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Iniciativa de promoção da leitura de autores portuenses ou relacionados com o Porto, esta conversa visa dar a conhecer a vida e obra de Levi Guerra, médico, cientista, pintor, professor catedrático e escritor, partindo da interpretação de um tríptico autobiográfico.
Ver maisEscrever e enviar postais, como um gesto pessoal, um carinho, um modo de comunicação… são os propósitos desta atividade de escrita informal e em grupo, entre o charme do revivalismo deste tipo de registo do passado e a consistência da mensagem do presente, que anima, aconchega e perdura.
Ver maisO Reservatório da Pasteleira foi construído em 1886. Situado na zona ocidental do Porto, integrava o plano de instalações projetado pela Compagnie Generale des Eaux para criar o abastecimento de água à cidade. Era o ponto mais extremo dessa rede e possibilitou a distribuição de água à Foz e, posteriormente, a ligação a Matosinhos. Esta viagem no tempo e no espaço, tendo como tema a água, para além de falar do edifício, pretende abordar os movimentos pendulares que se desenrolavam à época entre o centro urbano e o mar e que passavam na envolvente do Reservatório.
Ver maisNuma jornada através do tempo e da cultura do Porto no século XIX, explora-se a importância do visconde da Trindade e as influências do Brasil e da Europa no seu salão de baile, onde a mazurca e a polca eram dançadas com elegância e mistério. Parte-se à descoberta de como o glamour dos salões de baile e os jardins parisienses foram palco de encontros e interações que refletiam os contrastes da sociedade da época. Orquídea Félix (Porto, 1971) é licenciada em Ciências Históricas – Ramo do Património pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique e pós-graduada em Património Artístico e Conservação. Como técnica superior de história integra a equipa de inventário do património arquitetónico da cidade do Porto, com investigação, organização e tratamento de dados e participa no desenvolvimento de uma aplicação informática adaptada à gestão do património arquitetónico e arqueológico do município. Colabora na disponibilização de informação em linha nas Cartas Históricas Interativas do Porto; elaborou desdobráveis e painéis expositivos com informação patrimonial da cidade; criou e conduziu visitas guiadas, dando conhecimento da história, arte e iconografia dispersa pela cidade, dedicando-se em especial à análise iconográfica do palacete dos viscondes de Balsemão.
Ver maisEste curso breve aborda a evolução da arte fotográfica e os novos desafios da fotografia em tempo de Inteligência Artificial.
Ver maisCom esta oficina celebramos a riqueza das tradições populares através da arte do bordado. Os participantes terão a oportunidade de aprender a bordar elementos típicos da festa de São João, como as icónicas cascatas e os símbolos que marcam esta celebração. Com orientação d’ A Avó veio trabalhar, nesta iniciativa será possível combinar técnicas de bordados tradicionais com uma abordagem criativa e contemporânea. Ao longo da oficina, não só se preserva o saber antigo do bordado, mas também se reforça a importância de manter vivas as memórias culturais da festa de São João, criando peças únicas que contam histórias de celebração e identidade.
Ver maisDizem que os animais são os melhores amigos dos humanos e os felinos mais sedutores do Palácio estão preparados para cativar os mais pequenos. Os gatos também vão à Festa da Criança e evadem-se das salas de leitura e com movimentos ágeis vagueiam pela Avenida das Tílias a ronronar, com subtileza, a todos que nos visitam.
Ver maisO Gaspar, filho do moleiro, tem por sina ir ao Baile de Debutante que se dá no Palácio dos Biscainhos e por dote um gato ladino. O Gaspar só lhe pede o caminho mais curto, mas o Gato tem por jeito encontrar o mais longo. A partir da técnica de Teatro de Papel mergulhamos no universo do conto de fadas barroco. Uma rapsódia que parece não deixar nenhum personagem encantado de fora. O Teatro de Papel é uma técnica de marionetas que surge em meados do séc. XVIII. Um fenómeno genuinamente europeu que se tornou muito popular no seio familiar do século XIX. São pequenos espaços cénicos onde o palco, a cenografia, os atores e todos os demais elementos em cena são representados através de figuras/desenhos de papel.
Ver maisA Biblioteca Municipal Almeida Garrett disponibiliza uma seleção de jogos para todas as idades. Desde micados e jogos de memória a desafios lógicos, as opções são diversas. A entrada é livre!
Ver maisO Gaspar, filho do moleiro, tem por sina ir ao Baile de Debutante que se dá no Palácio dos Biscainhos e por dote um gato ladino. O Gaspar só lhe pede o caminho mais curto, mas o Gato tem por jeito encontrar o mais longo. A partir da técnica de Teatro de Papel mergulhamos no universo do conto de fadas barroco. Uma rapsódia que parece não deixar nenhum personagem encantado de fora. O Teatro de Papel é uma técnica de marionetas que surge em meados do séc. XVIII. Um fenómeno genuinamente europeu que se tornou muito popular no seio familiar do século XIX. São pequenos espaços cénicos onde o palco, a cenografia, os atores e todos os demais elementos em cena são representados através de figuras/desenhos de papel.
