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«LÁ VAMOS NÓS NUMA CAÇA AOS OVOS», DE MARTHA MUMFORD — Neste sábado de Páscoa juntamo-nos aos coelhinhos numa divertida caça aos ovos. Mas atenção ao lobo maroto!
Ver maisNuma introdução à arte da gravura, estas oficinas são inspiradas na dimensão artística do trabalho de várias décadas, nas áreas da gravura e serigrafia de Tomás Dias com exímios pintores e artistas que, ao longo das suas carreiras, assiduamente recorreram à sua «prensa» para criarem as obras de arte.
Ver mais«LÁ VAMOS NÓS NUMA CAÇA AOS OVOS», DE MARTHA MUMFORD — Neste sábado de Páscoa juntamo-nos aos coelhinhos numa divertida caça aos ovos. Mas atenção ao lobo maroto!
Ver maisNuma introdução à arte da gravura, estas oficinas são inspiradas na dimensão artística do trabalho de várias décadas, nas áreas da gravura e serigrafia de Tomás Dias com exímios pintores e artistas que, ao longo das suas carreiras, assiduamente recorreram à sua «prensa» para criarem as obras de arte.
Ver maisEm noite de Quinta-feira Santa, visitaremos património edificado do Porto diretamente relacionado com a Quaresma. Será abordada a questão das procissões quaresmais, assim como dos cruzeiros, dos passos da Via Sacra e dos calvários na cidade do Porto, culminando no sítio do Bonfim e nos aspetos históricos e artísticos da sua igreja. Será ainda a oportunidade para revelar alguns aspetos menos conhecidos do percurso histórico da respetiva irmandade e do seu cemitério privativo, situado mesmo ao lado da igreja.
Ver maisPartindo da natureza visualmente mediada deste momento escatológico e de fratura, Joana Antunes dará corpo a um diálogo que se demora na época medieval, servindo-se de cosmovisões da exposição Revelação, para viajar até a um presente que, em princípio, está sempre mais perto do fim.
Ver maisDas procissões regulares, a que sempre mais marcou a alma dos portuenses é a de Procissão de Corpus Christi, onde todas as instituições da cidade se faziam representar. Mas, além destas, era comum serem realizadas algumas procissões extraordinárias sempre que havia um motivo forte para as fazerem sair à rua!
Ver maisNesta oficina aberta a todos, convidamos os participantes a refletir sobre o contexto sócio histórico e artístico em que os manuscritos foram copiados e iluminados.
Ver maisNesta oficina aberta a todos, convidamos os participantes a refletir sobre o contexto sócio histórico e artístico em que os manuscritos foram copiados e iluminados.
Ver maisNa era dos e-mails e das mensagens instantâneas, os cartões postais impressos restam, sobretudo, como uma nostalgia do passado ou um objeto de colecionismo. São poucos os postais que escrevemos, enviamos e recebemos. Esta oficina propõe reanimar a escrita de postais, como meio de relembrar momentos vividos ou, simplesmente, criar novas narrativas. Ao mesmo tempo, em cada sessão, será desvendada e explorada a vida e história das ruas, casas, lojas, jardins e outros lugares do Porto, bem como de outras terras e gentes representadas nestes cartões-postais.
Ver maisNa reta final de «Revelação - Manuscritos Sagrados de Santa Cruz de Coimbra», propomos um conjunto de visitas orientadas à exposição.
Ver maisA redação de «Amor de Perdição» de Camilo Castelo Branco não é dissociável da situação em que o autor se encontrava: encarcerado por adultério e a aguardar julgamento na Cadeia da Relação no Porto. Escrita em quinze dias, num «frenesim febril», como o escritor conta, trata-se da sua obra mais conhecida. Aí encontramos um Camilo personagem-narrador-autor, onde a sua «personagem» que surge no romance é, contudo, secundária, narrando uma história que pertenceu a um seu tio, Simão António Botelho. Tal justifica o subtítulo: «Memórias de uma Família», porém, ao fazê-lo, ao revelar os laços de consanguinidade entre si e a figura principal, o tio que nunca conheceu, mas que também vive o drama de um amor proibido: «Amou, perdeu-se, e morreu amando»; Camilo sugere, para além da herança sanguínea, uma outra, de fatídico pendor: a de um nefasto fado.
