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  • FLUXO — OBJETOS, PESSOAS E LUGARES
    NÚCLEO DA ALFÂNDEGA DO MUSEU DO PORTO
    Até 19 ABR 2026 17:30

    A primeira exposição do Museu das Convergências propõe uma reflexão sobre a relação entre objetos, pessoas e lugares, entendendo o fluxo como movimento contínuo que atravessa tempos e geografias distintos. Com mais de 120 objetos provenientes, maioritariamente, da Coleção Távora Sequeira Pinto – em depósito no Museu das Convergências – complementada por empréstimos de várias instituições e de cinco comunidades religiosas da cidade do Porto, a mostra evidencia como os objetos circulam entre contextos, adquirem novos significados e testemunham encontros culturais, revelando trajetórias individuais e coletivas que ligam mobilidades humanas, trocas materiais e relações simbólicas. Utensílios domésticos, fragmentos arqueológicos e obras de arte, organizam-se em seis núcleos temáticos que rompem a linearidade do tempo. «Objetos de passagem» reúne peças associadas a rituais funerários de várias épocas e geografias. «Lugares consagrados» apresenta objetos concebidos para delimitar ou transformar o espaço. N’ «O sagrado, o espiritual e o religioso», revelam-se objetos centrais nos rituais e na construção de universos simbólicos de diversas comunidades religiosas. «Objetos de poder e esplendor» aborda a utilização de objetos e obras de arte na afirmação de poder secular e religioso e na construção de estatuto social. Já «Imaginários do lugar» explora a presença da viagem, do território e da distância na formação de discursos e identidades. O percurso expositivo encerra com «Olhares cruzados», que reúne obras e documentação gráfica sobre diferentes formas de representar o “outro”, da mobilidade e dos encontros ente culturas.

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  • MANUSCRITOS ANTIGOS DO PORTO — DOS MONGES À CANÇÃO DE CORTE
    CASA DO INFANTE
    Até 29 NOV 2025 17:00

    O mais antigo documento musical, até agora inédito, conservado no Arquivo Histórico Municipal do Porto, foi objeto de estudo e transcrição para esta ocasião. Trata-se de um bifólio fragmentário com canto gregoriano, escrito em letra visigótica e notação aquitana, datável entre 1080 e 1120, período da implementação do rito romano-franco no norte de Portugal. Este testemunho notável revela uma dupla filiação: cluniacense, nos cânticos dedicados a Santa Cecília (22 de novembro), e occitana, na comemoração de São Saturnino (29 de novembro). Poderá, assim, ter origem num dos mosteiros beneditinos então ativos na diocese do Porto. Durante esta palestra, serão ouvidos, pela primeira vez em época moderna, alguns excertos da música apontada neste fragmento.

    A segunda parte do concerto transporta-nos para o século XV. O Porto conserva, na sua Biblioteca Municipal, um pequeno mas importante cancioneiro internacional de corte, com canções em francês e italiano anteriores a 1460, ou seja, do tempo do Infante D. Henrique. O códice inclui peças de Guillaume Dufay, o compositor mais célebre da época, que certamente seria conhecido dos príncipes portugueses. As Vozes Alfonsinas apresentam aqui algumas dessas canções, num diálogo entre vozes e instrumentos que recria o ambiente sonoro da corte europeia.

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  • CICLO EQUINÓCIOS E SOLSTÍCIOS — TARDES MUSICAIS DO EQUINÓCIO: PARTE 2
    MUSEU ROMÂNTICO
    Até 22 NOV 2025 17:30

    No ciclo de recitais de novembro daremos continuidade às «Tardes Musicais do Equinócio», preparando o Solstício de inverno através de novas viagens musicais.

    O primeiro recital, pelo pianista Peter von Wienhardt, vai dar-nos a ouvir a música para piano de Carl Maria von Weber, um compositor considerado pioneiro do Romantismo Alemão. No mesmo recital, assistiremos a uma obra totalmente contemporânea, do ano de 2023, da autoria de um jovem músico americano, Austin Gentry. O segundo concerto será cantado maioritariamente em língua portuguesa, com canções do portuense Cláudio Carneyro, com uma incursão pelas canções sempre geniais do francês Claude Debussy. Estarão connosco a soprano Cláudia Pereira Pinto e o pianista Jaime Mota. Terminamos este ciclo com a apresentação do "Quarteto para o Fim dos Tempos" (Quatuor Pour la Fin du Temps), com Bernardo Soares (piano), Horácio Ferreira (clarinete), Heloísa Ribeiro (violino) e Jed Barahal (violoncelo). Trata-se de uma obra-prima do compositor francês Olivier Messiaen, escrita em 1941 enquanto ele estava prisioneiro dos nazis durante a Segunda Guerra Mundial. A primeira apresentação da obra ocorreu a 15 de janeiro de 1941, ainda na prisão, diante de cerca de 5.000 prisioneiros.

