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Julho é mês de calor e de frutas sumarentas e deliciosas. Nesta oficina, as crianças são convidadas a conceber um inventário das suas frutas da época preferidas, baseado no Inventário ilustrado das frutas e dos legumes de Virginie Aladjidi.
Ver maisAs redes sociais, ao competirem ferozmente pela atenção dos consumidores, podem representar uma ameaça à democracia, influenciando a forma como as informações circulam e são percebidas pelo público. Esta busca incessante pela atenção dos consumidores favorece a disseminação de notícias falsas e conteúdos polarizadores, comprometendo o debate público saudável e informado, essencial para o funcionamento democrático. A personalização extrema dos conteúdos pode criar câmaras de eco, onde os utilizadores são expostos apenas a informações que reforçam as suas pré-conceções, dificultando o diálogo entre diferentes perspetivas e, consequentemente, enfraquecendo os pilares da democracia, que se baseiam na pluralidade de ideias e no debate construtivo. Nesta apresentação, discutirei essa dinâmica e a forma como ela afeta a sociedade assim como possíveis soluções que podem ser adotadas para mitigar os seus efeitos negativos.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista. Nesta sessão, o Clube de Leitura da BMAG vai ler «A Lebre Dourada» e «A Casa de Açúcar» em «A Fúria e Outros Contos», de Silvina Ocampo.
Ver maisMiguel Branco fará uma visita sobre o seu trabalho percorrendo os três núcleos escultóricos presentes nesta exposição, através do diálogo temporal que estabelecem com obras de António Carneiro e a forma como se articulam com o próprio espaço do museu.
Ver maisO Museu do Porto celebra o Dia Internacional da Arqueologia no Arqueossítio e no Reservatório, com um programa de atividades em que se incluem percursos, oficinas e pedipaper.
Ver maisIncluído no ciclo «Jardins e o Romântico», este concerto de verão, com direção artística do maestro Osvaldo Ferreira, promete uma noite memorável de música sinfónica. O momento alto será a estreia mundial da obra «Busca da Tranquilidade», especialmente composta por Nuno Guedes Campos para celebrar a abertura do Terreiro do Museu Romântico. Ao elenco da efeméride junta-se o jovem pianista Bernardo Santos, interpretando como solista «Noites nos Jardins de Espanha», de Manuel de Falla, e a célebre suíte de Richard Strauss, «O Cavaleiro da Rosa».
Ver mais«Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Nesta quarta sessão, assistiremos à interpretação de temas musicais de autores da época da Revolução francesa e demais geniais músicos gauleses.
Ver mais«Olá, Farol! Chega o novo faroleiro para substituir o antigo e continuar a cuidar da luz. (…) Juntos, vigiam o horizonte.» Até que «passada a rebentação, todos olham para cima. Adeus, Farol! (…) Está aí alguém?» Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver mais«Aaa-OOOO-ooo! (…) Animais educados… animais educados! (…) Nunca tal vi. Muito bem! Vou também aprender a ler!» O lobo foi desafiado pelo porco, pelo pato e pela vaca numa missão que o vai levar à escola e à biblioteca. O que irá acontecer? Iniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.
Ver maisO lobo idealizou um plano: «amigos, lã, loja, dinheiro, dentes, yum yum!» e o resultado foi: «AAUUHH!! (…) TIC TAC! TIC TAC! (…) CRASH!». O que terá acontecido?
Ver mais«Era uma tempestade furiosa que nada podia aplacar. Parecia que o maior receio da Mili estava agora a tornar-se realidade. (…) Era tudo demasiado. E se ela não já fosse capaz de manter o lago seguro?» Uma história que convida a olhar para a coragem que mora dentro de nós. Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisPerto da Sé, na rua de D. Hugo, há uma casa que conta a história de uma cidade. Nela encontramos 2500 anos encapsulados em 20 camadas descobertas por arqueólogos. Nesta oficina vamos, em família, construir um livro-escavação, onde ficarão escondidos pequenos fragmentos, reais e imaginados, de um dos lugares onde nasceu o Porto.
