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Esta oficina de Introdução à Fotografia Digital é dirigida a todos os participantes que pretendem aprender a utilizar uma câmara fotográfica digital e/ou telemóvel de forma a poderem captar e melhorar as suas fotografias.
Ver maisJá olhaste para uma nuvem? Já olhaste mesmo bem? Que cores tem? Que formas? Como se move? Se já tivesses sido uma nuvem, será que te lembravas? Nesta oficina vamos ser nuvens dançantes no jardim, para depois construirmos nuvens e mais nuvens em família.
Ver maisEscrever e enviar postais, como um gesto pessoal, um carinho, um modo de comunicação… são os propósitos desta atividade de escrita informal e em grupo, entre o charme do revivalismo deste tipo de registo do passado e a consistência da mensagem do presente, que anima, aconchega e perdura.
Ver maisCom início na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, iremos percorrer oito etapas, focando a imagem de S. João em edifícios civis, igrejas e espaços públicos. Rumo à Praça da Ribeira, no Centro Histórico, neste percurso pretende-se valorizar a literatura e o património sobre a mais emblemática festa da cidade do Porto.
Ver maisManusear desenhos gravados em placas, tintar e passar para o papel através da impressão com o «baren», uma ferramenta tradicional japonesa usada artesanalmente na gravura, para transferir para o papel a tinta depositada na matriz. Guiados pelas mãos das artistas plásticas da Matriz Associação de Gravura do Porto e inspirados no mês dos santos populares em que, como manda a tradição no São João, a sardinha é rainha, vamos poder elaborar uns trabalhos originais.
Ver maisA propósito do Dia Mundial do Ambiente e do Dia Mundial do Bem-estar, o foco desta sessão será a relação entre a saúde mental e o contacto com a natureza. Pelo cultivo da reflexão sobre o tema, serão exploradas práticas promotoras de bem-esta pela conexão com os espaços verdes do Município do Porto.
Ver maisManusear desenhos gravados em placas, tintar e passar para o papel através da impressão com o «baren», uma ferramenta tradicional japonesa usada artesanalmente na gravura, para transferir para o papel a tinta depositada na matriz. Guiados pelas mãos das artistas plásticas da Matriz Associação de Gravura do Porto e inspirados no mês dos santos populares em que, como manda a tradição no São João, a sardinha é rainha, vamos poder elaborar uns trabalhos originais.
Ver maisO órgão ibérico é um objeto muito específico que relaciona a música com o espaço e que simboliza uma época de particular relevância na Península Ibérica. Aqui surge entre os séculos XVI e XVIII e distingue-se por características como registos partidos (divisão do teclado em agudos e graves) e variados (palhetas e flautados), tubos na horizontal, uso expressivo do eco e afinação desigual e até sons invulgares como tambores ou “passarinhos”.
Ver mais«Os amores e vida de uma mulher» iniciam o Ciclo de Recitais de junho, com a voz acompanhada ao piano, num dueto sempre ímpar, a interpretar a música de Schumann e Mahler, em diálogo com a lírica de grandes autores como Goethe, Chamisso e Rückert. O dueto de amor da ópera «O Cavaleiro da Rosa» na música de R. Strauss vai ser glosado pelo piano solo, num programa original de música improvisada e romântica. Partindo do programa «Do Amor e da Paixão», o Ibertrio apresenta um percurso musical por obras que exploram os afetos mais íntimos da alma humana — o desejo, a saudade, o lirismo e o drama que envolvem as experiências do amor. «Les Sentiers d’Amour» terminam este itinerário de verão dedicado ao tema do amor, com várias obras de cariz romântico, alegre e gracioso, mas também melancólico, com a vontade de poder transportar o público para um ambiente de chanson sublime e intimista.
Ver maisPartindo do desenho de campo, da fotografia de natureza e da paisagem envolvente de alguns dos núcleos da Biblioteca Errante, como é o caso do Parque da Pasteleira, Luísa Jorge volta a A(R)RISCAR em duas oficinas dedicadas à ilustração científica. Convidados à pesquisa nesta área literária e à construção dos seus próprios cadernos de campo, os participantes são incentivados à observação, investigação, respeito e preservação da diversidade do património natural, através do desenho como forma de registo das espécies e ecossistemas.
