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A Rádio Estação, criada pelo MdC com o Colectivo Espaço Invisível, é simultaneamente um ponto de irradiação e de encontro decorrendo durante todo o horário da Feira do Livro Frequência(MHz) > 91.5 FM e em feiradolivro.porto.pt e no recinto.
Ver maisOs três curadores das plataformas juntam-se na Casa Tait para conversar sobre o museu-em-construção e as problemáticas que o circundam. Em tempos de pandemia, esta gravação é um convite para assistir e partilhar comentários e questões na sequência da Ata 1 do Gabinete Atmosférico.
Ver maisO Tulipeiro da Virgínia é uma árvore classificada com uma mutação genética silenciosa, a um ritmo 2000 vezes mais lento do que no ser humano.
Ver maisPercurso operativo e contemplativo pelos jardins que recortam o Museu da Cidade com um passeio guiado que se inicia no jardim da Casa Marta Ortigão Sampaio e culmina no jardim Casa Tait, diante do Tulipeiro da Virgínia.
Ver maisPara esta exposição, centrada na palavra dita e na palavra escrita, Ángela Diaz Quintela e Daniela Cruz propõem o silêncio de uma escuta física.
Ver maisApresentando livros, imagens e sons reminiscentes do mundo natural (a botânica, a biologia, as ciências da natureza, mas também a zoologia), a exposição funda-se numa certa circularidade: cortamos árvores para fazer livros, melhor compreender a natureza e guardar a memória da sua exuberância e infinita sabedoria.
Ver maisDois intérpretes criam uma experiência sonora que viaja pelo imaginário da revolução liberal em curso naquela época.
Ver maisA 24 de agosto de 1820 rebentou no Porto a Revolução Liberal, que iria pôr em marcha a criação de um regime constitucional. Esta exposição aborda o primeiro ano deste processo, entre o pronunciamento militar do Porto e o regresso da Família Real do Brasil. Exposição no âmbito do programa comemorativo dos duzentos anos da Revolução Liberal do Porto com programa completo em 1820.porto.pt.
Ver maisPrimeira escuta, centrada na palavra dita, na sua sonoridade e sentidos poéticos e possíveis.
Ver maisIlda David’ vem construindo há cerca de quatro décadas um universo artístico, em que se cruzam de forma particularmente profícua e estimulante, a imagem e a palavra, a literatura e a pintura. A exposição reúne um amplo conjunto de desenhos (e algumas gravuras), entre obras recentes e mais recuadas no tempo, cujo denominador comum é a tematização da irredutível diversidade da linguagem da natureza.
Ver maisPrimeira escuta, centrada na palavra dita, na sua sonoridade e sentidos poéticos e possíveis.
Ver maisAs ruas são como veias por onde passa a seiva que dá vida à cidade, um complexo sistema circulatório que alimenta a vida urbana.
Ver maisLançamento do projeto e identidade do museu à escala da cidade, devendando a programação para os próximos meses. O Porto tem um museu à escala da cidade. Fragmentado em dezasseis estações, qual nova linha de metro, o Museu da Cidade estende-se desde o Parque da Pasteleira até à Quinta da Bonjóia, em Campanhã, num rizoma de edifícios notáveis, desde sítios arqueológicos a belíssimos parques e jardins, bibliotecas e arquivo, em zonas centrais e periféricas da cidade.
Ver maisMonumento nacional desde 1924, a Casa do Infante é sede do Arquivo Histórico do município e integra o centro interpretativo que dá a conhecer o Infante D. Henrique, percorrendo a sua iconografia até à contemporaneidade e revisitando os principais marcos da Expansão portuguesa, da perspetiva da cidade do Porto.
Ver maisO Banco de Materiais é um projeto municipal pioneiro a nível nacional e premiado em 2009 e 2013. Aberto ao público desde 2010, promove a salvaguarda dos materiais caracterizadores da imagem da cidade, recolhendo-os de edifícios degradados, a demolir ou a alterar, com a finalidade de serem mais tarde devolvidos à cidade.
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