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Partindo do desenho de campo, da fotografia de natureza e da paisagem envolvente de alguns dos núcleos da Biblioteca Errante, como é o caso do Parque da Pasteleira, Luísa Jorge volta a A(R)RISCAR em duas oficinas dedicadas à ilustração científica. Convidados à pesquisa nesta área literária e à construção dos seus próprios cadernos de campo, os participantes são incentivados à observação, investigação, respeito e preservação da diversidade do património natural, através do desenho como forma de registo das espécies e ecossistemas.
Ver maisA casa é o ponto de encontro. O doméstico, o público, o íntimo e o partilhado misturam-se no mesmo espaço e somos convidados a olhar, escutar, estar sem pressa. Dos objetos da casa brotam sons, dos sons nascem ambientes. As conversas cruzadas misturam-se com a história do espaço, quem agora o habita, o património que partilhamos. Seguimos numa viagem pela descoberta do que há – o jardim, os livros, os quadros –, para a construção do que pode vir a ser – casas cheias, comunidades em ebulição –, numa abordagem transversal, onde a voz acústica, se mistura com os objetos, as memórias, as palavras escritas e faladas, o espaço comum e o individual.
Ver maisFomos recebidos na velha Torre da Câmara do Porto, resolvemos os assuntos que tínhamos de tratar na sala da Audiência e mostraram-nos o teto dourado da sala do Senado, despedimo-nos com a tranquilidade da tarefa concluída. Descemos pela rua da Penaventosa até chegarmos à Porta de Santana no Muro Velho da Cidade, continuamos pela Bainharia e Mercadores até à Porta da Ribeira, onde no cais estava o barco no Douro, que nos levaria rio acima até ao nosso destino.
Ver maisEsta oficina de Introdução à Fotografia Digital é dirigida a todos os participantes que pretendem aprender a utilizar uma câmara fotográfica digital e/ou telemóvel de forma a poderem captar e melhorar as suas fotografias.
Ver maisQue formas de liberdade podemos encontrar no museu? E em casa? E na rua? Quantas podemos levar no bolso ou nas mãos? E se as perdermos? Vamos em família colecionar liberdades conquistadas e imaginadas.
Ver maisUma iniciativa que convida as famílias a conhecer a riqueza do património cultural da cidade do Porto, as suas tradições, lendas e curiosidades. Nestas oficinas de escuta e criação em família, os participantes poderão vivenciar o poder das histórias que atravessam gerações preservando as memórias.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisO relacionamento sensível frente às obras de arte e de arqueologia em exposição no espaço museológico do Reservatório é a base desta oficina de registos, que conjuga arte, criatividade, sensibilidade e capacidade de improviso. Pela técnica de monotopia, que usa tintas gráficas, pigmentos e elementos colhidos na natureza, vamos poder explorar também o jardim e, deste modo, criar uma prova única de pintura e desenho, no cenário deste parque urbano inspirador.
Ver maisO Piano Itinerante é uma iniciativa inserida no Concurso Internacional Santa Cecília, que realiza a sua 27.ª edição em junho de 2025, na Casa da Música. Fazendo confluir os públicos profissionais com todos os interessados e ouvintes, o Piano Itinerante faz do Concurso Internacional Santa Cecília uma celebração do piano e da música na cidade do Porto (2 SESSÕES — 12H30 / 18H30).
Ver maisO Piano Itinerante é uma iniciativa inserida no Concurso Internacional Santa Cecília, que realiza a sua 27.ª edição em junho de 2025, na Casa da Música. Fazendo confluir os públicos profissionais com todos os interessados e ouvintes, o Piano Itinerante faz do Concurso Internacional Santa Cecília uma celebração do piano e da música na cidade do Porto.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisHaverá algum escritor que não seja leitor? Camilo seria um leitor voraz? Terá Camilo sido realmente leitor da Real Biblioteca Pública do Porto? Ou será uma hipótese não confirmada? Neste Resgate, exploraremos pistas sobre a relação de Camilo com a Biblioteca Pública do Porto. Examinámos fontes primárias e secundárias, como registos de leitores, romances, jornais, entre muitos outros documentos. Daremos achegas sobre o que lia Camilo na Real Biblioteca do Porto e quando. Leria escritores portugueses? Livros sagrados? Que línguas conheceria Camilo? Escreveria sobre o que lia? E, se sim, em que qualidade? Terá Camilo, em fases mais intrincadas da sua vida privada, aspirado a ser mais do que leitor da Real Biblioteca Pública do Porto? Que movimentos surgiram da parte da elite intelectual e da sociedade portuense? E qual foi o papel desempenhado pelas autoridades? E haverá documentos de Camilo ou sobre Camilo na Biblioteca Pública do Porto? Manuscritos? Correspondência? E estarão outras personalidades com quem Camilo privou representadas nos espólios da Biblioteca Pública Municipal do Porto? São várias as questões a desvendar para se conhecer alguns matizes sobre a rica e extensa relação de Camilo Castelo Branco com a Biblioteca Pública do Porto.
