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O território de Campanhã está moldado pelos ondulantes vales dos rios Tinto e Torto, a verdejante paisagem evidencia a fertilidade, os moinhos de água transformam os cereais em alimento, e as pontes servem o caminho dos homens em pequenas quintas ou aldeias. Sobem as encostas em bosques até ao planalto povoado, onde os lugares se entrecruzam em becos, vielas, travessas e ruas que aceitam a condição natural da linha curva. No sábado junta-se ao elemento terra a sinergia do Yoga e a fluidez de movimentos corporais, em momentos de exercício coletivo.
Ver maisA 2 de julho de 1924, por Decreto do Diário da República, «a casa da Rua da Alfândega Velha (…) onde, segundo a tradição, nasceu o Infante D. Henrique» foi classificada como Monumento Nacional». Nesta visita serão destacados os elementos que contribuíram para essa classificação, como por exemplo «o portal da fachada (…) seu escudo de armas e lápide comemorativa» ou «fragmentos arqueológicos do século XIV».
Ver maisQuatro semanas de férias inspiradoras para crianças dos 6 aos 12 anos, nos espaços do Museu e Bibliotecas do Porto, com oficinas criativas e muito curiosidades.
Ver maisUm cartaz datado de 1975 e desenhado por um associado apresenta-nos, de forma bastante impactante, umas das principais mensagens da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA).
Ver maisO Museu do Porto e a Orquestra Filarmónica Portuguesa apresentam um ciclo de música de câmara dedicado aos jardins, enquanto lugares privilegiados de inspiração e fruição de paisagens sonoras. Com uma programação vibrante, sob a direção do maestro Osvaldo Ferreira, o ciclo desdobra-se em cinco recitais que decorrem no Museu Romântico, nos sábados de 8 a 29 de junho, e no Palacete Visconde de Balsemão, no dia 6 de julho, e ainda um muito aguardado concerto sinfónico no domingo dia 21 de julho, no renovado terreiro do Museu Romântico.
Ver mais«PAM!... vai mesmo contra o Sami. (…) A Caturrinha sacode as penas e estica as asas. (..) estou perdida. Ajudas-me a encontrar os meus amigos?» E é do poder da amizade que esta história te vai falar. Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAs Visitas Desorientadas são pequenos espetáculos teatrais que ativam de forma terna, imaginativa e divertida os nossos museus e as suas coleções. No Reservatório, uma coleção de arqueologia é guiada por um despassarado viajante no tempo. Como o próprio nome indica, estas «visitas desorientadas» são viagens lúdicas e inesperadas, mas que estão mergulhadas em verdadeiro conhecimento, partem do estudo efetivo das exposições e suas peças, e são momentos de real aprendizagem, tal qual como nas mais comuns visitas orientadas que os museus costumam oferecer, mas desta vez com um viés onde o riso, a capacidade de comover e de sonhar levam sempre a melhor.
Ver maisNo delicado equilíbrio entre o arame rígido e a fluidez das formas naturais encontramos a inspiração para esta oficina de criação artística. Os participantes vão criar árvores únicas usando arame como a matéria principal de construção, explorando as possibilidades infinitas que este material oferece na expressão criativa de cada participante.
Ver mais«Ele é um dragãozinho muito feliz… mas hoje ia para um acampamento de dragões e sentia-se um pouco preocupado.» Terá motivos para isso ou irá ser surpreendido? Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisComo criar estórias sem fim? Na Biblioteca Errante da Casa Marta Ortigão Sampaio, palavras soltas, folhas erradias e personagens intrépidas saltam fora das prateleiras com muita coisa para contar: ganham voz, corpo e cor, prontas para preencher as nossas páginas com mil e uma aventuras cheias de luz.
Ver maisNesta oficina de assemblagem, uma caixa cheia de plásticos recolhidos na praia convidará à criação de seres divertidos, daqueles que guardamos na imaginação, conferindo-lhes nova vida e significado. Preparados? A leitura de «Plasticus maritimus», de Ana Pêgo e Isabel Minhós Martins, é inevitável.
Ver maisO espaço conhecido por Quinta do Meio durante os séculos XVIII e XIX é notável pela exuberância e profusão de espécies vegetais contidas num terreno que se desenvolve em socalcos e se faz rodear por altos muros. Foi na transição para o século XIX que conheceu o seu maior fulgor, como campo de experimentalismo de dois apaixonados naturalistas que o transformaram nos Jardins da Casa Tait. A visita propõe a revelação de inúmeras histórias e com elas a apresentação de espécies arbóreas notáveis, enquanto se percorrem os três principais patamares do jardim.
