Procurar
Partido do universo poético de Manuel Gusmão, este recital colocará em diálogo o texto e a música de compositores como Tarrega e António Pinho Vargas. Isaque Ferreira selecionou textos que irá declamar, e os músicos Francisco Berény e Álvaro Teixeira Lopes assumem a seleção e interpretação das obras musicais, tendo como inspiração da exposição Manuel Gusmão — Escrevo para um amigo que virá.
Ver maisO pianista Vasco Dantas Rocha encerra o ciclo com chave de ouro, e é caracterizado pela crítica desta forma: “Pianista raro pela sua grande generosidade e força emotiva, Vasco Dantas caracteriza-se pela intensidade e doçura simultaneamente consignadas nas suas interpretações” © Jornal Düren, Alemanha. É um artista com uma pródiga carreira nacional e internacional, a qual inclui gravações a solo, atuações em grandes salas internacionais, entre outras marcas de prestígio que nos deixam igualmente orgulhosos de ser Portugueses. Será apresentado um repertório de sua livre eleição, que provocará o espanto e deslumbramento no público presente, marca de excelência desta programação, com Fados ao piano de Rey Colaço, entre outras obras de Schumann e transcrições para piano de Carl Reinecke.
Ver maisO Porto é a “cidade das águas”. No Romantismo, estes percursos entre a cidade e o campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras que caracterizavam a paisagem portuense em terrenos que, com a anterior expansão da cidade para poente (1836) e o traçado da Circunvalação (1899), ficariam englobados no que hoje chamamos de Porto. Estes caminhos bucólicos eram percorridos, para além daqueles que vinham de fora para trabalhar, pelas famílias burguesas de então, como nos narra o nosso expoente do Romantismo, Camilo Castelo Branco na sua extensa obra, claramente entre a literatura e a sociologia. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, sempre acompanhados pelas águas e pelos vários equipamentos que foram sendo construídos, como fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros, eram a imagem de uma paisagem muito peculiar.
Ver maisExtra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
Ver maisEsta oficina pretende replicar a lógica organizativa da exposição Manuel Gusmão: Escrevo para um amigo que virá através da criação de pequenos cosmos literários e de alfabetos de referências. Os participantes serão convidados a escolher a partir de um conjunto de diagramas, ou a criar um de raiz, que articule uma seleção de palavras-chave ancoradas em 5 letras do alfabeto que aludam às suas preferências bibliográficas ou às presentes na exposição. Quem desejar trabalhar a partir da sua bibliografia deverá trazer exemplares dos livros.
Ver maisA paisagem no quadro da cultura ocidental, entre valorização, desvalorização e revalorização. Paisagem como género, função de ativismo e opção museográfica e patrimonial.
Ver maisSeguindo uma antiga via romana, utilizada pelos peregrinos de Santiago, ligamos o Palácio de Cristal à Casa Marta Ortigão Sampaio. Pelo caminho vamos à descoberta de alguns pormenores sobre este caminho e, no final, espera-nos uma surpresa!
Ver maisLições importantes: olha com atenção, regista o que vês; descobre uma maneira de tornar necessária a beleza, descobre uma maneira de tornar bela a necessidade. "Peças em Fuga", Anne Michaels 1997 O registo arqueológico é um modo de inscrição e de ordenação da prática arqueológica. É um modo de mediação – de encontro – com o mundo. Para lá dos limites que o confinam a um mero exercício de representação, trata-se de um modo de experiência do devir das coisas e do mundo e, assim, de uma prática criativa de relações e de registo como passagens de sentido. Perante a estranheza infinita do mundo, compreender que a memória não se possui. Compreender que ela se manifesta no toque da ausência, donde o registo afigura o gesto através do qual se aprende a hospedar o indiscernível.
Ver maisCom a curadoria artística do maestro Luís Miguel Clemente, o concerto Musica Brevis #2 explorará obras para Trio de Madeiras (flauta, clarinete e fagote), aprofundando o potencial tímbrico e técnico desta formação através da abordagem interpretativa a estilos que partem de uma linguagem típica do Romantismo e se estendem pelo Expressionismo, Neoclassicismo até ao Contemporâneo. O Trio de Madeiras da Orquestra da Costa Atlântica irá interpretar o magnífico Trio Op. 87 de Beethoven, o Trio Op. 92 do compositor francês Charles Koechlin e ainda Fragments for Wind Trio de Robert Muczynski. Destaque para a estreia absoluta de Pelos Campos Fora II da autoria do prestigiado compositor português Sérgio Azevedo.
Ver maisAndré Cardoso, António Coelho, Marco Pereira e Paula Sobral são os quatro guitarristas que constituem o Quarteto de Guitarras de Viseu. Os seus elementos participaram em cursos e masterclasses de guitarra orientados por Carlo Marchione, Judicael Perroy, Fábio Zanon, Roland Dyens, Roberto Aussel, entre outros. O grupo de câmara soma múltiplos concertos em vários locais do país, apresentando um repertório eclético: dos grandes nomes de música erudita, aos mais sonantes compositores contemporâneos. Ao longo do seu percurso, o Quarteto de Guitarras de Viseu reserva um grande número de arranjos e transcrições singulares.
