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Manusear desenhos gravados em placas, tintar e passar para o papel através da impressão com o «baren», uma ferramenta tradicional japonesa usada artesanalmente na gravura, para transferir para o papel a tinta depositada na matriz. Guiados pelas mãos das artistas plásticas da Matriz Associação de Gravura do Porto e inspirados no mês dos santos populares em que, como manda a tradição no São João, a sardinha é rainha, vamos poder elaborar uns trabalhos originais.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, que visa estimular o gosto pela partilha de livros e leituras e a interação social. Os textos são criteriosamente selecionados e enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para ler, discutir pontos de vista e partilhar experiências e memórias.
Ver maisNo coração da Casa do Infante – a primeira sala de leitura – o Arquivo Histórico desvenda o «lugar» onde o conhecimento legado por gerações de portuenses continua a ser partilhado com investigadores, cidadãos e visitantes, que aí encontram a matéria-prima para as suas pesquisas, dúvidas e curiosidade.
Ver maisManusear desenhos gravados em placas, tintar e passar para o papel através da impressão com o «baren», uma ferramenta tradicional japonesa usada artesanalmente na gravura, para transferir para o papel a tinta depositada na matriz. Guiados pelas mãos das artistas plásticas da Matriz Associação de Gravura do Porto e inspirados no mês dos santos populares em que, como manda a tradição no São João, a sardinha é rainha, vamos poder elaborar uns trabalhos originais.
Ver maisSete séculos depois, o Arquivo Histórico Municipal do Porto celebra o edifício onde se «acha», promovendo um encontro alargado para pensar a Casa e o modo de a habitar. Ao longo do dia, entre comunicações, conversas, um momento de poesia e outro musical, tentar-se-á refletir, de forma multifacetada, como a Casa do Infante é resultado da ação dos seus sucessivos ocupantes. À semelhança do documento mais antigo guardado no Arquivo Municipal, um pergaminho musical do século XI-XII que «abdicou» da sua função primeira para encadernar um livro quinhentista, também esta casa tem sido capaz de se reinventar e acolher todos os que a têm escolhido para cumprir tão distintas funções.
Ver maisUm convite a todos os que gostam de livros para um quiz literário na cafetaria da Biblioteca, onde Guilherme Cobretti desafia os participantes a porem à prova os seus conhecimentos. Dinâmico e divertido, em equipas, focado no universo dos livros, neste quiz nenhum estilo, corrente, autor e época será deixado de parte. Basta aparecer para participar. Haverá prémios para os vencedores.
Ver maisOlhares Lugares é um ciclo de diálogos que, partindo dos espaços museológicos municipais do Porto, pretende constituir-se como um espaço de pensamento crítico – versando assuntos da atualidade – e promover hipóteses de reflexão entre o saber humanístico e o conhecimento científico.
Ver maisO Reservatório da Pasteleira foi construído em 1886. Situado na zona ocidental do Porto, integrava o plano de instalações projetado pela Compagnie Generale des Eaux para criar o abastecimento de água à cidade. Era o ponto mais extremo dessa rede e possibilitou a distribuição de água à Foz e, posteriormente, a ligação a Matosinhos. Esta viagem no tempo e no espaço, tendo como tema a água, para além de falar do edifício, pretende abordar os movimentos pendulares que se desenrolavam à época entre o centro urbano e o mar e que passavam na envolvente do Reservatório. Nesta sessão, junta-se ao elemento água a sinergia do yoga e a fluidez de movimentos corporais, num momento final em exercício coletivo.
Ver maisO Dia do Vizinho é um dia especial no Museu e Bibliotecas do Porto: a cada quatro meses, uma das casas abre-se em atmosfera de festa para oferecer uma programação gratuita, intensiva e cocriada com a população que partilha connosco o território e o afeto. No próximo dia 8 de junho será a vez do Reservatório.
Ver maisEm «O que fazem mulheres» (1858), Camilo Castelo Branco retrata o comportamento feminino, realçando a questão dos casamentos decididos pelos pais e a forma como algumas mulheres poderiam justificar o seu adultério: «Faço à prepotência de meu pai o sacrifício da minha dignidade, e castigo o homem que me comprou». Ana Plácido, sua «amante querida», vivera o mesmo drama com o seu primeiro casamento, orquestrado por seu Pai, com o burguês Manuel Pinheiro Alves. Todavia, o caso que tanto escandalizou a opinião pública estaria longe de ser caso único. Assim, no Porto Camiliano, encontramos o caso dos Barões do Bolhão, em que Camilo se envolverá intensamente, o General Hugo Owen (pai de Fanny Owen) ou João António Lima e Luzia Joaquina Bruce.