Ver maisA origem dos feriados municipais remonta à proclamação da República. Com apenas sete dias de vida, e por decreto de 12 de outubro, determinou a República quais os feriados nacionais, concedendo aos concelhos a possibilidade de escolherem um dia do ano que representasse as festas tradicionais e municipais. O Porto celebrou o São João e mais ninguém dormiu nessa noite. Isso e o alho deixou de ser francês.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, integrada no projeto «Trajetórias», que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisO Piano Itinerante é um ciclo de quatro concertos que decorre em quatro espaços intimistas localizados em pontos paradigmáticos do Porto. Os 12 semifinalistas do concurso apresentam-se em recitais partilhados, mostrando o seu talento e celebrando o piano e a música na cidade. Na véspera do primeiro concerto, dia 23 de junho, será conhecido cada trio dos semifinalistas do concurso e o respetivo programa de concertos. O Concurso Internacional de Piano de Santa Cecília, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, traz os mais jovens e virtuosos pianistas de todo o mundo a salas especiais na cidade.
Ver maisJoão Vieira, DJ, músico e produtor que iniciou a sua carreira em Londres no final dos anos 90, também conhecido por Kitten. Reescreveu a cena clubbing em Portugal nos anos 2000, com o seu inovador Club Kitten. Editou 10 álbuns nos últimos 20 anos, cinco a solo com os alter egos de White Haus e Wolf Manhattan e os restantes cinco com X-Wife, – banda que fundou e da qual é compositor, vocalista, guitarrista e coprodutor. Para esta conversa – live act, João Vieira remonta ao club Kitten e à sua revolução estética e musical do início dos anos 2000 na noite portuense, irá abordar o punk enquanto expressão musical em resposta à cultural, às condições económicas e políticas adversas, indagando sobre o seu reflexo presente abrindo uma reflexão acerca do futuro.
Ver maisO Museu do Porto e a Orquestra Filarmónica Portuguesa apresentam um ciclo de música de câmara dedicado aos jardins, enquanto lugares privilegiados de inspiração e fruição de paisagens sonoras. Com uma programação vibrante, sob a direção do maestro Osvaldo Ferreira, o ciclo desdobra-se em cinco recitais que decorrem no Museu Romântico, nos sábados de 8 a 29 de junho, e no Palacete Visconde de Balsemão, no dia 6 de julho, e ainda um muito aguardado concerto sinfónico no domingo dia 21 de julho, no renovado terreiro do Museu Romântico. Ao terceiro dia desta viagem sonora, o Trio de Piano, composto por Carolina Frederico, Jed Barahal e Vasco Dantas, apresentam duas obras-primas para esta formação: o Trio Op. 71, também conhecido como Ghost, obra transformadora que elevou o género a novos patamares durante o período intermediário «heróico» de Beethoven, e o Trio em Ré Menor, Op. 120 de Fauré, uma peça serena que reflete os desenvolvimentos tardios da carreira do compositor francês.
Ver maisE se, de repente, «alguém» te levasse a uma torre que «sobe por dentro do dia», ou ao «Jardim Botânico – onde viveu uma menina» cujo nome era Sophia? Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisUma história sobre três feijões que tomaram conta do reino do “Jardim-à-Beira-Mar-Plantado”, roubando aos que ali viviam: o sol, a água e o ar, um lápis com “dentes afiados e azuis” que comia as palavras que não gostava de ouvir e ler, e cravos que vieram morar para as ruas e praças marcando no calendário o Dia da Liberdade.
Ver maisNeste percurso, homenageamos Antónia Adelaide Ferreira, no local da cidade que detém a maior concentração por metro quadrado de evocações visuais aos grandes negociantes do Douro no século XIX: o Cemitério Britânico. São várias as inscrições sepulcrais nas quais se vislumbram apelidos que facilmente reconhecemos por coincidirem com marcas de vinho do Porto. Neste cemitério existe também uma insólita lápide que, indiretamente, assinala o dia em que Antónia Adelaide Ferreira quase perdeu a vida no seu Douro. Sendo um dos sítios mais românticos e menos conhecidos do Porto, o Cemitério Britânico é o espaço ideal para colocar a figura de «Dona Antónia» no contexto histórico dos senhores do Douro – contexto esse que não se limitava à produção de uva, ao fabrico e exportação de vinho. Várias personalidades que com ela competiram no mercado vitivinícola tinham outros investimentos, alguns dos quais inusitados sob o olhar contemporâneo. A própria «Dona Antónia», quando enviuvou do seu primeiro marido e primo, herdou uma diversificada carteira de negócios, não se limitando aos relacionados com o Porto e com o Douro.
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