Ver maisHá em «Walden» uma espécie de prolongamento do trabalho de Dziga Vertov: há, digamos, uma realidade, um grupo de pessoas que, por exemplo, caminha numa rua; essa realidade tem vários aspetos e esses aspetos, por sua vez, têm vários aspetos, infinitamente. Todos eles, fragmentados, interferem pela montagem constantemente uns com os outros, de várias maneiras, sem antes, durante e depois dos gestos, sem antes, durante e depois do que se esboça, numa espécie de moinho onde tudo se liga a tudo. A interação de tudo é mais visceral em Mekas. E ele, à parte a sua crença, tem a sua maneira - a imagem é o resultado disso. Não há ninguém que surja zangado em «Walden», por exemplo. Só ele escolhe assim. Mekas fala às imagens, e isso é tão comovente! E temos também a presença intensa, bruta, do vento contra o microfone, que é bom de sentir. E a luz "flashada", recortando a imagem, fazendo aparecer e desaparecer os rostos, os corpos que dançam, que são dançados por ela, envolvendo-os com um êxtase de marionetas. Só Jonas Mekas faz assim. Se alguém quiser saber, daqui a mil anos, o que é (foi) este mundo e o que são (foram) estas pessoas, será a partir de «Walden» que poderá ter alguma relação com isso.
Ver maisComo é que a observação de uma obra de arte pode influenciar o nosso estado de espírito? Através da visita à obra a “A Vida” de António Carneiro, obra que melhor representa o Simbolismo plástico português, vamos explorar as estratégias que nos auxiliam na interpretação de obras de arte.
Ver maisAntónio Pinto de Miranda Guedes (1875—1937), engenheiro civil e de minas, ocupou altos cargos da Administração Pública em S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Macau. Funcionário da Câmara Municipal do Porto, a partir de 1923, foi o primeiro diretor do SMAS - Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento. O Fundo Miranda Guedes foi legado à Biblioteca Pública Municipal do Porto na década de trinta do século XX. Neste Resgate, será apresentado uma parte deste espólio constituído por fotografias, mapas, relatórios, ofícios, estatísticas, entre outros documentos. Serão revelados aspetos sobre a construção de estações (Zebreiros, Sobreiras, Santo Isidro e Barão de Nova Sintra) e realçadas perspetivas da obra nos rios Sousa e Douro e de infraestruturas da cidade do Porto (valas, condutas, tanques e reservatórios). O trabalho de António Pinto de Miranda Guedes permitiu melhorar o abastecimento de água potável à cidade e aos seus habitantes, refletindo-se na melhoria das condições de salubridade, higiene e saúde pública. Estas obras, realizadas nas décadas de vinte e trinta do século passado, foram documentadas por vários fotógrafos e casas fotográficas do Porto: André Moura, Domingos Alvão, Foto Beleza e Electro Bazar Fotográfica.
Ver mais«Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Esta terceira sessão vai apresentar duetos e árias de ópera francesa, interpretadas por duo soprano e barítono baixo.
Ver maisCapicua fala-nos da revolução inerente e latente, mas também sobre questões emergentes nas sociedades contemporâneas, tais como o género, o individual e o coletivo. Recentemente reeditado em vinil para integrar uma coleção de nove álbuns que celebram a Liberdade, o disco Capicua revela também alternativas vivenciais e existenciais. No contexto da exposição REVOLU(SOM) – 10 ANOS DE KISMIF, patente no Gabinete Gráfico da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, que faz coincidir os cinquenta anos de democracia com os dez anos do festival KISMIF, o objeto escolhido para a discussão marcou (e marca) uma geração de jovens mulheres que pouco ou nada sabiam sobre o rap no feminino. Veio mostrar que a voz da mulher também é para ser ouvida e isso, por si só, é revolucionário.
Ver mais«Ao Ritmo da Revolução», ciclo de recitais comemorativo dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, prossegue em julho com cinco recitais dedicados à Revolução Francesa de 1789. Nesta segunda sessão, poderemos usufruir da forma musical Polonaise, a primeira obra que Chopin compôs ao piano, aos 7 anos de idade, evocando a sua Polónia natal, com a sua música heroica para piano solo: as Polonaises e Andante Spianato e Grande Polonaise Brillante op. 22. George Sand, companheira de Chopin, afirmou sobre a obra: A inspiração! A força! O vigor! Doravante esta Polonaise deve ser um símbolo, um símbolo de heroísmo!
Ver mais«Pensei muito sobre o assunto. Desejei ter agarrado a minha oportunidade. Apercebi-me de que a queria, mas ainda não sabia se teria coragem suficiente. (…) Depois, pensei: ‘Talvez não tenha de ser corajoso a toda a hora. Talvez só tenha de ser corajoso durante um bocadinho, no momento certo’». Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver mais«Era preciso voltar a fazer nascer o mar! Mas como? (…) Pus-me a olhar à volta, a olhar para baixo, para cima e acabei por descobrir. (…) Pingo-pingo, pingo-pingo.» Sabes quem é a Miraldina? Iniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.
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