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  • CURSO DE OUTONO — LiDAR EM ARQUEOLOGIA E PATRIMÓNIO: FUNDAMENTOS, APLICAÇÕES E PRÁTICA EM PORTUGAL
    RESERVATÓRIO
    Até 28 NOV 2025 19:30

    Este curso introdutório apresenta o potencial da tecnologia LiDAR para o estudo e salvaguarda da arqueologia e do património cultural em Portugal. Através de uma abordagem teórico-prática, os participantes terão contacto com os princípios fundamentais desta tecnologia, conhecerão casos de estudo relevantes, em contextos de investigação científica e de salvaguarda patrimonial, e aprenderão a aceder e processar os dados do levantamento LiDAR de Portugal continental, recentemente disponibilizados pela Direção-Geral do Território (DGT).

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  • DERIVA #55 — DO CAMPO DAS HORTAS À PRAÇA DO GENERAL HUMBERTO DELGADO
    Ponto de encontro: ESTÁTUA EQUESTRE DE DOM PEDRO IV | Fim: PAÇOS DO CONCELHO
    Até 8 NOV 2025 16:00

    O eixo formado pela Praça da Liberdade e a Avenida dos Aliados é, há muito, o “coração” palpitante da Baixa do Porto, consagrado como o verdadeiro palco político, cívico, religioso e desportivos. As suas origens remontam ao século XVIII e ao Campo das Hortas, concebida como as plazas mayores de Espanha. Nos séculos seguintes, a zona a Norte foi urbanizada e, finalmente, rasgada em avenida e coroada com uma outra praça, na qual pontuam os Paços do Concelho. De cada lado, alguns dos mais notáveis edifícios da cidade do século XX, riscados pelos mais notáveis arquitetos do tempo.

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  • LANDSCAPE TOGETHER (LT) — CARE, SEE, ACT TOGETHER
    CASA DO INFANTE
    Até 15 MAR 2026 17:30

    Integrada na edição de 2025 da Porto Design Biennale, iniciativa promovida pelos municípios do Porto e de Matosinhos e organizada pela esad-idea, Unidade de Investigação da ESAD - Escola Superior de Artes e Design, a exposição «Landscape Together (LT) – care, See, Act Together» apresenta estudos de caso nas áreas do design, do ambiente, da mediação e da apropriação artística. Estes estudos de caso experimentam um método de colaboração e envolvimento da comunidade com vista ao desenvolvimento territorial a longo prazo. A exposição insere-se num projeto financiado pela União Europeia que reúne 17 parceiros de cinco países e inclui um território-piloto no centro de Portugal. Nesse contexto, a curadora Marta Aguiar apresenta um método de transformação do design baseado em evidências. O método LT, «care, See, Act Together», revela-se na curadoria de performances, obras de arte, investigação, sinalética, residências artísticas e programas culturais. O evento inclui exposições, conversas, performances, workshops e publicações.

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  • ENCONTRO — UMA CASA NO TEMPO: ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA
    CASA DO INFANTE
    Até 24 OUT 2025 18:30

    Reúnem-se historiadores e arqueólogos para discutir, à luz de novas perspetivas, os resultados da intervenção arqueológica na Casa do Infante (1990—2001) e a projeção dos estudos entretanto realizados sobre as funções do edifício ao longo do tempo e os importantes materiais arqueológicos recuperados nas escavações.