Ver maisUm espetáculo direcionado aos bebés e suas famílias, numa combinação única de percussão, movimento e comédia visual, em que tudo é pretexto para produzir som, com uma energia contagiante. Com diferentes sonoridades, provenientes de objetos do quotidiano, tudo serve para estimular os sentidos dos mais pequenos e proporcionar momentos únicos.
Ver maisDizem que os animais são os melhores amigos dos humanos e os felinos mais sedutores do Palácio estão preparados para cativar os mais pequenos. Os gatos também vão à Festa da Criança e evadem-se das salas de leitura e com movimentos ágeis vagueiam pela Avenida das Tílias a ronronar, com subtileza, a todos que nos visitam.
Ver maisA Biblioteca Municipal Almeida Garrett disponibiliza uma seleção de jogos para todas as idades. Desde micados e jogos de memória a desafios lógicos, as opções são diversas. A entrada é livre!
Ver maisDizem que os animais são os melhores amigos dos humanos e os felinos mais sedutores do Palácio estão preparados para cativar os mais pequenos. Os gatos também vão à Festa da Criança e evadem-se das salas de leitura e com movimentos ágeis vagueiam pela Avenida das Tílias a ronronar, com subtileza, a todos que nos visitam.
Ver maisNeste ano em que se multiplicam as homenagens a Camilo Castelo Branco, no bicentenário do seu nascimento, mergulhamos na dimensão humorística da sua obra. A originalidade com que o primeiro autor português a conseguir viver apenas da escrita tratou os temas das suas obras confere-lhe a intemporalidade dos clássicos. Mas também intemporal é o tom satírico com que constrói personagens e episódios do quotidiano, aparentemente inofensivos, para denunciar, através do riso, os vícios sociais da época.
Ver maisO Gaspar, filho do moleiro, tem por sina ir ao Baile de Debutante que se dá no Palácio dos Biscainhos e por dote um gato ladino. O Gaspar só lhe pede o caminho mais curto, mas o Gato tem por jeito encontrar o mais longo. A partir da técnica de Teatro de Papel mergulhamos no universo do conto de fadas barroco. Uma rapsódia que parece não deixar nenhum personagem encantado de fora. O Teatro de Papel é uma técnica de marionetas que surge em meados do séc. XVIII. Um fenómeno genuinamente europeu que se tornou muito popular no seio familiar do século XIX. São pequenos espaços cénicos onde o palco, a cenografia, os atores e todos os demais elementos em cena são representados através de figuras/desenhos de papel.
Ver maisDois homens discutem num país distante e frio. Discutem há tanto tempo que já não se lembram por que razão começaram a discutir. Para resolverem de vez o problema, e porque desistiram de encontrar uma verdadeira solução, decidem travar um duelo. Como em todos os duelos, costas com costas, cada um começa por contar cem passos antes de se virar para disparar. 1, 2, 3, 4… Lá vão eles, afastando-se. Seguimos um deles, mas a dada altura perguntamo-nos: onde irá? Este será um espetáculo sobre zangas, conflitos, guerras, mas sobretudo sobre a paz. A partir dos livros «O Duelo», de Inês Viegas Oliveira, «A Manta», de Isabel Minhós Martins e «Daqui Ninguém Passa», de Isabel Minhós Martins com ilustrações de Bernardo P. Carvalho.
Ver maisO centenário do nascimento do singular e incomparável artista da guitarra portuguesa Carlos Paredes serve de ponto de partida para um ciclo dedicado à música portuguesa, nas suas diversas roupagens, heranças e influências. O ciclo arranca com a palestra ilustrada «Carlos Paredes: O mundo numa guitarra», numa evocação à arte do compositor e guitarrista português, conduzida pelo musicólogo Rui Vieira Nery. Ainda na senda do legado de Carlos Paredes, o projeto «Clarinete em fado – e outras músicas» proporciona, na segunda sessão, uma oportunidade de se vivenciar a sonoridade tão característica da guitarra portuguesa. O ciclo prossegue com uma matinée de ópera romântica , numa evocação a Camilo Castelo Branco. Segue-se um recital de piano, viola d’arco e violino, com obras do compositor Luiz Costa, adotado músico do Porto, no qual serão interpretadas obras significativas da sua produção, nomeadamente a inspiradora e melodiosa «Sonatina para viola d’arco e piano». O ciclo encerra com a atuação de «Restolho», duo de canto e piano que procura a inevitável convergência linguística de Portugal com a Galiza, e toda a música que surge dessa união, e acodem ao valor das obras dos poetas de cá e lá.
Ver mais«VAMOS PLANTAR UM GIRASSOL», DE KATE PETTY Esta história narra como o Gaspar, a Minhoca e a Joaninha se dedicam ao cultivo de girassóis gigantes. Querem saber como?
Ver maisNesta oficina, partiremos do projeto site-specific art da ilustradora Mariana Rio, para podermos reabitar o espaço da leitura para a infância. Através da oficina iremos abordar algumas técnicas e experimentar a relação entre a palavra, a imagem e o espaço, numa sucessão de exercícios colaborativos. Os resultados serão imprevisíveis e usufruir da viagem será o mais importante.
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