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Teixos, sobreiros, tulipeiros, araucárias, cedros, eucaliptos, faias e sequoias serão alguns dos protagonistas deste tour verde, com arranque no cemitério do Prado do Repouso, passagem pelo Parque das Águas e término no jardim do Ateliê António Carneiro. Ficaremos a conhecer de forma mais íntima estes magníficos seres vivos, guiados por quem os conhece bem e os visita com frequência.
Ver maisVisita guiada à exposição «Febre da Selva Elétrica» de Vivian Caccuri, seguida de uma oficina onde participantes vão fazer uma instalação coletiva de desenhos, a partir da ideia de selva tropical e urbana.
Ver maisEntre centenas de livros que nos contam a história da cidade, encontramos também na Casa do Infante, a Biblioteca do Cineclube do Porto. A viagem faz-se no tempo e em busca das primeiras imagens em movimento. Em família, vamos experimentar técnicas e criar objetos mágicos que desafiam a lógica e vivem da ilusão! Afinal como se animam os desenhos?
Ver maisIniciativa de promoção da leitura de autores portuenses ou relacionados com o Porto, através de uma conversa que visa dar a conhecer a vida e a obra literária deste historiador.
Ver maisQue ritmos projetam as palavras? Que sons? Que cores? Que estados de espírito? Que ideias projetam os desenhos? Que sensações? Que perguntas? Estas oficinas pretendem ser um espaço de encontro e desencontro entre palavra e imagem.
Ver maisTeixos, sobreiros, tulipeiros, araucárias, cedros, eucaliptos, faias e sequoias serão alguns dos protagonistas deste tour verde, com arranque no cemitério do Prado do Repouso, passagem pelo Parque das Águas e término no jardim do Ateliê António Carneiro. Ficaremos a conhecer de forma mais íntima estes magníficos seres vivos, guiados por quem os conhece bem e os visita com frequência.
Ver maisA partir das obras A Vida, A Caridade e a Nossa Senhora da Vitória evocam-se os mistérios da condição humana, o amor, o sacrifício e a transcendência que se entrelaçam nas obras de António Carneiro, António Teixeira Lopes e António Soares dos Reis. Num diálogo silencioso, a representação da figura feminina, que perpassa as três obras, surge como símbolo maior, portadora do ciclo da vida, da proteção e da devoção. Reflete as dimensões da espiritualidade, do cuidado, da compaixão. Entre o terreno e o sagrado, estas criações artísticas permitem contemplar o que significa ser humano e convidam a olhar além da forma.
Ver maisNeste curso breve um conjunto de especialistas abordam diversas facetas da obra de António Carneiro (1872-1930), cujo ateliê foi recentemente reaberto ao público. Considerado “o artista mais intelectual do seu tempo” foi o representante maior do simbolismo português. Ao longo da sua carreira dedicou-se sobretudo à paisagem e ao retrato, sendo o seu último trabalho, «Camões lendo os Lusíadas aos frades de S. Domingos», uma obra de síntese que o pintor executa perto do fim da vida.
Ver maisO Ciclo de Música Antiga regressa à Casa do Infante para a sua 2.ª edição, com um programa que convida a uma autêntica viagem no tempo. Na atmosfera medieval que envolve este espaço do Museu do Porto, três recitais prometem a vivência de interpretações historicamente informadas, tendo como protagonistas os instrumentos antigos. Entre outubro e dezembro, vamos celebrar o tempo dos reis, mercadores, nobres, plebeus, artesãos, místicos e artífices, recuando até ao longínquo ano de 1325.
Ver mais«Dança no Museu» é um projeto artístico multidisciplinar, com conceção geral de Joana Providência, que configura a articulação entre as artes visuais, a dança e o vídeo. O projeto propõe a criação de dois objetos artísticos em torno de obras de arte existentes em seis núcleos do Museu do Porto: uma performance-instalação e um vídeo-dança. Nesta terceira edição, centrados no antigo reservatório de água do Porto, partiremos de uma carranca de fonte (em exposição no museu) de forma a relevar a presença, não muito distante no tempo e no espaço, da água. Explora-se o emaranhamento entre o ancestral, o industrial e o suburbano latente neste lugar e na sua relação com o exterior.