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  • DIA DO VIZINHO #12
    BIBLIOTECA POPULAR DE PEDRO IVO
    Até 19 OUT 2025 18:00

    O Dia do Vizinho é um convite à proximidade, ao encontro e à partilha. Três domingos por ano, o Museu e Bibliotecas do Porto abre as suas portas em ambiente de festa para celebrar com quem lhes está mais próximo: os vizinhos. Cada edição acontece num espaço diferente da cidade e é cocriada com a população local, artistas, coletivos, associações e instituições do mesmo território. Desde manhã cedo até ao fim da tarde, há propostas para todas as idades e interesses: oficinas, visitas guiadas, jogos, música, conversas, lanche, percursos, tempo para não fazer nada... e espaço para os vizinhos mostrarem os seus talentos e criações.

    Mais do que um dia de festa, o Dia do Vizinho é uma prática de escuta e construção coletiva, refletindo relações, memórias e saberes entre quem ali vive e os espaços e equipas do Museu e Bibliotecas do Porto. Um gesto que fortalece laços, valoriza o território e faz dos museus e bibliotecas lugares verdadeiramente habitados. A decorrer na Biblioteca Popular de Pedro Ivo, este será mais um dia de celebração e de descoberta do lugar como espaço de encontro e pertença. Juntos, entre palavras, gestos e afetos, vamos fiando os caminhos de uma cidade partilhada.

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  • OFICINA PARA FAMÍLIAS — BRASÕES, ESCUDOS E EMBLEMAS
    CASA DO INFANTE
    Até 18 OUT 2025 12:30

    A Casa do Infante completa 700 anos e muitos foram os reis que aqui deixaram as suas marcas, algumas delas ainda visíveis na forma de brasões gravados na pedra. Depois de os observarmos, vamos procurar construir um brasão que possa ser usado como símbolo.

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  • DERIVA #54 — DIÁLOGOS ENTRE A ARTE PÚBLICA E A NATUREZA
    Ponto de encontro: ENTRADA DO TABULEIRO INFERIOR DA PONTE LUIS I | Fim: Arqueossítio
    Até 11 OUT 2025 16:00

    Mais frequentemente do que pensamos, a natureza é envolvida de forma direta ou indireta no diálogo que a Arte Pública pretende manter com quem por ela passa e/ou a contempla. Passará despercebida no processo? Após esta Deriva, poderemos deixar de ver a Arte Pública da mesma forma, dando espaço para apreciarmos os possíveis diálogos entre ela e a Natureza, onde nunca os havíamos visto.

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  • UM OBJETO E SEUS DISCURSOS — PLACA DE XISTO COM GRAVURA DE EMBARCAÇÕES
    ARQUEOSSÍTIO
    Até 27 SET 2025 19:30

    Qual tela de uma era remota, uma pequena placa de xisto foi intencionalmente preparada e alisada para receber o desenho: adornado com um conjunto de figuras gravadas que podem identificar-se como barcos, este pequeno objeto descoberto durante trabalhos arqueológicos, no Largo dos Lóios, oferece uma interessante perspetiva sobre as rotas comerciais do Mediterrâneo, que conectaram diferentes povos e culturas, desde há milénios.

    Simples objeto decorativo ou antes objeto votivo, que deifica a atividade representada, o certo é que esta placa é testemunho documental daquilo que seriam embarcações de diversas proveniências do mundo mediterrânico, na Idade do Ferro. Mesmo sem palavras, a pequena placa interpela-nos: conta-nos a história da vida quotidiana e das práticas de navegação das civilizações que prosperaram neste território e mostra-nos como, ao longo de tantos séculos, a forte ligação ao Douro e a sua abertura ao mundo através das rotas comerciais tem sido determinante no desenvolvimento económico e cultural da cidade que tem nome de Porto e que o rio ajudou a moldar.

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  • CONCERTO — A ERA DE OURO DA POLIFONIA PORTUGUESA
    CASA DO INFANTE
    Até 26 SET 2025 20:00

    O Museu e Bibliotecas do Porto propõem um percurso pela exuberância da música sacra portuguesa entre finais do século XVI e o início do XVII, através de obras de Vicente Lusitano, Manuel Rebelo, Estevão Lopes Morago e autores anónimos do manuscrito «P-Pm MM 40». No centro do programa está Vicente Lusitano, um dos mais singulares compositores portugueses, cuja música, embora ainda pouco conhecida, revela um domínio impressionante da escrita polifónica.

