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Alto e baixo. No topo, no chão. Onde estamos e o lugar de onde vemos é a mesma coisa? Vamos traçar diferentes pontos de vista a partir da exploração do espaço arquitetónico e expositivo do Reservatório. Será que o desenho é um gesto que se pode criar em diálogo com o lugar e com o outro? Os participantes serão motivados a fotografar, filmar e/ou desenhar o processo de construção dos desenhos. Vamos usar bastões de óleo, papel de cenário, espelhos, tecidos, cordas e objetos ou outros elementos recolhidos no próprio espaço.
Ver maisNo programa de recitais de novembro/dezembro do Museu Romântico damos continuidade à segunda temporada deste ciclo, migrando para o Solstício de Inverno através de novas viagens musicais. Estreamos com grandes obras de música com piano, cordas e clarinete dos inigualáveis Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Clara Schumann. Também inspirados solos de piano, tais como a obra «Das Jahr» (O ano) da autoria da irmã de Felix Mendelssohn, Fanny Hensel, e do próprio Mendelssohn, continuam a acompanhar-nos neste ciclo de recitais. Encetaremos a «Viagem de Inverno» entre «O Catavento», «A Manhã Tempestuosa», o «Sonho de Primavera», «A Tília» e as restantes maravilhosas canções deste ciclo schubertiano.
Ver maisManuel António Pina (1943—2012), distinguido com o Prémio Camões em 2011 e homenageado na última edição da Feira do Livro do Porto, é autor de uma obra fascinante e multifacetada, que se reparte pela poesia, pela crónica, pela ficção e pela literatura infantojuvenil. No âmbito desta, há que destacar o teatro, primacialmente dirigido às crianças e aos jovens, mas acabando por envolver o público adulto, dada a excecional inventiva da sua escrita. A edição, num único volume, dos textos dramáticos de Manuel António Pina permite que o leitor possa seguir de perto um percurso criativo em que a imaginação e a liberdade se conjugam para construir um mundo alternativo e singular onde a realidade e o sonho se tornam equivalentes. Os textos teatrais de Manuel António Pina, uma mescla de ilusão, ironia e esperança, trazem de volta ao teatro a palavra poética como forma de resistência à desumanização da arte e da vida.
Ver maisNesta oficina vamos conhecer melhor o Infante D. Henrique e construir um objeto em forma de torre, tal como o local onde nasceu.
Ver maisAlto e baixo. No topo, no chão. Onde estamos e o lugar de onde vemos é a mesma coisa? Vamos traçar diferentes pontos de vista a partir da exploração do espaço arquitetónico e expositivo do Reservatório. Será que o desenho é um gesto que se pode criar em diálogo com o lugar e com o outro? Os participantes serão motivados a fotografar, filmar e/ou desenhar o processo de construção dos desenhos. Vamos usar bastões de óleo, papel de cenário, espelhos, tecidos, cordas e objetos ou outros elementos recolhidos no próprio espaço.
Ver mais«Desenho numa pedreira» consubstancia uma investigação da artista Renata Bueno sobre as possibilidades do desenho em relação com a paisagem e com as pessoas que trabalham nas pedreiras de mármore da região do Alentejo. Parte da possibilidade de introduzir, nas dinâmicas do exigente quotidiano de trabalho de extração da pedra, um enunciado poético que toca a «distribuição polémica das maneiras de ser e das 'ocupações' num espaço de possíveis», conforme proposto em «Da arte e do trabalho. Em que é que as práticas artísticas são e não são exceções quando comparadas com outras práticas» (Rancière,«A partilha do sensível», 2010).
Ver maisMomento de encontro e partilha de vivências, a partir de textos criteriosamente selecionados, onde todos os seniores que integram o projeto "Trajetórias" são convidados a exprimir as suas opiniões sobre as leituras e as temáticas. Iniciativa de promoção da leitura que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade.
Ver maisO Museu do Porto comemora o centenário do nascimento do arquiteto com a exposição A Urgência da Cidade, que reabriu a Antiga Casa da Câmara, e um vasto programa paralelo. Nos últimos dias de apresentação da exposição, estão agendadas duas visitas guiadas de participação gratuita.
