Vamos falar de experiências estéticas, de criatividade e de imaginação – da nossa e das artistas: Rosa Ramalho e Nei Leite Xakriabá! Arriscas sujar as mãos e dar forma à tua imaginação?
Ver maisA tentação totalitária da uniformização social ou arquitetónica é quase uma antítese do Mundo Natural (ao qual o ser humano pertence), onde se manifestam uma infindável diversidade de espécies, subespécies e raças, num encantamento de formas, cores, cheiros e sons. Os espaços que construímos e habitamos são um reflexo das nossas características, constituindo um testemunho do processo histórico das profissões, dos artífices, da industrialização, da estética e da liberdade de sermos diferentes. Nestas digressões orienta-se a educação visual pelos materiais e formas das artes associadas à arquitetura.
Ver maisO Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.
Ver maisAs Visitas Botânicas exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções do Museu do Porto, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações. No Museu Aurélia e Sofia de Souza, a natureza revela-se na pintura, nos objetos e no jardim, ora observada com olhar quase científico, ora transformada em ornamento e símbolo. Entre arte e quotidiano, o mundo vegetal surge como imagem, matéria e memória cultural, revelando como a burguesia portuense dos séculos XIX e XX olhou, representou e trouxe a natureza para dentro de casa.
Ver maisVisitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações. Nesta visita botânica, começamos pelos elementos naturais e paisagens representados nas pinturas do Ateliê António Carneiro, onde a natureza surge como metáfora espiritual e literária. A partir desse olhar interior, seguimos para o jardim do Ateliê, onde as plantas ajudam a compreender uma ideia fascinante: ao longo da história humana, muitas revoluções adotaram plantas como símbolos de liberdade, esperança ou transformação. No exterior, espécies como a oliveira, o plátano, o cipreste, a camélia ou a laranjeira permitem aprofundar como diferentes sociedades transformaram plantas reais em símbolos de liberdade, memória e mudança.
Ver maisInspiradas pela paisagem natural do Museu Romântico, em articulação com fontes tipográficas de revistas e jornais, as famílias serão desafiadas a desenhar e recortar letras para compor palavras relacionadas com o tema da liberdade. Depois é só misturar tudo e criar uma matriz serigráfica coletiva. O resultado? Edição de posters geniais e originais!
Ver maisCada gesto desenha liberdade — imagem, palavra ou símbolo. Azulejo a azulejo, erguemos um lugar comum, onde criar é encontrar e partilhar é permanecer.
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