Ver maisO pianista João Bettencourt da Câmara diz ter um único objetivo na vida enquanto pianista: “servir a música, servir a obra, ser um mero veículo à sua concretização. Mais do que um espetáculo, um recital ou um concerto deverá ser visto como o momento em que uma obra ganha vida. Devemos, enquanto pianistas e intérpretes, ter em conta que não somos nada para além do veio de transmissão que permite que a obra viva. É ela que deve ser o centro deste transcendente processo, e não nós”. Brahms e Debussy são apontados como os seus compositores favoritos e explica: “Julgo que nenhum compositor, em toda a história da música, poderá ser justamente comparado a Johannes Brahms e Claude Debussy. Brahms, por seu lado, pelo seu gigantesco e incomparável sentido de transcendência e nobreza; de uma outra perspetiva, Debussy é, talvez, o mais revolucionário de todos, pela imensa sensualidade da sua música e, também, pelo facto de ter conseguido explorar timbricamente o piano como nenhum outro”. In www.xmusic.pt Teremos o privilégio de o ouvir aqui na Extensão do Romantismo do Museu da Cidade na interpretação da extraordinária obra do seu predileto J. Brahms, a Sonata Op. 5.
Ver maisDesde os tempos mais antigos que o Homem deixou gravados ou pintados na pedra, argila ou cerâmica, traços, pontos, por vezes pequenos desenhos. Serão simplesmente riscos, marcas, ou até assinaturas. Depois de descobrir algumas dessas marcas nos objetos do Reservatório, cada participante irá criar uma marca para si e fazer diferentes registos, recorrendo a várias técnicas.
Ver maisComo limpar e conservar pintura sobre tela? O que posso fazer? O que não devo fazer? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes pinturas a óleo sobre tela da coleção de Marta Ortigão Sampaio, vamos aprender a cuidar, limpar e acondicionar as pinturas que temos em casa, clarificando o que podemos fazer e também o que não podemos nem devemos fazer. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena obra para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisNesta época de uma arte que, nas suas correntes predominantes, se afirma como «contemporânea» e por conseguinte em correlação privilegiada com o seu (e o nosso) tempo, esta Conversa propõe-se, como crítica explícita dessa auto-imagem «pós-moderna» da criação artística, interrogar o tempo da arte. Faz-se arte para o «seu» tempo? Ou, pelo contrário, o «seu» tempo é aquele para o qual a genuína arte não se faz, nunca se fez? Não será toda a arte, pela sua «origem» ontológica sempre repetida em cada nova criação, essencialmente inactual, anacrónica?
Ver maisSvetlana Eganian e Yolande Kouznetsov, mãe e filha, são duas pianistas concertistas cujos brilhantes caminhos se cruzaram para formar um duo de piano a quatro mãos e dois pianos. Apresentam-se frequentemente na Europa e na Rússia, tanto em recital como em duplo concerto com orquestra, sob a direção de eminentes maestros como Edouard Ambartsumian e Christian Fitzner.
Ver maisAs coleções do Gabinete de Numismática, que têm na sua génese o medalheiro do Museu Allen e que foram adquiridas pelo município em 1850 para a constituição do Museu Municipal do Porto, são hoje consideradas umas das mais relevantes coleções do país. Nesta mostra damos a ver exemplares de moedas, medalhas, notas bancárias, entre outros itens de grande raridade desta ampla e rica coleção.
Ver maisO aclamado pianista Raúl da Costa premiado em vários concursos nacionais e internacionais é presença recorrente nas salas portuguesas mais emblemáticas, destacando-se também o sucesso obtido em festivais internacionais de música e em muitos palcos da Europa, dos E.U.A. e da Ásia. Para além de uma notável carreira a solo, também se dedica com muita energia ao intercâmbio com outros instrumentistas, no âmbito da música de câmara. Será certamente um privilégio ouvi-lo ao vivo e em direto com obras da sua predileção, sempre com a sensibilidade, lirismo e “olhar” especial de intérprete de excelência que o caracteriza.
Ver maisCatalogar é inventariar? Porque se catalogam as coleções? Nesta sessão os participantes são convidados a conhecer o processo de catalogação do acervo do Museu da Cidade, a criar uma ficha de inventário, a apreender dicas para inventariar os seus objetos pessoais e a potenciar a construção um novo olhar sobre as coleções quando visitam uma exposição.
Ver maisUma imagem aos quadradinhos para baralhar, que outras imagens vai dar? Será que conseguimos descobrir nela um módulo para repetir num padrão? As peças da exposição também vão ser inspiração, para em família criarmos um padrão saltitão.
Ver mais