Ver mais«Os amores e vida de uma mulher» iniciam o Ciclo de Recitais de junho, com a voz acompanhada ao piano, num dueto sempre ímpar, a interpretar a música de Schumann e Mahler, em diálogo com a lírica de grandes autores como Goethe, Chamisso e Rückert. O dueto de amor da ópera «O Cavaleiro da Rosa» na música de R. Strauss vai ser glosado pelo piano solo, num programa original de música improvisada e romântica. Partindo do programa «Do Amor e da Paixão», o Ibertrio apresenta um percurso musical por obras que exploram os afetos mais íntimos da alma humana — o desejo, a saudade, o lirismo e o drama que envolvem as experiências do amor. «Les Sentiers d’Amour» terminam este itinerário de verão dedicado ao tema do amor, com várias obras de cariz romântico, alegre e gracioso, mas também melancólico, com a vontade de poder transportar o público para um ambiente de chanson sublime e intimista.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAo longo de 2025, no primeiro sábado de cada mês, as crianças dos 6 aos 10 anos de idade são convidadas a assistir à Hora do Conto em língua inglesa, exercitando assim competências linguísticas de forma lúdica. Uma iniciativa realizada em cooperação com o «British Council» do Porto.
Ver maisCom esta oficina celebramos a riqueza das tradições populares através da arte do bordado. Os participantes terão a oportunidade de aprender a bordar elementos típicos da festa de São João, como as icónicas cascatas e os símbolos que marcam esta celebração. Com orientação d’ A Avó veio trabalhar, nesta iniciativa será possível combinar técnicas de bordados tradicionais com uma abordagem criativa e contemporânea. Ao longo da oficina, não só se preserva o saber antigo do bordado, mas também se reforça a importância de manter vivas as memórias culturais da festa de São João, criando peças únicas que contam histórias de celebração e identidade.
Ver maisChegamos à cidade do Porto depois de fazermos a Estrada Velha do Pão (Valongo) ou da Prata (minas de Vandoma e outras) e encontramo-nos no grande largo de Santo Ildefonso com a sua pequena igreja medieval muito antiga.
Ver maisNo contexto do bicentenário de Camilo Castelo Branco, as Bibliotecas Municipais do Porto desenvolveram com alunos do ensino secundário da Escola Artística Soares dos Reis e Escola Secundária Alexandre Herculano, um projeto continuado de mediação da leitura centrado na vida e a obra do escritor. Sob a orientação da Professora Dália Dias e com o mote «Camilo, o Porto e um Amor de Perdição», os participantes mergulharam na leitura do romance mais famoso do escritor, explorando os vários sentidos do texto, e visitaram os lugares da cidade do Porto que estão presentes na obra e na vida de Camilo. Deste trabalho resultou uma interpretação criativa e atual da visão ultrarromântica daqueles que «amaram, perderam-se e morreram amando», que será apresentada nesta sessão, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
Ver maisConvidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisCom esta oficina celebramos a riqueza das tradições populares através da arte do bordado. Os participantes terão a oportunidade de aprender a bordar elementos típicos da festa de São João, como as icónicas cascatas e os símbolos que marcam esta celebração. Com orientação d’ A Avó veio trabalhar, nesta iniciativa será possível combinar técnicas de bordados tradicionais com uma abordagem criativa e contemporânea. Ao longo da oficina, não só se preserva o saber antigo do bordado, mas também se reforça a importância de manter vivas as memórias culturais da festa de São João, criando peças únicas que contam histórias de celebração e identidade.
Ver maisCriaturas estranhas escondem-se por entre as prateleiras da Biblioteca Errante. Consegues encontrá-las? Que lhes aconteceu? A que livros podem pertencer? Com a ajuda de canetas, tesouras e muita cor, vamos criar uma “Zine Errante” que junta as pistas todas e as leva de volta para as suas casas.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
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