    Manuel Rebelo, mestre de capela da Sé de Évora a partir de 1596, representa uma nova geração que, sem abandonar o rigor polifónico, incorporou um sentido renovado de fluidez formal e expressão textual. Outro dos compositores retratados é Estevão Lopes Morago, considerado um dos mestres da transição entre o Renascimento e o Barroco ibérico. Um lugar de destaque é reservado às obras anónimas, preservadas no manuscrito «P-Pm MM 40», pertencente à Biblioteca Pública Municipal do Porto. Este manuscrito, datável de cerca de 1585, constitui uma fonte fundamental para a compreensão do repertório sacro português da época, com obras que exemplificam uma estética de intensa devoção mariana. Este concerto oferece, assim, um retrato multifacetado de uma época em que a música sacra portuguesa se afirmava, com voz própria, no panorama europeu – do esplendor intelectual de Lusitano à pureza devocional dos mestres anónimos.

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  • FINISSAGE — «O QUE ELAS VIRAM, O QUE NÓS VEMOS — FOTÓGRAFAS AMADORAS EM PORTUGAL, 1860—1920»
    CASA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    Até 21 SET 2025 18:00

    Para assinalar o encerramento da exposição, o Museu do Porto propõe um dia repleto de atividades, que convidam à descoberta da fotografia pelo olhar de Maria da Conceição de Lemos Magalhães, Margarida Relvas e Mariana Relvas. Desta programação especial, destacam-se momentos criativos para as famílias, uma visita-conversa orientada pela curadora, Susana Lourenço Marques, e um concerto ao final da tarde.

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  • ENTRE A MÚSICA ESCRITA E A MÚSICA DE BOCA A ORELHA
    PÁTIO DO MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    Até 20 SET 2025 19:30

    Em certo momento da História, a música começou a ser anotada. Num primeiro tempo foi escrita para congelar no tempo ideias musicais e combater, entre outros desafios, a memória musical de médio prazo. Desde então, a escrita foi evoluindo até se atingir uma sofisticação que levou ao extremo oposto: a interpretação musical sem recurso a memória ou diálogo musical improvisado.

    Neste concerto será explorada e explicada a transição musical entre o universo da música que viaja de boca a orelha e o da música escrita dentro do campo da música tradicional.

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  • «ERA UM DIA QUE DAVA PARA O MAR» — CONVERSAS NA CALÇADA DE SERRÚBIA
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    Até 20 DEZ 2025 18:00

    Na segunda metade dos anos 90, a casa do Passeio Alegre onde viveu Eugénio de Andrade, e que serviu de sede à extinta fundação a que deu nome, acolheu praticamente todos os nomes relevantes da poesia portuguesa do tempo. Os «Encontros com Poetas», então organizados pelo presidente da fundação, Arnaldo Saraiva, e que tinham o próprio Eugénio como anfitrião, fizeram do edifício, que é hoje a Biblioteca Poética Eugénio de Andrade, um ponto de encontro regular para autores e leitores de poesia. E é isto o que se pretende que a casa continue a ser nesta sua nova vida como Biblioteca, oferecendo um acervo bibliográfico focado na lírica portuguesa contemporânea, de que os leitores poderão desfrutar em duas luminosas salas de leitura com vista para o mar, mas também voltando a oferecer uma programação cultural regular. Desenhado para estes últimos meses de 2025 pelo jornalista cultural Luís Miguel Queirós, sob o mote de um verso de Eugénio, este primeiro momento de programação decorre entre os meses de setembro e dezembro, com conversas, leituras e reflexões em torno da poesia portuguesa, a de ontem, a de hoje e a que está por vir.

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  • CONVERSAS COM CAMILO — CAVAR EM RUÍNAS — A IMPORTÂNCIA DA GENEALOGIA EM CAMILO (Por indisponibilidade dos oradores a sessão será adiada para data a anunciar oportunamente.)
    CASA DO INFANTE
    Até 20 SET 2025 17:00

    Sabe-se de Camilo Castelo Branco jornalista, que fez de homicidas e de doidas figuras principais em vários dos seus romances. Assim, é sem espanto que nem os seus antepassados lhe escapem à verve, como é o caso do seu tio-avô Simão Botelho, em «Amor de Perdição». A importância da genealogia percorre a sua obra, inclusivamente tendo-o levado a delinear a arquitetura de um romance, «Os Brocas», que nunca viu a luz do dia, mas que versava, exatamente, sobre a decadência moral e psíquica dos seus antepassados e descendentes. Pensam alguns, que tal interesse serviria para se justificar a si e aos seus, contudo, decidido em cavar nas suas próprias ruínas, será apenas isso que Camilo almejava?