Ver maisEste documento centenário é testemunho dos efeitos e políticas sociais das crises económicas que ciclicamente se abatem sobre as comunidades. No período subsequente à Primeira Grande Guerra, verifica-se uma grave crise financeira e uma enorme instabilidade política, agravadas por uma situação pandémica (conhecida por «gripe espanhola») e geradoras de falta de emprego e carência de bens alimentares. Em Portugal, após a greve geral de novembro de 1918, multiplicam-se os movimentos de contestação operária e estudantil. A escassez de bens alimentares leva ao racionamento dos mesmos e a um programa nacional de distribuição de artigos de primeira necessidade. Por todo o país, são criadas as Delegações do Comissariado de Abastecimentos, sediadas nas capitais dos concelhos. Este exemplar reporta-se à distribuição do pão para as classes pobres, organizada pelo Município do Porto, a fornecer pela padaria Flor do Paraíso.
Ver maisNo programa de recitais de novembro/dezembro do Museu Romântico damos continuidade à segunda temporada deste ciclo, migrando para o Solstício de Inverno através de novas viagens musicais. Estreamos com grandes obras de música com piano, cordas e clarinete dos inigualáveis Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Clara Schumann. Também inspirados solos de piano, tais como a obra «Das Jahr» (O ano) da autoria da irmã de Felix Mendelssohn, Fanny Hensel, e do próprio Mendelssohn, continuam a acompanhar-nos neste ciclo de recitais. Encetaremos a «Viagem de Inverno» entre «O Catavento», «A Manhã Tempestuosa», o «Sonho de Primavera», «A Tília» e as restantes maravilhosas canções deste ciclo schubertiano.
Ver maisO Museu do Porto comemora o centenário do nascimento do arquiteto com a exposição «A Urgência da Cidade», que reabriu a Antiga Casa da Câmara, e um vasto programa paralelo. Nos últimos dias de apresentação da exposição, estão agendadas duas visitas guiadas de participação gratuita.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
Ver maisAssim que pensamos em bolota enquanto alimento, a maioria de nós pensa em porcos. No entanto, esta é igualmente comestível para nós, humanos. Neste inventário dedicado à bolota, vamos aprender a apanhar, selecionar e identificar diferentes espécies; conhecer os seus benefícios nutricionais e medicinais; analisar diferentes métodos de desamargamento; experimentar descascar, torrar e moer bolotas para fazer farinha; provar um pão e uma infusão deste superalimento.
Ver maisIniciativa que convida crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 10 anos a descobrir, em família, o outono, enquanto o protagonista, que desperta para as experiências sensoriais e para a renovação. Aqui, lê-se, explora-se e recria-se a estação onde caem as folhas, através de outras folhas, que guardam histórias, com muito para contar.
Ver maisParaurélias são paisagens de mil folhas, habitadas por linhas e formas desencontradas. Ocupados por máscaras, recortes e outras imagens, estes lugares serão construídos a partir dos diálogos criados com o universo da artista. Para Aurélia.
Ver maisUma oficina que convida as crianças a aprenderem uma das mais antigas técnicas de encadernação artesanal.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista sobre a leitura de cada um.
Ver maisNesta oficina daremos uma nova e festiva vida às t-shirts usadas ou esquecidas. Convidamos os participantes a trazer as suas t-shirts usadas, de preferência em cores claras, para as revitalizar com impressão e estampa de grafismos originais, numa celebração do pensamento de Fernando Távora.
Ver maisO que pensariam as tias disto tudo? Uma talvez se risse. A outra talvez abanasse a cabeça com cara séria e me desse um beijo na testa. Talvez me dessem um colinho cheio de tinta, ou me deixassem vestir as suas roupas. Apresento-vos a casa que fiz para elas. Para nós. Podem estar à vontade e andar por aí. Elas devem chegar a qualquer momento.
Ver maisNo programa de recitais de novembro/dezembro do Museu Romântico damos continuidade à segunda temporada deste ciclo, migrando para o Solstício de Inverno através de novas viagens musicais. Estreamos com grandes obras de música com piano, cordas e clarinete dos inigualáveis Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Clara Schumann. Também inspirados solos de piano, tais como a obra «Das Jahr» (O ano) da autoria da irmã de Felix Mendelssohn, Fanny Hensel, e do próprio Mendelssohn, continuam a acompanhar-nos neste ciclo de recitais. Encetaremos a «Viagem de Inverno» entre «O Catavento», «A Manhã Tempestuosa», o «Sonho de Primavera», «A Tília» e as restantes maravilhosas canções deste ciclo schubertiano.
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