Ver maisPartindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver maisAo longo do século XIX, «a vida musical urbana em Portugal foi em grande parte dominada pela ópera italiana – e em menor grau pela francesa – nos teatros S. Carlos e S. João, em Lisboa e no Porto (…) pelo amplo desenvolvimento de vários géneros de teatro musical ligeiro, desde a opereta ao vaudeville e à revista; e por uma intensa prática doméstica de música de salão por parte das classes média e alta, que consistia sobretudo em canções sentimentais, arranjos instrumentais de trechos operáticos e uma grande variedade de danças cosmopolitas como a valsa ou a polca», como afirma Rui Vieira Nery. É neste contexto que Camilo Castelo Branco (1825—1890) toma contacto com a vida musical e boémia da cidade do Porto, uma vez que a partir de 1848 se fixa nesta cidade, decidido a dedicar-se ao jornalismo. Logo retoma a vida aventurosa de escritor romântico, dividida entre os cafés, os teatros, os salões da burguesia portuense e as redações dos jornais. Partindo dos seus textos de crítica musical, pretende-se fazer ouvir obras de autores contemporâneos de Camilo, como é o caso de Nicolau Ribas e João Guilherme Daddi, e em alguns casos, amigos pessoais do mesmo, tais como Francisco Sá de Noronha. À moda dos saraus musicais novecentistas, as performances destes autores serão alternadas com leituras de pequenos textos de autoria de Camilo Castelo Branco e seguidas de uma breve conversa sobre o escritor celebrado e a vida musical no Porto do seu tempo.
Ver maisObservar, investigar, respeitar e preservar a diversidade do património natural pelo desenho, como forma de registo das espécies e ecossistemas, é o objetivo deste ciclo de oficinas de ilustração científica, que decorrerá ao longo de quatro sessões.
Ver maisNascido no Porto, a 4 de março de 1394, o Infante D. Henrique, desde cedo se tornou o Protetor da Irmandade do Corpo Santo dos Mareantes de Massarelos. Quinhentos anos depois, em março de 1894, a cidade do Porto prestou-lhe homenagem com importantes cerimónias, ao gosto romântico, que contaram com a presença da família real e o lançamento da primeira pedra daquele que será o Monumento ao Infante D. Henrique, obra do escultor portuense Tomás Costa.
Ver maisO trabalho sobre a leitura de poesia em voz alta, tal como o trabalho do ator, é um processo de domínio técnico e interpretativo desafiante que convida a abandonar os hábitos instalados, proporcionando um novo encontro com o texto. Teresa Lima, professora de voz em escolas de teatro e formadora de profissionais que usam a voz em público, orienta esta oficina sobre a leitura de poesia em voz alta, onde abordará vários aspetos da técnica vocal, como exercícios de respiração, colocação e projeção de voz, aquecimento vocal e dicção.
Ver maisCrianças, jovens e adultos, preparem-se para mergulhar no mundo da imaginação pela justaposição das várias histórias que vão escutar. A partir destas narrativas e da observação de alguns trabalhos de ilustração científica de Luísa Jorge, os participantes terão de ARRICAR”, criando o desenho de um ser fantástico.
Ver maisUm espetáculo-atelier inspirado nos povos originários e no universo dos pássaros: o ato de voar, nascer, estar no ninho, procurar a liberdade e a leveza das aves. Se fossemos um pássaro, será que voávamos? Será que cantávamos?
Ver maisAtravés da visita às salas do Arquivo Histórico propõe-se a exploração das memórias coletivas num lugar de partilha.
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