Ver mais«Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em novembro e dezembro centrado na evocação da Revolução Russa de outubro e no desenvolvimento das diferentes estéticas musicais, construídas durante o período de grandes transformações sociais e políticas. Inspirados solos de piano com obras de compositores russos, grandes nomes como Prokofiev, Shostakovich e Stravinsky, iniciam e encerram este ciclo de seis recitais. Alguns destes compositores viveram durante a Revolução Russa e muitos tiveram as suas vidas e formas de composição bastante perturbadas. Entre muitas outras, o ciclo contempla a versão em trio da obra «A História do Soldado», composta em 1918 por Stravinsky, nos meses que antecederam o fim da Primeira Guerra Mundial, que conta a história de um soldado russo que volta a casa (a Rússia retirou-se da Primeira Guerra em 1917, na sequência da revolução). Assim como serão ouvidas outras importantes obras de relevantes autores russos, tais como Rachmaninoff e Khachaturian, e ainda canções e melodias russas de autoria de Pyotr Ilyich Tchaikovsky e Modest Mussorgsky, cantadas na língua original.
Ver mais«Room on the Broom» é um livro de histórias infantis da escritora e dramaturga britânica Julia Donaldson, ilustrado por Axel Scheffler. Conta as aventuras de uma bruxa muito gentil e do seu gato, depois de convidarem três animais para viajarem juntos na sua vassoura.
Ver maisSabes que existem Jogos de Tabuleiro que utilizam obras literárias nas suas mecânicas? Podes ajudar a Capuchinho Vermelho a descobrir o melhor caminho para fugir do Lobo Mau, ou entrar numa corrida frenética na qual podes ser a Lebre ou a Tartaruga. Brincar no recreio do Menino Nicolau, ou travar uma batalha épica sendo Othello, Iago e Desdémona. Mas também há jogos que são eles mesmos uma estória, ou aqueles em que tens que ser tu a criar uma para que o Jogo aconteça.
Ver maisCom início no Gabinete do Tempo e a partir da exposição «Cinema de Revolução», vamos recuar ao momento em que os cravos também fizeram parte da História e recriá-los em papel.
Ver maisSaltar dos livros para o pensar, do pensar para o imaginar, do imaginar para a criação. A criação de um dia melhor, uma história melhor ou até de um mundo melhor, quem sabe… Mãos à história?
Ver maisMomento educativo de estimulação sensorial, que visa proporcionar aos bebés e seus cuidadores uma panóplia de sensações através de jogos, poemas e canções. O toque, o sonho, a sonoridade, a curiosidade e o olfato vão estar num ninho para, juntos, levantarmos voo e encontrarmos o nosso lugar preferido: o abraço, o colo, o ombro... Frutas, legumes, palavras, abraços ... vamos plantar e semear! Será que tudo irá florescer? Se regarmos com amor, se soubermos partilhar e se acreditarmos muito...tudo é possível!
Ver maisUma noite em que as histórias e os livros que as transportam ajudam a superar medos e fazer da noite escura um momento de encontro e criatividade. Entre visitas especiais a sítios proibidos, histórias de terror e humor e cadáveres esquisitos as crianças pernoitam na biblioteca para uma experiência surreal.
Ver maisNada garante que uma revolução transforme formas de pensar. A forma como pensamos sobre o que é para um humano ser humano dá forma ao que pensamos ser, ou poder ser, emancipação. Nesta apresentação, Sofia Miguens discute a forma como a filósofa americana Cora Diamond relaciona formas específicas de tomar o conceito de humano com ideias acerca de ‘subjugação natural’ que podem persistir muito para além de transformações legais e políticas.
Ver maisOs 50 anos do 25 de Abril servem de argumento ao Cineclube do Porto para, neste Curso Breve, refletir sobre o contributo revolucionário do cinema na nossa sociedade. Pretende-se abordar a função interventiva do cinema (também ele amador) no processo revolucionário português enquanto ferramenta de manifestação social e política, bem como a sua importância na preservação/construção de uma memória histórica através da digitalização e restauro dos filmes de revolução. Aborda-se também o cinema português e as suas revoluções no contexto das movimentações artísticas que lhe são contemporâneas refletindo acerca dos novos desafios do cinema no contexto atual das transformações tecnológicas e sociais.
Ver maisNão se sabe que alinhamento entre os astros foi necessário para que António Passos, proprietário do restaurante “A Regaleira”, inaugurado há 90 anos, conhecesse o barman Daniel David Silva em Paris; e, contudo, estamos certos de que Camilo tinha razão quando disse que é do “estômago, bem regulado (…)” que se “(…) produz o génio.”, este, em particular, na forma de uma bem conhecida sanduíche picante e portuense: a Francesinha.
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