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Pequenas visitas orientadas a alguns núcleos da exposição que contemplam a observação e o manuseamento de materiais e a exploração das suas principais características. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Esta montagem reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da Cidade, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNesta oficina, vamos “pôr as mãos” no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também “pôr os olhos” nas antigas cerâmicas em exposição no Reservatório para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNo Reservatório expõem-se conjuntos materiais de intervenções arqueológicas realizadas em vários locais da cidade e que espelham diferentes estratégias na relação do homem com o território envolvente. Sítios selecionados: Plataforma Litoral (Paleolítico), Areias Altas (Idade do Bronze), Arqueossítio da R. D. Hugo (Idade do Ferro – Romanização – Idade Média). O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNo Reservatório expõem-se conjuntos materiais de intervenções arqueológicas realizadas em vários locais da cidade e que espelham diferentes estratégias na relação do homem com o território envolvente. Sítios selecionados: Plataforma Litoral (Paleolítico), Areias Altas (Idade do Bronze), Arqueossítio da R. D. Hugo (Idade do Ferro – Romanização – Idade Média). O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNesta oficina de Arqueologia desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNesta oficina de Arqueologia desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisVisitas orientadas à primeira estação do Museu da Cidade com breves abordagens a algumas práticas de uma intervenção arqueológica. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisVisitas orientadas à primeira estação do Museu da Cidade com breves abordagens a algumas práticas de uma intervenção arqueológica. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNesta oficina, vamos “pôr as mãos” no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também “pôr os olhos” nas antigas cerâmicas em exposição no Reservatório para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNuma sucessão de camadas arqueológicas a que se associam vestígios materiais, o Arqueossítio da Rua D. Hugo é como uma janela com vista para o passado da cidade, uma visão complexa feita de múltiplos tempos que a Arqueologia ajuda a decifrar. Perto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, está conservada a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C.
Ver maisVisitas orientadas à primeira estação do Museu da Cidade com breves abordagens a algumas práticas de uma intervenção arqueológica. O Reservatório reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisVisitas orientadas à primeira estação do Museu da Cidade com breves abordagens a algumas práticas de uma intervenção arqueológica. O Reservatório reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNuma sucessão de camadas arqueológicas a que se associam vestígios materiais, o Arqueossítio da Rua D. Hugo é como uma janela com vista para o passado da cidade, uma visão complexa feita de múltiplos tempos que a Arqueologia ajuda a decifrar. Perto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, está conservada a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C.
Ver maisAtravés de uma BD, vamos explorar a Cultura Castreja do Noroeste Peninsular, em particular no Arqueossítio da R. D. Hugo, finalizando com atividades lúdicas. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Esta montagem de artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da Cidade, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
Ver maisNuma sucessão de camadas arqueológicas a que se associam vestígios materiais, o Arqueossítio da Rua D. Hugo é como uma janela com vista para o passado da cidade, uma visão complexa feita de múltiplos tempos que a Arqueologia ajuda a decifrar. Perto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, está conservada a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C.
Ver maisDesde meados do século XIX que os pintores passaram a dispor de inúmeros recursos, graças aos avanços da química, da mineralogia, mas também através do arrojo dos fabricantes de materiais de Belas-Artes. Novas cores enriqueceram a paleta, disponibilizadas em tubos colapsáveis dentro de caixas transportáveis; as tintas ganharam maior pastosidade e brilho; os suportes pictóricos diversificaram-se o suficiente para trazer os artistas para o exterior dos estúdios; os equipamentos e acessórios asseguraram o seu conforto. Por fim, os pintores podiam dedicar-se plenamente ao ato criativo, descomprometidos dos laboriosos trabalhos preparatórios que esta arte impunha. E de tudo isto, Aurélia de Souza foi exímia a tirar partido.
Ver maisAo longo do ano letivo 2021/2022 a Equipa de Mediação e Educação do Museu da Cidade trabalhou em continuidade com a professora, as alunas e os alunos da turma do 11º I da Escola Secundária Aurélia de Sousa em torno do tema Aurélia, Livre Consciência de Si. Nos dias 11 e 12 de junho às 14h45, chegados ao fim deste intenso trabalho, as alunas e os alunos envolvidos apresentam-nos uma visita guiada/performativa criada a partir das suas experiências com a obra de Aurélia e dos trabalhos realizados ao longo do ano.
Ver maisÉ habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
Ver maisAo longo do ano letivo 2021/2022 a Equipa de Mediação e Educação do Museu da Cidade trabalhou em continuidade com a professora, as alunas e os alunos da turma do 11º I da Escola Secundária Aurélia de Sousa em torno do tema Aurélia, Livre Consciência de Si. Nos dias 11 e 12 de junho às 14h45, chegados ao fim deste intenso trabalho, as alunas e os alunos envolvidos apresentam-nos uma visita guiada/performativa criada a partir das suas experiências com a obra de Aurélia e dos trabalhos realizados ao longo do ano.
Ver maisQuem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à nova montagem da Extensão do Romantismo – Metamorfoses – vamos contruir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.
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