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  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — ENTRE MASSARELOS E MIRAGAIA: OS BARCOS E AS NAVEGAÇÕES DO NOSSO IMAGINÁRIO
    Ponto de encontro: ALAMEDA BASÍLIO TELES (JUNTO AO HELIPORTO) | Fim: PORTA PRINCIPAL DA IGREJA DE SÃO PEDRO DE MIRAGAIA
    Até 20 SET 2025 16:00

    Através de Massarelos e de Miragaia, pelo Douro, o Porto abriu-se ao grande oceano e teve papel fundamental na expansão. Em Miragaia, em Massarelos e onde quer que o rio deixasse livre uma praia, ancoravam navios e erguiam-se estruturas que apoiavam o negócio de ativos armadores e marinheiros. Os navios que se fizeram nas margens partiam ou regressavam carregados de mercadoria e de esperanças de fortuna. E é por estas margens, que testemunharam a ligação íntima da cidade que se quis chamar porto, sem mais, que procuraremos descobrir o seu espírito e a sua história.

    Este percurso conduz-nos pelas margens do Douro, entre Massarelos e Miragaia, dois bairros ribeirinhos do Porto com uma ligação de séculos ao mar e ao dinamismo das navegações portuguesas. Pelas ruas que outrora os mareantes calcorreavam até embarcar, descobrem-se velhos pontos ribeirinhos e memórias de ancoradouros, de um tempo em que o Porto era um ponto estratégico nas rotas comerciais e marítimas.

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  • JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2025 — PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO
    ANTIGA CASA DA CÂMARA / ARQUEOSSÍTIO / BANCO DE MATERIAIS / CASA DO INFANTE / CENTRO HISTÓRICO DO PORTO – PATRIMÓNIUO MUNDIAL / RESERVATÓRIO
    Até 21 SET 2025 16:30

    A evolução do ser humano está sempre acompanhada pelas manifestações que revelam a sua adaptação a um território e às suas circunstâncias. Nesse processo histórico de humanização do território, a arquitetura dos lugares constitui-se como um fator essencial na caracterização das formas de construir, habitar, socializar, evidenciando também os aspetos políticos, económicos e estéticos que influenciaram a concretização física de todo o espaço urbano. O diálogo entre a topografia e as volumetrias variadas das construções acentuam o carácter e a singularidade dos sítios. Memória e testemunho cultural de um povo, a leitura visual das construções alimenta a sensação única da surpresa quando descobrimos a beleza do azulejo, do vitral, do estuque, da grade, da claraboia, da escadaria e de outros elementos, num esforço de dignificação que contribui para uma consciência coletiva sobre a preservação dos valores do património arquitetónico. É este olhar atento sobre o património arquitetónico da Cidade a proposta das Jornadas Europeias do Património deste ano, num programa que inclui derivas, visitas comentadas, conversas e oficinas.

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  • CICLO DE MÚSICA «TRANSVARIAÇÕES» — TANGO ARGENTINO: DA RAIZ A PIAZZOLLA
    PÁTIO DO MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    Até 19 SET 2025 20:00

    Percorre-se, em passos de música e dança, a história do tango como expressão máxima da cultura argentina, desde as suas raízes até Piazzolla, passando por clássicos como De Caro, Troilo, entre outros. O bandoneon é protagonista neste espetáculo de música e dança, encabeçado por um nome maior da atualidade, Carla Algeri (bandoneon), acompanhada por Alejandro Szabo (bandoneon), Francisco Monteiro (piano), e a participação dos bailarinos Gladys & Oscar.

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  • VISITAS GUIADAS — 153.º ANIVERSÁRIO DE ANTÓNIO CARNEIRO
    ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
    Até 16 SET 2025 14:00

    Foi há 153 anos que nasceu, em Amarante, aquele que se viria a tornar O pintor simbolista português: António Carneiro. Este extraordinário artista fez do Porto casa e do Bonfim, morada. Foi nesta zona que fez toda a sua vida e onde, em 1925, abre o seu Ateliê de pintura. Nesta data tão especial, abrimos as portas a todos os que se queiram juntar a nós nesta celebração, e invocamos a alma do retratista das almas com duas visitas guiadas ao seu ateliê.

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