Ver maisO Piano Itinerante é uma iniciativa inserida no Concurso Internacional Santa Cecília, que realiza a sua 27.ª edição em junho de 2025, na Casa da Música. Fazendo confluir os públicos profissionais com todos os interessados e ouvintes, o Piano Itinerante faz do Concurso Internacional Santa Cecília uma celebração do piano e da música na cidade do Porto.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisA noite mais curta do ano lança o convite a uma caminhada sensorial pelo Parque da Pasteleira, celebrando o Solstício de Verão através dos sentidos, da memória e da tradição. Uma viagem no tempo e na natureza, evocando rituais ancestrais ligados ao início do verão, da fertilidade da terra, dos ciclos agrícolas, da renovação e da abundância da luz. O alho-porro, a alfazema, a arruda, o alecrim, a erva-cidreira, o hipericão, a hortelã, o manjerico e a tília serão presenças e pretextos para parar, tocar, cheirar, recordar e partilhar as suas utilizações medicinais e culinárias, assim como as lendas que lhes estão associadas ou conhecer a sua incorporação nas festas populares cristãs. Uma noite para caminhar devagar, escutar a natureza, cheirar o verão, e redescobrir os laços invisíveis entre as plantas, rituais e o tempo.
Ver mais«Os amores e vida de uma mulher» iniciam o Ciclo de Recitais de junho, com a voz acompanhada ao piano, num dueto sempre ímpar, a interpretar a música de Schumann e Mahler, em diálogo com a lírica de grandes autores como Goethe, Chamisso e Rückert. O dueto de amor da ópera «O Cavaleiro da Rosa» na música de R. Strauss vai ser glosado pelo piano solo, num programa original de música improvisada e romântica. Partindo do programa «Do Amor e da Paixão», o Ibertrio apresenta um percurso musical por obras que exploram os afetos mais íntimos da alma humana — o desejo, a saudade, o lirismo e o drama que envolvem as experiências do amor. «Les Sentiers d’Amour» terminam este itinerário de verão dedicado ao tema do amor, com várias obras de cariz romântico, alegre e gracioso, mas também melancólico, com a vontade de poder transportar o público para um ambiente de chanson sublime e intimista.
Ver maisA fortíssima relação de Camilo Castelo-Branco com o Porto assumiu múltiplas dimensões, desde a estudantil – enquanto aluno da Escola Médico-Cirúrgica – até à jurídica. E, se a acusação de adultério com Ana Plácido – que levou ambos ao cárcere durante cerca de um ano – é o caso mais conhecido, não poderemos deixar de evocar a amizade que Camilo estabeleceu com José do Telhado e o seu envolvimento no processo deste «bandoleiro». Menos conhecido, mas muito interessante, é o processo judicial envolvendo a obra «A Infanta Capelista», muitos anos após a morte do romancista. Todos estes processos estão expostos no Museu do Conflito, recentemente inaugurado no Tribunal da Relação do Porto. O percurso inclui ainda a antiga botica do Hospital de Santo António e o edifício da antiga Cadeia da Relação, onde será explanado o modo como viviam os presos na época camiliana.
Ver maisO público reúne-se num espaço amplo. Todos berram, gritam, cantam, movem-se, dançam, organizam-se, exprimem-se musicalmente – sons e movimentos organizados – dirigidos por um mediador/maestro e por mediadores. No final, como nos concertos, apresenta-se o resultado desta oficina musical.
Ver maisPartindo do Museu Romântico propõe-se a visita a várias hortas no coração da cidade do Porto. Hortas perscrutadas pelo olhar de todos quantos cruzam este território, mas inacessíveis à possibilidade de as experienciar, pelos altos muros que as abrigam e mantêm como redutos de uma ancestral ligação à terra. Abrindo-se especialmente para este percurso, algumas das hortas do vale de Massarelos deixar-se-ão percorrer. Nelas será abordado o seu potencial no fornecimento de serviços gratuitos do ecossistema, fundamental para o equilíbrio do ambiente urbano e melhoria da qualidade de vida das comunidades, assim como a sua importância na economia circular de alimentos e a maior eficiência na gestão dos resíduos urbanos. Paralelamente, o seu importante papel na segurança alimentar de populações vulneráveis, funcionando ao mesmo tempo como ferramenta de saúde física e mental.
Ver maisChegamos à cidade do Porto pela estrada velha de Braga (ruas do Amial, Antero de Quental, Mártires da liberdade e Sá de Noronha) até nos encontrarmos com familiares e amigos no Campo do Olival, pois eles vêm da estrada velha de Vila do Conde – Viana (Rua de Cedofeita) e outros pela estrada velha de Bouças (Matosinhos) e da Foz do Douro.
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