Ver maisManusear desenhos gravados em placas, tintar e passar para o papel através da impressão com o «baren», uma ferramenta tradicional japonesa usada artesanalmente na gravura, para transferir para o papel a tinta depositada na matriz. Guiados pelas mãos das artistas plásticas da Matriz Associação de Gravura do Porto e inspirados no mês dos santos populares em que, como manda a tradição no São João, a sardinha é rainha, vamos poder elaborar uns trabalhos originais.
Ver maisO elemento água e a obra da artista brasileira Sandra Cinto serviram de inspiração para a criação deste espetáculo-atelier. A ação artística percorre poéticas do universo aquático, tais como os rios, os mares, os seres que neles vivem, a ondulação, as embarcações... Com muita cena gestual envolta na fluidez e sensibilidade que a água transmite, convida-se os participantes a navegar «no balanço do mar».
Ver maisDescobre como a magia da fotografia começa com um simples raio de luz! Nesta oficina prática e educativa, os participantes vão explorar os princípios básicos da fotografia e construir a sua própria câmara pinhole.
Ver maisUma iniciativa que convida as famílias a conhecer a riqueza do património cultural da cidade do Porto, as suas tradições, lendas e curiosidades. Nestas oficinas de escuta e criação em família, os participantes poderão vivenciar o poder das histórias que atravessam gerações preservando as memórias.
Ver maisImportantes contextos funerários têm vindo a ser alvo de intervenções arqueológicas na cidade do Porto. São os casos da inesperada descoberta da necrópole romana de Paranhos e dos cemitérios oitocentistas situados na Biblioteca Pública Municipal do Porto e no antigo Hospital da Ordem do Carmo, intervencionados pela primeira vez há cerca de duas décadas. A exposição de materiais arqueológicos associados a estes sítios, assim como aos do Cemitério do Bispo (Sé), dará o mote a um programa de conversas com os responsáveis pelo seu estudo, em conjunto com os investigadores do BeFRAIL, projeto interdisciplinar de análise e interpretação de restos osteológicos humanos em contextos mortuários de crise, como a cólera e a guerra civil que marcaram a cidade do Porto nas primeiras décadas do século XIX.
Ver maisEm celebração do aniversário de Fernando Pessoa, convidamos-te a mergulhar no mundo fascinante dos seus heterónimos! Neste jogo, vais assumir o papel de um dos heterónimos mais célebres de Pessoa – Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos ou Bernardo Soares – e explorar o universo criativo de um dos maiores poetas portugueses. Passeia pelos cafés icónicos de Lisboa, visita livrarias para expandir o teu conhecimento e ganha inspiração para escrever poemas. A cada passo, vais acumulando pontos de vitória!
Ver maisCom organização do Museu e Bibliotecas do Porto e do Curso de Música Silva Monteiro, o Concurso de Guitarra Santa Cecília volta a trazer os sons da guitarra à Casa do Infante.
Ver maisO jurista e administrador de empresas Artur Santos Silva recorda o percurso profissional, cívico e humano de Abel Salazar (1889-1946), médico, professor, investigador e artista plástico, o qual fez da resistência ao regime salazarista um dos princípios orientadores da sua vida.
Ver maisA partir das subscrições autógrafas de monjas e freiras de várias instituições monásticas e conventuais, procuraremos compreender de que forma se ensinava e se aprendia a escrever nestas casas femininas do Porto, no século XVI, e quais os níveis de competência gráfica destas religiosas.
Ver mais«O mundo inteiro em cada um de nós» é o mote das Jornadas Europeias de Arqueologia deste ano, lembrando-nos que, sob cada camada do presente, ecoam os vestígios de uma humanidade plural, moldada por milénios de encontros, trocas e transformações. O Museu do Porto associa-se a esta iniciativa com um conjunto de atividades, ao longo de três dias, entre as 10H e as 18H, que exploram as singularidades dos vestígios arqueológicos da cidade. Entre elas, destacam-se as conversas em torno dos contextos funerários que têm vindo a ser descobertos no território portuense.
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