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CURSO BREVE KISMIF (INFORMAÇÃO ATUALIZADA)

CASA DO INFANTE

© Victor Torpedo, Slots A' Fun (Tédio Boys), Las Vegas, Nevada

Orientado pela professora, socióloga e investigadora Paula Guerra e integrado na programação da KISMIF Conference 2026, este curso propõe uma viagem diaspórica à exposição, enquanto espaço de encontro entre fotografia, música e cidade.

 

 

PROGRAMA

 

SEG 6 JUL, 18H

UM LUGAR PARA RESISTIR. MUITOS LUGARES PARA TER LIBERDADE

Com Filipe Ribeiro, Pedro Medeiros e Victor Torpedo

 

Nesta primeira sessão, Paula Guerra convida Filipe Ribeiro, Pedro Medeiros e Victor Torpedo para abordar temas como a constituição de «cenas» underground, a narrativa expositiva e a relação entre práticas artísticas, memória musical e, assim, debruçar-se sobre a diáspora, a incerteza, os riscos, o ethos DIY, as culturas juvenis e os modos de resistência dos filhos do tédio – sob o epítome «de encontrar a minha tribo».

 

 

SEG 13 JUL, 18H

UMA POSIÇÃO PARA RESISTIR. GÉNERO, IDENTIDADES E DIFERENÇAS

Com Ângela Berlinde, Manuela Matos Monteiro e Susana Lourenço Marques

 

O segundo momento do Curso Breve KISMIF continua a proposta de mediação pública e de aprofundamento crítico de temas como a música, a diáspora e o movimento, numa sessão que visa prolongar a experiência expositiva através da uma conversa informal e da partilha de experiências e conhecimentos. As criadoras Ângela Berlinde, Manuela Matos Monteiro e Susana Lourenço Marques são convidadas a abordar temas como o género, as expressões artísticas, identidade cultural e participação pública. Ou, razões para resistir, existindo. Pretende-se sublinhar o papel da música na construção de identidades, na preservação de memórias e na interpretação de experiências vividas.

 

 

SEG 25 JUL, 14H30 (INFORMAÇÃO ATUALIZADA)

UMA RAZÃO PARA RESISTIR. TRIBOS, AFETOS E REVOLUÇÃO

Com David Pontes, Fernando Pinto e Nazaré Pinela

 

A terceira e última sessão deste ciclo convida David Pontes, Fernando Pinto e Nazaré Pinela, para a discussão de algumas questões mais amplas, nomeadamente, as culturas DIY como formas de autonomia e auto-organização, a imaginação cívica como forma de resistência, e as estéticas e corpos enquanto dimensões que ligam a produção cultural, o espaço público e a agência política. Estes temas serão ainda pensados em articulação com contextos de crise, de cidadania cultural, de resistência e de futuros alternativos. Abrindo espaço para um (re)encontro de trajetos e de vidas desenhados entre cultura, cidade e inovação crítica. Sempre «down with the Old World».

 

 

ENTRADAS

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço / 60 participantes