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Atelier Caldeiras; Atelier Guilhotina/Ana Torrie; Bárbara R.; Bazar Esquisito; Bazar Galiza; Carolina Celas; Carolina Garfo; Ceci de F; Cynthia Alfonso; Edições Amateur; Favela Discos; Filipe Felizardo; FOJO + Mariana Caló eFrancisco Queimadela; Gabinete Paratextual; Gonçalo Duarte; Homem do Saco; Imprensa Canalha; Joana Estrela; Joana Lourencinho Carneiro; Joaquim Pires; Lavandaria; Lovers & Lollypops; Mariana Malhão; Mariana, a Miserável; Marvellous Tone; Nada Pouco Quase Muito; O Gorila; ÓcioOficina Arara; Oficina Atalaia; Oficina do Cego; Oscar Ranha; Paperplanes; Revista Prego; Rubber Mirror; S.I.R.O.C.O; Sismógrafo, Stolen Books; Uma Joana. A Feira da Alegria na Feira do Livro e a intervenção da artista Mariana Malhão na Concha Acústica foi programada a convite do Núcleo de Programação do MdC.
Ver maisA ação de desenhar e redesenhar consecutivamente, nos esquiços dos cadernos e mais cadernos. Figuras, coisas e outros seres que se experimentam, se escondem e se descobrem no universo de Jorge Feijão.
Ver maisPara a Feira da Livro no âmbito do programa de comemorações do bicentenário da Revolução Liberal do Porto.
Ver maisPara a Feira da Livro no âmbito do programa de comemorações do bicentenário da Revolução Liberal do Porto.
Ver maisPara a Feira da Livro no âmbito do programa de comemorações do bicentenário da Revolução Liberal do Porto.
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Ver maisNa Concha Acústica reunem-se um conjunto de leitores para dizer, em polifonia de vozes, os textos escolhidos por Ilda David e pelo Núcleo de programação do Museu da Cidade no âmbito das exposições Por trás das árvores há um outro mundo e Livros são Árvores, Bibliotecas São Florestas. Leituras de Ana Saldanha, Isabel Perry, José Carlos Azevedo, José Pedro Baranita, Cecilia Monção, Conceição Sousa, Joana Barbedo, Maria João Cunha Coutinho, Mónica Macedo Pinto, Rosário Sottomayor, Rui Salgado Carreira, Sara Silva, Sónia Coimbra e Vanda Pinto.
Ver maisNa Concha Acústica reunem-se um conjunto de leitores para dizer, em polifonia de vozes, os textos escolhidos por Ilda David e pelo Núcleo de programação do Museu da Cidade no âmbito das exposições Por trás das árvores há um outro mundo e Livros são Árvores, Bibliotecas São Florestas. Leituras de Ana Saldanha, Isabel Perry, José Carlos Azevedo, José Pedro Baranita, Cecilia Monção, Conceição Sousa, Joana Barbedo, Maria João Cunha Coutinho, Mónica Macedo Pinto, Rosário Sottomayor, Rui Salgado Carreira, Sara Silva, Sónia Coimbra e Vanda Pinto.
Ver maisNa Concha Acústica reunem-se um conjunto de leitores para dizer, em polifonia de vozes, os textos escolhidos por Ilda David e pelo Núcleo de programação do Museu da Cidade no âmbito das exposições Por trás das árvores há um outro mundo e Livros são Árvores, Bibliotecas São Florestas. Leituras de Ana Saldanha, Isabel Perry, José Carlos Azevedo, José Pedro Baranita, Cecilia Monção, Conceição Sousa, Joana Barbedo, Maria João Cunha Coutinho, Mónica Macedo Pinto, Rosário Sottomayor, Rui Salgado Carreira, Sara Silva, Sónia Coimbra e Vanda Pinto.
Ver maisA Rádio Estação, criada pelo MdC com o Colectivo Espaço Invisível, é simultaneamente um ponto de irradiação e de encontro decorrendo durante todo o horário da Feira do Livro Frequência(MHz) > 91.5 FM e em feiradolivro.porto.pt e no recinto.
Ver maisOs três curadores das plataformas juntam-se na Casa Tait para conversar sobre o museu-em-construção e as problemáticas que o circundam. Em tempos de pandemia, esta gravação é um convite para assistir e partilhar comentários e questões na sequência da Ata 1 do Gabinete Atmosférico.
Ver maisO Tulipeiro da Virgínia é uma árvore classificada com uma mutação genética silenciosa, a um ritmo 2000 vezes mais lento do que no ser humano.
Ver maisPercurso operativo e contemplativo pelos jardins que recortam o Museu da Cidade com um passeio guiado que se inicia no jardim da Casa Marta Ortigão Sampaio e culmina no jardim Casa Tait, diante do Tulipeiro da Virgínia.
Ver maisPara esta exposição, centrada na palavra dita e na palavra escrita, Ángela Diaz Quintela e Daniela Cruz propõem o silêncio de uma escuta física.
Ver maisApresentando livros, imagens e sons reminiscentes do mundo natural (a botânica, a biologia, as ciências da natureza, mas também a zoologia), a exposição funda-se numa certa circularidade: cortamos árvores para fazer livros, melhor compreender a natureza e guardar a memória da sua exuberância e infinita sabedoria.
Ver maisDois intérpretes criam uma experiência sonora que viaja pelo imaginário da revolução liberal em curso naquela época.
Ver maisA 24 de agosto de 1820 rebentou no Porto a Revolução Liberal, que iria pôr em marcha a criação de um regime constitucional. Esta exposição aborda o primeiro ano deste processo, entre o pronunciamento militar do Porto e o regresso da Família Real do Brasil. Exposição no âmbito do programa comemorativo dos duzentos anos da Revolução Liberal do Porto com programa completo em 1820.porto.pt.
Ver maisPrimeira escuta, centrada na palavra dita, na sua sonoridade e sentidos poéticos e possíveis.
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