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Em agosto, a Biblioteca Popular de Pedro Ivo abre portas a miúdos e graúdos para um programa especial, onde os protagonistas são livros e jogos de tabuleiro que contam estórias. Durante este mês, vamos veranear com jogos de tabuleiro que utilizam obras literárias nas suas mecânicas. Quais serão? Vamos ajudar a Capuchinho Vermelho a encontrar o melhor caminho para fugir do Lobo Mau, entrar na corrida frenética da Lebre e da Tartaruga, travar uma batalha épica enquanto Othello, Iago e Desdémona, ou até brincar no recreio do Menino Nicolau.
Ver maisNesta exposição apresentam-se alguns dos tesouros do Gabinete de Numismática do Museu do Porto, com destaque para moedas emblemáticas, raras e valiosas, algumas únicas, conservadas neste acervo, como a bráctea de Siracusa, a síliqua de Requiário, o escudo de Afonso V ou o justo de João II. Várias das moedas e medalhas de diferentes épocas que integram esta exposição têm origem no medalheiro constituído por João Francisco Allen (1781—1848), um proeminente comerciante da cidade do Porto que terá participado na resistência à ocupação francesa. Esta coleção foi adquirida pela autarquia portuense, em 1851, para o Museu Municipal então instalado no edifício do Museu Allen. As peças são apresentadas cronologicamente nos respetivos expositores, organizadas por áreas civilizacionais, Casas da Moeda e acontecimentos políticos em Portugal. No referente ao século XIX, foram considerados alguns episódios em que a cidade do Porto foi protagonista, como a Guerra Peninsular (1808—1814) e os confrontos entre liberais e absolutistas (1828—1834), utilizando-se a moeda e outros objetos numismáticos como fontes relevantes para o conhecimento e compreensão da nossa História. De uma forma simples e didática, é possível observar o processo evolutivo da moeda, desde a Grécia Antiga, percorrendo a numária romana, ibérica, sueva, visigoda e árabe até a monarquia Portuguesa no século XIX. O confronto com este excecional conjunto de moedas, cunhadas em diferentes épocas históricas e lugares, fabricadas em vários metais, revelando um maior ou menor domínio da tecnologia e seguindo tradições artísticas distintas, oferece uma panorâmica da história da moeda e da sua importância como um monumento da cultura material da humanidade, que é, em simultâneo, um relevante documento escrito, iconográfico e tecnológico.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisUm personagem destemido fugiu e escondeu um livro na Biblioteca situada nos Jardins do Palácio de Cristal. Para resolver o mistério, os participantes deste pedipaper terão de superar alguns desafios que combinam diversão e literatura.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
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Ver maisO relacionamento sensível frente às pinturas e obras de arte em exposição na Casa Marta Ortigão é a base desta oficina de registos, que conjuga arte, criatividade, sensibilidade e capacidade de improviso. Pela técnica de monotopia, que usa tintas gráficas, pigmentos e elementos colhidos na natureza, vamos poder explorar também o magnífico jardim desta Casa e, neste cenário inspirador, criar uma prova única de pintura e desenho.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e leituras e a interação social. Os textos são criteriosamente selecionados e enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para ler, discutir pontos de vista e partilhar experiências e memórias.
Ver maisNuma exploração dos vibrantes cruzamentos entre a música europeia dos séculos XVI e XVII e a influência africana, direta e indireta, ouviremos vilancicos de negro, danças animadas e evocativas chaconas. Géneros que refletem a presença e o impacto das comunidades africanas na Europa renascentista e barroca, enquadrados por algumas das obras mais marcantes desses períodos.
O programa inclui o legado de Vicente Lusitano, considerado o primeiro compositor negro publicado na Europa, convidando o público a descobrir as raízes africanas e mouriscas, frequentemente, silenciadas ou esquecidas na tradição da música antiga europeia. Ver maisCiclo mensal de conversas camilianas no âmbito do bicentenário do nascimento do escritor Desde Vieira de Castro até Alexandre Cabral, passando por Freitas Fortuna, Teixeira de Pascoaes e Aquilino Ribeiro, Camilo, com a sua vida caleidoscópica, hipnotizou durante mais de um século uma dezena de biógrafos. Se na sua primeira biografia Camilo tinha 36 anos e estava já encarcerado na Cadeia da Relação, pelo crime de adultério com Ana Plácido, quando Alexandre Cabral publicou o seu «Dicionário Camiliano», em 1989, tinham volvido mais de cem anos do desaparecimento do «primeiro romancista da Península». Entre a verdade e a ficção, Camilo movia-se e fazia-se: mito de si mesmo.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisUma oficina criativa onde os participantes serão desafiados a recriar personagens da literatura infantil, através da produção de minicartazes. Recorrendo a papéis e materiais reaproveitados, esta atividade alia o design às artes plásticas, promovendo a expressão artística, a consciência ecológica e o gosto pela leitura, num ambiente lúdico e inspirador.
Ver maisAugusta de Montléart era muito mais nova do que Carlos Alberto e, devido ao modo como a mãe de ambos conduzira a sua vida, não chegou sequer a conviver com ele. Apesar disso, Augusta identificava-se com o infortúnio do meio-irmão rei, falecido no Porto em 1849, embora não propriamente por razões políticas. Após a morte da mãe, em 1851, Augusta procurou viver longe do pai, Júlio de Montléart, e do único irmão ainda vivo, Maurício de Montléart, que procuraram depois declará-la formalmente louca. É neste contexto muito difícil da sua vida que Augusta surge no Porto, onde viria a regressar duas vezes. Apesar de ter procurado sempre passar despercebida, não deixou ninguém indiferente na cidade. Sigamos os passos da misteriosa e sofrida princesa, culminando no cenotáfio que mandou construir em memória de Carlos Alberto. Este inusitado edifício em forma de capela votiva foi a principal razão para Augusta se ter enamorado da cidade, do mesmo modo como, depois, desejou esquecê-la.
Ver maisAcompanhados pela família, os pequenos leitores exploram uma nova forma de ouvir histórias, com elementos cénicos que tornam a experiência mais envolvente e mágica!
Ver maisUma oficina criativa onde os participantes serão desafiados a recriar personagens da literatura infantil, através da produção de minicartazes. Recorrendo a papéis e materiais reaproveitados, esta atividade alia o design às artes plásticas, promovendo a expressão artística, a consciência ecológica e o gosto pela leitura, num ambiente lúdico e inspirador.
Ver maisApós uma primeira exposição, em que se procurou mapear o inicio da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, de que se deram exemplos vários, desde a sua obra seminal, o tríptico «A vida – Esperança, Amor, Saudade», até às posteriores, em que essa estética se afirmou e consolidou, esta segunda parte procura perceber um outro eixo fundamental desta obra, encerrando o ciclo expositivo propiciado pela reabertura do Ateliê em 2024, numa iniciativa do Município do Porto e projeto de reabilitação do arquiteto Camilo Rebelo.
Ver maisUm convite a todos os que gostam de livros para um quiz literário na cafetaria da Biblioteca, onde Guilherme Cobretti desafia os participantes a porem à prova os seus conhecimentos. Dinâmico e divertido, em equipas, focado no universo dos livros, neste quiz nenhum estilo, corrente, autor e época será deixado de parte. Basta aparecer para participar. Haverá prémios para os vencedores.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
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